{"id":10253,"date":"2011-10-23T19:39:21","date_gmt":"2011-10-23T21:39:21","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=10253"},"modified":"2023-03-29T01:02:56","modified_gmt":"2023-03-29T04:02:56","slug":"musica-suck-it-and-see-arctic-monkeys","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2011\/10\/23\/musica-suck-it-and-see-arctic-monkeys\/","title":{"rendered":"CD: Suck It And See, Arctic Monkeys"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-10254\" style=\"border: 1px solid black;\" title=\"suck\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/10\/suck.jpg\" alt=\"\" width=\"450\" height=\"450\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/10\/suck.jpg 450w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/10\/suck-150x150.jpg 150w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/10\/suck-300x300.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 450px) 100vw, 450px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>por <a href=\"http:\/\/palandi.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Eduardo Palandi<\/a><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Imagine a seguinte situa\u00e7\u00e3o: voc\u00ea \u00e9 jovem, bonito, rico, famoso, namora uma das mulheres mais bonitas do mundo. Sua banda vem numa evolu\u00e7\u00e3o fant\u00e1stica, o \u00faltimo disco \u00e9 uma obra-prima, e j\u00e1 est\u00e1 na hora de gravar o pr\u00f3ximo. O que voc\u00ea faz?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com esse cen\u00e1rio, dif\u00edcil pensar em algu\u00e9m que quisesse estar na pele de Alex Turner, l\u00edder dos Arctic Monkeys, no in\u00edcio do ano. Por mais que a recep\u00e7\u00e3o de &#8220;Humbug&#8221;, de 2009, tenha dividido cr\u00edtica e p\u00fablico, ele parecia, com raz\u00e3o, satisfeito e tranquilo. E foi nesse clima que surgiu &#8220;Suck It And See&#8221; (&#8220;Pague Para Ver&#8221;), quarto disco dos garotos de Sheffield.<\/p>\n<p align=\"center\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/zsniqw4zNSs\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/zsniqw4zNSs\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O t\u00edtulo em si j\u00e1 sugere uma resposta do quarteto a quem achava que eles iriam amarelar: ao inv\u00e9s de sentir medo ou desistir, os garotos de Sheffield aumentavam a aposta, como um all-in no p\u00f4quer ou um meio-pau no truco, topando o desafio. Desafio esse que \u00e9 anunciado j\u00e1 na letra de &#8220;She&#8217;s Thunderstorms&#8221;, a faixa que abre o \u00e1lbum: ela \u00e9 uma tempestade e ele se sente um idiota, provavelmente pela forma como \u00e9 tratado. Mas ele sabe que ela o completa, como a noite faz com o dia, mesmo em lugares estranhos e distantes. A bateria marcial, com duas marca\u00e7\u00f5es, amarra a m\u00fasica e segura a ginga (!!!) dela.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essa tens\u00e3o \u00e9 uma constante na primeira metade de &#8220;Suck It And See&#8221;: n\u00e3o h\u00e1 cad\u00eancia nas m\u00fasicas, o que d\u00e1 a sensa\u00e7\u00e3o de um para-e-anda que chega a incomodar, como no tr\u00e2nsito engarrafado. Na faixa seguinte, &#8220;Black Treacle&#8221;, o narrador se sente deslocado, como se estivesse incomodando a namorada, um amigo, ou mesmo um parente, e quer resolver isso: pergunta qual \u00e9 o problema, se ele est\u00e1 acabando com a divers\u00e3o, se pode fazer alguma coisa. \u00c9 a maturidade sem acomoda\u00e7\u00e3o aparecendo, como a banda j\u00e1 havia mostrado em &#8220;Humbug&#8221;. Mesmo que o rock\u00e3o &#8220;Brick by Brick&#8221;, que vem depois, insinue alguma daquela irresponsabilidade juvenil dos primeiros discos.<\/p>\n<p align=\"center\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/riV77WoFCBw\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/riV77WoFCBw\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Primeira m\u00fasica de &#8220;Suck It And See&#8221; a ser divulgada, &#8220;Brick by Brick&#8221; continua no para-e-anda, que agora parece ser uma brincadeira da banda: ela quer construir, destruir, reconstruir, quer o amor, a alma, o rock and roll. N\u00e3o \u00e9 uma bobagem, tampouco uma declara\u00e7\u00e3o de princ\u00edpios, mas parece ser uma esp\u00e9cie de editorial do disco: os Arctic Monkeys querem que voc\u00ea SINTA alguma coisa com eles, querem lhe provocar alguma coisa com as m\u00fasicas \u2013 que s\u00e3o os tijolos em quest\u00e3o. Esteja avisado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um pouco mais de flu\u00eancia come\u00e7a a aparecer em &#8220;The Hellcat Spangled Shalalala&#8221;, mas n\u00e3o espere muita coes\u00e3o: os versos s\u00e3o do baixo e o &#8220;shalalala&#8221; do refr\u00e3o \u00e9 de uma guitarra que parece ter sa\u00eddo de um disco do soturno p\u00f3s-punk ingl\u00eas de 25 anos atr\u00e1s. \u00c9 um tributo descarado aos bruxos do Killing Joke, tanto nisso quanto no verso &#8220;eu tirei as pilhas do meu misticismo e as coloquei no meu bon\u00e9 pensante&#8221;, marcando a vit\u00f3ria da raz\u00e3o sobre o imponder\u00e1vel em uma discuss\u00e3o de relacionamento. Discuss\u00e3o, ali\u00e1s, que pode mesmo ter acontecido: pouco depois do lan\u00e7amento de &#8220;Suck It And See&#8221;, Alex Turner e sua musa Alexa Chung terminaram um namoro de quatro anos.<\/p>\n<p align=\"center\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/YxNSjppLWeQ\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/YxNSjppLWeQ\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Novamente solteiro, Alex queria mais rock and roll, como \u00e9 expl\u00edcito em &#8220;Don&#8217;t Sit Down &#8216;Cause I Moved Your Chair&#8221;, cheia de guitarras ferozes e um &#8220;YEAH YEAH YEAH&#8221; no refr\u00e3o que convida o ouvinte a perder a linha. A letra \u00e9 um exerc\u00edcio de surrealismo, com espelhos quebrados, fogueiras, macarenas (!!!) e lutas de kung-fu sobre patins. Tente ouvi-la no carro sem pisar no acelerador at\u00e9 o fim do curso do pedal durante o refr\u00e3o.  &#8220;Library Pictures&#8221;, que vem depois, \u00e9 a \u00faltima can\u00e7\u00e3o a fazer uso do para-e-volta, e sua letra desconexa s\u00f3 sugere uma coisa: os Arctic Monkeys gostam do caos. Para surpresa geral, \u00e9 ela quem abre as apresenta\u00e7\u00f5es da atual turn\u00ea, num volume alt\u00edssimo, provavelmente para deixar a plateia feliz, suada e se perguntando &#8220;que diabos \u00e9 isso?&#8221; j\u00e1 de sa\u00edda.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Finda a parte ca\u00f3tica de &#8220;Suck It And See&#8221;, &#8220;All My Own Stunts&#8221; \u00e9 outra m\u00fasica com forte conex\u00e3o com o p\u00f3s-punk. A letra mostra que, se Edgar Allan Poe fora a inspira\u00e7\u00e3o para &#8220;Humbug&#8221;, Alex Turner viu muitos filmes nos \u00faltimos dois anos. Depois de se comparar a Sundance Kid em &#8220;Black Treacle&#8221;, o vocalista agora fala de ter dubl\u00eas em sua vida, talvez por querer apagar os erros de algumas &#8220;cenas&#8221; passadas. Coincid\u00eancia ou n\u00e3o, Josh Homme, o &#8220;diretor&#8221; do disco passado, d\u00e1 uma for\u00e7a nessa can\u00e7\u00e3o, que faz a transi\u00e7\u00e3o para o lado rom\u00e2ntico do disco.<\/p>\n<p align=\"center\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/h1vYbHHhqYE\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/h1vYbHHhqYE\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Romance? Sim, e \u00e9 de chorar. Come\u00e7a com &#8220;Reckless Serenade&#8221;, cujos detalhes da letra merecem ser analisados com mais calma: modelos em topless agitando bandeiras, beijos em que os dentes colidem, mensagens na secret\u00e1ria eletr\u00f4nica, serenatas despreocupadas que ele ouve quando ela passa&#8230; e o verso &#8220;agora estou aqui pensando como \u00e9 que deveria ser&#8221;. &#8220;Reckless Serenade&#8221; \u00e9 praticamente a vers\u00e3o Arctic Monkeys de &#8220;Garota de Ipanema&#8221;, e \u00e9 fant\u00e1stico ver que, enquanto o indie-sambinha brasileiro se arrasta sem chegar a lugar nenhum, at\u00e9 a tem\u00e1tica da boa m\u00fasica brasileira \u00e9 surrupiada com categoria por gringos talentosos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A paix\u00e3o continua em &#8220;Piledriver Waltz&#8221;, que saiu antes, na trilha do filme &#8220;Submarine&#8221;, e foi regravada para o disco. Com parte do andamento em 3\/4 (o compasso de uma valsa), ela traz o amor de uma maneira mais simples, como que pelos olhos do pr\u00e9-adolescente que protagoniza o filme \u2013 a ampulheta e o tempo que n\u00e3o chega, o canh\u00e3o de onde ele vai ser disparado pela garota, o golpe de luta-livre.<\/p>\n<p align=\"center\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/auJ4bpMJaxo\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/auJ4bpMJaxo\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mais madura \u00e9 &#8220;Love is a Laserquest&#8221;, um acerto de contas com a ex-namorada, depois de um final tram\u00e1tico.  Quem explica isso de forma brilhante \u00e9 Gabriel Garcia, do blog <a href=\"http:\/\/pipercubclub.wordpress.com\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Piper Cub Clu<\/a>b: A m\u00fasica come\u00e7a com nosso her\u00f3i perguntando: &#8220;voc\u00ea ainda se sente mais jovem do que acharia que estaria agora? ou voc\u00ea j\u00e1 come\u00e7ou a se sentir velha, querida?&#8221;, para depois concluir: N\u00e3o se preocupe, tenho certeza que voc\u00ea ainda destr\u00f3i cora\u00e7\u00f5es com a efici\u00eancia que &#8220;apenas a juventude pode suportar&#8221;. Perfeito.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ela achava que o amor era como brincar de Laserquest. Para quem n\u00e3o conhece, trata-se de uma esp\u00e9cie de paintball, mas ao inv\u00e9s de tinta, a muni\u00e7\u00e3o \u00e9 um laser infravermelho, que faz seu colete apitar quando atingido. Para ela, o amor \u00e9 um jogo dentro de um lugar escuro, no qual as pessoas atiram umas nas outras.  E nesse jogo, todos n\u00f3s perdemos, cedo ou tarde. Ent\u00e3o, o her\u00f3i admite: \u201cvou fingir que voc\u00ea era apenas mais uma paix\u00e3o\u201d, um autoengano que sucumbe depois de dois versos: &#8220;N\u00e3o consigo pensar em nada para sonhar, n\u00e3o consigo achar um lugar para me esconder&#8221;. O final \u00e9 amargo, com o protagonista transformado em algu\u00e9m \u201cpipe and slippers and rocking chair\u201d, um sujeito que ficou velho mais cedo do que deveria.<\/p>\n<p align=\"center\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"600\" height=\"340\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/56Vgbk1716k\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"600\" height=\"340\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/56Vgbk1716k\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Felizmente para ele, a faixa-t\u00edtulo \u00e9 um recome\u00e7o. Ela \u00e9 mais rara que um refrigerante de flores, enquanto as garotas n\u00e3o passam de limonada. Ela tem a cara de quem diz &#8220;baby, eu fui feita para partir seu cora\u00e7\u00e3o&#8221;. A saia dela n\u00e3o \u00e9 uma saia, mas uma escopeta, e o beijo dela faz vincos na chuva. Ele est\u00e1 apaixonado de novo: coloca seu cora\u00e7\u00e3o machucado numa can\u00e7\u00e3o e, conformado, pede: &#8220;seja cruel comigo, porque eu sou bobo por voc\u00ea&#8221;. Voc\u00ea, caro leitor(a),  j\u00e1 passou por isso, e n\u00f3s (eu e voc\u00ea) sabemos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fechando o disco, &#8220;That&#8217;s Where You&#8217;re Wrong&#8221; mostra que o amor do passado ficou, enfim, no passado. Ela manda beijos e ele dispara: &#8220;N\u00e3o leve para o lado pessoal, voc\u00ea n\u00e3o \u00e9 a \u00fanica que o tempo enganou, querida&#8221;. \u00c9 a paz de volta, o sol brilhando novamente e encerrando um disco que n\u00e3o desce de primeira, em que o ouvinte trava uma luta de onze rounds e, no final, os dois lados saem vencedores. Por isso mesmo, um disco nota 10, feito para n\u00e3o tirar conclus\u00f5es precipitadas e que mostra que os Arctic Monkeys s\u00e3o, hoje, a melhor banda do planeta. Se voc\u00ea duvida, pague para ouvir.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-10255\" title=\"articmonkeys\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/10\/articmonkeys.jpg\" alt=\"\" width=\"605\" height=\"476\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/10\/articmonkeys.jpg 605w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/10\/articmonkeys-300x236.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 605px) 100vw, 605px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">* Eduardo Palandi, 29, \u00e9 conservador, cat\u00f3lico e de direita.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\"><strong>Leia tamb\u00e9m<\/strong><\/span><br \/>\n&#8211; \u201cWhatever People Say I Am, That\u2019s What I\u2019m Not\u201d, Arctic Monkeys, por Juliana Zambelo (<a href=\"http:\/\/www.screamyell.com.br\/musicadois\/arcticmonkeys.htm\" target=\"_self\" rel=\"noopener\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; \u201cFavourite Worst Nightmare\u201d (<a href=\"..\/2007\/04\/12\/o-arctic-monkeys-continua-o-mesmo\/\">aqui<\/a>), \u201cHumbug\u201d (<a href=\"..\/2009\/09\/17\/arctic-monkeys-dead-weather-brakes\/\">aqui<\/a>) e \u201cAt The Apollo\u201d (<a href=\"..\/2010\/01\/17\/diana-krall-arctic-monkeys-elvis-presley\/\">aqui<\/a>), por Mac<br \/>\n&#8211; Arctic Monkeys em S\u00e3o Paulo: sem punch, mas com pretendentes a cl\u00e1ssico, por Mac (<a href=\"..\/..\/blog\/2007\/10\/29\/bjork-brilha-no-fraco-tim-festival-2007-em-sao-paulo\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Como o Arctic Monkeys salvou o rock com &#8220;Humbug&#8221;, por Eduardo Palandi (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2011\/01\/12\/como-o-arctic-monkeys-salvou-o-rock\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Arctic Monkeys no FIB 2011: uma banda em busca de seu pr\u00f3prio som, por Mac (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/tag\/fib2011\">aqui<\/a>)<br \/>\n&#8211; Top 5 Festival Benic\u00e0ssim 2011 por Marcelo Costa, L\u00facio Ribeiro, Bruno Dias e mais (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/tag\/fib2011\">aqui<\/a>)<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>PROMO\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"color: #ff0000;\">O poster <\/span><span style=\"color: #ff0000;\"> (<a href=\"http:\/\/www.facebook.com\/photo.php?fbid=131122263653290&amp;set=a.112645418834308.16813.100002665516951&amp;type=3&amp;theater\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">esse daqui<\/a>) <\/span><\/strong><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>sorteado pelo Scream &amp; Yell, em parceria com a <a href=\"http:\/\/velvetcds.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Velvet CDs<\/a>, \u00e9 de 85: Bernardo<\/strong><br \/>\n<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"por Eduardo Palandi\nComo um &#8220;meio-pau&#8221; no truco, os garotos de Sheffield aumentam a aposta em seu quarto \u00e1lbum. Vai encarar o desafio?\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2011\/10\/23\/musica-suck-it-and-see-arctic-monkeys\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":125,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10253"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/125"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=10253"}],"version-history":[{"count":12,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10253\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":73667,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10253\/revisions\/73667"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=10253"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=10253"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=10253"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}