{"id":1008,"date":"2009-03-21T10:43:19","date_gmt":"2009-03-21T13:43:19","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=1008"},"modified":"2023-03-28T23:42:37","modified_gmt":"2023-03-29T02:42:37","slug":"entrevista-publica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2009\/03\/21\/entrevista-publica\/","title":{"rendered":"Entrevista: P\u00fablica"},"content":{"rendered":"<p style=\"TEXT-ALIGN: center\"><strong><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-1009\" title=\"publica_1\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2009\/03\/publica_1.jpg\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"390\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2009\/03\/publica_1.jpg 500w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2009\/03\/publica_1-300x234.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/strong><\/p>\n<p style=\"TEXT-ALIGN: center\"><strong>Por Nuno Manna<\/strong><\/p>\n<p style=\"TEXT-ALIGN: justify\">Em oito anos de banda, o P\u00fablica se destacou em meio \u00e0s bandas ga\u00fachas, desenvolveu sua proposta musical indie-brit-rock, lan\u00e7ou um disco em 2006, concorreu a pr\u00eamio no VMB e foi elogiado pela Rolling Stone Brasil. &#8220;Temos uma cena restrita e pseudo auto-suficiente, mas que na pr\u00e1tica est\u00e1 com os dias contados&#8221;, diz o vocalista Pedro Metz, se referindo \u00e0 crescente necessidade de se viajar para desenvolver seu trabalho. Mas essa preocupa\u00e7\u00e3o marca n\u00e3o s\u00f3 a constata\u00e7\u00e3o de uma nova realidade mercadol\u00f3gica, bem como um momento importante na carreira do grupo. Pouco tempo depois do lan\u00e7amento do seu segundo disco, &#8220;Como Num Filme Sem Um Fim&#8221;, a banda parece estar preparada para a avalanche que espera.<\/p>\n<p style=\"TEXT-ALIGN: justify\">Foi fazendo uma revis\u00e3o pessoal e musical que o P\u00fablica rendeu um disco grande, encorpado e mais maduro. Mostra em suas can\u00e7\u00f5es uma preocupa\u00e7\u00e3o de composi\u00e7\u00e3o de quem n\u00e3o est\u00e1 s\u00f3 brincando com possibilidades e vendo no que vai dar no final.\u00a0 Se o rock ga\u00facho ganhou destaque nessa \u00faltima d\u00e9cada, talvez &#8220;Como Num Filme Sem Um Fim&#8221; seja um grande passo para que o &#8220;ga\u00facho&#8221; caia em desuso; e ent\u00e3o o P\u00fablica ultrapasse os limites de uma cena e se torne &#8220;s\u00f3&#8221; rock.<\/p>\n<p style=\"TEXT-ALIGN: justify\">&#8220;Como Num Filme Sem Um Fim&#8221; \u00e9 uma resposta a um processo. Sejam lembran\u00e7as dolorosas ou a nostalgia de uma inf\u00e2ncia, cada can\u00e7\u00e3o remete a experi\u00eancias que se passaram, mas que ainda se fazem presentes nas vidas dos integrantes. Ent\u00e3o, tudo isso \u00e9 reprocessado e devolvido de forma reflexiva. \u00c9 tamb\u00e9m o que acontece com uma bagagem musical acumulada pela banda. Timbres, estruturas e estilos viram refer\u00eancias, que s\u00e3o ent\u00e3o reapropriadas criativamente.<\/p>\n<p style=\"TEXT-ALIGN: justify\">No come\u00e7o da primeira faixa ouve-se o som de algo sendo tocado ao contr\u00e1rio. O motivo que surge dali remete ao que se descobrir\u00e1 ser a \u00faltima m\u00fasica do disco. Ser\u00e1 s\u00f3 numa segunda audi\u00e7\u00e3o, portanto, que o ouvinte descobrir\u00e1 que a met\u00e1fora contida no t\u00edtulo j\u00e1 se iniciava \u2013 e se completava \u2013 naqueles primeiros segundos. Ao ligar as duas pontas do seu disco, o P\u00fablico revela o circulo que funda suas can\u00e7\u00f5es. E ent\u00e3o, a segunda audi\u00e7\u00e3o ser\u00e1 ainda maior que a primeira. &#8220;Como Num Filme Sem Um Fim&#8221; \u00e9, por tudo isso, um disco que pretende fervorosamente ser ouvido v\u00e1rias vezes.<\/p>\n<p style=\"TEXT-ALIGN: justify\">A banda se formou em 2001 em Porto Alegre, reunindo caras com afinidades musicais: Beatles, Stone Roses, Strokes, Television, Smiths, Oasis, David Bowie, Supergrass, Radiohead, Rolling Stones, s\u00e3o influ\u00eancias assumidas pra quem quiser ouvir. Em um est\u00fadio montado numa casa de campo em Tr\u00eas Coroas, no interior do Rio Grande do Sul, o quinteto (que ainda conta com Assis na guitarra, Jo\u00e3o Amaro no piano, Cacha\u00e7a na bateria e Guilherme no baixo) gravou as 11 faixas do primeiro disco, &#8220;Polaris&#8221;, lan\u00e7ado em 2006.<\/p>\n<p style=\"TEXT-ALIGN: justify\">Depois de certo sucesso, o P\u00fablica, dando mais uma volta na sua espiral, voltou \u00e0 mesma casa para se concentrar na grava\u00e7\u00e3o de 11 novas can\u00e7\u00f5es, em abril de 2008. &#8220;Como Num Filme Sem Um Fim&#8221; foi disponibilizado para download no fim do ano passado (baixe aqui: <a href=\"http:\/\/www.publicaoficial.com\/\">www.publicaoficial.com<\/a>), e lan\u00e7ado fisicamente em janeiro. O CD vem acompanhado de um DVD com o document\u00e1rio &#8220;Casa da Esquina 23&#8221; que registrou as grava\u00e7\u00f5es do \u00e1lbum e a paisagem inspiradora da serra ga\u00facha. Em entrevista ao Scream &amp; Yell, Pedro Mertz se revela satisfeito com as conquistas da banda, muito bem resolvido com seu projeto musical, e com inten\u00e7\u00f5es de levar o grupo a um pr\u00f3ximo est\u00e1gio. Chega da paz e do sil\u00eancio da casa de campo de Tr\u00eas Coroas. \u00c9 hora de fazer barulho.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-1010 aligncenter\" title=\"publica_2\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2009\/03\/publica_2.jpg\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"280\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2009\/03\/publica_2.jpg 500w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2009\/03\/publica_2-300x168.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/p>\n<p style=\"TEXT-ALIGN: justify\"><strong>&#8220;Como Num Filme Sem Um Fim&#8221; est\u00e1 marcado por alguns contrastes: o pop e o underground, o ing\u00eanuo e o obscuro, o simples e o elaborado. Existe uma inten\u00e7\u00e3o?<\/strong><\/p>\n<p style=\"TEXT-ALIGN: justify\">Sim, existe. Quando come\u00e7amos a fazer este disco n\u00e3o t\u00ednhamos um tema ou uma id\u00e9ia fechada. Com o passar do tempo notamos que as primeiras faixas que arranjamos eram as mais loucas do disco. Sentimos a necessidade de equilibrar com faixas mais pop\u2019s. Quer\u00edamos realmente esta separa\u00e7\u00e3o &#8220;Lado A&#8221; e &#8220;Lado B&#8221;, porque temos uma versatilidade musical que precisava ser mostrada. Fora a parte musical, como tu bem reparaste, tamb\u00e9m existe a quest\u00e3o das letras, ora ing\u00eanuas, ora abstratas, nostalgicamente esperan\u00e7osas. No document\u00e1rio (&#8220;Casa da Esquina 23&#8221;) que vem junto com o disco falamos bastante sobre isso, sobre temas que parecem opostos mas que na verdade s\u00e3o complementares.\u00a0<br \/>\n\u00a0<br \/>\n<strong>Pra voc\u00ea, qual \u00e9 o melhor exemplo de \u201cLado A\u201d e de \u201cLado B\u201d do disco?<\/strong><\/p>\n<p style=\"TEXT-ALIGN: justify\">Acho que se houvesse uma separa\u00e7\u00e3o efetiva, ficaria &#8220;Quarto das Armas&#8221;, &#8220;Casa Abandonada&#8221;, &#8220;Sess\u00e3o da Tarde&#8221; e &#8220;H\u00e1 Dez Anos ou Mais&#8221; como lado A, e &#8220;Vozes&#8221;, &#8220;Justiceiro&#8221; e &#8220;Luzes&#8221; como lado B. &#8220;Can\u00e7\u00e3o de Ex\u00edlio&#8221;, &#8220;1996&#8221;, &#8220;\u00daltimo Andar&#8221; e &#8220;Como Num Filme Sem Um Fim&#8221; ficam no meio, depende do ponto de vista do ouvinte. S\u00e3o elas que d\u00e3o o tom do disco, as que cont\u00eam os opostos.<\/p>\n<p style=\"TEXT-ALIGN: justify\"><strong>H\u00e1 uma proximidade em certos aspectos entre a m\u00fasica de voc\u00eas e a de bandas gringas contempor\u00e2neas como Franz Ferdinand e Strokes. Isso diz mais de uma sintonia com tend\u00eancias atuais e do compartilhamento de influ\u00eancias em comum, ou \u00e9 uma aproxima\u00e7\u00e3o consciente e deliberada?<\/strong><\/p>\n<p style=\"TEXT-ALIGN: justify\">Acho que a primeira suposi\u00e7\u00e3o \u00e9 mais acertada hoje em dia, mas obviamente tamb\u00e9m fomos afetados pelo \u2018arrast\u00e3o strokes\u2019 pelos idos de 2002, 2003. N\u00e3o vejo tanta semelhan\u00e7a entre n\u00f3s e estas bandas citadas, alguns tra\u00e7os em comum. Pessoalmente, gosto das duas, principalmente dos Strokes. Acho os 3 discos muito bons.<br \/>\n\u00a0<br \/>\n<strong>E em que ponto principal voc\u00ea acha que a m\u00fasica de voc\u00eas se difere do dessas bandas?<\/strong><\/p>\n<p style=\"TEXT-ALIGN: justify\">Em v\u00e1rios pontos, desde as letras, melodias, estrutura instrumental, vocalistas&#8230; o piano \u00e9 muito presente na P\u00fablica e praticamente ignorado por estas bandas citadas.<\/p>\n<p style=\"TEXT-ALIGN: justify\"><strong>&#8220;Como Num Filme Sem Um Fim&#8221; parece ter um clima de revis\u00e3o, de reelabora\u00e7\u00e3o no som da banda em rela\u00e7\u00e3o ao primeiro disco, de uma organiza\u00e7\u00e3o e apropria\u00e7\u00e3o mais ativa das influ\u00eancias. Isso est\u00e1 tamb\u00e9m nos temas das can\u00e7\u00f5es que falam de experi\u00eancias passadas e refletem como elas afetam voc\u00eas agora. Isso est\u00e1 relacionado com o momento da vida de voc\u00eas?<\/strong><\/p>\n<p style=\"TEXT-ALIGN: justify\">Sim. Estou com 30 anos e como fa\u00e7o quase todas as letras, isso pesou um pouco para que eu fizesse uma revis\u00e3o das coisas que tinha passado na vida. E foram coisas \u00f3timas, algumas tristes, mas hoje eu reconhe\u00e7o a import\u00e2ncia desses acontecimentos na minha forma\u00e7\u00e3o. E n\u00e3o sei se \u00e9 uma apropria\u00e7\u00e3o das influ\u00eancias ou se chegamos realmente na nossa m\u00fasica. Dif\u00edcil analisar internamente. Talvez uma coisa n\u00e3o exclua a outra n\u00e9&#8230;<br \/>\n\u00a0<br \/>\n<strong>De que forma o contexto local em que a banda nasceu se faz presente na m\u00fasica do P\u00fablica?<\/strong><\/p>\n<p style=\"TEXT-ALIGN: justify\">Nada especial. Nunca nos influenciamos pelo rock ga\u00facho. Atualmente dou muito valor ao rock feito por aqui nos anos 80, De Falla, TNT, Cascaveletes, Graforr\u00e9ia&#8230; mas quando adolescente n\u00e3o escutava e n\u00e3o foi uma influ\u00eancia ou fonte de inspira\u00e7\u00e3o para gente. Hoje sou amigo e admirador de quase todos eles. Mas nossa gera\u00e7\u00e3o surgiu com outras bandas, como Superguidis, Cartolas, Pata de Elefante, Locomotores, Planondas, Viana Moog, que s\u00e3o bandas que eu adoro. Ent\u00e3o estas bandas trazem diversas bagagens musicais e consequentemente te fazem ouvir bandas e artistas antag\u00f4nicos como Pavement e The Band, Sonic Youth e Ray Charles. E isso acaba por moldar um pouco mais a tua m\u00fasica.<\/p>\n<p style=\"TEXT-ALIGN: justify\"><strong>E de uma forma mais ampla? N\u00e3o s\u00f3 musical, mas culturalmente. Porto Alegre parece ser uma refer\u00eancia importante, como no clipe de &#8220;Lugar qualquer&#8221;. Como \u00e9 que viver em Porto Alegre afeta a obra de voc\u00eas?<\/strong><\/p>\n<p style=\"TEXT-ALIGN: justify\">Porto Alegre \u00e9 uma cidade bastante peculiar. Tem um ar meio nost\u00e1lgico, mas \u00e9 uma cidade bonita. Uma cidade que tem uma liga\u00e7\u00e3o forte com Montevid\u00e9u e Buenos Aires. Portanto ela \u00e9 uma cidade brasileira meio deslocada. O povo ga\u00facho tamb\u00e9m \u00e9 diferente. \u00c9 um povo fechado, meio desconfiado, mas hospitaleiro e amigo quando conhece os visitantes. E tem o Colorado, n\u00e9, que \u00e9 maior coisa j\u00e1 feita nessa cidade! Isso sim \u00e9 refer\u00eancia!<\/p>\n<p style=\"TEXT-ALIGN: justify\"><strong>Nessa \u00faltima d\u00e9cada o rock ga\u00facho ganhou destaque nacionalmente. Qual \u00e9 a principal contribui\u00e7\u00e3o que o rock ga\u00facho tem para o rock nacional?<\/strong><\/p>\n<p style=\"TEXT-ALIGN: justify\">Dif\u00edcil avaliar. A pr\u00f3pria obra dos artistas \u00e9 sua maior contribui\u00e7\u00e3o, porque o principal m\u00e9rito \u00e9 musical. Nunca fomos modelo de neg\u00f3cios, nem de imagem. Temos uma cena restrita e pseudo auto-suficiente, mas que na pr\u00e1tica est\u00e1 com os dias contados. Acabou o mar de rosas dos anos 80 e 90, em que as bandas n\u00e3o precisavam sair daqui para viver de m\u00fasica.<\/p>\n<p style=\"TEXT-ALIGN: justify\"><strong>E quais s\u00e3o os primeiros horizontes que voc\u00eas gostariam de explorar?<\/strong><\/p>\n<p style=\"TEXT-ALIGN: justify\">Pensamos bastante em morar em S\u00e3o Paulo. Temos discutido quase que diariamente esta possibilidade. S\u00f3 que a quest\u00e3o financeira ainda pesa muito para continuarmos aqui. Adoramos S\u00e3o Paulo e nos identificamos com a cidade, cultura, bandas amigas&#8230; o mais prov\u00e1vel \u00e9 que continuaremos morando aqui mas indo periodicamente para o centro do pa\u00eds. Na verdade tudo depende da repercuss\u00e3o do novo \u00e1lbum, que est\u00e1 bem boa at\u00e9 o momento. Vamos ver o que o futuro nos reserva.\u00a0<\/p>\n<p style=\"TEXT-ALIGN: justify\"><strong>O P\u00fablica concorreu no VMB de 2007 na categoria de &#8220;Aposta MTV&#8221;, e j\u00e1 foi chamado pela revista Rolling Stone como &#8220;the next best thing&#8221; do rock ga\u00facho e brasileiro. At\u00e9 onde se estende a pretens\u00e3o da banda e qual \u00e9 o lugar que ela quer para si na m\u00fasica?<\/strong><\/p>\n<p style=\"TEXT-ALIGN: justify\">Musicalmente estou muito contente com nossos dois discos. Esperamos fazer discos t\u00e3o bons quanto estes no futuro pr\u00f3ximo. Quanto a quest\u00e3o de visibilidade, queremos atingir o grande p\u00fablico, por mais fantasioso que isto possa parecer. Temos uma leva de cr\u00edticas positivas e um p\u00fablico que cresce e gosta cada vez mais. Nunca fomos hypados, tudo aos pouquinhos, por\u00e9m sempre pra cima. Gostaria de continuar neste caminho, pro alto e avante!<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-1011 aligncenter\" title=\"publica_3\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2009\/03\/publica_3.jpg\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"330\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2009\/03\/publica_3.jpg 500w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2009\/03\/publica_3-300x198.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/p>\n<p style=\"TEXT-ALIGN: justify\"><strong>Download<\/strong><br \/>\n&#8211; Baixe o \u00e1lbum &#8220;Como Num Filme Sem Um Fim&#8221; no <a href=\"http:\/\/www.publicaoficial.com\/\">site oficial do P\u00fablica<\/a><\/p>\n<p style=\"TEXT-ALIGN: justify\">******<\/p>\n<p style=\"TEXT-ALIGN: justify\">Nuno Manna \u00e9 jornalista e assina o blog <a href=\"http:\/\/reset.motime.com\/\">Reset<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Por Nuno Manna Em oito anos de banda, o P\u00fablica se destacou em meio \u00e0s bandas ga\u00fachas, desenvolveu sua proposta musical indie-brit-rock, lan\u00e7ou \n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2009\/03\/21\/entrevista-publica\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1008"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1008"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1008\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1013,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1008\/revisions\/1013"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1008"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1008"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1008"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}