{"id":13581,"date":"2012-04-03T15:32:34","date_gmt":"2012-04-03T18:32:34","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=13581"},"modified":"2019-11-28T11:54:25","modified_gmt":"2019-11-28T14:54:25","slug":"discografia-comentada-foo-fighters","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2012\/04\/03\/discografia-comentada-foo-fighters\/","title":{"rendered":"Discografia comentada: Foo Fighters"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-13584\" title=\"foo1\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/04\/foo1.jpg\" alt=\"\" width=\"605\" height=\"401\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/04\/foo1.jpg 605w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/04\/foo1-300x198.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 605px) 100vw, 605px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>por <a href=\"http:\/\/twitter.com\/tomazalvarenga\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Tomaz de Alvarenga<\/a><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Era moleque, e a MTV tinha acabado de chegar em Belo Horizonte. Sempre assistia o saudoso \u201cG\u00e1s Total\u201d apresentado pelo VJ Gast\u00e3o Moreira, e num dos programas ele apresentou \u201cBig Me\u201d, um videoclipe engra\u00e7ado e bobinho em que o baterista do Nirvana cantava. A curiosidade bateu. Logo em seguida, pela pr\u00f3pria MTV, dois petardos fizeram o sangue fervilhar: \u201cI\u2019ll Stick Around\u201d e \u201cThis is a Call\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fui abduzido, conduzido por aquele som empolgante, que fazia ao mesmo tempo bater cabe\u00e7a e ter vontade de mostrar pra suas colegas de sala (que s\u00f3 queriam saber de ouvir Madonna e Deborah Blando) e tamb\u00e9m para os amigos e suas camisetas pretas do Guns N\u2019 Roses e Bon Jovi. Deram de ombros. Paci\u00eancia. Hoje certamente eles gostam, ou ao menos conhecem. O Foo Fighters chegou l\u00e1.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 engra\u00e7ado, ao pegar a discografia da banda, chegar nesta an\u00e1lise \u00f3bvia. P\u00f4, ganharam 5 pr\u00eamios Grammy, que \u00e9 (chega a\u00ed, clich\u00ea famigerado) \u201co Oscar da m\u00fasica\u201d ou \u201co pr\u00eamio m\u00e1ximo da ind\u00fastria\u201d. Se e a ind\u00fastria resolveu premi\u00e1-los pra fortalecer o rock e n\u00e3o deix\u00e1-lo definhar nas paradas, \u00e9 outra hist\u00f3ria, mas a banda chegou ao n\u00edvel de fazer \u00e1lbuns que ca\u00edam no gosto da ind\u00fastria e do p\u00fablico. N\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Se nos dois \u00e1lbuns iniciais, o Foo Fighters fazia aquilo tipo de som \u201cpara eles mesmos\u201d, e nos dois seguintes tentaram agradar a ind\u00fastria, nos dois posteriores se perderam e se preocuparam em n\u00e3o perder o p\u00fablico. Ent\u00e3o chegamos, todos juntos, no mais recente \u00e1lbum, onde p\u00fablico e cr\u00edtica deram as m\u00e3os, levando a banda finalmente ao n\u00ba1 da Billboard e colocando a ind\u00fastria fonogr\u00e1fica a seus p\u00e9s. Com voc\u00eas, a discografia da banda de Dave Grohl.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-13586  aligncenter\" title=\"foo2\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/04\/foo2.jpg\" alt=\"\" width=\"350\" height=\"350\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/04\/foo2.jpg 350w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/04\/foo2-150x150.jpg 150w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/04\/foo2-300x300.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 350px) 100vw, 350px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u201cFoo Fighters\u201d, 1995<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nos \u00faltimos anos de Nirvana, Dave Grohl j\u00e1 possu\u00eda bastante material pr\u00f3prio, que n\u00e3o era aproveitado por Kurt e Krist. \u201cPocketwatch\u201d foi seu pontap\u00e9 inicial, em 1992, ainda em fita cassete. Tr\u00eas anos depois (um ano ap\u00f3s Kurt estourar seus miolos) \u00e9 lan\u00e7ado um outro projeto dele, chamado \u201cFoo Fighters\u201d. Grohl tocou todos os instrumentos gravando em um est\u00fadio que havia na rua em que morava. De sonoridade intensa, absolutamente urgente, o \u00e1lbum de estreia do Foo Fighters (que come\u00e7ou a ser montado como \u201cbanda\u201d ap\u00f3s a grava\u00e7\u00e3o, para os shows) \u00e9 um trabalho do pr\u00f3prio Grohl, j\u00e1 deixando claro que ele teria o dom\u00ednio, as m\u00e3os e os ouvidos em tudo dali por diante. \u00d3timos resqu\u00edcios de grunge est\u00e3o presentes, como \u201cThis is a Call\u201d, \u201cI\u2019ll Stick Around\u201d, \u201cWattershed\u201d, a meiga \u201cBig Me\u201d e a punk \u201cGood Grief\u201d. N\u00e3o a toa, a propaganda da \u00e9poca vendia \u201cFoo Fighters\u201d como \u201co primeiro disco de uma banda que voc\u00ea sempre amou\u201d. Mentira?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nota: 7<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-13587  aligncenter\" title=\"foo3\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/04\/foo3.jpg\" alt=\"\" width=\"350\" height=\"350\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/04\/foo3.jpg 350w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/04\/foo3-150x150.jpg 150w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/04\/foo3-300x300.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 350px) 100vw, 350px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u201cThe Colour and The Shape\u201d, 1997<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">J\u00e1 com o Foo Fighters existindo como banda, veio o segundo \u00e1lbum. Preferido pela maioria dos f\u00e3s, \u201cThe Colour and The Shape\u201d \u00e9 o disco mais ROCK (no sentido mai\u00fasculo do termo) de toda a discografia da banda (rivalizando com \u201cWasting Light\u201d). E \u00e9 uma j\u00f3ia lapidada. Toda a agressividade da banda foi canalizada e resumida em \u00f3timas e barulhentas guitarras, que permeiam quase todas as faixas. Dave Grohl, al\u00e9m das guitarras, gravou quase todas as baterias, pois William Goldsmith n\u00e3o era \u201cbom o bastante\u201d (o que culminou na sa\u00edda do baterista).  O ex-Nirvana Pat Smear e Nate Mendel (ex-Sunny Day Real Estate) completavam o time, que jogava coeso, unido e atacava com um bel\u00edssimo arsenal. Grandes hits vieram dali, como \u201cEverlong\u201d, \u201cMy Hero\u201d e \u201cMonkey Wrench\u201d. Al\u00e9m delas, registre-se a bel\u00edssima e calma \u201cWalking After You\u201d no t\u00e9rmino, a doce \u201cDoll\u201d na abertura e muita coisa boa dentre elas: \u201cHey, Johnny Park\u201d (e seu refr\u00e3o arrasador), a country \u201cSee You\u201d,  as grunges \u201cWind Up\u201d e \u201cEnough Space\u201d e a surpreendente \u201cFebruary Stars\u201d. O \u00e1lbum foi relan\u00e7ado em 2007 com encarte caprichado e seis faixas b\u00f4nus (entre elas, covers para can\u00e7\u00f5es de Killing Joke e Gary Numan).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nota: 8,5<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-13588  aligncenter\" title=\"foo4\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/04\/foo4.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u201cThere Is Nothing Left To Lose\u201d, 1999<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Primeiro \u00e1lbum com o baterista Taylor Hawkins (escolhido a dedo por Grohl) j\u00e1 gravando e n\u00e3o largando mais o banquinho, \u201cThere Is Nothing Left To Lose\u201d \u00e9 tamb\u00e9m o \u00fanico disco doo Foo Fighters gravado como um trio (Grohl, Mendel e Hawkins) \u2013 Pat Smear saiu ap\u00f3s as grava\u00e7\u00f5es do \u00e1lbum anterior. O \u00e1lbum foi um grande avan\u00e7o comercial. O Foo Fighters finalmente tinha v\u00e1rias m\u00fasicas para tocar em r\u00e1dios \u2013 al\u00e9m das r\u00e1dios rock. Na revista Showbizz, Emerson Gasperin definia: \u201ca \u00faltima vez que ouviu um \u00e1lbum com tantos hits, foi em \u201c\u2019Seu Espi\u00e3o\u2019, na estreia do Kid Abelha\u201d. A grande proeza aqui \u00e9 fazer rock acess\u00edvel sem deixar de soar pop ou dar motivo para que os roqueiros torcessem o nariz. \u00c9 uma linha t\u00eanue e caminhar pelas duas trincheiras n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil, mas o Foo Fighters conseguiu atravessar ileso e com um baita \u00e1lbum. \u201cGenerator\u201d, \u201cBreakout\u201d, \u201cNext Year\u201d e \u201cLearn to Fly\u201d dispensam apresenta\u00e7\u00f5es. \u201cGimme Stitches\u201d ainda \u00e9 uma das cinco melhores m\u00fasicas que eles j\u00e1 fizeram. Outros grandes momentos variam da acidez de \u201cStacked Actors\u201d at\u00e9 a do\u00e7ura de \u201cAin\u2019t the Life\u201d e \u201cAurora\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nota: 9,5<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-13589\" style=\"border: 1px solid black;\" title=\"foo5\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/04\/foo5.jpg\" alt=\"\" width=\"350\" height=\"350\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/04\/foo5.jpg 350w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/04\/foo5-150x150.jpg 150w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/04\/foo5-300x300.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 350px) 100vw, 350px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u201cOne By One\u201d, 2002<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cNem sempre se pode ser Deus\u201d, os Tit\u00e3s j\u00e1 ensinavam. A fonte de Dave Grohl secou no primeiro \u00e1lbum com o guitarrista Chris Shiflett. Faltaram ideias, sobrou produ\u00e7\u00e3o e tens\u00e3o (na \u00e9poca Grohl estava mais preocupado em dedicar-se aos shows como baterista do Queens of the Stone Age, com que ele havia gravado o excelente \u201cSongs For The Deaf\u201d). S\u00f3 os singles se salvaram: \u201cAll My Life\u201d, \u201cTimes Like These\u201d e \u201cLow\u201d. \u201cHave It All\u201d tamb\u00e9m vale ser ouvida. \u201cOverdrive\u201d \u00e9 um deja-vu deles pr\u00f3prios. \u201cCome Back\u201d at\u00e9 tem alguns bons momentos. De resto, quase nada se salva. Ainda assim bateu na terceira posi\u00e7\u00e3o da Billboard e foi o primeiro n\u00famero 1 da banda no Reino Unido. Um feito. \u201cOne By One\u201d, tamb\u00e9m circulou em edi\u00e7\u00e3o especial trazendo seis faixas b\u00f4nus &#8211; entre elas covers para can\u00e7\u00f5es do Psychedelic Furs e do Ramones, e vers\u00f5es ao vivo de &#8220;For All the Cows&#8221; e &#8220;Monkey Wrench&#8221; &#8211; e uma edi\u00e7\u00e3o dupla com um DVD extra.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nota: 5<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-13590  aligncenter\" title=\"foo6\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/04\/foo6.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u201cIn Your Honor\u201d, 2005<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Apesar do sucesso do disco anterior, a banda parecia perdida. Eles n\u00e3o sabiam bem o que fazer para acertar o alvo, e atiraram em infinitas dire\u00e7\u00f5es. Acertaram, mas tamb\u00e9m cometeram erros em \u201cIn Your Honor\u201d, um \u00e1lbum duplo, enorme, com 20 m\u00fasicas, 10 plugadas e 10 ac\u00fasticas. Um pouco de crivo e confian\u00e7a para enxug\u00e1-lo em 10 ou 12 can\u00e7\u00f5es e aqui estaria mais um cl\u00e1ssico. N\u00e3o foi o caso. As p\u00e9rolas est\u00e3o espalhadas pelo disco, mas valem muito a pena serem apreciadas. No primeiro \u00e1lbum, al\u00e9m do blockbuster \u201cBest of You\u201d, n\u00e3o deixe de conferir a p\u00e9rola pop chamada \u201cResolve\u201d. Rock dos bons tamb\u00e9m presente em \u201cNo Way Back\u201d, \u201cD.O.A.\u201d (e sua bateria irresist\u00edvel), na bel\u00edssima \u201cThe Deepest Blues Are Back\u201d e a contagiante \u201cEnd Over End\u201d. No segundo disco, \u201cAnother Round\u201d e \u201cWhat If I Do? s\u00e3o baladas memor\u00e1veis. Tamb\u00e9m s\u00e3o imperd\u00edveis a country rock \u201cCold Day in the Sun\u201d e a bossa nova \u201cVirginia Moon\u201d, com Norah Jones. Serviu para reativar Pat Smear \u00e0 banda (que participou da perna ac\u00fastica da turn\u00ea de divulga\u00e7\u00e3o do disco, que rendeu o ao vivo \u201cSkin and Bones\u201d).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nota: 8<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-13591  aligncenter\" title=\"foo7\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/04\/foo7.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u201cEchoes, Silence, Patience and Grace\u201d, 2007<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com a forma\u00e7\u00e3o finalmente definida e est\u00e1vel, o grupo resolveu fazer um \u00e1lbum t\u00e3o variado quanto o anterior, por\u00e9m mais enxuto.  Quer dizer, usaram a f\u00f3rmula otimizada do \u00faltimo disco. Funcionou? Sim! Pat Smear fez participa\u00e7\u00e3o no \u00e1lbum e logo em seguida, garantiria seu retorno definitivo. Al\u00e9m de \u201cThe Pretender\u201d e \u201cLong Road to Ruin\u201d (uma baita m\u00fasica pop,), a banda passeia (e acerta) na brega \u201cStatues\u201d, na contemplativa \u201cHome\u201d, na \u201cmeia ac\u00fastica e meia porrada\u201d \u201cLet It Die\u201d. \u201cBut Honestly\u201d, \u201cSummer\u2019s End\u201d, \u201cErase Replace\u201d e \u201cCome Alive\u201d tamb\u00e9m s\u00e3o faixas bem acima da m\u00e9dia.  Os f\u00e3s possuem certa desconfian\u00e7a, que n\u00e3o se justifica. Eis um grande disco, que pavimentou bonitinho o que estava por vir (culminando no DVD em Wembley, registro desta turn\u00ea). Novamente n\u00famero 1 no Reino Unido (e n\u00famero 3 na Billboard).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nota: 9<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-13592  aligncenter\" title=\"foo8\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/04\/foo8.jpg\" alt=\"\" width=\"350\" height=\"350\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/04\/foo8.jpg 350w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/04\/foo8-150x150.jpg 150w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/04\/foo8-300x300.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 350px) 100vw, 350px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u201cWasting Light\u201d, 2011<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A apoteose. Dave Grohl queria um disco rock. Conseguiu, com sobras. Queria um disco comercialmente vi\u00e1vel. Chegou ao n\u00famero 1 nos Estados Unidos e em v\u00e1rios pa\u00edses (Reino Unido incluso). Com produ\u00e7\u00e3o de Butch Vig, \u201cWasting Light\u201d consegue a proeza de soar barulhento como \u201cThe Colour and the Shape\u201d e comercial como \u201cThere is Nothing Left to Lose\u201d. \u201cBridges Burning\u201d abre o disco remetendo a \u201cThis is a Call\u201d, primeira faixa de \u201cFoo Fighters\u201d. O \u00e1pice do sentimento de urg\u00eancia roqueira \u00e9 alcan\u00e7ado na poderosa \u201cWhite Limo\u201d, que contou com nada menos do que Lemmy no clipe. H\u00e1 tamb\u00e9m um cuidado especial nas letras. \u201cDear Rosemary\u201d, \u201cArlandria\u201d, \u201cA Matter of Time\u201d, \u201cI Should Have Known\u201d, al\u00e9m de can\u00e7\u00f5es sensacionais, s\u00e3o quatro bons exemplos disso em um disco que ainda deixa uma grande can\u00e7\u00e3o apenas como b\u00f4nus da edi\u00e7\u00e3o especial: \u201cBetter Off\u201d. O Foo Fighters chegou l\u00e1. Bingo. E agora, o que ser\u00e1 deles?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nota: 9<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-13593\" title=\"medium\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/04\/medium.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>COLET\u00c2NEAS, LIVE e B-SIDES<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 2009, saiu a \u00f3bvia \u201cGreatest Hits\u201d, com 14 m\u00fasicas dos seis primeiros \u00e1lbuns e duas m\u00fasicas in\u00e9ditas. \u00c9 um bom apanhado, por\u00e9m insuficiente (com, por exemplo, apenas uma faixa do \u201cIn Your Honor\u201d). \u00c9 um cart\u00e3o de visitas razo\u00e1vel pra quem n\u00e3o conhece a banda. Ano passado foi lan\u00e7ado \u201cMedium Rare\u201d, colet\u00e2nea de covers da banda. Pouca coisa se salva. Os destaques s\u00e3o as vers\u00f5es mais \u201cpesadinhas\u201d pra \u201cBand on the Run\u201d (McCartney) e \u201cHave a Cigar\u201d (Pink Floyd), com o arroz-de-festa Brian May. Recomend\u00e1vel apenas para grandes f\u00e3s, pela curiosidade e despojamento (leia-se \u201ctosquice\u201d) de algumas vers\u00f5es. No quesito b-sides, muita coisa legal ficou de fora dos \u00e1lbuns, ou foi separada para trilhas de filmes e s\u00e9ries. H\u00e1 um bom torrent reunindo 36 destas m\u00fasicas, entre elas vers\u00f5es diferenciadas para \u201cWalking After You\u201d (da trilha sonora de \u201cArquivo X\u201d), sobras de grava\u00e7\u00f5es e alguns n\u00fameros ac\u00fasticos (&#8220;Butterflies&#8221;, &#8220;Next Year&#8221;, &#8220;Floaty&#8221;) e el\u00e9tricos (&#8220;Wattershed&#8221;, &#8220;Breakout&#8221;, &#8221; Never Talking To You Again&#8221;). J\u00e1 que falamos em ac\u00fastico, &#8220;Skin and Bones&#8221; \u00e9 o registro da perna ac\u00fastica da turn\u00ea do \u00e1lbum &#8220;In Your Honor&#8221; (falamos dele abaixo).<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-13594\" title=\"foo9\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/04\/foo9.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"287\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/04\/foo9.jpg 600w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/04\/foo9-300x143.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>DVD<\/strong><br \/>\nO primeiro registro \u00e9 o \u201cEverywhere But Home\u201d, de 2003, que \u00e9 apenas razo\u00e1vel. A edi\u00e7\u00e3o deixa bastante a desejar. E de \u201cb\u00f4nus\u201d (?) um show inteiro, em outro local, apenas em \u00e1udio (!). Em 2006, ap\u00f3s \u201cIn Your Honor\u201d, lan\u00e7aram o sonolento \u201cSkin and Bones\u201d. registro do melhor de tr\u00eas noites ao vivo no Pantages Theater, em Los Angeles (15 m\u00fasicas no CD e 21 no DVD), com todas as m\u00fasicas em vers\u00f5es ac\u00fasticas. O grupo desconstrui v\u00e1rios hits matando de raiva v\u00e1rios f\u00e3s (inconceb\u00edvel o que fizeram com \u201cMy Hero\u201d). O alento \u00e9 que pode ser um \u00f3timo presente pra dar pra sua namorada, se ela n\u00e3o for f\u00e3 de rock, ou pra seus amigos que acham Emmerson Nogueira o m\u00e1ximo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cLive at Wembley Stadium\u201d (2008), a\u00ed sim, um registro digno. De encher os olhos, de alegria, e\/ou emo\u00e7\u00e3o. Ou de raiva, porque a vers\u00e3o ac\u00fastica\/equivocada pra \u201cMy Hero\u201d est\u00e1 l\u00e1. Mesmo assim, \u00e9 de longe, o melhor registro ao vivo da banda. H\u00e1 uma vers\u00e3o definitiva de \u201cAll My Life\u201d, com moshs pra alegrar todo roqueiro. E tem \u201cRock and Roll\u201d e \u201cRamble On\u201d, com Jimmy Page e John Paul Jones subindo ao palco e tocando com Dave Grohl e Taylor Hawkins. Ent\u00e3o fica dif\u00edcil segurar o sorriso. \u201cBack &amp; Forth\u201d (2011) \u00e9 o aclamad\u00edssimo document\u00e1rio sobre a hist\u00f3ria da banda. Altamente recomend\u00e1vel. H\u00e1 ainda um &#8220;Live at Hyde Park&#8221;, com registro de um show de 2008, e &#8220;Foo Fighters in America&#8221;, edi\u00e7\u00e3o lan\u00e7ada apenas no Brasil, via Coqueiro Verde, com nove m\u00fasicas ao vivo em uma universidade da Pensilv\u00e2nia em 2010.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-13595\" title=\"bootlegs\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/04\/bootlegs.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>BOOTLEGS<\/strong><br \/>\nExiste um centena deles por ai (com qualidade e repert\u00f3rios variados tanto em CD quanto em DVD), mas vale a pena conferir o show no Rock in Rio (2001). \u00c9 engra\u00e7ado ver a banda, ainda em crescimento, completamente aterrorizada em tocar para 190 mil malucos. Um Grohl nervoso, desafinando e fazendo a multid\u00e3o pular com 13 m\u00fasicas, dentre elas \u201cMy Hero\u201d, \u201cLearn to Fly\u201d e \u201cEverlong\u201d. O in\u00edcio do show, com Dave Grohl emocionado cantando os versos de \u201cBreakout\u201d \u00e9 inesquec\u00edvel. J\u00e1 o iTunes Festival (2011) traz a turn\u00ea atual da banda, em \u00f3tima forma. Fatalmente 90% do repert\u00f3rio deste show ser\u00e1 apresentando no Lollapalooza Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/Tj62NdhiV8M\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/Tj62NdhiV8M\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/JYArUl0TzhA\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/JYArUl0TzhA\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/CylSZ9zTrQg\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/CylSZ9zTrQg\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/ogwR166Fhmg\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/ogwR166Fhmg\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/5DT618KMIvw\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/5DT618KMIvw\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; Tomaz de Alvarenga (<a href=\"http:\/\/twitter.com\/#%21\/tomazalvarenga\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">@tomazalvarenga<\/a>) \u00e9 colaborador do jornal Estado de Minas e escreve para o blog <a href=\"..\/2011\/04\/28\/foo-fighters-muito-barulho-por-tudo\/www.dzai.com.br\/blog\/contratempo\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Contratempo<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Leia tamb\u00e9m:<\/strong><br \/>\n&#8211; Foo Fighters: <span>uma dedicada reciclagem de elementos est\u00e9ticos, por Carlos Eduardo Lima<\/span> (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2011\/12\/06\/o-fator-foo-fighters\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; \u201cFoo Fighters: Back and Forth\u201d: diretor segue a risca a cartilha do documentarista feliz (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/2011\/12\/11\/tres-filmes-wilco-pearl-jam-e-foo-fighters\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; \u201cWasting Light\u201d, Foo Fighters: muito barulho por tudo, por Tomaz de Alvarenga (<a href=\"..\/2011\/04\/28\/foo-fighters-muito-barulho-por-tudo\/\" target=\"_self\" rel=\"noopener noreferrer\">aqui<\/a>)<br \/>\n<span>&#8211; \u201cIn Your Honor\u201d \u00e9 um CD roqueiro, diferente, variado e divertido, por Renato Beolchi (<\/span><a href=\"http:\/\/www.screamyell.com.br\/musicadois\/foofighters_honor.htm\" target=\"_self\" rel=\"noopener noreferrer\">aqui<\/a><span>)<\/span><br \/>\n&#8211;\u00a0\u201cLive in Brighton?, Foo Fighters: Ao vivo eles ainda d\u00e3o um caldo, por Marcelo Costa (<a href=\"..\/2007\/10\/10\/500-toques-twilight-singers-foo-fighters-e-white-stripes\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; \u201cSongs For The Deaf\u201d, Queens of The Stone Age, trilha do inferno, por Marcelo Costa (<a href=\"http:\/\/www.screamyell.com.br\/musicadois\/qotsaresenha.htm\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Foo Fighters no Rock in Rio 3: imposs\u00edvel ouvir as guitarras, por Marcelo Costa (<a href=\"http:\/\/www.screamyell.com.br\/musica\/rir_resumo.html\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Vota\u00e7\u00e3o: 68 convidados escolhem os 20 melhores \u00e1lbuns dos anos 00. Confira a lista (<a href=\"..\/2009\/12\/09\/top-20-internacional-da-decada-00\/\">aqui<\/a>)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Outras discografias comentadas:<\/strong><br \/>\n&#8211; Morrissey, por Marcelo Costa (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2012\/02\/21\/discografia-comentada-morrissey\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Bob Dylan, por Gabriel Innocentini (<a href=\"..\/2010\/11\/09\/discografia-comentada-bob-dylan-parte-1\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Paul McCartney, por Wilson Farina (<a href=\"..\/2011\/06\/22\/discografia-comentada-paul-mccartney\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Elvis Costello, por Marco Antonio Bart (<a href=\"..\/2010\/09\/20\/discografia-comentada-elvis-costello\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Echo and The Bunnymen, por Marcelo Costa (<a href=\"..\/2010\/11\/09\/2009\/06\/11\/discografia-comentada-echo-the-bunnymen\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; The Cure, por Samuel Martins (<a href=\"..\/2010\/11\/09\/2010\/09\/20\/2009\/04\/23\/discografia-comentada-the-cure\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Leonard Cohen, por Julio Costello (<a href=\"http:\/\/www.screamyell.com.br\/secoes\/leonardcohen.html\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Midnight Oil, por Leonardo Vinhas (<a href=\"http:\/\/www.screamyell.com.br\/secoes\/midnightoil_discografia.htm\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Nick Cave, por Leonardo Vinhas (<a href=\"http:\/\/www.screamyell.com.br\/secoes\/nickacvediscografia.htm\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; The Clash, por Marcelo Costa (<a href=\"http:\/\/www.screamyell.com.br\/secoes\/clash_discografia.htm\">aqui<\/a>)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"por Tomaz de Alvarenga\nDo primeiro \u00e1lbum, gravado apenas por Dave Ghrol, at\u00e9 &#8220;Wasting Light&#8221;, o disco que os colocou no n\u00famero 1 da Billboard\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2012\/04\/03\/discografia-comentada-foo-fighters\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":82,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[35,112,732],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13581"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/82"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=13581"}],"version-history":[{"count":22,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13581\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":53846,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13581\/revisions\/53846"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=13581"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=13581"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=13581"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}