The Beach Boys Pós-Smile

Sob O CEL 17
Pequenas Cagadas e a Eternidade dos Beach Boys
por Carlos Eduardo Lima

Apesar das evidências fortíssimas e do consequente degringolar de ações, não dá pra alguém chegar e simplesmente dizer que tudo deu errado na carreira dos Beach Boys a partir de 1967. Foi neste fatídico ano, reza a lenda, que Brian Wilson, então em plena produção do novo disco da banda, “Smile”, literalmente queimou sua mufa. Surtou, abriu o bico, ficou lelé e perdeu sua capacidade criativa. Nem é preciso dizer que Brian era o mastermind dos Beach Boys, o sujeito que trocara a praia, os amores de verão, os carrões e o surf por temas consideravelmente mais intrincados e “difíceis”. Além disso, Brian era um enlouquecido perfeccionista, um ás do estúdio, capaz de explorar possibilidades e partir para territórios sonoros inexplorados, mesmo por sua maior fonte inspiradora, Phil Spector e sua técnica do “wall of sound”.

Dessa forma, Brian sairia de cena a partir desse ano e deixaria o resto da banda, a saber, seus irmãos mais novos Dennis e Carl Wilson, Mike Love, Al Jardine e Bruce Johnstone, completamente perdidos. Mesmo que fossem talentosos o bastante, até mesmo sem a presença de Brian, os beach boys remanescentes nunca concordaram em termos de direção musical e tinham rivalidades internas fortes. Love sempre teve uma visão mais comercial da coisa toda, procurando – e conseguindo – perceber o que passava nos corações e mentes dos fãs. Ficou evidente que prosseguir pela vereda aberta pelos experimentos de Brian era impossível. Tampouco seria conveniente retornar aos tempos dourados do início da carreira, afinal de contas, o mundo havia mudado, as pessoas não eram mais as mesmas e seria pouco provável que houvesse alguém interessado em canções como “Little Deuce Coupe” ou “All Summer Long”, que pareciam ter mil anos de idade naquele fim de década de 1960.

A banda seguiu viva, é fato. Lançou discos belos (“Sunflower”, 1971), interessantes (“Surf’s Up”, 1971 e “Carl And The Passions”, 1972) e legais (“Wild Honey”, 1968 e “Holland”, 1973) mas que nunca foram capazes de repetir o grau de brilhantismo de outrora. Brian Wilson participava esporadicamente dessas gravações, em intensidades diferentes, mas estivera envolvido com problemas sérios trazidos pelo alcoolismo, ganho de peso e fumo, além de ainda apresentar os transtornos emocionais que o tiraram do comando criativo da banda. A História, entretanto, mostra que o mundo dá voltas e, após levar um inegável passa-fora na Guerra do Vietnã em 1974, os americanos entraram numa onde de “volta às raízes” e ao que era “realmente americano”. Era o que preconizava a política do presidente Gerald Ford, vice de Richard Nixon, que renunciara ao posto por conta do escândalo de Watergate. Tempos difíceis, sem dúvida.

Como que por encanto, todos os arroubos por modernidade e liberdade, que caracterizaram aquela virada dos anos 60/70 e sua consequente falha em estabelecer algo realmente novo no mundo, gerou um movimento de retração artístico e o maior exemplo disso é o surgimento de gêneros como o bittersweet americano (ou “agridoce”, com gente como Crosby, Stills And Nash, James Taylor, Carly Simon, Carole King, portando a voz dos ex-hippies, aceitando que a vida talvez se resumisse a ter uma casa no subúrbio e criar seus filhos com amor para que eles fossem pessoas de bem) e o glam inglês, cujo mote era resgatar o que o rock’n’roll tinha em sua essência: a esbórnia. Fora com letras políticas e vivas a putaria, o sexo desenfreado e o “glamour” dos cantores e artistas como Roxy Music, David Bowie e T.Rex. Nada mais natural, certo? Nos USA, entretanto, talvez fosse mais careta achar que o certo era entrar numa onda de retorno aos anos 50, de ingenuidade, amor colegial e milk-shakes na porta dos drive-ins, mas foi exatamente o que teve mais espaço. Essa tendência já era detectada em 1973, quando um certo George Lucas lançou seu segundo longa-metragem, “American Graffiti”, chamado em terras tupis de “Loucuras de Verão”. Era um compêndio das melhores canções americanas dos anos 50 e início dos anos 60 como trilha sonora para as descobertas empreendidas por Richard Dreyfuss, Harrison Ford e Ron Howard (sim, o futuro diretor de filmes como “Apollo XIII”) nos misteriosos terrenos do amor. Entre as canções da trilha sonora, como se fossem sinais brilhantes na noite escura, lá estavam “Surfin’ Safari” e “All Summer Long”, hits primevos dos rapazes da praia.

A Capitol Records, gravadora dos sujeitos até 1969, aproveitou essa onda e, após consultar o gênio dos negócios, Mike Love, editou uma coletânea com os maiores sucessos dos Beach Boys entre 1961 e 1966. O disco se chamou “Endless Summer” e chegou ao primeiro lugar na parada da Revista Billboard. Nessa nova – velha onda, os Beach Boys embarcaram de cabeça. Fizeram shows nos USA e na Inglaterra, indo e vindo, com o repertório cada vez mais centrado nas canções mais antigas, deixando as recentes criações de lado. Em 1974 foram eleitos pela Rolling Stone como “a banda do ano”, sem ter um disco de inéditas no mercado, mas contando com o bom desempenho junto à crítica de “Holland”, seu álbum de 1973, postulante ao status de disco do ano. Não podia ser melhor, certo? Errado.

A Capitol lançaria em 1975 outra compilação de hits, “Spirit Of America”, que chegou ao sétimo lugar nas paradas ianques. Os shows dos Beach Boys, que já enfatizavam as canções antigas, passaram a quase se restringir a esse repertório, algo que irritava os irmãos Wilson, mas que garantia a popularidade da banda. Love e Jardine não pareciam se importar com essa nova injeção de fama, tanto que a demanda finalmente acenou para as gravações de um novo disco. Para a surpresa de todos, Brian Wilson encontrava-se forte o suficiente para ocupar a cadeira de produtor para este que seria o vigésimo disco de estúdio, celebrando os quinze anos de carreira dos Beach Boys. O que seria mais adequado? Seguir a maré revivalista ou se aventurar por novas composições. O resultado, ainda que pendendo para a primeira opção, foi dúbio.

“15 Big Ones”, o nome escolhido para a nova bolacha, não só acenava para o tempo de carreira da banda, como marcava o número de canções inéditas que os Beach Boys davam ao seu confuso público. Era uma mistureba de standards dos áureos tempos do rock com novas músicas próprias. Mais que isso, havia efetiva participação vocal de Brian e, dentre as canções mais antigas, duas escolhas pessoais dele: “Chapel Of Love”, hit de 1964 das Dixie Cups, produzido por Phil Spector e a soberba “Just Once In My Life”, sucesso romântico dos Righteous Brothers composto por Carole King e seu marido Gerry Goffin, que também teve pilotagem e arranjos de Spector. Brian também aproveitava para mandar um recado para os fãs na literal “It’s OK”, cantada por Dennis Wilson e Al Jardine. Mike Love se esbaldou na versão para “Rock’n’Roll Music”, clássico de Chuck Berry e viu o prestígio da banda aumentar ainda mais, embarcando em comemorações do Bicentenário dos Estados Unidos e das Olimpíadas de Montreal. A campanha do “Brian Is Back”, que ele orquestrara diante da melhora do mais velho dos irmãos Wilson, acabou por não corresponder totalmente à realidade. Brian esteve presente em “15 Big Ones”, mas o que viria depois seria algo realmente inesperado.

Entre novembro de 1976 e março de 1977, a banda lançaria um novo disco, chamado “The Beach Boys Love You”. Era um álbum quase inteiramente composto por canções e com vocais de Brian, além dos instrumentos serem igualmente tocados por ele. A reação diante de “Love You” não encontrou meio-termo: despertou ódio nos fãs, que tiveram certeza de que a sanidade de Brian havia se perdido para todo o sempre, bem como sua capacidade de cantar como antes, sendo marcado por um novo registro meio rouco, resultante da combinação fumo + goró + drogas. A outra metade de fãs entendeu que este era um disco revolucionário, que resgatava Wilson de seu limbo esquizofrênico e o recolocava no mapa de compositores e artistas relevantes do rock’n’roll. A verdade é que entender o espírito de “Love You” é uma tarefa que exige certa preparação por parte do ouvinte. É um trabalho em que canções com nomes como “Roller Skating Child”, “Solar System”, “Airplane” ou “Love Is A Woman” (interpretada por Brian em novembro de 1976 no Saturday Night Live de forma lamentável) mostram que a mente de Brian Wilson estava, para ser bem camarada, diferente. “Love You” ganhou o status de cult entre os fãs e abriu caminho para a real derrocada dos Beach Boys na segunda metade da década de 1970.

Era um tempo engraçado. “Guerra Nas Estrelas” e “Superman” no cinema. “Planeta dos Macacos” no formato de série de TV. “O Homem de Seis Milhões de Dólares”, “Hulk”, novelas globais, discoteca, black rio, Jimmy Carter e Ernesto Geisel – depois João Figueiredo no poder, início da abertura “lenta, segura e gradual”, anistia, fim de ditadura, Brasil garfado na Copa de 1978, disputada ao lado de uma prisão ativa da ditadura argentina. Tempos estranhos, não engraçados. Os Beach Boys também estavam “confusos”, para dizer o mínimo.

O disco que sucedeu “Love You” chamou-se “M.I.U.”, siglas de “Maharishi International University”. A mudança do trabalho anterior para este já dá a entender o tanto de desavenças no comando criativo da banda. Mike Love, fã da meditação transcedental do guru indiano Maharishi Manesh, achou por bem que o novo trabalho falasse sobre isso. Brian, que capitaneara instintivamente “Love You” um ano e meio antes, regrediu em sua condição e novamente estava fora de qualquer participação decisiva nos rumos da banda. Dennis Wilson estava ocupado gravando seu disco solo, “Pacific Ocean Blue”, Carl Wilson não parecia concordar com os rumos adotados e não participou efetivamente das gravações. Desse jeito, podemos dizer que “M.I.U.” foi um disco eminentemente de Mike Love e Al Jardine e que colocou em risco muito do que os Beach Boys haviam construído até então. E por que? Simples. “M.I.U.” é um disco bem fraco e irregular. Pouco traz da ingenuidade inicial ou do arrojo sonoro dos anos 60. Tampouco mostra o desejo de encontrar novo rumo musical, traço marcante das obras do início dos anos 70. É um disco de “yacht rock”, com alguns momentos geniais em meio a um modelo de canção bem desleixado. Exemplo desses lampejos aparecem na boa cover de “Come Go With Me”, dos Del Vikings, e nas brejeiras “Matchpoint Of Our Love” e “Kona Coast”, mas é muito pouco para uma banda como os Beach Boys.

O sucessor de “M.I.U.” conseguiu ser menos pior. Na verdade, “Light Album”, chamado pela banda e pelos fãs de “LA”, trazia o retorno do “sexto Beach Boy” Bruce Johnstone, afastado desde o início da década. Ainda sem Brian, “LA” já dava sinais de brilho logo na abertura, com a beleza dourada de “Good Timin'”, que encheu os fãs de esperança, pelo menos durante os pouco mais de dois minutos da canção. Na verdade, “Good Timin'” era de outros tempos, mais precisamente das sessões para o disco “Holand”. Não se sabe por que não foi lançada na época, mas, nada parecido habitava o decadente mix de meditação, “California 78”, ressaca, meia idade e falta de iniciativa musical. Em meio a esse panorama estéril, espanta que “Lady Lynda”, canção de Al Jardine que se apropria sem pudores da melodia de “Jesus Alegria Dos Homens”, de um tal de Johann Sebastian Bach, tenha se tornado um hit na Inglaterra. Ela não é nada perto dos momentos mais estranhos de “LA”. Eles aparecem em “Sumahama”, cantada por Mike Love em inglês e japonês e na versão hard disco de “Here Comes The Night”, lançada em “Wild Honey”, onze anos antes, agora sob a forma de 10 minutos e 52 segundos de desvairio baixo-bateria, algo que sepultou qualquer traço de boa vontade por parte dos fãs mais dedicados. A canção chegou a ser banida para sempre dos shows da banda, somente passando por um processo de reavaliação recente, o que não mudou muita coisa. No entanto, havia luz no fim de “LA” e ela vinha na beleza comovente de “Baby Blue”, faixa cantada com pendor por Dennis, na verdade, um outtake de seu segundo e abortado disco solo, “Bambu”.

A banda ainda lançou dois discos posteriormente, “Keeping The Summer Alive” (1980) e “Beach Boys“ (1985), este o primeiro após a morte de Dennis por afogamento em 1983. Pouco se salva desses trabalhos, mas vale destacar que a banda tocou junta no Knebworth Festival de 1980, coincidentemente com todos os integrantes originais reunidos pela última vez no palco. Para o álbum homônimo de 1985 foi recrutado o produtor Steve Levine, que havia chefiado trabalhos de bandas como Culture Club, mas o resultado não conseguiu atualizar os Beach Boys em relação ao som dos anos 80. Um bom exemplo dessa tentativa está em “Getcha Back”, faixa que abre o disco, cheia de programações de bateria, mas dona de uma melodia pra lá de simpática e clipe idem, mas que quase sai pela tangente numa apropriação quase literal de elementos de “Hungry Heart”, canção de Bruce Springsteen contida em “The River” (1980).

Devo confessar que sou fã dos Beach Boys. Mesmo nesses discos menores da banda, é possível achar pequenas pepitas de pop dourado, capazes de expressar toda a confusão e conflito presentes no grupo. O que mais chama a atenção nessa história é a total falta de sincronia em relação ao que era feito pelo chamado “senso comum”. Se a música era varrida pelo movimento punk, lá estavam os Beach Boys fazendo disco sobre meditação e gravando versão de 11 minutos de disco music. Se o certo era viajar em conceitos distópicos, lá estavam eles regravando hits dos anos 60 ou fazendo discos descuidados, mas geniais em sua gênese. O próprio Brian Wilson já dizia em 1966 que “não era feito para aqueles tempos”, título de uma de suas mais belas composições, presente em “Pet Sounds”. Logo ele, em reclusão pela maior parte das décadas de 70, 80 e 90, foi testemunha involuntária dessa confusão, tão ou maior do que provavelmente seria se ele estivesse mais envolvido na banda. O que importa é que os Beach Boys merecem seu lugar entre os gigantes do rock de todos os tempos e sempre serão sinônimo de harmonia, beleza, praia, sol e aquele verão que nunca termina, o qual eles estão vivendo aqui e lá em cima, há cinquenta anos.

Pequeno Garimpo CEL
Gente, mesmo que esses discos, gravados a partir de 1976, não sejam essa Coca-Cola toda, há muita coisa pra ouvir e amar. Aqui vão pequenas dicas para montar uma improvável coletânea BB dessa fase tão … estranha da carreira da banda.

“15 Big Ones”
– Just Once In My Life
– Chapel Of Love

“Love You”
– Mona
– Solar System
– Airplane
– The Night Was So Young

“M.I.U Album”
– Come Go With Me
– Kona Coast
– Matchpoint Of Our Love
– Winds Of Change

“LA”
– Good Timin’
– Lady Lynda
– Baby Blue

“Keeping The Summer Alive”
– School Day
– Santa Ana Winds

“Beach Boys”
– Getcha Back

Bonus Track
– California Dreamin’ (versão do sucesso dos Mamas And Papas gravada na coletânea de sucessos Made In USA, lançada em 1986).

CEL é Carlos Eduardo Lima (siga @celeolimite), historiador, jornalista e fã de música. Conhece Marcelo Costa por carta desde o fim dos anos 90, quando o Scream & Yell era um fanzine escrito por ele e amigos, lá em sua natal Taubaté. Já escreveu no S&Y por um bom tempo, em idas e vindas. Hoje tem certeza de que o mundo como o conhecíamos acabou lá por volta de 1994/95 mas não está conformado com isso.

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16 thoughts on “The Beach Boys Pós-Smile

  1. Já gostei do Beach Boys, mas enjoei legal.
    Hoje em dia só o Pet Sounds, e olhe lá, rola de tempos em tempos.
    Mas o post tá mesmo bem completo.
    Uma belezura pra quem gosta.

  2. Claro que sim, Tiago! O Smile é um disco muito bom, mas eu o acho inferior ao Pet Sounds e, talvez ao Sunflower, que é de 1970. É uma música muito peculiar e quase hermética, seria interessante ver onde os Beach Boys iriam após o Smile – caso este fosse lançado na época em que estava sendo gravado.

  3. Sobre os Beach Boys há muito para dizer. Desde logo, pelo visionarismo de Brian Wilson na criação de uma sonoridade ligada ao que estava a acontecer nas praias da California, o surf e todos esses elementos culturais emergentes. Sim! “Pet Sounds” é a obra prima do grupo, mas importa reconhecer que o seu antecessor, “Summer Days (And Summer Nights!!)”, cortando com o sucesso de “Today!”, e lançando várias sementes para o futuro (“Let Him Run Wild” ou “I’m Bugged at My Ol’ Man”), também marcou pontos. Nos anos 70, “Surf´s Up” é o disco perdido e releva uma vez mais o papel de Brian na confeção do material. Com a morte de Dennis Wilson, a banda perdeu um membro carismático, mas “The Beach Boys”, de 1985, não sendo memorável, acaba por ser um disco decente. A influência dos Beach Boys é duradoura uma vez que foram capazes de ser inovadores e, não abandonando os seus traços marcantes, partiram para novas e estimulantes experiências musicais.

  4. Gostei do artigo, Carlos. De fato, a mídia cultural costuma ser injusta e leviana ao se referir ao período pós Pet Sound dos Beach Boys. Também sou fã, e provavelmente mais que você., hehe. Tenho todos os discos de estúdio e acho que todos estão cheios de bons momentos, até o “Summer In Paradise”(1992), que você não citou,com sua sonoridade de bateria programada e de fato muito abaixo de qualquer outro disco deles, que tem algumas canções que valem a pena.
    Acho que você foi um pouco duro com os discos da década de 80. Há canções muito ricas em ambos, como “Goin´On” ou “When Girls Get Together”, esta o tipo de música que só consigo imaginar os Beach Boys fazendo, praticamente uma música de funeral de New Orleans, trazida para um contexto pop. No disco de 85, eles exploram uma sonoridade R&B da época, parece um disco dos Commodores, na minha opinião com ótimos resultados em músicas como It´s Getting Late, aonde brilham os vocais de Carl Wilson,ou na bela “I Do Love You”, do Stevie Wonder.
    Curioso que logo depois desse artigo saiu o último e ótimo disco de estúdio deles, “That´s Why God Made The Radio”.

  5. Considero discaços tanto o “Surf’s Up” como o “Wild Honey”. Os BB, como relatado por alguns, possuem discos dignos mesmo em sua contemporaneidade.

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