{"id":10444,"date":"2011-11-02T23:07:52","date_gmt":"2011-11-03T02:07:52","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=10444"},"modified":"2017-06-30T12:08:16","modified_gmt":"2017-06-30T15:08:16","slug":"mallu-magalhaes-fala-sobre-pitanga","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2011\/11\/02\/mallu-magalhaes-fala-sobre-pitanga\/","title":{"rendered":"Mallu Magalh\u00e3es fala sobre &#8220;Pitanga&#8221;"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-10446\" title=\"mallu3\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/11\/mallu3.jpg\" alt=\"\" width=\"605\" height=\"335\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/11\/mallu3.jpg 605w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/11\/mallu3-300x166.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 605px) 100vw, 605px\" \/><\/p>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>por <a href=\"http:\/\/www.mundoplug.com.br\/blog\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Marcos Paulino<\/a><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mallu Magalh\u00e3es s\u00f3 completou 19 anos h\u00e1 dois meses, e j\u00e1 est\u00e1 na batalha para divulgar o terceiro disco de sua carreira, \u201cPitanga\u201d. Se na sua estreia em CD, quando tinha apenas 17 anos, era uma garota-celebridade da internet que deixava transparecer timidez nas entrevistas, hoje fala bem e com seguran\u00e7a de seu trabalho. Uma audi\u00e7\u00e3o de seu novo \u00e1lbum, ali\u00e1s, refor\u00e7a a impress\u00e3o de que ela tem mais idade do que informa sua carteira de identidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cPitanga\u201d \u00e9 um disco complexo, cheio de texturas e de sonoridades. Produzido por Marcelo Camelo, seu namorado e parceiro, nele Mallu canta e toca, al\u00e9m de seu conhecido viol\u00e3o, clarinete, bateria, panderola, guitarra, piano, viola caipira e alguns outros instrumentos mais. Certamente, o CD deve agradar um p\u00fablico mais velho do que ela. Mas Mallu n\u00e3o se importa com isso. Quer, como deixa claro nesta entrevista ao PLUG, parceiro do Scream &amp; Yell, apenas colocar para fora as ideias que aparecem como turbilh\u00e3o em sua cabe\u00e7a.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/f7UBDGt8VK8?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Seu trabalho apareceu pela internet quando voc\u00ea era ainda uma adolescente. Hoje, apesar de ainda bem jovem, voc\u00ea sente que o novo disco mostra um amadurecimento pessoal e profissional?<\/strong><br \/>\nHouve mesmo um processo de amadurecimento pessoal, emotivo, existencial e, consequentemente, profissional. O fio condutor da minha m\u00fasica \u00e9 justamente essa falta de barreiras entre ela e minha pessoa, minha personalidade. Realmente, no primeiro e no segundo discos, eu era muito novinha, tinha a escola e n\u00e3o sabia se queria isso mesmo da minha vida. N\u00e3o tinha coragem. Este terceiro disco \u00e9 o retrato deste acontecimento que foi, pra mim, encontrar essa for\u00e7a, decidir viver de m\u00fasica. Desenvolvi uma vontade muito grande de tocar, de fazer minha arte. Esse disco tem uma est\u00e9tica pr\u00f3pria, que \u00e9 resultado do movimento de olhar pra dentro, de fechar os olhos e procurar o que quero pra minha composi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Realmente n\u00e3o \u00e9 um disco de f\u00e1cil audi\u00e7\u00e3o. Quando voc\u00ea comp\u00f5e, imagina que p\u00fablico consumir\u00e1 sua m\u00fasica ou n\u00e3o pensa nisso?<\/strong><br \/>\nTudo na minha vida, na minha carreira, na minha arte \u00e9 baseado no meu sentimento. Nunca fa\u00e7o nada proposital, planejado, visando algum interesse profissional. Meu interesse \u00e9 como viabilizar a express\u00e3o da minha criatividade. N\u00e3o componho pela minha profiss\u00e3o. Componho por mim, e a minha profiss\u00e3o \u00e9 o resultado disso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Qual foi o peso do Marcelo Camelo na concep\u00e7\u00e3o deste disco?<\/strong><br \/>\nEle teve uma influ\u00eancia muito grande em todos os aspectos. No emocional, ele sempre me incentivou muito e respeitou as coisas que eu fazia. Na hora dos arranjos, por exemplo, ele sempre tinha uma resposta para aquilo que eu n\u00e3o sabia. Mas, se eu sabia, ele sempre procurava o melhor jeito de executar aquele sopro de ideia que eu tinha. Ele, como m\u00fasico e produtor, \u00e9 excepcional. E, como companheiro de vida, tem um papel determinante.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Todo mundo est\u00e1 acostumado a te ver tocando viol\u00e3o, mas neste disco voc\u00ea toca muitos outros instrumentos. Como voc\u00ea chegou nesse n\u00edvel?<\/strong><br \/>\nPra mim, sempre foi muito natural tocar instrumentos, sempre fiz isso em casa, mas alguns eu realmente nunca tinha gravado. Outros eu nunca tinha tocado, co-mo o metalofone, mas tinha uma ideia de como era, e foi s\u00f3 fazer na pr\u00e1tica. Nosso m\u00e9todo de grava\u00e7\u00e3o era muito convidativo pra isso. Deix\u00e1vamos todos os instrumentos montados e \u00edamos, m\u00fasica por m\u00fasica, desenvolvendo cada detalhe, cada pedacinho.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Quanto \u00e0s letras, voc\u00ea novamente optou por fazer parte delas em portugu\u00eas e parte em ingl\u00eas. Voc\u00ea ainda n\u00e3o se decidiu em qual idioma prefere compor ou a ideia \u00e9 sempre usar os dois mesmo?<\/strong><br \/>\nIsso reflete o modo como conduzo as coisas na minha vida e na minha carreira. Procuro muito fugir de predisposi\u00e7\u00f5es. A obriga\u00e7\u00e3o de fazer uma coisa ou outra s\u00f3 limita o artista. Vou simplesmente fazendo, e o que sai eu banco. A mistura dos idiomas surge naturalmente. N\u00e3o me privo de desenvolver alguma coisa que me aparece. Nos \u00faltimos meses, tenho escrito s\u00f3 em portu-gu\u00eas, mas n\u00e3o sei se na semana que vem vou escrever em ingl\u00eas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00ea criou um blog pra contar como estava sendo o dia a dia das grava\u00e7\u00f5es do novo disco. A internet, que te lan\u00e7ou, continua sendo uma ferramenta fundamental na divulga\u00e7\u00e3o do seu trabalho?<\/strong><br \/>\nSem d\u00favida. No segundo disco, eu tinha deixado a internet um pouco de lado. Sei l\u00e1, me concentrei em outras coisas. Mas a internet, pra mim, funciona como um jeito muito direto, r\u00e1pido e pr\u00e1tico de divulgar a minha arte e o conte\u00fado que produzo. Meu dia a dia \u00e9 muito criativo, e gosto de expor isso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>As m\u00fasicas deste disco v\u00e3o possibilitar uma boa adapta\u00e7\u00e3o para o show?<\/strong><br \/>\nJ\u00e1 estamos ensaiando o show, o Marcelo est\u00e1 me ajudando na dire\u00e7\u00e3o musical. Estamos tentando passar as m\u00fasicas do disco para o show com a maior fidelidade poss\u00edvel. Mas, pela quantidade de m\u00fasicos, a gente acaba tendo que re-arranjar algumas m\u00fasicas. A gente se diverte pra caramba, e \u00e9 uma oportunidade de fazer uma coisa mais bonita ainda.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">*******<\/p>\n<p>Marcos Paulino \u00e9 jornalista e editor do caderno\u00a0<a href=\"http:\/\/www.mundoplug.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Plug<\/a>, do jornal\u00a0<a href=\"http:\/\/www.gazetadelimeira.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Gazeta de Limeira<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-10450\" style=\"border: 1px solid black;\" title=\"pitanga\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/11\/pitanga.jpg\" alt=\"\" width=\"388\" height=\"350\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/11\/pitanga.jpg 388w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/11\/pitanga-300x270.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 388px) 100vw, 388px\" \/><br \/>\n<strong>\u201cPitanga\u201d, Mallu Magalh\u00e3es (Sony Music)<br \/>\npor <a href=\"http:\/\/twitter.com\/#!\/screamyell\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Marcelo Costa<\/a><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cPode falar que eu n\u00e3o ligo, agora amigo, eu t\u00f4 em outra\u201d, canta Mallu Magalh\u00e3es na faixa que abre \u201cPitanga\u201d, seu terceiro \u00e1lbum, can\u00e7\u00e3o em que a pequena musa ainda se intitula \u201cVelha e Louca\u201d. \u00c9 meio dif\u00edcil fugir dos clich\u00eas que envolvem Mallu (a jovem idade, o namoro com Marcelo Camelo, sua autodefesa em forma de postura nonsense), mas ela mesma come\u00e7a a enfrent\u00e1-los de frente transformando este novo \u00e1lbum em um pequeno passo para sua maturidade musical (e, por que n\u00e3o, pessoal).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Singela e deliciosamente sincera, \u201cVelha e Louca\u201d \u00e9 quase uma carta de inten\u00e7\u00f5es em que Mallu brinca com seu alcance de voz diminuto (\u201cRespiro fundo e canto mesmo que um tanto rouca\u201d), seu jeito sem jeito de bobo da corte indie pop nacional (\u201cO que tenho de torta, eu tenho de feliz\u201d, numa cita\u00e7\u00e3o atravessada de \u201cBalada do Louco\u201d, de Arnaldo Baptista) enquanto divertidamente d\u00e1 de ombros aos detratores (\u201cNem vem tirar meu riso frouxo com algum conselho que hoje eu passei batom vermelho\u201d).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Despir-se publicamente (excetuando capas da Playboy, mulheres fruta e participantes de reality shows) \u00e9 tanto um ato de coragem quanto uma forma de defesa (quando n\u00e3o um ato de desespero \u2013 basta ouvir \u201cLoki?\u201d, de Arnaldo Baptista \u2013 de novo), e Mallu impressiona ao desarmar o ouvinte quando, por exemplo, canta \u201cEu me pergunto o que \u00e9 que eu fiz, vai ver eu n\u00e3o fiz mesmo nada \/ Eu penso tanto em desistir, mas afinal n\u00e3o ganhei nada\u201d (de \u201cOlha S\u00f3 Moreno\u201d, declara\u00e7\u00e3o de amor ao namorado \u2013 e a si pr\u00f3pria).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com produ\u00e7\u00e3o de Marcelo Camelo, que toca (bateria, guitarra, congas, piano, metalofone chocalhos, alfaia, sinos e mais um punhado de coisas) em dez das doze faixas do \u00e1lbum, \u201cPitanga\u201d n\u00e3o avan\u00e7a musicalmente um mil\u00edmetro sequer ao que Mallu lan\u00e7ou em seus dois discos anteriores, muito pelo contr\u00e1rio: h\u00e1, principalmente na primeira \u00f3tima metade do \u00e1lbum, quase uma redu\u00e7\u00e3o\/simplifica\u00e7\u00e3o de sua m\u00fasica, cuja base ainda \u00e9 o folk e, agora mais do que nunca, o samba (\u00e0s vezes um jazzinho).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 tudo comovedoramente transparente. A m\u00fasica \u00e9 simples, delicada, quase primitiva, mesmo com as alegorias circenses de teclas e percuss\u00e3o. Tematicamente surgem as primeiras ranhuras no cora\u00e7\u00e3o (\u201cN\u00e3o diga que eu lhe trato mal \/ Eu tento tanto te fazer feliz \/ Mas acontece que sou desastrada\u201d, da bonita \u201cCena\u201d), sensualidade (\u201cQuero virar sua pele, quero fazer uma capa, quero tirar sua roupa\u201d, de \u201cSambinha Bom\u201d) e vest\u00edgios da patrulha da sociedade (\u201cTalvez eu seja pequena \/ Lhe cause tanto problema \/ Que j\u00e1 n\u00e3o lhe cabe me cuidar\u201d, belo refr\u00e3o da arrastada \u201cPor Que Voc\u00ea Faz Assim Comigo?\u201d).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cYouhuhu\u201d e \u201cHighly Sensitive\u201d chocam a Mallu de quatro anos atr\u00e1s com a atual numa mesma melodia enquanto as baladinhas \u201cLonely\u201d (mais suave e em que ela volta a exibir sua inseguran\u00e7a atrav\u00e9s de m\u00e3os desajeitadas) e \u201cIn The Morning\u201d (mais alegre, com Mallu ao piano, glockenspiel e metalofone e Kassin na guitarra) ajudam a tornar a paisagem da segunda metade do \u00e1lbum mais contemplativa&#8230; e cansativa (passar por \u201c\u00d4 Ana\u201d e o haikai \u201cCais\u201d \u2013 as duas \u00faltimas faixas do \u00e1lbum \u2013 \u00e9 tarefa bastante \u00e1rdua).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ainda assim, o saldo final de \u201cPitanga\u201d \u00e9 positivo e prev\u00ea um futuro promissor. Mas calma l\u00e1, n\u00e3o coloquem a cabe\u00e7a do cr\u00edtico na guilhotina: n\u00e3o estamos falando do disco do ano ou algo do g\u00eanero, mas sim de uma compositora que come\u00e7a a soar convincente. Paradoxalmente, \u201cPitanga\u201d, apesar de soar economicamente retro, \u00e9 o primeiro passo de Mallu Magalh\u00e3es em dire\u00e7\u00e3o a algo. O p\u00fablico vai ter que esperar mais um pouco para descobrir o que ser\u00e1 esse algo. Por enquanto essa espera basta.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-10447 aligncenter\" title=\"mallu4\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/11\/mallu4.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"603\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/11\/mallu4.jpg 600w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/11\/mallu4-150x150.jpg 150w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/11\/mallu4-298x300.jpg 298w\" sizes=\"(max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">*******<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Marcelo Costa \u00e9 editor do Scream &amp; Yell e assina o blog\u00a0<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/\" target=\"_self\">Calmantes com Champagne<\/a><\/p>\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m:<\/strong><br \/>\n&#8211; Entrevista (2009): Mallu Magalh\u00e3es fala sobre o segundo disco para Marcos Paulino (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2009\/12\/17\/entrevista-mallu-magalhaes\/\">aqui<\/a>)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"por Marcos Paulino e Marcelo Costa\n&#8220;Tudo na minha vida, na minha carreira, na minha arte \u00e9 baseado no meu sentimento&#8221;, diz Mallu em entrevista ao Scream &#038; Yell\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2011\/11\/02\/mallu-magalhaes-fala-sobre-pitanga\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":5,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[1076],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10444"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=10444"}],"version-history":[{"count":12,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10444\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":43343,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10444\/revisions\/43343"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=10444"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=10444"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=10444"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}