{"id":13816,"date":"2012-04-15T02:45:59","date_gmt":"2012-04-15T05:45:59","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=13816"},"modified":"2017-07-25T12:58:55","modified_gmt":"2017-07-25T15:58:55","slug":"shows-kurt-thurston-carl-e-ian","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2012\/04\/15\/shows-kurt-thurston-carl-e-ian\/","title":{"rendered":"Shows: Kurt, Thurston, Carl e Ian"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-13818\" title=\"kurt11\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/04\/kurt11.jpg\" alt=\"\" width=\"605\" height=\"403\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/04\/kurt11.jpg 605w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/04\/kurt11-300x199.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 605px) 100vw, 605px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Texto e v\u00eddeos por <a href=\"https:\/\/twitter.com\/#!\/screamyell\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Marcelo Costa<\/a><br \/>\nFotos por <a href=\"https:\/\/twitter.com\/#!\/licallegari\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Liliane Callegari<\/a><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na zona sul de S\u00e3o Paulo, o pomposo Credicard Hall recebia o 3 Doors Down. Na degradada Barra Funda, a lenda punk Damned prometia rodas de pogo no Clash Club. No Baixo Augusta, corruptela cool que designa uma das \u00e1reas mais agitadas \/ emblem\u00e1ticas da cidade, Carl Bar\u00e2t, um ex-Libertines, prometia um flashback de alguns dos melhores momentos do rock brit\u00e2nico no Beco 203. E na Liberdade, o charmoso Cine J\u00f3ia abria as portas para o novato Kurt Vile &amp; The Violators e o m\u00edtico guitarrista do Sonic Youth, Thurston Moore, em mais uma festa Inker 10 Anos. Uma noite, cinco shows. Haja pique&#8230; e dinheiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/www.flickr.com\/photos\/lilianecallegari\/7076964887\/in\/set-72157629815168701\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-13820\" title=\"hruston1\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/04\/hruston1.jpg\" alt=\"\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A bonanza econ\u00f4mica pela qual passa a Ilha de Vera Cruz (e que n\u00f3s, brasileiros, assombrados por longos anos de infla\u00e7\u00e3o exorbitante, cortes de zero, congelamentos de pre\u00e7os e mudan\u00e7as constantes de moeda, ainda olhamos com certa desconfian\u00e7a e incredulidade) atingiu em cheio no peito o roteiro de shows na capital da cidade mais populosa do pa\u00eds, e S\u00e3o Paulo come\u00e7a a vislumbrar um cen\u00e1rio em que n\u00e3o s\u00f3 \u00e9 preciso escolher com aten\u00e7\u00e3o qual show ir devido ao fator financeiro, mas tamb\u00e9m no quesito hor\u00e1rio: se \u00e9 imposs\u00edvel estar em dois lugares ao mesmo tempo, imagine quatro! Tortura pouca \u00e9 bobagem.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-13824\" title=\"carl2\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/04\/carl2.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O lado ruim dessa situa\u00e7\u00e3o \u00e9 que, de vez em quando, ser\u00e1 uma escolha muito dif\u00edcil de fazer (Noel Gallagher ou Duran Duran no dia 02 de maio?), por\u00e9m h\u00e1 mais fatores positivos que negativos nessa concorr\u00eancia entre casas noturnas (e artistas). Por exemplo: nenhum dos quatro shows da quinta-feira esteve sold out, mas todos tiveram um bom p\u00fablico (o Credicard Hall \u2013 mais vazio \u2013 leva desvantagem, afinal, mais f\u00e1cil encher locais menores), que n\u00e3o precisou se espremer como fazia na Idade M\u00e9dia dos shows internacionais no Pa\u00eds, quando shows, raros, eram povoados por todas as tribos (que muitas vezes batia ponto no show mais pela &#8220;balada&#8221; do que pelo artista).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-13826\" title=\"ian1\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/04\/ian1.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os ingressos, por sua vez, come\u00e7am a ficar pag\u00e1veis, claro, tendo como ponto de an\u00e1lise o pre\u00e7o da meia-entrada, valor real do show em 90% dos casos, o que permite uma campanha para que os produtores de S\u00e3o Paulo sigam o exemplo do Circo Voador, no Rio de Janeiro, em que todos pagam meia, seja apresentando um simples flyer, seja levando um quilo de alimento n\u00e3o perec\u00edvel. As pessoas querem ver shows, mas querem pagar honestamente por isso. Os ingressos ainda est\u00e3o altos (media de R$ 80 \u2013 a meia \u2013 em S\u00e3o Paulo contra R$ 50 em Nova York e Londres, exce\u00e7\u00f5es a parte), mas j\u00e1 est\u00e3o mais pag\u00e1veis&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-13828\" title=\"kurt2\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/04\/kurt2.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quanto a shows e escolhas&#8230; no Cine J\u00f3ia, Kurt Vile, acompanhado pelos Violators, subiu ao palco pontualmente \u00e0s 22h (ap\u00f3s Guizado fazer um esquenta estiloso) para provar que todo hype tem seu q de exagero. Alternando-se entre viol\u00e3o e guitarra (numa forma\u00e7\u00e3o de banda que, eventualmente, trazia tr\u00eas instrumentos barulhentos de seis cordas), Kurt Vile fez um pequeno resumo de sua curta carreira num show pouco original que emulou dezenas (ou centenas) de \u00edcones indies, do Sonic Youth (o principal) a Guided By Voices, Pavement e Luna (a lista segue chegando a medalh\u00f5es como Neil Young e Bruce Springsteen). Muita devo\u00e7\u00e3o de um cara que ainda pode crescer muito e est\u00e1 em fase de experimenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/z1Pe3BTE1Xo?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com sua timidez afundada debaixo de uma enorme cabeleira, e tocando com o olhar fixo em seu t\u00eanis (sem em nenhum momento soar shoegazer), Kurt Vile fez um show carente de personalidade, mas ainda assim com momentos interessantes (e vers\u00f5es mais psicod\u00e9licas e viajantes de &#8220;Jesus Fever&#8221;, &#8220;Peeping Tomboy&#8221;, &#8220;Runner Ups&#8221; e &#8220;On Tour&#8221;) que cumpriram com brio a fun\u00e7\u00e3o de esquenta para a atra\u00e7\u00e3o principal da festa (alguns apostavam \u2013 baseados em notas de revistas gringas especializadas em hypes \u2013 que ele iria roubar a noite de Thurston Moore. Perderam), que baixava em S\u00e3o Paulo com a turn\u00ea de seu \u00faltimo disco \u2013 de pegada ac\u00fastica.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-13831\" title=\"thurston2\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/04\/thurston2.jpg\" alt=\"\" width=\"605\" height=\"403\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/04\/thurston2.jpg 605w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/04\/thurston2-300x199.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 605px) 100vw, 605px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quem esperava um show ac\u00fastico do guitarrista do Sonic Youth, foi surpreendido j\u00e1 na primeira m\u00fasica, \u201cOrchard Street\u201d, com Thurston dando a t\u00f4nica da noite j\u00e1 nos primeiros segundos: ao inv\u00e9s de viol\u00e3o, ele optou por tocar a can\u00e7\u00e3o com uma guitarra, que j\u00e1 nos primeiros acordes trouxe lembran\u00e7as de algumas can\u00e7\u00f5es perdidas de sua ex-banda (s\u00f3 de bater nas cordas, o guitarrista faz o ouvinte velejar por toda uma sonoridade conhecida) e, no final, com uma ensurdecedora microfonia, antecipou uma noite barulhenta \u2013 e antol\u00f3gica. &#8220;Never Day&#8221;, a segunda, veio limpa e linda, enquanto &#8220;In Silver Rain With a Paper Key&#8221; mostrou que \u00e9 poss\u00edvel fazer muito barulho e microfonia apenas com dois viol\u00f5es.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/BIU3OYjg6L8?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O repert\u00f3rio visitou os tr\u00eas \u00e1lbuns solo de Thurston (de \u201cPsychic Hearts\u201d, o debute solo de 1995 passando por \u201cTrees Outside the Academy\u201d, de 2007, at\u00e9 o elogiado \u201cDemolished Thoughts\u201d, de 2011), dividindo-se principalmente entre a estreia e o mais novo, mas abrindo espa\u00e7o para uma can\u00e7\u00e3o ainda in\u00e9dita (a insana \u201cGroovie &amp; Linda\u201d) e para um festejado cover de \u201cIt&#8217;s Only Rock &#8216;n&#8217; Roll (But I Like It)\u201d, do Rolling Stones. Na parte final, ap\u00f3s doses maci\u00e7as de microfonia zumbindo no ar, Thurston provocou a audi\u00eancia: \u201cVoc\u00eas est\u00e3o sentindo o gosto do inferno?\u201d. Por mais antag\u00f4nico que possa parecer, ele e alguns presentes estavam no para\u00edso em um dos grandes shows do ano no Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-13834\" title=\"carl3\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/04\/carl3.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quem saiu no meio do bis do show de Thurston Moore, na Liberdade, ainda conseguiu chegar em tempo de ver Carl Bar\u00e2t, no Baixo Augusta, mandar alguns flashs do fundo do po\u00e7o rock and roll, um local temido e que, ao mesmo tempo, carrega certo charme. Ex-metade pensante de uma das bandas mais bacanas das ilhas brit\u00e2nicas dos \u00faltimos 10 anos, o Libertines, Carl at\u00e9 tentou montar um novo grupo (com os ex-integrantes do Libertines, exceto, claro, Pete Doherty), o Dirty Pretty Things, respons\u00e1vel por um belo debute e, na sequencia, por um disquinho chinfrim (que causou o fim da banda). Lan\u00e7ou depois um disco solo que pouca gente ouviu (&#8220;Carl Bar\u00e2t&#8221;, 2010) e se transformou num homeless roqueiro.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/GrUZAm8kzJ4?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em S\u00e3o Paulo, acompanhado ora por seu viol\u00e3o, ora pelo Black Drawing Chalks, Carl Bar\u00e2t fez uma digna apresenta\u00e7\u00e3o de fim da carreira: a voz esta l\u00e1, a batida caracter\u00edstica do viol\u00e3o e da guitarra tamb\u00e9m, mas a banda (visivelmente sem ensaio) atravessou a melodia de hits como \u201cCan&#8217;t Stand Me Now\u201d e \u201cDon&#8217;t Look Back Into The Sun\u201d (assista acima) enquanto Carl praticava um karaok\u00ea indie: o p\u00fablico, predominantemente jovem, n\u00e3o queria saber, e cantava, aplaudia e saqueava o palco (teve f\u00e3 que ainda subiu pra tocar \u201cBoys In The Band\u201d com Carl, que n\u00e3o lembrava a letra) num autentico e dan\u00e7ante vel\u00f3rio rock and roll. Divertido e ao mesmo tempo vergonhoso&#8230; como o pr\u00f3prio rock.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-13837\" title=\"ian2\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/04\/ian2.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De b\u00f4nus, no s\u00e1bado (com repeteco no domingo), enquanto Mark Lanegan mostrava suas novas can\u00e7\u00f5es no Cine J\u00f3ia, e Sebastian Bach levava \u201cmetaleiros\u201d ao Carioca Club, Ian McCulloch exibia seu passaporte de cidad\u00e3o rockstar brasileiro (apesar do sotaque ingl\u00eas inintelig\u00edvel e hil\u00e1rio entre as can\u00e7\u00f5es) em uma apresenta\u00e7\u00e3o tocante e delicada no Sesc Pinheiros, pontuada por cl\u00e1ssicos do Echo and The Bunnymen, n\u00fameros bonitos de sua carreira solo (principalmente de seu primeiro \u00e1lbum, &#8220;Candleland&#8221;, de 1989), uma boa faixa totalmente in\u00e9dita (tocada pela primeira vez ao vivo), de seu vindouro quarto \u00e1lbum solo, &#8220;Pro Patria Mori&#8221;, e um pungente cover de &#8220;I&#8217;m Waiting For The Man&#8221;, do Velvet Underground, j\u00e1 no bis. Al\u00e9m, claro, de cita\u00e7\u00f5es a caipirinha.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/FzNKzl6g7Yw?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Acompanhado de mais um viol\u00e3o, teclado e um quarteto de cordas (com uma mesa munida de um arsenal de bebidas coloridas e intensa tietagem feminina), Ian McCulloch comandou um show de rara beleza, que (assim como o de Carl Bar\u00e2t) exibiu certa falta de ensaio, mas encantou em n\u00fameros como \u201cCandleland\u201d \u2013 faixa t\u00edtulo do primeiro \u00e1lbum solo de Ian, de 1989, em uma vers\u00e3o t\u00e3o bonita que a voz de Elizabeth Fraser, do Cocteau Twins, presente na vers\u00e3o original, n\u00e3o fez falta \u2013 \u201cRescue\u201d, \u201cBringing On The Dancing Horses\u201d, &#8220;Proud To Fall&#8221;, &#8220;Rust&#8221;, &#8220;Start Again&#8221;, \u201cLips Like Sugar\u201d, \u201cNothing Lasts Forever\u201d e, claro, a mais ovacionada da noite (apresentada como &#8220;a melhor can\u00e7\u00e3o j\u00e1 escrita&#8221;), \u201cThe Killing Moon\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/04\/ian3.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-13866\" title=\"ian3\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/04\/ian3.jpg\" alt=\"\" width=\"605\" height=\"400\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/04\/ian3.jpg 605w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/04\/ian3-300x198.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 605px) 100vw, 605px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O show de domingo, inferior, foi marcado pelo inusitado. A voz castigada de McCulloch j\u00e1 n\u00e3o aguenta duas noites seguidas de esfor\u00e7o, e o vocalista passou a fazer longas pausas ora para pedir para o p\u00fablico tossir junto com ele (chegando a reger o &#8220;musical&#8221;), ora para mastigar uma pastilha (&#8220;Excelente para a voz&#8221;, segundo ele), ora para falar sobre Neymar, ora para improvisar sozinho ao viol\u00e3o can\u00e7\u00f5es como &#8220;The Game&#8221; e &#8220;The Disease&#8221;. Ainda assim, \u201cRescue\u201d, \u201cDancing Horses\u201d e &#8220;The Killing Moon&#8221; (mais encantadora que na noite anterior, com o p\u00fablico acompanhando) foram momentos de puro lirismo pop. Para o bis, Ian sacou &#8220;Walk On The Wild Side&#8221;, de Lou Reed (com cita\u00e7\u00e3o de &#8220;In The Midnight Hour&#8221;, de Wilson Picket), e com boa parte do teatro na beira do palco, fechou a noite com &#8220;Lips Like Sugar&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o se pode mais reclamar de falta de shows em S\u00e3o Paulo (j\u00e1 da falta de dinheiro)&#8230;<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/pKvw52c1FJQ?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/rgrr-MwUU-c?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/cTY2r5kWNcM?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/6dyxWLUo2q8?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<ul>\n<li style=\"text-align: justify;\">Marcelo Costa (siga <a href=\"https:\/\/twitter.com\/#%21\/screamyell\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">@screamyell<\/a>) \u00e9 editor do Scream &amp; Yell e assina o blog <a href=\"http:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Calmantes com Champagne<\/a>. Todas as fotos por Liliane Callegari (veja mais <a href=\"http:\/\/www.flickr.com\/photos\/lilianecallegari\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">aqui<\/a>) com exce\u00e7\u00e3o das fotos de Carl Bar\u00e2t, por Marcelo Costa.<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Leia tamb\u00e9m:<\/strong><br \/>\n&#8211; Entrevista: &#8220;Rock and Roll, Drogas e Sexo, nessa ordem&#8221;, Ian McCulloch (<a href=\"http:\/\/www.screamyell.com.br\/musica\/ianinterviewmac.html\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Entrevista: \u201cTenho uma p\u00e1gina cheia de ideias de t\u00edtulos anotadas\u201d, Kurt Vile (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2012\/04\/09\/entrevista-kurt-vile\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Libertines ao vivo no Tim Festival 2004: o nome do cara \u00e9 Carl Bar\u00e2t (<a href=\"http:\/\/www.screamyell.com.br\/musicadois\/personaltim.html\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; &#8220;Demolished Thoughts&#8221;, Thurston Moore parece mais interessado em sossego (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2011\/06\/30\/demolished-thoughts-thurston-moore\/\">aqui<\/a>)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Kurt Ville n\u00e3o impressionou; Thurston Moore fez o inferno; Carl Bar\u00e2t acenou do fundo do po\u00e7o; Ian McCulloch mostrou cl\u00e1ssicos\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2012\/04\/15\/shows-kurt-thurston-carl-e-ian\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[2129,2081,97,2082,2127,2128,2130],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13816"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=13816"}],"version-history":[{"count":42,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13816\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":43592,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13816\/revisions\/43592"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=13816"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=13816"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=13816"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}