{"id":1414,"date":"2009-05-11T15:17:04","date_gmt":"2009-05-11T18:17:04","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=1414"},"modified":"2023-03-29T00:46:29","modified_gmt":"2023-03-29T03:46:29","slug":"a-volta-do-harry-ou-harry","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2009\/05\/11\/a-volta-do-harry-ou-harry\/","title":{"rendered":"A volta do Harry ou H.A.R.R.Y."},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"605\" height=\"392\" class=\"alignnone size-full wp-image-1415\" title=\"H.A.R.R.Y. - Divulga\u00e7\u00e3o\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2009\/05\/harry_divlugacao.jpg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2009\/05\/harry_divlugacao.jpg 605w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2009\/05\/harry_divlugacao-300x194.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 605px) 100vw, 605px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Por Andr\u00e9 Azenha<br \/>\nFoto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nos anos 80, uma banda santista se destacou no cen\u00e1rio roqueiro independente concebendo um rock com forte teor eletr\u00f4nico. Tratava-se do Harry, grupo criado na cidade litor\u00e2nea durante 1985, cuja forma\u00e7\u00e3o tinha Hansen (vocal e guitarra), Cesar Di Giacomo (bateria) e Richard Johnsson (baixo). No in\u00edcio de sua trajet\u00f3ria, o ent\u00e3o trio caminhou pelo \u201cnoisy\u201d, em can\u00e7\u00f5es com letras em ingl\u00eas, mas ap\u00f3s a entrada do produtor e tecladista Roberto Verta, deu uma guinada em dire\u00e7\u00e3o ao rock eletr\u00f4nico com pitadas de The Clash e Kraftwerk. O lance era unir batida marcial, teclados espaciais e letras m\u00f3rbidas\/depressivas, com refer\u00eancias liter\u00e1rias de Neil Gaiman (criador de \u201cSandman\u201d) e Alan Moore (autor de \u201cWatchmen\u201d, \u201cV de Vingan\u00e7a\u201d e \u201cA Piada Mortal\u201d).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entre 1986 e 1994, a banda colocou na pra\u00e7a quatro trabalhos. O EP \u201cCaos\u201d (1986) e \u201cFairy Tales\u201d, seu primeiro \u00e1lbum completo e \u00faltimo com a participa\u00e7\u00e3o do baterista Di Giacomo &#8211; ambos os discos foram lan\u00e7ados pela gravadora Wop Bob. Com a sa\u00edda do m\u00fasico, os remanescentes passaram a utilizar bateria e bases eletr\u00f4nicas e lan\u00e7aram \u201cVessels\u2019 Town\u201d (1990), pela Stiletto, e a colet\u00e2nea \u201cChemical Archives\u201d (1994), pela Cri du Chat, compila\u00e7\u00e3o de faixas dos primeiros discos com algumas composi\u00e7\u00f5es in\u00e9ditas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 1996, o Harry iniciou a grava\u00e7\u00e3o de uma nova obra, mas com Hansen morando no Cear\u00e1, Verta no Rio, e Johnson em S\u00e3o Paulo, o grupo decidiu dar um tempo. Em 2005, os m\u00fasicos voltaram \u00e0 ativa. Hansenharryebm, Di Giacomo, Verta e Johnsson deram vida ao box \u201cTaxidermy- Boxing Harry\u201d , com vers\u00f5es remasterizadas e faixas extras de \u201cFairy Tales\u201d e \u201cVessels\u2019 Town\u201d, incluindo um CD recheado de raridades e algumas faixas do projeto abortado de 96. Embalado por um belo trabalho gr\u00e1fico, o box foi lan\u00e7ado pela Fiber Records, a divis\u00e3o gravadora da Fiber Interactive, respons\u00e1vel tamb\u00e9m pelo FiberOnline, site pioneiro da m\u00fasica eletr\u00f4nica no Brasil. Por\u00e9m, novamente a banda deu uma parada nos trabalhos. S\u00f3 que Hansen, n\u00e3o contente, decidiu retomar o projeto numa nova forma\u00e7\u00e3o em 2009.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O agora H.A.R.R.Y. and The Addict tem hansenharryebm, ou simplesmente Hansen (vocal\/guitarra\/teclado) e Ricardo Santos (teclado e programa\u00e7\u00e3o) e surge para sacudir o cen\u00e1rio independente. \u201cO retorno surgiu da necessidade. Os outros membros da forma\u00e7\u00e3o original ou tem seus outros afazeres, ou n\u00e3o tem mais interesse na proposta da banda. Ou ambos. Eu continuo produzindo material. Estou desempregado, o que pelo menos significa que tenho tempo sobrando, ent\u00e3o resolvi tocar em frente\u201d, diz Hansen.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para coroar o retorno com chave de ouro, a banda foi convidada para abrir o show da banda belga Vomito Negro, em julho. \u201cO convite surgiu do Rodrigo Cyber e da Luciana, do Projeto Ferro Velho, que tem movimentado a cena, tendo trazido para c\u00e1, no ano passado, o Project Pitchfork, Plastic Noise Experience e Serpents. Agora est\u00e3o trazendo o Vomito Negro. Basicamente, quem n\u00e3o conhece o Vomito Negro provavelmente n\u00e3o ir\u00e1 ao show. N\u00e3o se ensina truques velhos a c\u00e3es novos (risos)\u201d, alfineta o m\u00fasico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quem for ao Inferno (casa noturna de S\u00e3o Paulo), em 11 de julho, n\u00e3o ir\u00e1 conferir um som muito diferente daquele produzido pela antiga forma\u00e7\u00e3o. Hansen explica: \u201cA parte dos avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos, a proposta \u00e9 a mesma. Algumas bandas fazem um rock&#8217;n&#8217;roll cl\u00e1ssico tal qual se fazia nos anos 50. Outras, hard rock a la 70s. N\u00f3s fincamos o p\u00e9 nos 80s e pretendemos manter assim. O show, tal como pretendemos fazer em julho, ser\u00e1 um mix de m\u00fasicas velhas e novas, e se algu\u00e9m que n\u00e3o conhe\u00e7a o repert\u00f3rio n\u00e3o conseguir distinguir qual de qual, beleza, porque a id\u00e9ia \u00e9 essa\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pol\u00eamico, Hansen n\u00e3o poupa cr\u00edticas ao mainstream brasileiro, lista suas bandas preferidas na cena independente e fala, entre outros assuntos, sobre os projetos da banda para este ano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como surgiu a id\u00e9ia de retornar com o H.A.R.R.Y. em nova forma\u00e7\u00e3o?<\/strong><br \/>\nSurgiu da necessidade. Os outros membros da forma\u00e7\u00e3o original ou tem seus outros afazeres, ou n\u00e3o tem mais interesse na proposta da banda. Ou ambos. Eu continuo produzindo material. Estou desempregado, o que pelo menos significa que tenho tempo sobrando, ent\u00e3o resolvi tocar em frente. Se n\u00e3o morrer de fome at\u00e9 l\u00e1 (risos).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O som ao vivo da banda hoje tem algo diferente em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s m\u00fasicas cl\u00e1ssicas do grupo?<\/strong><br \/>\nN\u00e3o muito. A parte dos avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos, a proposta \u00e9 a mesma. Algumas bandas fazem um rock&#8217;n&#8217;roll cl\u00e1ssico tal qual se fazia nos anos 50. Outras, hard rock a la 70s. N\u00f3s fincamos o p\u00e9 nos 80s e pretendemos manter assim. O show, tal como pretendemos fazer em julho, ser\u00e1 um mix de m\u00fasicas velhas e novas, e se algu\u00e9m que n\u00e3o conhe\u00e7a o repert\u00f3rio n\u00e3o conseguir distinguir qual de qual, beleza, porque a id\u00e9ia \u00e9 essa. Posso n\u00e3o estar pensando em evolu\u00e7\u00e3o, mas de qualquer modo fazemos parte de uma corrente muito a frente de qualquer bosta que se fa\u00e7a nessa \u201cZambia lat(r)In\u00e1\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A banda est\u00e1 gravando material novo. H\u00e1 alguma previs\u00e3o de lan\u00e7amento das novas m\u00fasicas? Ser\u00e1 no formato CD? Via internet?<\/strong><br \/>\nN\u00e3o d\u00e1 pra responder com certeza agora. Lan\u00e7ar CDs n\u00e3o somos n\u00f3s que decidimos (risos). Se algu\u00e9m se interessar&#8230; e alguns selos j\u00e1 manifestaram interesse. Selos pequenos, claro, mas ser\u00e1 que existe algum grande hoje? Meu novo parceiro, Ricardo Santos , tem v\u00e1rios projetos pr\u00f3prios e toca em um sem n\u00famero de outros, inclusive com o Ciro Pessoa (Tit\u00e3s, Cabine C), ent\u00e3o \u00e9 um cara que j\u00e1 tem boa moral em algumas cenas (claro que, como eu, \u00e9 um absoluto desconhecido naquela dimens\u00e3o onde s\u00f3 \u00e9 famoso quem tem jab\u00e1 pago pelo papai\/cafet\u00e3o\/\u201dviado\u201d mecenas), ent\u00e3o o simples fato dele se juntar comigo, que tamb\u00e9m tenho uma reputa\u00e7\u00e3o (n\u00e3o cabe aqui se \u00e9 boa ou m\u00e1, apenas que ela existe) j\u00e1 est\u00e1 provocando frisson por a\u00ed. Ent\u00e3o, se pintar um disco, \u00f3timo. Mas estou mais preocupado no momento em ter um MySpace bem trabalhado. E se poss\u00edvel, shows, muitos shows, coisa que ficamos um bom tempo sem fazer (o ultimo foi em dezembro de 2006, no Centro Cultural) por n\u00e3o termos quem nos vendesse, mas agora temos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00eas ir\u00e3o abrir o show de uma banda belga em julho. Como surgiu o convite? E para quem n\u00e3o conhece o Vomito Negro, o que esperar da banda estrangeira?<\/strong><br \/>\nO convite surgiu do Rodrigo Cyber e da Luciana, do Projeto Ferro Velho, que tem movimentado a cena, tendo trazido para c\u00e1, no ano passado, Project Pitchfork, Plastic Noise Experience e Serpents, shows que pareciam apenas sonhos irrealiz\u00e1veis dez anos antes. Claro que, quem se atualiza \u00e0 base de Folha, Rolling Stone ou NME, n\u00e3o faz a menor id\u00e9ia de quem sejam. Agora est\u00e3o trazendo o Vomito Negro, e a id\u00e9ia deles, que acho sensata, \u00e9 n\u00e3o tornar o evento linear demais, o que aconteceria se pusessem alguma das excelentes bandas de EBM que temos aqui. Nosso som, synthpop, portanto mais light, dar\u00e1 a din\u00e2mica e contraponto necess\u00e1rios, ou pelo menos assim espero. Basicamente, quem n\u00e3o conhece o Vomito Negro provavelmente n\u00e3o ir\u00e1 ao show. N\u00e3o se ensina truques velhos a c\u00e3es novos (risos).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A banda volta num momento diferente dos anos 80, quando o H.A.R.R.Y. surgiu. Nesse tempo voc\u00ea teve um projeto solo. Qual sua opini\u00e3o sobe o cen\u00e1rio musical brasileiro independente atual? E como inserir o H.A.R.R.Y. nesse contexto?<\/strong><br \/>\nO Bad Cock (projeto solo do Hansen) surgiu em 1990, com o Harry ainda em atividade. Eu tinha mostrado uma musica pro pessoal da banda, e na outra semana, mostrei outra nova, e me disseram: \u201cMas voc\u00ea j\u00e1 mostrou essa musica a semana passada\u201d (risos). Ent\u00e3o formei meu projeto solo para dar vaz\u00e3o \u00e0s minhas musicas iguais. Era um som simples, mas muito agressivo, creio que o primeiro projeto Aggrepo (Aggressive pop) do pa\u00eds. Com o tempo, o Harry tendendo para uma levada mais rock, o Bad Cock era onde eu liberava o lado mais synthpop. J\u00e1 nos \u00faltimos anos, foi uma necessidade para se manter a chama, j\u00e1 que sendo apenas eu, era um show mais vi\u00e1vel de se levar para outros estados, e o fato de metade do repert\u00f3rio ser do Harry ajudava mais ainda. O cen\u00e1rio independente brasileiro est\u00e1 fervilhando, muitas bandas, festivais, mas poucos espa\u00e7os para tocar, o que n\u00e3o acontecia antes, embora tiv\u00e9ssemos muito menos eventos de maior porte do que agora. Como e se vamos inserir o H.A.R.R.Y. and The Addict nesse contexto, descobriremos nos pr\u00f3ximos meses.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00ea ir\u00e1 conciliar o H.A.R.R.Y. com shows solo?<\/strong><br \/>\nN\u00e3o. Dois membros \u00e9 um formato enxuto, ent\u00e3o por enquanto n\u00e3o vejo essa necessidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Quais bandas valem a pena atualmente? E na Baixada Santista?<\/strong><br \/>\nHoje h\u00e1 bandas para todos os gostos, e para aqueles que n\u00e3o t\u00eam gosto, dependendo de m\u00eddias que lhes impinjam tamb\u00e9m. Em \u00e2mbito brasileiro, eu citaria o 3 Cold Men, de SP (embora o vocalista seja franc\u00eas), o Dawnfine, acho que de Goi\u00e1s, o Scarlet Leaves, do interior de SP &#8211; Sorry, guys, esqueci de qual cidade. Isso apenas para citar quem est\u00e1 lan\u00e7ando ou prestes a lan\u00e7ar trabalho novo. H\u00e1 muitos outros (Hatech, Dead Jump, Aindustrya, Klaustrophobik, Downward Path, In Auroran, Wintry, Homicidal Feelings, Modem, Aire\u00b4n\u00b4Terre, Plastique Noir, Montage, Serious Voices, Mobius Project, Synthetic Form, Nobody Else, Syntetik, Republika, By G.O.N., Elegia e muitos outros, sem esquecer o nosso contempor\u00e2neo, o grande Simbolo, que ainda est\u00e1 na ativa e com um show t\u00e3o bom ou melhor do que na \u00e9poca). Aqui na baixada, eu destacaria o Serious Voices, que embora j\u00e1 exista de forma espor\u00e1dica h\u00e1 mais de dez anos, s\u00f3 agora est\u00e1 come\u00e7ando a ter o destaque que merece. Infelizmente somos boicotados mesmo dentro da cena \u201cindie\u201d brazuca, mas bandas como Montage e Plastique Noir tem furado esse bloqueio com \u00eaxito, participando de festivais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>H\u00e1 um tributo ao Harry para download. Ser\u00e1 seu principal projeto? H\u00e1 o intuito de viver apenas d\u00e1 m\u00fasica?<\/strong><br \/>\nA colet\u00e2nea \u201cThe Sky is Grey\u201d, que na verdade n\u00e3o \u00e9 uma colet\u00e2nea do Harry, e sim um tributo com as bandas tocando nossas musicas,foi lan\u00e7ada pelo selo virtual Phantasma 13, e pode ser baixada com capa e encarte no site <a href=\"http:\/\/www.phantasma13.com\">www.phantasma13.com<\/a>. Viver de musica aqui no Brasil fazendo m\u00fasica a s\u00e9rio? S\u00f3 se eu come\u00e7asse a enrabar um desses viados enrustidos que pipocam no mainstream. Deveria ser mais sensato tentar encostar em alguma das cantoras, mas p\u00e3o com p\u00e3o n\u00e3o faz sandu\u00edche. Deve ter cantoras famosas que n\u00e3o sejam sapatas aqui, mas no momento n\u00e3o consigo lembrar de nenhuma (risos). Ainda restam c\u00f3pias do box \u201cTaxidermy\u201d, que traz toda a nossa discografia anterior, al\u00e9m de quase 30 faixas in\u00e9ditas, num luxuoso box com livreto bilingue, e pre\u00e7o bem acess\u00edvel, isso pode ser conferido no nosso site <a href=\"http:\/\/www.harrynet.com.br\">www.harrynet.com.br<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">*******<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Andr\u00e9 Azenha \u00e9 jornalista e editor do <a href=\"http:\/\/cinezencultural.com.br\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Cine Zen Cultural<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">*******<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Leia tamb\u00e9m:<br \/>\n&#8211; &#8220;E por que o synth pop \u00e9 bom?&#8221;, por Danilo Corci (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2009\/05\/07\/e-por-que-o-synth-pop-e-bom\/\">aqui<\/a>)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Por Andr\u00e9 Azenha\nNos anos 80, uma banda santista de nome Harry se destacou no cen\u00e1rio independente concebendo um rock de teor eletr\u00f4nico&#8230; \n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2009\/05\/11\/a-volta-do-harry-ou-harry\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":123,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1414"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/123"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1414"}],"version-history":[{"count":9,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1414\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1434,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1414\/revisions\/1434"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1414"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1414"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1414"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}