{"id":10672,"date":"2011-11-14T09:10:44","date_gmt":"2011-11-14T12:10:44","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=10672"},"modified":"2017-08-10T09:41:46","modified_gmt":"2017-08-10T12:41:46","slug":"entrevista-pao-de-hamburguer","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2011\/11\/14\/entrevista-pao-de-hamburguer\/","title":{"rendered":"Entrevista: P\u00e3o de Hamburguer"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-10673\" title=\"pao1\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/11\/pao1.jpg\" alt=\"\" width=\"605\" height=\"340\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/11\/pao1.jpg 605w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/11\/pao1-300x168.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 605px) 100vw, 605px\" \/><\/p>\n<h3 style=\"text-align: center;\"><strong>entrevista por <a href=\"https:\/\/twitter.com\/leovinhas\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Leonardo Vinhas<\/a><\/strong><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um aforismo apropriado para tempos digitais: voc\u00ea sabe que a banda \u00e9 boa quando a primeira audi\u00e7\u00e3o j\u00e1 obriga o ouvinte a desligar o \u201cmodo autom\u00e1tico\u201d do c\u00e9rebro entorpecido por uma sequ\u00eancia de MP3s para se concentrar no que est\u00e1 ouvindo. \u00c9 um feito conquistado, sem nenhum exagero nas filigranas musicais, pelos curitibanos do P\u00e3o de Hamburguer.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A banda come\u00e7ou em 2005, com os primos Gabriel Fausto (guitarra e voz), Leonardo Bokkerman (guitarra) e Rennan Frois (bateria) ensaiando em casa. Com os anos, se somaram o amigo Joel Rocha (guitarra) e o irm\u00e3o de Rennan, Bruno Frois (baixo), forma\u00e7\u00e3o que continua fazendo o que fazia desde o come\u00e7o: tocando sempre que poss\u00edvel \u2013 em casa, bares, festivais, festas de anivers\u00e1rio, eventos de escolas, o que vier.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Parece amador demais? Pelo contr\u00e1rio: essa disposi\u00e7\u00e3o por se dedicar aos instrumentos em todos os momentos poss\u00edveis \u00e9 o que deu ao grupo entrosamento e experi\u00eancia que nem mesmo alguns habitu\u00e9s da cena independente t\u00eam. Como pontuou Ivan Santos, produtor do selo (e do festival) De Inverno, \u201cquando voc\u00ea os v\u00ea ao vivo, sente o quanto eles querem estar fazendo aquilo, o quanto eles respeitam e amam o fato de estarem tocando\u201d. Artigo raro hoje em dia, o que faz com que muitos ouvintes detectem na banda aromas e sabores de um passado menos c\u00ednico, mais dedicado \u00e0 m\u00fasica em si.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O primeiro registro \u201cpalp\u00e1vel\u201d da banda \u00e9 um DVD. \u201cAo vivo no Guairinha\u201d foi lan\u00e7ado no fim de 2010, mas a divulga\u00e7\u00e3o dele come\u00e7ou pra valer neste 2011. Alternando entrevistas com os integrantes e trechos de um show no famoso teatro curitibano, o DVD carece de um pouco de ritmo \u2013 ajudaria muito se houvesse a op\u00e7\u00e3o de ver s\u00f3 as can\u00e7\u00f5es, ou s\u00f3 as entrevistas, em sequ\u00eancia. Apesar disso, o fundamental est\u00e1 preservado: a execu\u00e7\u00e3o de suas excelentes composi\u00e7\u00f5es, que transitam do hard rock encruado ao vigor grunge, sem se perder em armadilhas de barulheira revisionista.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na verdade, as compara\u00e7\u00f5es com o passado est\u00e3o mais ligadas ao fato de ser um som sem polimentos, fluido e intenso, que n\u00e3o guarda muita semelhan\u00e7a com os v\u00edcios que acometem bandas jovens. O tipo de m\u00fasica que d\u00e1 para chamar de rock\u2019n\u2019roll sem medo. Confira os EPs virtuais \u201cOntem e Hoje\u201d (2009) e \u201cHave a Nietzche Day\u201d (2010) para comprovar (links para download no fim da p\u00e1gina).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em entrevista ao Scream &amp; Yell, Gabriel Fausto fala sobre o DVD e explica como a banda obt\u00e9m essa sonoridade t\u00e3o particular e demonstra uma sinceridade incomum para assumir falhas e qualidades da banda.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/iWp_E2EEbXQ?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong> O primeiro lan\u00e7amento em formato f\u00edsico de voc\u00eas \u00e9 um DVD, e n\u00e3o um CD. Por que apostaram nesse formato?<\/strong><br \/>\nFoi mais um acaso do que uma aposta. Quando os amigos do Trem Fantasma nos convidaram pra fazer parte de um show no Guairinha, percebemos a oportunidade de tentar produzir um material deste tipo. Na verdade, quem nos convenceu mesmo foi o pai do Rennan e do Bruno.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como conseguiram os recursos para viabilizar a grava\u00e7\u00e3o e prensagem?<\/strong><br \/>\nCara, conseguimos atrav\u00e9s de muita parceria e ajuda dos amigos e familiares. Cada um fez o que estava ao seu alcance pra que sa\u00edsse tudo legal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O DVD est\u00e1 sendo comercializado, ou \u00e9 s\u00f3 para divulga\u00e7\u00e3o?<\/strong><br \/>\nEst\u00e1 sendo comercializado. Costumamos vender \u00e0 R$ 10 nos shows, mas n\u00e3o nos importamos que as pessoas copiem para os outros. No fim das contas, ele \u00e9 o nosso melhor trabalho e o que nos rende maior visibilidade, como convites para tocar em outras cidades, por exemplo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>D\u00e1 para sentir que a sonoridade dos anos 1990 \u00e9 forte no DNA musical de voc\u00eas. Inclusive voc\u00eas falam sobre isso no DVD, citando grunge, Guns e Los Hermanos entre as influ\u00eancias. Mas tem tamb\u00e9m um pezinho nos anos 70, com um tanto de blues, Southern rock, mudan\u00e7as de andamento. \u00c9 isso mesmo?<\/strong><br \/>\n\u00c9 isso a\u00ed mesmo. D\u00e1 pra ver em cada m\u00fasico da banda o que ele carrega de influ\u00eancias. O estilo que cada um tem de tocar guitarra, por exemplo, \u00e9 totalmente diferente. O meu jeito de cantar n\u00e3o tem nada a ver com o do Bruno, mas \u00e9 o complemento delas que fazem o nosso som. Com certeza tem algumas bandas que s\u00e3o unanimidade dentro do P\u00e3o, como Black Sabbath, A Chave, Black Crowes. Mas por exemplo, o Joel n\u00e3o gosta de Strokes, o L\u00e9o n\u00e3o gosta de Oasis, Bruno n\u00e3o gosta de Tim Maia, o Rennan quase vomita quando escuta Belchior e eu n\u00e3o gosto de Metallica, e mesmo assim estas influ\u00eancias aparecem.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Por que essa vontade de n\u00e3o soar atual \u2013 ou melhor, de n\u00e3o se referenciar em nada do que est\u00e1 sendo feito hoje em dia?<\/strong><br \/>\nN\u00e3o acho que isso seja verdade. Come\u00e7amos o P\u00e3o na \u00e9poca do Strokes, Kings of Leon e Los Hermanos, bandas de quem sab\u00edamos tocar praticamente todas as m\u00fasicas. Acontece que o som que voc\u00ea escuta na r\u00e1dio hoje continua muito apoiado nos anos 2000, que por sua vez era uma reciclagem de todas as \u00e9pocas do rock (e n\u00e3o s\u00f3 dos anos 80, como diziam). Pra mim, a mudan\u00e7a foi, se n\u00e3o pequena, equivocada, pois as harmonias ficaram mais pop e pobres. S\u00e3o bandas que n\u00e3o v\u00eaem alternativa entre a sequ\u00eancia d\u00f3, f\u00e1, sol. Pra ter dar um exemplo moderninho: lembra de Peter, Bjorn and John, que estourou com aquela m\u00fasica do assobio? Sei l\u00e1, tr\u00eas anos depois, eles est\u00e3o em outra, levando seu som pra frente, enquanto o Foster the People est\u00e1 fazendo sucesso agora apenas copiando essa f\u00f3rmula. Essa \u00e9 a parte nojenta da coisa ao meu ver. Por isso n\u00e3o tenho inten\u00e7\u00e3o de ficar tocando ritmos dan\u00e7antes com guitarrinhas de carimb\u00f3 s\u00f3 porque tem gente dizendo que isso \u00e9 vanguarda. N\u00e3o vou sair por a\u00ed usando chap\u00e9u coco. Eu quero justamente me distanciar disso. Bote todos estes m\u00fasicos no saco e Jimi Hendrix ainda estar\u00e1 a frente deles, esta \u00e9 a realidade. Pense em Elis Regina, Mutantes, Stooges&#8230; onde est\u00e1 o The Killers no meio disso? E tem uma coisa: se precisarmos fazer uma m\u00fasica com baix\u00e3o corrido e batera Joven Pan, a gente faz, n\u00e3o temos esse fechamento. Agora, pelo menos essa n\u00e3o \u00e9 a nossa \u00fanica op\u00e7\u00e3o. No nosso repert\u00f3rio tem de rocks a sambas, bai\u00e3o, modernice, gritaria. Sei que nem tudo no P\u00e3o de Hamburguer \u00e9 original, existem muitos pontos cr\u00edticos, mas ningu\u00e9m pode negar que estamos constantemente tentando melhorar como m\u00fasicos e compositores. Por exemplo, muitos j\u00e1 me criticaram no come\u00e7o por cantar parecido com Marcelo Camelo ou o Amarante, mas da\u00ed eu j\u00e1 acho que as pessoas n\u00e3o nos escutaram por inteiro. Onde est\u00e1 o Los Hermanos em \u201cAuto-Ajuda\u201d, \u201cHave a Nietzsche Day\u201d, \u201cPrincesinha do Tio\u201d, \u201cHomem do Dia\u2019, \u201cSr.Dali\u201d? E levo como um elogio quando falam, pois eles [Los Hermanos] foram realmente fundamentais pra toda uma gera\u00e7\u00e3o de m\u00fasicos.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/AZpV4D4G1ss?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Por \u201cse precisarmos fazer uma m\u00fasica com baix\u00e3o corrido e batera Joven Pan, a gente faz, n\u00e3o temos esse fechamento\u201d, querem dizer exatamente o que? Qual \u00e9 a medida para adotar este tipo de concess\u00e3o?<\/strong><br \/>\nQueremos dizer que somos realmente ecl\u00e9ticos em nossas escolhas, e n\u00e3o temos nada contra o jeito moderno de se fazer rock dan\u00e7ante. Existem bandas boas no estilo, mas a maioria \u00e9 s\u00f3 xeroc\u00e3o. J\u00e1 fiz uma m\u00fasica que tinha tipo um dance no meio, poper\u00f4 mesmo, mas acabou sendo reprovada pelo juri P\u00e3o de Hamburguer.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00eas n\u00e3o costumam sair do Paran\u00e1 para tocar. Pregui\u00e7a, falta de oportunidade ou estrat\u00e9gia?<\/strong><br \/>\nTocamos esporadicamente em Santa Catarina, em cidades como Joinville, S\u00e3o Bento do Sul e no festival Psicod\u00e1lia de 2011, que foi em S\u00e3o Martinho. J\u00e1 rolou tamb\u00e9m no Paran\u00e1, em Foz do Igua\u00e7u, S\u00e3o Jose dos Pinhais e Paranagu\u00e1. Fomos convidados a se apresentar no festival Araraquara Rock deste ano, em S\u00e3o Paulo, mas acabamos \u201cdescelecionados\u201d depois que a organiza\u00e7\u00e3o se desorganizou em patroc\u00ednios e preferiram priorizar o metal. Estamos sempre dispostos a tocar fora do Paran\u00e1, mas nem sempre existe a disponibilidade e a grana pra isso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00eas se identificam com alguma banda de Curitiba? Acham que, em postura ou em sonoridade, o P\u00e3o tem seus pares na cena local?<\/strong><br \/>\nP\u00f4, nos identificamos com v\u00e1rias bandas! Acredito que a principal caracter\u00edstica do rock curitibano \u00e9 a diversidade, cada banda acaba sendo muito peculiar. Qual a semelhan\u00e7a entre Confraria da Costa, Mordida, Charme Chulo, P\u00e3o de Hamburguer, Chucrobillyman, Cosmonave, O Trilho? \u00c9 uma coisa m\u00ednima, e mesmo assim elas tocam juntas e convivem sem estranhamento. Em quest\u00e3o de postura, eu n\u00e3o saberia dizer, pois o P\u00e3o de Hamburguer n\u00e3o tem muito uma tem\u00e1tica. A gente costuma tocar com as mesmas roupas que trabalha (risos), j\u00e1 nos chamaram de grunge, neo-hippies, metaleiros&#8230; Estamos em cima do nosso pr\u00f3prio muro, sem ligar muito pra essa parte.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00eas acreditam que poder\u00e3o se dedicar exclusivamente \u00e0 banda em algum momento? Ou nem se preocupam com isso?<\/strong><br \/>\nCara, esse \u00e9 o nosso objetivo! Mas caso n\u00e3o aconte\u00e7a, n\u00e3o ficaremos desanimados de maneira alguma. Continuaremos a levar a banda em paralelo com outras atividades. Hoje em dia j\u00e1 n\u00e3o temos aquela preocupa\u00e7\u00e3o da fama, sucesso, etc. Sabemos que o que vale mesmo \u00e9 tocar e compor cada vez mais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Quais s\u00e3o os planos da banda para 2012?<\/strong><br \/>\nFazer muito sucesso e ganhar rios de dinheiro!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>E CD, nada?<\/strong><br \/>\nRapaz, bem lembrado! Conseguimos ser aprovados num projeto da Funda\u00e7\u00e3o Cultural de Curitiba, que vai nos proporcionar este luxo de fazer um CD! J\u00e1 estamos compondo as novas m\u00fasicas, e agora tem toda a parte burocr\u00e1tica, capta\u00e7\u00e3o de grana, superfaturamento de notas, sabe como \u00e9 (risos). N\u00e3o, brincadeira, qu\u00e9isso, nem pensar! Falando s\u00e9rio, \u00e9 pra sair em 2013. Oremos!<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-10675\" title=\"pao2\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/11\/pao2.jpg\" alt=\"\" width=\"605\" height=\"415\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/11\/pao2.jpg 605w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/11\/pao2-300x205.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 605px) 100vw, 605px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u2013 Leonardo Vinhas (<a href=\"https:\/\/twitter.com\/#%21\/leovinhas\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">@leovinhas<\/a>) assina a se\u00e7\u00e3o Conex\u00e3o Latina (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2012\/05\/03\/tag\/conexao_latina\/\">aqui<\/a>) no Scream &amp; Yell.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"&#8220;N\u00e3o temos inten\u00e7\u00e3o de ficar tocando ritmos dan\u00e7antes com guitarrinhas de carimb\u00f3 s\u00f3 porque dizem que isso \u00e9 vanguarda&#8221;&#8230;\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2011\/11\/14\/entrevista-pao-de-hamburguer\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":6,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[2181],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10672"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=10672"}],"version-history":[{"count":17,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10672\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":43736,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10672\/revisions\/43736"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=10672"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=10672"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=10672"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}