{"id":16086,"date":"2012-10-15T09:05:11","date_gmt":"2012-10-15T12:05:11","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=16086"},"modified":"2017-04-28T19:32:29","modified_gmt":"2017-04-28T22:32:29","slug":"entrevista-the-gift","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2012\/10\/15\/entrevista-the-gift\/","title":{"rendered":"Entrevista: The Gift (2012)"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-16087\" title=\"gift205\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/gift205.jpg\" alt=\"\" width=\"605\" height=\"481\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/gift205.jpg 605w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/gift205-300x238.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 605px) 100vw, 605px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>por Marcelo Costa<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Formada na d\u00e9cada 90 em Alcoba\u00e7a, uma cidade de pouco mais de 50 mil habitantes que fica a 92 quil\u00f4metros de Lisboa, a Gift tornou-se um dos principais e mais longevos nomes do cen\u00e1rio independente portugu\u00eas. A primeira demo, \u201cDigital Atmosphere\u201d, foi lan\u00e7ada em 1997, e o \u00e1lbum de estreia, \u201cVinyl\u201d, no ano seguinte, mas o grupo conseguiu chamar a aten\u00e7\u00e3o realmente com \u201cAM-FM\u201d, terceiro disco lan\u00e7ado em 2004.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Foi nessa \u00e9poca que S\u00f3nia Tavares (voz), Nuno Gon\u00e7alves (teclados), John Gon\u00e7alves (teclados e baixo) e Miguel Ribeiro (guitarra e baixo) passaram pela primeira vez no Brasil, com um show surpreendente e incendi\u00e1rio no Studio SP da Vila Madalena. Come\u00e7ou ent\u00e3o um namoro com o Brasil que rendeu novos shows, o lan\u00e7amento do \u00e1lbum \u201cExplode\u201d via Coqueiro Verde e presen\u00e7a no Rock in Rio (Lisboa e Brasil) com direito a cover de \u201cIndios\u201d, da Legi\u00e3o Urbana.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cSomos uma banda de um novo Portugal, com mais cor, com mais vida, com influencias de todo o mundo\u201d, avisa Nuno em conversa por e-mail na semana que a Gift retorna ao Brasil para um show no Studio SP Baixo Augusta. Com um novo \u00e1lbum na mala (\u201cPrimavera\u201d, que segundo Nuno \u00e9 \u201cum disco simples, calmo onde s\u00f3 existem duas cores: o preto e o branco\u201d), a Gift se apresenta nesta quinta-feira, 18\/10, em S\u00e3o Paulo, e no dia 20\/10 no Festival MADA, em Natal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Premiados pela MTV Europe (como Best Portuguese Act) e pelo Globo de Ouro portugu\u00eas (como Melhor Grupo, pelo \u00e1lbum ao vivo \u201cF\u00e1cil de Entender\u201d, 2006), o quarteto segue na batalha por apresentar a nova m\u00fasica portuguesa ao mundo, e, em especial, ao Brasil. Nuno lamenta que a nova cena brasileira n\u00e3o alcance o lado dele do Atl\u00e2ntico (\u201cS\u00f3 chega ax\u00e9\u201d), e cobra tamb\u00e9m o contr\u00e1rio: \u201cPodem falar de Fado, mas o resto \u00e9 deserto\u201d, lamenta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ainda assim, com um cen\u00e1rio independente t\u00e3o prolifico e variado quanto o brasileiro, talvez seja mesmo a hora de um intercambio musical. \u201cH\u00e1 muitas bandas novas, estilos diferentes, com muito boas ideias e publico fiel (em Portugal)\u201d, avisa Nuno, um cen\u00e1rio do qual a Gift \u00e9 uma das principais forma\u00e7\u00f5es, uma banda \u00e0s v\u00e9speras de completar 20 anos de estrada, e que aprendeu a se renovar olhando o futuro. Com  voc\u00eas, The Gift:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/VVC6YhJtaYU\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/VVC6YhJtaYU\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Corrijam-me, mas esta deve ser a terceira ou quarta passagem do The Gift pelo Brasil, certo? O que voc\u00eas guardam das turn\u00eas anteriores pelo pa\u00eds?<\/strong><br \/>\nGuardamos boas mem\u00f3rias. Um tipo de conquista de show para show, de turn\u00eas para turn\u00eas. Acreditamos ainda que a melhor ferramenta para chegar ao publico \u00e9 tocar mais e mais e, sobretudo, nunca deixar de tentar promover cada vez melhor o pr\u00f3ximo show. Somos independentes, n\u00e3o temos promotora e (continuamos) este trabalho de formiguinha, abrindo portas, abrindo p\u00fablico, criando alicerces de carreira.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Para muita gente, a The Gift ainda \u00e9 uma novidade no Brasil. Como voc\u00ea apresentaria a banda para uma pessoa desconhecida?<\/strong><br \/>\nConvidaria para um show&#8230;. mas podia sempre dizer que Gift \u00e9 uma banda que nasceu em 94 numa pequena cidade portuguesa. Formamos a banda porque ouv\u00edamos Smiths, Joy division, Cure e quer\u00edamos ser uma nova gera\u00e7\u00e3o de m\u00fasicos que n\u00e3o se identificava apenas e s\u00f3 com as ra\u00edzes tradicionais da musica portuguesa. Somos uma banda de um novo Portugal, com mais cor, com mais vida, com influencias de todo o mundo. Cantamos maioritariamente em ingl\u00eas e misturamos todo o tipo de instrumentos com todo o tipo de eletr\u00f4nica e tudo isto \u00e9 unificado com uma voz \u00fanica, forte, espiritual e, sobretudo, iluminada da nossa vocalista S\u00f3nia Tavares. Ao vivo somos um combo de guitarras, efeitos, bateria, programa\u00e7\u00f5es, vozes e um apelo \u00fanico a tornar cada show um momento inesquec\u00edvel para quem nos v\u00ea ao vivo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Tenho aqui o &#8220;AM-FM&#8221; (2004) e o &#8220;F\u00e1cil de Entender&#8221; (2006). &#8220;Explode&#8221; (2011) ganhou edi\u00e7\u00e3o brasileira pela Coqueiro Verde e agora voc\u00eas est\u00e3o lan\u00e7ando &#8220;Primavera&#8221; (2012). O que une estes trabalhos todos?<\/strong><br \/>\nH\u00e1 alguma uni\u00e3o entre o \u201cAm-Fm\u201d e o \u201cF\u00e1cil de Entender\u201d porque o conceito era muito semelhante. Entre 2004 e 2008 a banda tocou muito, est\u00e1vamos muito unidos por programa\u00e7\u00f5es mais m\u00ednimas, feitas com micro sons. Eram composi\u00e7\u00f5es muito perfeccionistas, mas houve um grande golpe entre o \u201cExplode\u201d e os outros discos mais antigos. Desde o nosso inicio, sempre usamos muitas cordas, instrumentos de orquestra e eram esses elementos que davam o tom \u00e9pico, grandioso. Com o \u201cExplode\u201d esse tom \u00e9pico passou a ser feito pelas guitarras. Cortamos cordas, cortamos metais, cortamos as programa\u00e7\u00f5es t\u00e3o m\u00ednimas e focamos nas can\u00e7\u00f5es, nas vozes, no som da bateria e tudo ficou mais org\u00e2nico e com um conceito multicolor que nos agrada muito. \u201cExplode\u201d \u00e9 um disco fundamental, abriu-nos muitas portas nos Estados Unidos. Foi produzido por Ken Nelson, que tem muita experi\u00eancia, com pr\u00eamios internacionais, e que deu-nos muita confian\u00e7a. O \u00faltimo disco, \u201cPrimavera\u201d, \u00e9 uma ilha em todo o oceano de carreira da banda. \u201cPrimavera\u201d \u00e9 um disco simples, calmo onde apenas e s\u00f3 existem duas cores: o preto e o branco. Um disco feito em apenas 10 dias tocado e composto por 14 m\u00e3os apenas. Uma experi\u00eancia completamente diferente do que fizemos at\u00e9 hoje.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O Scream &amp; Yell tem acompanhado de perto a renova\u00e7\u00e3o da cena portuguesa. Como voc\u00eas veem esse momento atual do cen\u00e1rio portugu\u00eas?<\/strong><br \/>\nH\u00e1 muitas bandas novas, estilos diferentes, com muito boas ideias e publico fiel. M\u00fasica de cidade, m\u00fasica que poder\u00e1 funcionar com p\u00fablicos mais atentos. Mas para uma banda se afirmar em Portugal h\u00e1 alguns anos atr\u00e1s era preciso alcan\u00e7ar o p\u00fabico, tinha que criar o p\u00fablico, tinha que tocar por todo o pa\u00eds. Hoje a coisa esta um pouco mais f\u00e1cil. As bandas podem tocar num ou outro festival, ter um ou outro blog falando sobre elas e a coisa mais ou menos fica criada. Ainda acredito que para uma banda ser boa tem de ter carreira. Hoje em dia podemos perceber que h\u00e1 um bom inicio, ou seja, Portugal tem bandas novas muito boas, mas a corrida \u00e9 longa e n\u00e3o se pode falar numa cena se n\u00e3o tens mais do que dois ou tr\u00eas discos lan\u00e7ados. Precisamos de mais sumo em vez de tanto hype&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/E6A4PFtOLCU\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/E6A4PFtOLCU\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O cen\u00e1rio independente brasileiro tamb\u00e9m vive um momento bastante prolifico, embora ainda n\u00e3o t\u00e3o presente em r\u00e1dios e paradas de sucesso. O que voc\u00eas t\u00eam acompanhado da nova m\u00fasica brasileira?<\/strong><br \/>\nInfelizmente n\u00e3o nos chega tanta nova m\u00fasica a Portugal como devia. Quer\u00edamos muito que existissem mais pontes entre um pa\u00eds e outro, mas parece que a coisa esta dif\u00edcil. O que chega para n\u00f3s \u00e9 o axe e coisas desse tipo, mas a boa nova m\u00fasica (brasileira) n\u00e3o \u00e9 promovida como devia. O mesmo se passa no Brasil: podem falar de Fado, mas o resto \u00e9 deserto&#8230;..<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>De onde surgiu o som da The Gift e, ap\u00f3s todos esses anos, para onde vai? O que mudou?<\/strong><br \/>\nO som surge das nossas influ\u00eancias, da m\u00fasica que ouvimos todos os dias. Felizmente nunca deixamos que o fundamentalismo se apoderasse do estilo da banda e creio que temos mudado muito acompanhando a idade, as vivencias. Uma banda com quase 20 anos te de se ir alimentando a sim mesma. Ter a mesma motiva\u00e7\u00e3o 20 anos depois do primeiro ensaio s\u00f3 se consegue se nos formos reformulando, reconstruindo, reinterpretando, reciclando. Acaba por ser essa a ess\u00eancia do som da Gift, a procura do novo, a procura do futuro e, apesar de termos orgulho do nosso passado, saber que fazer mais do mesmo \u00e9 algo que n\u00e3o nos motivar\u00e1 muito.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00ea acha que o Brasil \u00e9 um bom mercado para bandas portuguesas? E o contr\u00e1rio tamb\u00e9m \u00e9 poss\u00edvel?<\/strong><br \/>\nSinceramente n\u00e3o sei. Para a Gift creio que pode ser se continuarmos a investir tempo e energia, mas acho mesmo que h\u00e1 muitas coisas para mudar na impress\u00e3o geral e na opini\u00e3o (dos brasileiros) sobre Portugal. Portugal \u00e9 Europa, \u00e9 multiviv\u00eancias, \u00e9 cosmopolita, \u00e9 moderno, \u00e9 inventor, \u00e9 muito mais que Fado. Se o Brasil n\u00e3o descobrir isso rapidamente, as portas fechar-se-\u00e3o rapidamente. Os meios de imprensa e os formadores de opini\u00e3o brasileiros tem que dar uma m\u00e3o e escutar este novo Portugal. A Gift est\u00e1 sozinha hoje nesta corrida, n\u00e3o h\u00e1 muitas bandas do nosso estilo tentando derrubar as barreiras antigas. O que se ouve de Portugal \u00e9 quase sempre Fado ou varia\u00e7\u00f5es do mesmo e se n\u00e3o se der a m\u00e3o ao alternativo, ao mais atual, rapidamente podemos perceber que o Brasil n\u00e3o \u00e9 de todo um mercado para apostar. O mesmo se passa ao contr\u00e1rio. Se s\u00f3 nos chega axe a Portugal dificilmente poder\u00e3o outros novos artistas brasileiros conquistar nosso pa\u00eds.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Pra n\u00e3o pensar muito: fado ou samba? : )<\/strong><br \/>\nEscolho sempre grandes compositores&#8230;. e em ambos os estilos isso existe.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00eas retornam a S\u00e3o Paulo agora com um novo show. O que voc\u00eas esperam encontrar desta vez?<\/strong><br \/>\nUm grande show, com casa cheia, com pessoas que conhecem as m\u00fasicas, com pessoas que v\u00e3o pela primeira vez, com uma entrega \u00fanica da nossa parte e com uma alegria enorme por podermos estar tocando num pais que fala a mesma l\u00edngua que nos. Gift \u00e9 hoje uma banda do mundo e s\u00e3o estas noites que nos fazem acreditar que n\u00e3o h\u00e1 barreiras na m\u00fasica. Se nos d\u00e3o oportunidade de ouvir a nossa voz rapidamente ela se escutara bem alto. Esperamos que seja uma noite hist\u00f3rica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/ISUGMvJIvTw\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/ISUGMvJIvTw\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; Marcelo Costa \u00e9 editor do Scream &amp; Yell e assina o blog <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/\">Calmantes com Champagne<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Leia tamb\u00e9m:<\/strong><br \/>\n&#8211; B Fachada fala sobre o novo disco e o Brasil, por Pedro Salgado (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2012\/09\/16\/b-fachada-o-novo-disco-e-o-brasil\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Especial: como anda a nova cena musical portuguesa, por Pedro Salgado (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/tag\/portugal\/\">aqui<\/a>)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"por Marcelo Costa\n\u201cSomos uma banda de um novo Portugal, com mais cor, com mais vida, com influencias de todo o mundo\u201d, avisa Nuno Gon\u00e7alves&#8230;\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2012\/10\/15\/entrevista-the-gift\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[47,1311],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16086"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=16086"}],"version-history":[{"count":11,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16086\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":42688,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16086\/revisions\/42688"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=16086"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=16086"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=16086"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}