Assista ao novo clipe de Bruno Souto

por Marcelo Costa

Em 2016, o músico Bruno Souto lançou seu segundo álbum, “Forte”, um disco cuja sonoridade dançante casava com uma verve triste, poética, mapeando um relacionamento desfeito, e olhando para frente. Sucessor do elogiado “Estado de Nuvem” (2013), estreia solo de Bruno após anos dedicados ao grupo Volver, “Forte” volta à ordem do dia com o lançamento oficial do clipe de “Madrugada”, uma das grandes canções do álbum.

Realizado pela produtora Casa Inflamável com direção de Tiago Trigo e alguns pitacos deste que vos escreve no roteiro e na edição, “Madrugada” é o segundo clipe de Bruno Souto, que destaca o processo independente em que o vídeo foi feito, “Dei meus pitacos e achei que o resultado ficou bem bacana, visto que o processo foi quase de ‘guerrilha’, sem grana, sem muito tempo, só com a vontade de toda a equipe”, conta.

Abaixo você assiste em primeira mão ao clipe de “Madrugada” (comente, curta, compartilhe). A produção contou com a atriz Mayara Dornas mais Filipe Trevisan (Direção de Fotografia), Rafael Salmazzi (Assistente de fotografia) e Beatriz Peres (Som direto e Direção de Arte), além de Tiago Trigo (Direção, Roteiro e Edição) e Marcelo Costa (Roteiro e Edição). “Forte” está disponível em streaming (Spotify, Deezer, Youtube). Assista.

“Madrugada” é seu segundo clipe, certo? Como você vê o processo de fazer um clipe, essa coisa de abrigar uma canção com imagens? E como você avalia o resultado de “Madrugada”?
Isso. É meu segundo clipe na carreira solo. Acho importante ter um material audiovisual para divulgar uma canção e aí entra a visão do diretor do clipe, do roteirista… Não faço mais por falta de grana mesmo. No caso de “Madrugada”, dei meus pitacos e achei que o resultado ficou bem bacana, visto que o processo foi quase de “guerrilha”, sem grana, sem muito tempo, só com a vontade de toda a equipe para que o clipe ficasse pronto. Só tenho a agradecer a todos os envolvidos.

Já conversamos sobre o processo de gravação de “Forte” em uma outra entrevista no Scream & Yell na época de seu lançamento, mas eu queria saber como foi a transposição do álbum para o palco. Dos shows que vi, senti que as canções do álbum ganharam um corpo mais rock and roll ao vivo.
Você está certo. No palco, a interpretação das canções sempre ganham uma pegada a mais, um ímpeto maior.

Nesse tempo você se aventurou a cantar canções do Rei Roberto Carlos, e algumas renderam uns vídeos ótimos. Como foi esse desafio de cantar Roberto & Erasmo?
Ah, a obra do Roberto Carlos é um dos pilares do cancioneiro pop brasileiro, né! A feitura dos vídeos foi algo muito no impulso, na espontaneidade. Há muito eu tenho a vontade de fazer algo mais estruturado com o repertório dele, de revisitar e tal… Eu e minha banda estamos trabalhando num projeto bem bacana, mas por hora não posso adiantar mais nada, senão estraga a surpresa (rs).

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