{"id":11531,"date":"2012-01-08T13:05:13","date_gmt":"2012-01-08T16:05:13","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=11531"},"modified":"2017-01-23T11:36:02","modified_gmt":"2017-01-23T13:36:02","slug":"conexao-latina-morbo-y-mambo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2012\/01\/08\/conexao-latina-morbo-y-mambo\/","title":{"rendered":"Conex\u00e3o Latina: Morbo y Mambo"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-11532\" title=\"morbo1\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/01\/morbo1.jpg\" alt=\"\" width=\"605\" height=\"432\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>entrevista por Leonardo Vinhas<br \/>\nfotos por Mar\u00eda Ba\u00fcmler<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tentar cantarolar um som instrumental \u00e9 uma tarefa praticamente imposs\u00edvel para quem n\u00e3o \u00e9 m\u00fasico. Escrever esse canto de forma onomatop\u00e9ica, ent\u00e3o, \u00e9 pedir para passar rid\u00edculo \u2013 mais ou menos como tentar \u201cfazer\u201d o som da percuss\u00e3o com as m\u00e3os quando voc\u00ea se empolga no meio de um show. O duro \u00e9 que a m\u00fasica dos argentinos do Morbo y Mambo d\u00e1 vontade de fazer tudo isso. E se a felicidade \u00e9 perder o medo do rid\u00edculo, \u00e9 certo que a m\u00fasica da banda pode te trazer felicidade, ou pelo menos, estados alterados de consci\u00eancia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A base de seu som est\u00e1 tanto no dub quanto no afrobeat. Metais, percuss\u00e3o e demais instrumentos est\u00e3o a favor das baixas frequ\u00eancias e da movimenta\u00e7\u00e3o do corpo, muito mais para o \u201cmambo\u201d (no sentido dan\u00e7ante da palavra) do que para o \u201cmorbo\u201d (morbidez, em espanhol). A essa base, s\u00e3o agregadas pequenas matizes de jungle, dancehall e rock, que n\u00e3o maculam a vibrante fonte de inspira\u00e7\u00e3o da banda.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maxi Russo (trombone), Ferm\u00edn Echeveste (trumpete), Mateo Gonz\u00e1lez Aguilar (bateria), Manuel Gonz\u00e1lez Aguilar (baixo), Carla Flores (guitarra e, raramente, voz), Fer Barrey (percuss\u00e3o) e Mauro Alberelli (sintetizador e KP3) est\u00e3o radicados no charmoso bairro portenho de San Telmo desde 2009, e j\u00e1 tocam juntos (com pequenas mudan\u00e7as de forma\u00e7\u00e3o) desde 2007. T\u00eam dois EPs e um LP lan\u00e7ado. A estreia, \u201cDas Papier\u201d, \u00e9 de 2009, e em 2011 vieram \u201cHandleness\u201d e o \u00e1lbum que leva o nome da banda. Todos est\u00e3o dispon\u00edveis para venda online, em formato digital, no site Bandcamp.com (<a href=\"http:\/\/morboymambo.bandcamp.com\/\" target=\"_blank\">http:\/\/morboymambo.bandcamp.com\/<\/a>), um canal utilizado com cada vez mais const\u00e2ncia pelo underground argentino.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A banda passou pelo Brasil em 2011 e voltou daqui com uma forte impress\u00e3o do circuito independente nacional. Foi sobre isso \u2013 e sobre a m\u00fasica, evidentemente \u2013 que o Scream&amp;Yell conversou com o baixista Manuel Aguilar em uma longa troca de e-mails e telefonemas, que voc\u00ea v\u00ea em s\u00edntese a seguir.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><object width=\"600\" height=\"340\" classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/I7nJqDdj6qs\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/I7nJqDdj6qs\" \/><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\"><strong>Quando apresento a m\u00fasica de Morbo y Mambo para as pessoas, digo que \u00e9 \u201cm\u00fasica para estados alterados da consci\u00eancia\u201d. Por\u00e9m me parece que para a banda o dan\u00e7ante \u00e9 mais importante que o psicod\u00e9lico, n\u00e3o?<\/strong><\/span><br \/>\nNosso som tamb\u00e9m funciona em estados ordin\u00e1rios de consci\u00eancia! A m\u00e3e de uma amiga escuta nosso disco enquanto cozinha, no repeat! (risos) Na verdade, o que nos acontece fundamentalmente \u00e9 que a m\u00fasica primeiro tem que nos convencer por si s\u00f3. Os g\u00eaneros ou as caracter\u00edsticas do que tocamos v\u00eam depois, s\u00e3o mais uma consequ\u00eancia que um ponto de partida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Sei que se apresentam como uma banda de afro beat, mas as influ\u00eancias s\u00e3o ainda mais variadas. A primeira impress\u00e3o musical remete ao dub ou ao jazz, dependendo da can\u00e7\u00e3o que se escuta.<\/strong><br \/>\n\u00c9 um pouco o que coment\u00e1vamos antes. Escutamos m\u00fasica em geral. Os estilos s\u00e3o acess\u00f3rios, pelo menos em nossas can\u00e7\u00f5es n\u00f3s os vemos como algo aned\u00f3tico. O que tem que dar certo \u00e9 o momento musical. Obviamente adoramos King Tubby, e nosso som mudou muito desde que conhecemos Fela Kuti. Mas procuramos n\u00e3o nos \u201cencaixotar\u201d. Tocamos o que nosso apetite vai pedindo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A voz de Carla soa como um instrumento a mais. \u00c9 como se as letras n\u00e3o fossem importantes, e sim que a voz deve agregar ao som.<\/strong><br \/>\nAt\u00e9 agora essa \u00e9 a inten\u00e7\u00e3o, completamente. Sempre pensamos em aportar a voz como uma textura somada \u00e0s demais, n\u00e3o necessariamente tendo a vocalista como a figura que canta diante de uma backing band. \u201cDas Papier\u201d, como muitas de nossas can\u00e7\u00f5es, surgiu de uma improvisa\u00e7\u00e3o. De fato a vers\u00e3o do EP \u00e9 a grava\u00e7\u00e3o da primeira vez que a tocamos. Quando tocamos outras coisas ao vivo e Carla canta, ela arma as letras no momento, geralmente em ingl\u00eas, e se baseia em situa\u00e7\u00f5es que v\u00ea na frente dela.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><object width=\"600\" height=\"340\" classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/ZMHX9Ix5Hdc\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/ZMHX9Ix5Hdc\" \/><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Por ser m\u00fasica predominantemente instrumental, pode se dizer que voc\u00eas n\u00e3o t\u00eam pretens\u00f5es comerciais. Mas se n\u00e3o h\u00e1 idioma e tendo a m\u00fasica como \u00fanica linguagem, \u00e9 mais f\u00e1cil chegar a mais pessoas, n\u00e3o?<\/strong><br \/>\nPode ser. Na verdade n\u00f3s n\u00e3o temos preconceitos, nem especulamos com os resultados do que fazemos, ent\u00e3o nos movemos com uma estrat\u00e9gia centrada em brindar com uma boa proposta, sem pensar nos benef\u00edcios comerciais que isso pode atrair ou repelir. O que buscamos \u00e9 a mensagem ou o significado [da can\u00e7\u00e3o] possa ser colocado por cada indiv\u00edduo que nos escuta. Tomando emprestadas as palavras dos MARDER, \u201c\u00e9 o que voc\u00ea quiser que seja\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>H\u00e1 outras bandas na Argentina das quais voc\u00eas se sentem pr\u00f3ximos em proposta musical?<\/strong><br \/>\nConvergimos de diferentes maneiras com v\u00e1rios artistas daqui. Com o Mompox \u00e9 sempre um prazer dividir shows. Talvez quanto a estilo n\u00e3o tenhamos tanto a ver, mas a qu\u00edmica que existe entre as bandas sempre gera um clima de celebra\u00e7\u00e3o selvagem do qual todos gostamos muito. Com eles armamos um projeto paralelo, Chorro y Narco, que aparece cada vez que pode, em festas ou mostras de arte. Adoramos o que Dietrich faz, estamos esperando ansiosos por seu disco. Com Prietto Viaja al Cosmos con Mariano [N.: \u00e9, esse \u00e9 o nome da banda], nos sentimos como se fossemos amigos da rua: tudo fica muito familiar quando estamos com eles. N\u00f3s valorizamos muito o lado humano, e \u00e9 com pessoas como eles ou os Tul\u00fas que nos sentimos identificados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Por quais pa\u00edses j\u00e1 excursionaram, al\u00e9m do Brasil?<\/strong><br \/>\nAt\u00e9 agora tocamos no Brasil e no Uruguai. O Brasil nos deixou maravilhados. N\u00e3o nos cansamos de dizer que voc\u00eas t\u00eam muito mais caminho percorrido que o pessoal da cultura independente do nosso pa\u00eds. Sempre nos sentimos muito bem cuidados e trabalhamos entre profissionais [no Brasil]. Conhecemos diferentes formas de trabalho, desde a dos lugares centrais, que podem abrigar a grandes artistas da Europa ou EUA \u2013 caso do Studio SP ou do Teatro Odiss\u00e9ia, do Rio \u2013 at\u00e9 a miss\u00e3o de integra\u00e7\u00e3o que o circuito Fora do Eixo tem em todo o pa\u00eds.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><object width=\"600\" height=\"340\" classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/lJMlzLAg9xE\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/lJMlzLAg9xE\" \/><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"color: #000000;\">O que \u00e9 a rede RECI? Como come\u00e7ou e como est\u00e1 hoje?<\/span><\/strong><br \/>\nRECI foi o primeiro resultado do desembarque do Fora do Eixo na Argentina. Em mar\u00e7o aconteceu o Primeiro Congresso Latino desta Rede, e as pessoas ali reunidas continuaram em contato, com a ideia de formar uma grande coletivo que se iniciaria em Buenos Aires, mas se projetaria a todo o pa\u00eds. Com o tempo, os integrantes do que se chamou RECI foram se informando e compreendendo as metodologias de trabalho, e foram organizados v\u00e1rios shows nos espa\u00e7os culturais que fazem parte da Rede. De certa maneira, RECI \u00e9 a semente do modo de trabalho que o Fora do Eixo exp\u00f4s na Argentina, e que por sua vez desembocou em outros coletivos que s\u00e3o independentes da RECI, como o Colectivo Hiperactivo e o Intangible F.L.A.M.E.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Seus \u00e1lbums e EPS est\u00e3o dispon\u00edveis para venda digital, mas na Argentina (e no Brasil) as pessoas n\u00e3o costumam comprar m\u00fasica online. Voc\u00eas acham que isso pode mudar?<\/strong><br \/>\nEst\u00e1 a ponto de mudar; em nosso pa\u00eds as lojas de discos est\u00e3o cada vez mais desatualizadas, n\u00e3o refletem o que as pessoas est\u00e3o escutando. Se houve um culto \u00e0 loja de discos, agora ele est\u00e1 cada vez mais desnutrido. Fetichistas como n\u00f3s sobrevivemos e h\u00e1 lojas que nos alimentam. O disco como objeto \u00e9 algo belo, como os livros. Acreditamos que a venda online vai se inserir como h\u00e1bito, mas leva tempo. O Bandcamp est\u00e1 tomando for\u00e7a h\u00e1 menos de um ano na Argentina, e agora o iTunes est\u00e1 por desembarcar em nosso pa\u00eds, ainda que os pre\u00e7os sejam em d\u00f3lares!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>V\u00e3o voltar ao Brasil logo?<\/strong><br \/>\nEsperamos que sim! Temos muitos planos diferentes para organizar, neste momento vamos delimitar o cominho do futuro mais pr\u00f3ximo. Tamb\u00e9m estamos gestando a produ\u00e7\u00e3o de um tour pela Europa at\u00e9 a metade do ano, raz\u00e3o pela qual n\u00e3o sabemos o qu\u00e3o r\u00e1pido voltaremos ao Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Para 2012, o que Morbo y Mambo estar\u00e1 fazendo?<\/strong><br \/>\nVamos continuar apresentando nosso LP em alguns palcos de Buenos Aires, temos a ideia de mostr\u00e1-lo tamb\u00e9m no interior de nosso pa\u00eds. Visitamos Brasil e Uruguai mas ainda n\u00e3o tocamos em C\u00f3rdoba ou Ros\u00e1rio! Al\u00e9m disso, atualmente estamos planejando a grava\u00e7\u00e3o de um split com Prietto Viaja al Cosmos con Mariano.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-11533\" title=\"morbo2\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/01\/morbo2.jpg\" alt=\"\" width=\"605\" height=\"847\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/01\/morbo2.jpg 605w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/01\/morbo2-214x300.jpg 214w\" sizes=\"(max-width: 605px) 100vw, 605px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.morboymambo.bandcamp.com\" target=\"_blank\">http:\/\/www.morboymambo.bandcamp.com<\/a><br \/>\n<a href=\"http:\/\/www.twitter.com\/morboymambo\" target=\"_blank\">http:\/\/www.twitter.com\/morboymambo<\/a><br \/>\n<a href=\"http:\/\/www.facebook.com\/morboymambo\" target=\"_blank\">http:\/\/www.facebook.com\/morboymambo<\/a><br \/>\n<a href=\"http:\/\/www.morboymambo.tumblr.com\" target=\"_blank\">http:\/\/www.morboymambo.tumblr.com<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&#8211; Leonardo Vinhas<\/strong> assina a se\u00e7\u00e3o Conex\u00e3o Latina (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/tag\/conexao_latina\/\">aqui<\/a>) no Scream &amp; Yell e j\u00e1 escreveu sobre O Rock Argentino Depois De Croma\u00f1on (<a href=\"http:\/\/www.screamyell.com.br\/musicadois\/republicacromagnon.htm\">aqui<\/a>) e entrevistou a banda Onda Vaga (<a href=\"..\/2011\/11\/12\/conexao-latina-onda-vaga\/\">aqui<\/a>)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Com base no dub e no afrobeat, a a m\u00fasica dos argentinos pode te trazer felicidade, ou ao menos estados alterados de consci\u00eancia\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2012\/01\/08\/conexao-latina-morbo-y-mambo\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":6,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[45],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11531"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11531"}],"version-history":[{"count":14,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11531\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":41821,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11531\/revisions\/41821"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11531"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11531"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11531"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}