{"id":16843,"date":"2012-12-18T10:04:50","date_gmt":"2012-12-18T13:04:50","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=16843"},"modified":"2020-08-02T01:37:26","modified_gmt":"2020-08-02T04:37:26","slug":"livro-neil-young-a-autobiografia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2012\/12\/18\/livro-neil-young-a-autobiografia\/","title":{"rendered":"Livro: Neil Young \u2013 A Autobiografia"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-16844\" style=\"border: 1px solid black;\" title=\"neil\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/12\/neil.jpg\" alt=\"\" width=\"266\" height=\"400\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>por Marcelo Costa<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Neil Percival Young tem 66 anos, teve poliomielite na inf\u00e2ncia e operou um aneurisma aos 60. Participou de bandas como Buffalo Springfield e Crosby, Stills, Nash &amp; Young, j\u00e1 lan\u00e7ou mais de 35 discos solo e certa vez foi processado por uma gravadora por \u201cn\u00e3o ser ele mesmo\u201d. Em 2012 lan\u00e7ou dois discos (\u201cAmericana\u201d em junho; \u201cPsychedelic Pill\u201d em outubro) e uma autobiografia que revela um homem m\u00edstico, sentimental e muito mais preocupado com os projetos do futuro do que com as lembran\u00e7as do passado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sobre \u201cPsychedelic Pill\u201d, um dos grandes discos de 2012, voc\u00ea pode ler <a href=\"http:\/\/rollingstone.com.br\/guia\/cd\/psychedelic-pill\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">aqui<\/a>. H\u00e1 um par\u00e1grafo sobre \u201cWalk Like a Giant\u201d, a grande m\u00fasica de \u201cPsychedelic Pill\u201d, <a href=\"http:\/\/super.abril.com.br\/blogs\/superlistas\/o-melhor-do-ano-10-melhores-musicas-de-2012\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">aqui<\/a>. Essa m\u00fasica j\u00e1 serve como par\u00e2metro para entender a inquieta\u00e7\u00e3o de Neil Young. Gravada entre agosto e setembro com a Crazy Horse, ela traz no \u00e1lbum uma primeira letra de apenas dois par\u00e1grafos, que foi estendida assim que o compositor caiu na estrada acrescentando uma frase emblem\u00e1tica: \u201cEu e alguns amigos est\u00e1vamos tentando mudar o mundo, mas o mundo mudou\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essa pressa em gravar e lan\u00e7ar algo inacabado sugere um receio com o passar do tempo, a velhice e os des\u00edgnios superiores. Sem meias palavras, Neil Young tem medo de morrer ou enlouquecer. O leitor esperto pode argumentar: mas quem n\u00e3o tem? A quest\u00e3o, no entanto, n\u00e3o \u00e9 ter ou n\u00e3o ter, mas sim a forma como o medo age sobre cada pessoa. No caso de Neil Young, ele apressou o lan\u00e7amento de seus \u00e1lbuns e registrou suas mem\u00f3rias de forma descoordenada em uma biografia reveladora. E, interessante, focou o futuro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em &#8220;Neil Young \u2013 A Autobiografia&#8221;, lan\u00e7ada no Brasil pela Globo Livros, o roqueiro canadense deixa claro em v\u00e1rios momentos que est\u00e1 muito mais preocupado com os dias que v\u00e3o vir do que com os dias que se foram. De certa forma, o f\u00e3 curioso sair\u00e1 decepcionado da leitura. Neil reconstr\u00f3i sua hist\u00f3ria de forma confusa, repete trechos e parece mais estar escrevendo um di\u00e1rio, e n\u00e3o uma biografia. Ele se entrega a suas principais paix\u00f5es (carros, trens de brinquedo e ao Pono) e fala pouco, muito pouco sobre guitarras. Parece evitar o assunto.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Neil Young &amp; Lincvolt at SEMA 2010- Part 1\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/ynT_1l0kclA?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cTenho uma atra\u00e7\u00e3o especial por transporte, carros, barcos, trens\u201d, diz o m\u00fasico em certo momento. Essa paix\u00e3o o levou a comprar parte da Lionel Corporation, uma fabricante de brinquedos que fez fortuna (principalmente entre 1900 e 1970) com ferromodelismo (n\u00e3o diga trenzinhos!) e, nos \u00faltimos anos, perdeu mercado para os produtos chineses. Foi quando Neil entrou em cena e a f\u00e1brica mudou-se para China. \u201cMostro para Stephen Stills meus trens, e vejo escrito na testa dele: \u2018Neil enlouqueceu\u2019. Mas n\u00e3o me importo: eu preciso disso\u201d, justifica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Neil Young tamb\u00e9m \u00e9 viciado \/ fascinado por carros. \u00c9 poss\u00edvel imaginar o som do motor de dezenas de modelos de anos e f\u00e1bricas diferentes citados em v\u00e1rias p\u00e1ginas do livro, mas a grande fixa\u00e7\u00e3o atual do m\u00fasico canadense \u00e9 o Lincvolt, um Lincoln Continental 1959 que foi transformado em um ve\u00edculo que usa combust\u00edvel h\u00edbrido (sustentabilidade!) e \u00e9 tema de diversas palestras do m\u00fasico mundo afora (Brasil incluso, no SWU em 2011). H\u00e1 at\u00e9 <a href=\"http:\/\/www.youtube.com\/user\/Lincvolt\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">uma p\u00e1gina no Youtube<\/a> com diversos v\u00eddeos de Neil falando do projeto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outra fixa\u00e7\u00e3o atual \u00e9 o combate \u00e0 baixa qualidade da m\u00fasica no mundo moderno. Segundo ele, o que n\u00f3s ouvimos em um MP3 \u00e9 \u201cmenos de 5% dos dados dispon\u00edveis num arquivo master ou num \u00e1lbum de vinil\u201d. Por isso ele criou um projeto chamado inicialmente de Puretone (hoje em dia, Pono), em que as pessoas poder\u00e3o comparar a qualidade das can\u00e7\u00f5es e ouvir a m\u00fasica como ela realmente \u00e9. \u201cA Puretone \u00e9 para os amantes da m\u00fasica\u201d, ele garante. Boa parte do in\u00edcio do livro \u00e9 gasta com Neil relatando reuni\u00f5es com chef\u00f5es da ind\u00fastria. Ele \u00e9 insistente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A primeira vez que Neil entrou em um est\u00fadio foi em 23 de julho de 1963, em Winnipeg, no Canad\u00e1. Sua banda, The Squires, gravou um compacto em 45 rota\u00e7\u00f5es que trazia \u201cAurora\u201d no lado A e \u201cThe Sultan\u201d no lado B. As duas can\u00e7\u00f5es foram relan\u00e7adas em 2009 no box \u201cArchives, Vol. 1\u201d (com oito CDs de raridades), o que n\u00e3o impede do compacto original, segundo Neil, aparecer no eBay de vez em quando. Em outubro de 2012 havia apenas uma c\u00f3pia \u00e0 venda. Pre\u00e7o: 4 mil d\u00f3lares. \u201cTenho um assinado pela banda\u201d, gaba-se.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Neil Young &amp; The Squires- The Sultan\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/2xzd6XdBNi8?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma vez, na Calif\u00f3rnia, no auge do movimento hippie, Neil Young deu carona para dois rapazes. Um deles virou seu principal produtor, e Neil \u2013 al\u00e9m de sonhar escrever um livro chamado \u201cA Vida e a \u00c9poca de David Briggs\u201d \u2013 cita algumas frases marcantes do amigo (as mais marcantes de toda leitura n\u00e3o s\u00e3o de Neil Young, mas de David Briggs), como: \u201cA vida \u00e9 um sanduiche de bosta. Coma ou morra de fome\u201d. Ou \u201cSeja excelente ou suma\u201d. David trabalhou nas melhores grava\u00e7\u00f5es de Neil Young. \u201cSegundo ele mesmo\u201d, avisa Neil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma das biografias que inspiraram Neil Young a escrever a sua foi a repercuss\u00e3o e o sucesso de \u201cVida\u201d, de Keith Richards, e uma curiosidade une os dois m\u00fasicos: \u201cMalague\u00f1a\u201d, um grande sucesso de Ernesto Lecuona nos anos 60. Keith tocava a can\u00e7\u00e3o a pedido de seu av\u00f4 na Inglaterra quando come\u00e7ou a aprender a tocar viol\u00e3o. Neil tocava a mesma can\u00e7\u00e3o para sua m\u00e3e no Canad\u00e1. \u201cEu nem conhecia a m\u00fasica, mas gostava de improvisar na mudan\u00e7a de acordes, que eu achava genial\u201d, ele conta. Isso foi muito antes deles serem quem s\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Neil tamb\u00e9m elenca os favoritos da casa. \u201cPearl Jam \u00e9 uma banda que respeito bastante\u201d, ele conta. \u201cNirvana e Sonic Youth tamb\u00e9m\u201d, e aumenta a lista: \u201cMumford &amp; Sons, My Morning Jacket, Wilco, Givers e Foo Fighters s\u00e3o apenas algumas de minhas (bandas) favoritas\u201d. A receita: \u201cRespeito bandas que me d\u00e3o algo delas que posso sentir (j\u00e1 bandas metidas me desagradam de forma geral).\u201d Isso tamb\u00e9m serve para pessoas. Um cineasta: Jean-Luc Godard (\u201cEu gostava das sequ\u00eancias longas, sem cortes, que iam at\u00e9 o fim e contavam uma hist\u00f3ria\u201d, ele explica). Um livro: \u201cAs Brumas de Avalon\u201d, de Marion Zimmer Bradley (\u201cH\u00e1 muito neste livro que tem a ver comigo pessoalmente\u201d, revela).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um dos raros momentos em que fala de guitarra, o instrumento, rende um belo trecho da leitura: &#8220;Like a Hurricane\u201d, diz ele, \u201cexibe provavelmente o melhor exemplo do timbre da Old Black (uma Gibson Les Paul 1952), ainda que baste ouvir com aten\u00e7\u00e3o para perceber todos os erros e todas as falhas da minha execu\u00e7\u00e3o. Mesmo assim aquela foi uma grava\u00e7\u00e3o c\u00f3smica e transcendente\u201d, ele relembra. \u201cA grava\u00e7\u00e3o master (de \u2018Like a Hurricane\u2019) usada na vers\u00e3o final da faixa traz a vers\u00e3o que toquei para mostrar a can\u00e7\u00e3o ao pessoal da Crazy Horse. \u00c9 por isso que o corte est\u00e1 no in\u00edcio. N\u00e3o houve in\u00edcio. N\u00e3o houve fim. Foi uma daquelas performances que jamais ser\u00e3o repetidas\u201d, ele conta.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Like a Hurricane (2016 Remaster)\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/LDyTcDqW7kU?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ele tamb\u00e9m relembra Bob Dylan. \u201cA primeira vez que ouvi Bob foi em Winnipeg, em 1963. Comecei a ouvir mais e mais. (\u2026) Ele falou por muitos de n\u00f3s sem saber. Evitei ouvi-lo por um longo tempo no final dos anos 60 e come\u00e7o dos anos 70, por medo de assimil\u00e1-lo tanto a ponto de copi\u00e1-lo sem perceber. (\u2026) Um dia, finalmente consegui pegar a gaita sem medo de copiar Bob, apenas me sentindo influenciado por ele\u201d, avisa honestamente o m\u00fasico. Bob Dylan (e \u201cLike a Rolling Stone\u201d) tamb\u00e9m \u00e9 citado em \u201cTwisted Road\u201d, uma das can\u00e7\u00f5es de \u201cPsychedelic Pill\u201d, o que de certa forma mostra que livro e disco se unem e se confundem.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201c\u00c9 melhor queimar do que se apagar\u201d, frase da m\u00fasica \u201cHey Hey, My My (Into The Black)\u201d, lan\u00e7ada no \u00e1lbum \u201cRust Never Sleeps\u201d, de 1978, se tornou-se m\u00edtica. \u201cJohn Lennon discordava disso. Kurt Cobain citou essa frase em sua \u00faltima carta (de suic\u00eddio)\u201d, ele relembra. Neil diz que as pessoas perguntam sobre esse verso desde que ele cantou pela primeira vez. \u201cIsso \u00e9 rock and roll. Partir no auge dos seus poderes\u201d, tenta resumir. Neil escreveu a can\u00e7\u00e3o logo ap\u00f3s a morte de Elvis Presley.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o h\u00e1 em \u201cNeil Young \u2013 A Autobiografia&#8221; o apanhado de exageros (como descreve Philip Norman na biografia de Mick Jagger) que faz de \u201cVida\u201d, de Keith Richards, um livro saboroso, ou a poesia que faz de \u201cS\u00f3 Garotos\u201d, de Patti Smith, um livro l\u00edrico. Por sua vez, h\u00e1 um car\u00e1ter realmente autobiogr\u00e1fico que faz do livro um retrato do m\u00fasico. Voc\u00ea n\u00e3o precisa juntar pe\u00e7as do passado para conhecer Neil Young, parece defender o canadense. Neil Young, o homem, \u00e9 esse cara apaixonado por guitarras, carros, trens e desejo de mudar o mundo. \u00c9 passado, presente (o homem que largou \u00e1lcool e maconha para se concentrar na biografia) e futuro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ainda assim, o \u00faltimo quarto do livro \u00e9 carregado de emo\u00e7\u00e3o. Neil Young avisa. \u201cSe voc\u00ea chegou at\u00e9 aqui, prepare-se: a coisa toda vai ficar pesada\u201d. Ele consegue passar com leveza e insuspeita aceita\u00e7\u00e3o \/ dedica\u00e7\u00e3o pelo fato de ter dois filhos com paralisia cerebral (de esposas diferentes), mas quando confronta a morte e se despede de amigos que \u201cficaram\u201d pelo caminho, deixa escorrer pela testa uma gota de suor que reflete aquele momento em que n\u00e3o nos sentimos totalmente \u00e0 vontade com os fantasmas. \u00c9 neste longo trecho final que a personalidade de Neil vem \u00e0 tona ajudando o leitor a entender o homem.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">F\u00e3s, na maioria das vezes, est\u00e3o muito mais dispostos a um aut\u00f3grafo do que a uma conversa. Neil, por sua vez, usa o livro para conversar com seu p\u00fablico. Desta forma, n\u00e3o pegue \u201cNeil Young \u2013 A Autobiografia&#8221; esperando ler sobre sess\u00f5es de grava\u00e7\u00f5es, inspira\u00e7\u00f5es de m\u00fasicas, causos absurdos do rock\u2019n roll e festas movidas a drogas (ainda assim h\u00e1 um pouco, muito pouco, de tudo isso no livro), sen\u00e3o voc\u00ea se decepcionar\u00e1. O que Neil Young prop\u00f5e \u00e9 um passeio por seus v\u00edcios, suas paix\u00f5es, seus sonhos e medos. Um passeio pelo mundo de Neil Young. Vale a pena.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Neil Young - In Concert 1971 BBC [1080p]\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/U6vp1EMnqho?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Neil Young - Harvest Moon (Official Music Video)\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/n2MtEsrcTTs?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Neil Young - Le Noise - The Film\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/wU5B53b9ntQ?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"REMASTERED neil young live@Ziggodome Amsterdam 10-7-2019\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/vMCAjgIPOZQ?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; Marcelo Costa (<a href=\"https:\/\/twitter.com\/screamyell\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">@screamyell<\/a>) \u00e9 editor do Scream &amp; Yell e assina a <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Calmantes com Champagne<\/a><\/p>\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m:<\/strong><br \/>\n&#8211; \u201cPsychedelic Pill&#8221; sugere que Neil Young n\u00e3o desistiu de mudar o mundo, por Mac (<a href=\"http:\/\/rollingstone.com.br\/guia\/cd\/psychedelic-pill\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; \u201cWake Like a Giant&#8221;, uma das 10 melhores m\u00fasicas de 2012, por Marcelo Costa (<a href=\"http:\/\/super.abril.com.br\/blogs\/superlistas\/o-melhor-do-ano-10-melhores-musicas-de-2012\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; \u201cHeart of Gold\u201d: o cora\u00e7\u00e3o de ouro de Neil Young, por Marcelo Costa (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2007\/02\/22\/o-coracao-de-ouro-de-neil-young\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; \u201c\u201cLive in Chicago 1992\u201d, Neil Young -&gt; vers\u00f5es cruas e emocionais, por Mac (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2011\/06\/20\/cds-bob-marley-neil-young-e-david-bowie\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; 500 Toques: \u201cCinnamon Girl\u201d, um tributo feminino para Neil Young, por Mac (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2008\/04\/02\/500-toques-wilco-marah-e-um-tributo-a-neil-young\/\">aqui<\/a>)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"por Marcelo Costa\nNeil Young prop\u00f5e um passeio por seus v\u00edcios, suas paix\u00f5es, seus sonhos e medos. 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