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	<title>Comentários sobre: Simonal - Ninguém Sabe o Duro que Dei</title>
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	<description>Maio de 2012 - Ano XII - Cultura Pop</description>
	<pubDate>Tue, 22 May 2012 18:59:02 +0000</pubDate>
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		<title>Por: deda</title>
		<link>http://screamyell.com.br/site/2009/05/19/simonal-ninguem-sabe-o-duro-que-dei/#comment-44483</link>
		<dc:creator>deda</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Sep 2011 13:14:52 +0000</pubDate>
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		<description>Esse comentário que achei na internet, esclarece para mim todo esse imbroglio: "O cantor Wilson Simonal foi muito popular no Brasil na década de 1960, sendo comparado a Roberto Carlos como fenômeno de massas. Pouco antes de morrer em 2000, acuado com a pecha de delator da ditadura militar, falava em recompor seu prestígio acusando a esquerda de perseguição ideológica e dizendo ser vítima de racismo. Com o documentário - Ninguém Sabe o Duro Que Dei, em cartaz, o debate se o cantor era ou não serviçal dos milicos voltou à cena. Muitos jornalistas, jornais, revistas aproveitam o documentário para atacar a esquerda, falando em patrulhamento ideológico e que não haveria provas alguma de que a estrela teria vínculos com o regime de exceção. Paulo Vanzolini, poeta e zoólogo, autor de Ronda e daquele famoso refrão "levanta sacode a poeira e dá a volta por cima" disse que o moço não só era delator, mas tinha orgulho em ser. "Na frente de muitos amigos Simonal dizia que entregou muita gente boa", diz o letrista, que arremata: "essa recuperação que estão fazendo do Simonal é falsa".  Ele era dedo-duro mesmo". 

A Folha de São Paulo nesta semana trouxe uma vasta reportagem sobre o assunto que jogou por terra todos os esforços daqueles que pretendem recuperar a imagem de Simonal e desmoralizar a esquerda como suposta responsável pelo ocaso do intérprete negro.

O problema de Simonal começa quando ele contrata um torturador  do Dops para exigir de seu contador, Raphael Viviani, a confissão de desvio de recursos. Ao lado dos agentes da repressão o cantor seqüestra o funcionário em sua residência de onde é levado para as dependências do Dops. Lá, debaixo de choques elétricos, socos e pontapés, o funcionário assumiu o desfalque. Isso vai gerar depois uma ação judicial cujas páginas, para mim, encerram as dúvidas sobre a controvérsia em diversas passagens. Registre-se que apenas esse episódio já seria o suficiente para se colocar em xeque o caráter do artista.

Em não poucas vezes o cantor vai ser referido  no processo  citado na reportagem,  como "colaborador das autoridades na repressão à subversão".  Selecionei pequenas partes da matéria com alguns poucos trechos do processo para que você analise ao final do texto (se quiser, envio depois a matéria completa - bastante extensa), mas antes levantaria ainda dois aspectos. Qual a força que a esquerda tinha naquele período sombrio para encerrar a carreira de um cantor de prestígio?

Ora, quase todos os meios de comunicação de massa eram controlados e/ou aliados dos militares (a quem Simonal apoiava) e os movimentos de resistência encontravam-se quase que asfixiados com as prisões, torturas, assassinatos e exílios. No Brasil e no mundo é comum cantores surgirem como fenômenos e desaparecerem do mesmo modo. Na época de Simonal outros também fizeram sucesso e não mantiveram o fôlego, como Vanderlei Cardoso, Jerry Adriani, Vanderleia e outros.

Se o episódio das delações corroía o astro e o deixava magoado e triste, devia ser por um problema de consciência dele, talvez de arrependimento, mas nunca por uma campanha organizada de perseguição contra ele. Arrancar confissões sob tortura não deve provocar boas lembranças a patrocinadores desse tipo de bestialidade humana. 

O outro argumento, de racismo, para o ostracismo do  apologista do golpe militar  é outra balela. Daquele período tivemos também  Jair Rodrigues e  próprio Jorge Benjor que mantem suas carreiras até hoje, porém,  sem o sucesso da fase inicial. Portanto, aqueles que se emocionaram com o documentário, é bom ter cautela. Lembrem-se ainda de que para sacudir a poeira e dar a volta por cima não é pra qualquer um, principalmente para quem delatou para o regime militar companheiros e companheiras que poderiam ser torturados e mortos pelos amigos do cantor. Simonal tentou. Não conseguiu.

 
"Todos esses documentos integram o processo 3.5 40, instaurado em 1972 na 23ª Vara Criminal, concluído em 1976 e em cujas 655 folhas jamais houve divergência: dos amigos mais fiéis ao antagonista mais ressentido, todos estiveram de acordo que Simonal -e ele assentia- era informante do Dops".

"Às 15h de 24 de agosto de 1971, perto de nove horas antes da diligência contra Viviani, Simonal afirmou ter ido à rua da Relação "visto aqui cooperar com informações que levaram esta seção a desbaratar por diversas vezes movimentos subterrâneos... subversivos no meio artístico". Ou seja, o primeiro a sustentar que Simonal era informante foi ele mesmo, e antes da ação da polícia. Na ocasião, o cantor lembrou que no golpe de Estado de 1964 esteve no Dops "oferecendo seus préstimos ao inspetor José Pereira de Vasconcellos" -outro denunciado por sevícias contra opositores..
Na 13ª DP, o cantor depôs em 28 de agosto. Apresentou-se como "homem de direita" e relembrou ter dito no Dops (no dia 24) que conhecia, "como da área subversiva", "uma irmã do senhor Carlito Maia" -era a produtora cultural Dulce Maia, "O declarante aqui comparece visto a confiança que deposita nos policiais aqui lotados e visto aqui cooperar com informações que levaram esta seção a desbaratar por diversas vezes movimentos subterrâneos... subversivos no meio artístico"; "Como sabe V. Sa., o cantor

Wilson Simonal é elemento ligado não só ao Dops, como a outros órgãos de informação, sendo atualmente o elemento de ligação entre o governo, as autoridades e as Forças Armadas com o povo, participando de atos públicos e festividades, fazendo de seu verbo e prosa a comunicação que há tanto tempo faltava."Mário Borges, chefe da Seção de Buscas Ostensivas do Dops; "O primeiro acusado, Wilson Simonal, era informante do Dops e diversas vezes forneceu indicações positivas sobre atividade de elementos subversivos (idem)."Conhece o primeiro acusado [Wilson Simonal] porque após a revolução de 64 o primeiro réu sempre colaborou com as Forças Armadas."Expedito de Souza Pereira, tenente-coronel do Exército;

"Simonal se diz, com todas as letras neste processo, um colaborador dos órgãos de informação, por se tratar de homem de direita. A sua defesa corroborou isso com cifras definitivas [...]. Daquela época ["Revolução de 1964'] ao fato da denúncia se perfizeram 7 anos e meses de atividade policial auxiliar voluntária de Simonal; ""Que Wilson Simonal de Castro era colaborador das Forças Armadas e informante do Dops é fato confirmado [...]."João de Deus Lacerda Menna Barreto, juiz da 23ª Vara Criminal, na sentença do processo 3.540/72; ""O primeiro apelante, Wilson Simonal de Castro, era colaborador das Forças Armadas e informante do Dops [...]."Antônio Carlos Biscaia, promotor de Justiça, em contra-razões de recurso

"Relatório interno do Departamento de Ordem Política e Social da Guanabara, com carimbo "confidencial", resumiu em 30 de agosto de 1971 a relação com Wilson Simonal: "É elemento ligado não só ao Dops, como a outros órgãos de informação, sendo atualmente o elemento de ligação entre o governo, as autoridades e as Forças Armadas com o povo, participando de atos públicos e festividades, fazendo de seu verbo e prosa a comunicação que há tanto tempo faltava".

"Em agosto de 1982, ainda na ditadura, a Folha circulou com entrevista de Simonal em que ele afirmou: "Dizer que eu dedurei os cantores comunistas é meio calhorda. Eles próprios nunca negaram que eram comunistas. Chico Buarque, Caetano Veloso jamais disseram o inverso. E qualquer criança sabe o que eles são..."</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Esse comentário que achei na internet, esclarece para mim todo esse imbroglio: &#8220;O cantor Wilson Simonal foi muito popular no Brasil na década de 1960, sendo comparado a Roberto Carlos como fenômeno de massas. Pouco antes de morrer em 2000, acuado com a pecha de delator da ditadura militar, falava em recompor seu prestígio acusando a esquerda de perseguição ideológica e dizendo ser vítima de racismo. Com o documentário - Ninguém Sabe o Duro Que Dei, em cartaz, o debate se o cantor era ou não serviçal dos milicos voltou à cena. Muitos jornalistas, jornais, revistas aproveitam o documentário para atacar a esquerda, falando em patrulhamento ideológico e que não haveria provas alguma de que a estrela teria vínculos com o regime de exceção. Paulo Vanzolini, poeta e zoólogo, autor de Ronda e daquele famoso refrão &#8220;levanta sacode a poeira e dá a volta por cima&#8221; disse que o moço não só era delator, mas tinha orgulho em ser. &#8220;Na frente de muitos amigos Simonal dizia que entregou muita gente boa&#8221;, diz o letrista, que arremata: &#8220;essa recuperação que estão fazendo do Simonal é falsa&#8221;.  Ele era dedo-duro mesmo&#8221;. </p>
<p>A Folha de São Paulo nesta semana trouxe uma vasta reportagem sobre o assunto que jogou por terra todos os esforços daqueles que pretendem recuperar a imagem de Simonal e desmoralizar a esquerda como suposta responsável pelo ocaso do intérprete negro.</p>
<p>O problema de Simonal começa quando ele contrata um torturador  do Dops para exigir de seu contador, Raphael Viviani, a confissão de desvio de recursos. Ao lado dos agentes da repressão o cantor seqüestra o funcionário em sua residência de onde é levado para as dependências do Dops. Lá, debaixo de choques elétricos, socos e pontapés, o funcionário assumiu o desfalque. Isso vai gerar depois uma ação judicial cujas páginas, para mim, encerram as dúvidas sobre a controvérsia em diversas passagens. Registre-se que apenas esse episódio já seria o suficiente para se colocar em xeque o caráter do artista.</p>
<p>Em não poucas vezes o cantor vai ser referido  no processo  citado na reportagem,  como &#8220;colaborador das autoridades na repressão à subversão&#8221;.  Selecionei pequenas partes da matéria com alguns poucos trechos do processo para que você analise ao final do texto (se quiser, envio depois a matéria completa - bastante extensa), mas antes levantaria ainda dois aspectos. Qual a força que a esquerda tinha naquele período sombrio para encerrar a carreira de um cantor de prestígio?</p>
<p>Ora, quase todos os meios de comunicação de massa eram controlados e/ou aliados dos militares (a quem Simonal apoiava) e os movimentos de resistência encontravam-se quase que asfixiados com as prisões, torturas, assassinatos e exílios. No Brasil e no mundo é comum cantores surgirem como fenômenos e desaparecerem do mesmo modo. Na época de Simonal outros também fizeram sucesso e não mantiveram o fôlego, como Vanderlei Cardoso, Jerry Adriani, Vanderleia e outros.</p>
<p>Se o episódio das delações corroía o astro e o deixava magoado e triste, devia ser por um problema de consciência dele, talvez de arrependimento, mas nunca por uma campanha organizada de perseguição contra ele. Arrancar confissões sob tortura não deve provocar boas lembranças a patrocinadores desse tipo de bestialidade humana. </p>
<p>O outro argumento, de racismo, para o ostracismo do  apologista do golpe militar  é outra balela. Daquele período tivemos também  Jair Rodrigues e  próprio Jorge Benjor que mantem suas carreiras até hoje, porém,  sem o sucesso da fase inicial. Portanto, aqueles que se emocionaram com o documentário, é bom ter cautela. Lembrem-se ainda de que para sacudir a poeira e dar a volta por cima não é pra qualquer um, principalmente para quem delatou para o regime militar companheiros e companheiras que poderiam ser torturados e mortos pelos amigos do cantor. Simonal tentou. Não conseguiu.</p>
<p>&#8220;Todos esses documentos integram o processo 3.5 40, instaurado em 1972 na 23ª Vara Criminal, concluído em 1976 e em cujas 655 folhas jamais houve divergência: dos amigos mais fiéis ao antagonista mais ressentido, todos estiveram de acordo que Simonal -e ele assentia- era informante do Dops&#8221;.</p>
<p>&#8220;Às 15h de 24 de agosto de 1971, perto de nove horas antes da diligência contra Viviani, Simonal afirmou ter ido à rua da Relação &#8220;visto aqui cooperar com informações que levaram esta seção a desbaratar por diversas vezes movimentos subterrâneos&#8230; subversivos no meio artístico&#8221;. Ou seja, o primeiro a sustentar que Simonal era informante foi ele mesmo, e antes da ação da polícia. Na ocasião, o cantor lembrou que no golpe de Estado de 1964 esteve no Dops &#8220;oferecendo seus préstimos ao inspetor José Pereira de Vasconcellos&#8221; -outro denunciado por sevícias contra opositores..<br />
Na 13ª DP, o cantor depôs em 28 de agosto. Apresentou-se como &#8220;homem de direita&#8221; e relembrou ter dito no Dops (no dia 24) que conhecia, &#8220;como da área subversiva&#8221;, &#8220;uma irmã do senhor Carlito Maia&#8221; -era a produtora cultural Dulce Maia, &#8220;O declarante aqui comparece visto a confiança que deposita nos policiais aqui lotados e visto aqui cooperar com informações que levaram esta seção a desbaratar por diversas vezes movimentos subterrâneos&#8230; subversivos no meio artístico&#8221;; &#8220;Como sabe V. Sa., o cantor</p>
<p>Wilson Simonal é elemento ligado não só ao Dops, como a outros órgãos de informação, sendo atualmente o elemento de ligação entre o governo, as autoridades e as Forças Armadas com o povo, participando de atos públicos e festividades, fazendo de seu verbo e prosa a comunicação que há tanto tempo faltava.&#8221;Mário Borges, chefe da Seção de Buscas Ostensivas do Dops; &#8220;O primeiro acusado, Wilson Simonal, era informante do Dops e diversas vezes forneceu indicações positivas sobre atividade de elementos subversivos (idem).&#8221;Conhece o primeiro acusado [Wilson Simonal] porque após a revolução de 64 o primeiro réu sempre colaborou com as Forças Armadas.&#8221;Expedito de Souza Pereira, tenente-coronel do Exército;</p>
<p>&#8220;Simonal se diz, com todas as letras neste processo, um colaborador dos órgãos de informação, por se tratar de homem de direita. A sua defesa corroborou isso com cifras definitivas [...]. Daquela época ["Revolução de 1964'] ao fato da denúncia se perfizeram 7 anos e meses de atividade policial auxiliar voluntária de Simonal; &#8220;&#8221;Que Wilson Simonal de Castro era colaborador das Forças Armadas e informante do Dops é fato confirmado [...].&#8221;João de Deus Lacerda Menna Barreto, juiz da 23ª Vara Criminal, na sentença do processo 3.540/72; &#8220;&#8221;O primeiro apelante, Wilson Simonal de Castro, era colaborador das Forças Armadas e informante do Dops [...].&#8221;Antônio Carlos Biscaia, promotor de Justiça, em contra-razões de recurso</p>
<p>&#8220;Relatório interno do Departamento de Ordem Política e Social da Guanabara, com carimbo &#8220;confidencial&#8221;, resumiu em 30 de agosto de 1971 a relação com Wilson Simonal: &#8220;É elemento ligado não só ao Dops, como a outros órgãos de informação, sendo atualmente o elemento de ligação entre o governo, as autoridades e as Forças Armadas com o povo, participando de atos públicos e festividades, fazendo de seu verbo e prosa a comunicação que há tanto tempo faltava&#8221;.</p>
<p>&#8220;Em agosto de 1982, ainda na ditadura, a Folha circulou com entrevista de Simonal em que ele afirmou: &#8220;Dizer que eu dedurei os cantores comunistas é meio calhorda. Eles próprios nunca negaram que eram comunistas. Chico Buarque, Caetano Veloso jamais disseram o inverso. E qualquer criança sabe o que eles são&#8230;&#8221;</p>
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	<item>
		<title>Por: As mais lidas de maio no Scream Yell &#8212; Calmantes com Champagne 2.0</title>
		<link>http://screamyell.com.br/site/2009/05/19/simonal-ninguem-sabe-o-duro-que-dei/#comment-42106</link>
		<dc:creator>As mais lidas de maio no Scream Yell &#8212; Calmantes com Champagne 2.0</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jun 2011 21:34:21 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Marcelo Costa e Murilo Basso (aqui) 02) Simonal - Ninguém Sabe o Duro que Dei, por Marcelo Costa (aqui) 03) 1984, de Geroge Orwell, por Tiago Agostini [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Marcelo Costa e Murilo Basso (aqui) 02) Simonal - Ninguém Sabe o Duro que Dei, por Marcelo Costa (aqui) 03) 1984, de Geroge Orwell, por Tiago Agostini [...]</p>
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	<item>
		<title>Por: Jorge</title>
		<link>http://screamyell.com.br/site/2009/05/19/simonal-ninguem-sabe-o-duro-que-dei/#comment-7556</link>
		<dc:creator>Jorge</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Dec 2009 04:25:09 +0000</pubDate>
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		<description>Vejo nego dizendo isso, comentando aquilo, dando palpite sobre aquilo outro mas o link pra baixar o filme nada, né?!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Vejo nego dizendo isso, comentando aquilo, dando palpite sobre aquilo outro mas o link pra baixar o filme nada, né?!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Hudson Luiz Vilas Boas</title>
		<link>http://screamyell.com.br/site/2009/05/19/simonal-ninguem-sabe-o-duro-que-dei/#comment-5027</link>
		<dc:creator>Hudson Luiz Vilas Boas</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 17:45:38 +0000</pubDate>
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		<description>Vejam a entrevista queo o compositor Paulo Vanzolini deu pro Estadão sobre o Simonal: 
http://www.estadao.com.br/interatividade/Multimidia/ShowVideos.action?destaque.idGuidSelect=6CB65F30454C4C138DCB8BF

Segundo o compositor, Simonal se gabava de ser dedo-duro...

E aí vamos continuar defendendo esse porco...

www.dissolvendo-no-ar.blogspot.com</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Vejam a entrevista queo o compositor Paulo Vanzolini deu pro Estadão sobre o Simonal:<br />
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<p>Segundo o compositor, Simonal se gabava de ser dedo-duro&#8230;</p>
<p>E aí vamos continuar defendendo esse porco&#8230;</p>
<p><a href="http://www.dissolvendo-no-ar.blogspot.com" rel="nofollow">http://www.dissolvendo-no-ar.blogspot.com</a></p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Rogério Rosa</title>
		<link>http://screamyell.com.br/site/2009/05/19/simonal-ninguem-sabe-o-duro-que-dei/#comment-4970</link>
		<dc:creator>Rogério Rosa</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 07:22:35 +0000</pubDate>
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		<description>O Sr. Jânio de Freitas se enquadra na profissão jornalistica segundo as palavras de Artur da Távola;

“Vivemos em uma imprensa que toma o indício como sintoma, o sintoma como fato, o fato como julgamento, o julgamento como condenação e a condenação como linchamento”

Ele já pode ter uma coluna na Caras, na Contigo...

É como disse a Flávia

É foda! Dá-lhe Escola Base de Jornalismo!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O Sr. Jânio de Freitas se enquadra na profissão jornalistica segundo as palavras de Artur da Távola;</p>
<p>“Vivemos em uma imprensa que toma o indício como sintoma, o sintoma como fato, o fato como julgamento, o julgamento como condenação e a condenação como linchamento”</p>
<p>Ele já pode ter uma coluna na Caras, na Contigo&#8230;</p>
<p>É como disse a Flávia</p>
<p>É foda! Dá-lhe Escola Base de Jornalismo!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Carlos</title>
		<link>http://screamyell.com.br/site/2009/05/19/simonal-ninguem-sabe-o-duro-que-dei/#comment-4954</link>
		<dc:creator>Carlos</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2009 17:38:36 +0000</pubDate>
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		<description>Parabéns, Hudson. Os fãs da ditadura querem a todo custo inventar "mártires" da Direita, e Simonal não foi mártir nenhum, só um artista talentoso de caráter duvidoso que se perdeu a si mesmo. Essa estória do "ninguém nunca provou que ele era dedo-duro" é farisaísmo do tipo de quem, como se diz no Evangelho, "engasga com um mosquito e deixa passar um camelo". Prova incontestável de que o Simonal foi dedo duro não há, mas é incontestável que ele era torturador , coisa pela qual foi condenado em plena ditadura, e sua intimidade com a repressão é um indício bastante revelador do seu papel no showbusiness da época.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns, Hudson. Os fãs da ditadura querem a todo custo inventar &#8220;mártires&#8221; da Direita, e Simonal não foi mártir nenhum, só um artista talentoso de caráter duvidoso que se perdeu a si mesmo. Essa estória do &#8220;ninguém nunca provou que ele era dedo-duro&#8221; é farisaísmo do tipo de quem, como se diz no Evangelho, &#8220;engasga com um mosquito e deixa passar um camelo&#8221;. Prova incontestável de que o Simonal foi dedo duro não há, mas é incontestável que ele era torturador , coisa pela qual foi condenado em plena ditadura, e sua intimidade com a repressão é um indício bastante revelador do seu papel no showbusiness da época.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Hudson Luiz Vilas Boas</title>
		<link>http://screamyell.com.br/site/2009/05/19/simonal-ninguem-sabe-o-duro-que-dei/#comment-4931</link>
		<dc:creator>Hudson Luiz Vilas Boas</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2009 15:11:27 +0000</pubDate>
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		<description>Só pra volatar ao tema original de tanta discussão, Wilson Simonal. O texto que segue é do experiente jornalista Urariano Mota no site "Direto da Redação"

http://www.diretodaredacao.com

Com o filme "Simonal - Ninguém sabe o duro que dei", começou a reabilitação de Wilson Simonal. Não se conclui outra coisa, quando se lêem os artigos publicados em todo o Brasil. Em todos os jornais, os críticos mais parecem uma orquestra afinada para uma só composição, para um só samba de uma nota só. Em toda a mídia se repetem as saudações ao documentário, à sua imparcialidade, etc. etc.

Na Folha de São Paulo, no texto com o título épico "Simonal refaz saga do cantor", entre outras coisas se escreve:

"Aconteceu no final de 1971. Por suspeitar que estivesse sendo roubado, o cantor teria mandado bater no contador de sua empresa. Só que o homem vai parar no Dops (Departamento de Ordem Política e Social, hoje extinto), onde é torturado. Não demora até que os jornais liguem as pontas -não necessariamente cobertos de verdade- e publiquem a manchete: ‘O cantor Wilson Simonal é informante dos órgãos de segurança do Estado’...

Mais que biografar a ascensão e queda meteóricas de um ídolo - e isso é feito de maneira empolgante-, o documentário reescreve a saga de Simonal para que, conhecendo finalmente sua história, o Brasil possa absolvê-lo de coisas que talvez ele nem sequer tenha feito".

Observem que:

1. O cantor "teria mandado bater no contador". Teria, em lugar de Mandou.

2. "...o homem vai parar no Dops (Departamento de Ordem Política e Social, hoje extinto), onde é torturado". Por acidente, ele foi parar no Dops.

3. "...o documentário reescreve a saga de Simonal para que, conhecendo finalmente sua história, o Brasil possa absolvê-lo de coisas que talvez ele nem sequer tenha feito." Absolvê-lo... Não demora, a família entrará com processo na Anistia.

Por falar em Anistia, artigo no Jornal do Commercio, do Recife, é mais explícito:

"A chance de anistia de Simonal - Filme conta história de cantor que morreu com fama de dedo-duro, mas foi mesmo uma vítima da intransigência ".

No UAI, de Minas, a reabilitação continua:

"Nos dias de hoje, a maioria das pessoas que conhecem o assunto acredita na tese de que Wilson Simonal foi derrubado por uma rede de boatos, somada a preconceitos raciais e sociais que levavam, em muitos grupos, a um estado de desconforto frente ao sucesso do cantor. Simonal pende nitidamente para este lado."

No JB, do Rio, o mesmo samba:

"Com um design e produção impecáveis, o trio de diretores Cláudio Manuel, Micael Langer e Calvito Leal tenta também trazer à tona a perseguição que o cantor sofreu, após a suspeita de que ele estava a serviço do Dops, na época da ditadura. Recheado de entrevistas, o filme tem o mérito de ser, em grande parte, imparcial. Mas faltam depoimentos e nomes de artistas que efetivamente promoveram o boicote... Numa montagem esperta, o papel de bicho-papão ficou só com os jornalistas do Pasquim que participam do filme: Sérgio Cabral, Ziraldo e Jaguar. Este último, em destaque, é colocado pela edição nos momentos antagônicos, em contraponto a considerações positivas sobre o cantor. Seria alguma forma de revanche? O público é quem decide. "

Em O Globo, entre outras louvações, transcrevem-se as palavras de Nelson Motta, "Simonal virou um tabu, um leproso, um pária..." Mas o modo mais parcial vem do Guia da Semana, de São Paulo, em editorial(!):

"No início da década de 70, Simonal percebeu que estava sendo roubado por seu contador. De pavio curto, o cantor contratou um grupo para dar uma surra no traidor. Porém, o episódio envolveu agentes do Dops, e o obscuro fato fez com que se espalhasse a notícia de que o músico era informante do regime militar. Sem provas contra ou a favor do artista, Simonal foi condenado ao ostracismo, morrendo como um desconhecido em 2000."

Parece ter desaparecido no espaço o texto de Mário Magalhães, quando era ombudsman na Folha de São Paulo, em 30 de março de 2008:

"A verdade: em 1974, Simonal foi condenado por surra dada em um contador. No processo, levou como testemunha sua um detetive do Departamento de Ordem Política e Social do Estado da Guanabara. Ele assegurou que o cantor era informante do Dops. Outra testemunha de defesa, um oficial do 1o Exército, jurou que o réu colaborava com a unidade. O juiz sentenciou: Simonal era ‘colaborador das Forças Armadas e informante do Dops’. Em 1976, acórdão do Tribunal de Justiça do RJ reafirmou a condição de ‘colaborador do Dops’. Não foram inimigos que inventaram a parceria com o regime, exposta sem reservas pelos amigos de Simonal, que se dizia ameaçado por gente ligada ‘a ações subversivas’ ".

Pelo andar da carruagem, não demora, vão fazer um documentário que absolva o cabo anselmo. Com a repercussão em uma só nota de toda a imprensa. Como agora, no filme desta semana: Simonal, a reabilitação.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Só pra volatar ao tema original de tanta discussão, Wilson Simonal. O texto que segue é do experiente jornalista Urariano Mota no site &#8220;Direto da Redação&#8221;</p>
<p><a href="http://www.diretodaredacao.com" rel="nofollow">http://www.diretodaredacao.com</a></p>
<p>Com o filme &#8220;Simonal - Ninguém sabe o duro que dei&#8221;, começou a reabilitação de Wilson Simonal. Não se conclui outra coisa, quando se lêem os artigos publicados em todo o Brasil. Em todos os jornais, os críticos mais parecem uma orquestra afinada para uma só composição, para um só samba de uma nota só. Em toda a mídia se repetem as saudações ao documentário, à sua imparcialidade, etc. etc.</p>
<p>Na Folha de São Paulo, no texto com o título épico &#8220;Simonal refaz saga do cantor&#8221;, entre outras coisas se escreve:</p>
<p>&#8220;Aconteceu no final de 1971. Por suspeitar que estivesse sendo roubado, o cantor teria mandado bater no contador de sua empresa. Só que o homem vai parar no Dops (Departamento de Ordem Política e Social, hoje extinto), onde é torturado. Não demora até que os jornais liguem as pontas -não necessariamente cobertos de verdade- e publiquem a manchete: ‘O cantor Wilson Simonal é informante dos órgãos de segurança do Estado’&#8230;</p>
<p>Mais que biografar a ascensão e queda meteóricas de um ídolo - e isso é feito de maneira empolgante-, o documentário reescreve a saga de Simonal para que, conhecendo finalmente sua história, o Brasil possa absolvê-lo de coisas que talvez ele nem sequer tenha feito&#8221;.</p>
<p>Observem que:</p>
<p>1. O cantor &#8220;teria mandado bater no contador&#8221;. Teria, em lugar de Mandou.</p>
<p>2. &#8220;&#8230;o homem vai parar no Dops (Departamento de Ordem Política e Social, hoje extinto), onde é torturado&#8221;. Por acidente, ele foi parar no Dops.</p>
<p>3. &#8220;&#8230;o documentário reescreve a saga de Simonal para que, conhecendo finalmente sua história, o Brasil possa absolvê-lo de coisas que talvez ele nem sequer tenha feito.&#8221; Absolvê-lo&#8230; Não demora, a família entrará com processo na Anistia.</p>
<p>Por falar em Anistia, artigo no Jornal do Commercio, do Recife, é mais explícito:</p>
<p>&#8220;A chance de anistia de Simonal - Filme conta história de cantor que morreu com fama de dedo-duro, mas foi mesmo uma vítima da intransigência &#8220;.</p>
<p>No UAI, de Minas, a reabilitação continua:</p>
<p>&#8220;Nos dias de hoje, a maioria das pessoas que conhecem o assunto acredita na tese de que Wilson Simonal foi derrubado por uma rede de boatos, somada a preconceitos raciais e sociais que levavam, em muitos grupos, a um estado de desconforto frente ao sucesso do cantor. Simonal pende nitidamente para este lado.&#8221;</p>
<p>No JB, do Rio, o mesmo samba:</p>
<p>&#8220;Com um design e produção impecáveis, o trio de diretores Cláudio Manuel, Micael Langer e Calvito Leal tenta também trazer à tona a perseguição que o cantor sofreu, após a suspeita de que ele estava a serviço do Dops, na época da ditadura. Recheado de entrevistas, o filme tem o mérito de ser, em grande parte, imparcial. Mas faltam depoimentos e nomes de artistas que efetivamente promoveram o boicote&#8230; Numa montagem esperta, o papel de bicho-papão ficou só com os jornalistas do Pasquim que participam do filme: Sérgio Cabral, Ziraldo e Jaguar. Este último, em destaque, é colocado pela edição nos momentos antagônicos, em contraponto a considerações positivas sobre o cantor. Seria alguma forma de revanche? O público é quem decide. &#8221;</p>
<p>Em O Globo, entre outras louvações, transcrevem-se as palavras de Nelson Motta, &#8220;Simonal virou um tabu, um leproso, um pária&#8230;&#8221; Mas o modo mais parcial vem do Guia da Semana, de São Paulo, em editorial(!):</p>
<p>&#8220;No início da década de 70, Simonal percebeu que estava sendo roubado por seu contador. De pavio curto, o cantor contratou um grupo para dar uma surra no traidor. Porém, o episódio envolveu agentes do Dops, e o obscuro fato fez com que se espalhasse a notícia de que o músico era informante do regime militar. Sem provas contra ou a favor do artista, Simonal foi condenado ao ostracismo, morrendo como um desconhecido em 2000.&#8221;</p>
<p>Parece ter desaparecido no espaço o texto de Mário Magalhães, quando era ombudsman na Folha de São Paulo, em 30 de março de 2008:</p>
<p>&#8220;A verdade: em 1974, Simonal foi condenado por surra dada em um contador. No processo, levou como testemunha sua um detetive do Departamento de Ordem Política e Social do Estado da Guanabara. Ele assegurou que o cantor era informante do Dops. Outra testemunha de defesa, um oficial do 1o Exército, jurou que o réu colaborava com a unidade. O juiz sentenciou: Simonal era ‘colaborador das Forças Armadas e informante do Dops’. Em 1976, acórdão do Tribunal de Justiça do RJ reafirmou a condição de ‘colaborador do Dops’. Não foram inimigos que inventaram a parceria com o regime, exposta sem reservas pelos amigos de Simonal, que se dizia ameaçado por gente ligada ‘a ações subversivas’ &#8220;.</p>
<p>Pelo andar da carruagem, não demora, vão fazer um documentário que absolva o cabo anselmo. Com a repercussão em uma só nota de toda a imprensa. Como agora, no filme desta semana: Simonal, a reabilitação.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Hudson Luiz Vilas Boas</title>
		<link>http://screamyell.com.br/site/2009/05/19/simonal-ninguem-sabe-o-duro-que-dei/#comment-4930</link>
		<dc:creator>Hudson Luiz Vilas Boas</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2009 14:46:55 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://screamyell.com.br/site/?p=1482#comment-4930</guid>
		<description>Pro Luis Pavão
Aqui no Brasil não temos nenhuma ditadura comunista, no entanto, sempre nos deparamos com notícias de brasileiros mortos ao tentar a travessia da fronteira entre México e EEUU. Eles estão fugindo do que??? Eu pessoalmente conheço um sem número de pessoas que  emigraram do Brasil para os EEUU de forma ilegal. Poderia te dar muitos outros exemplos de emigração e imigração (inclusive dentro da Europa), a lhe garanto, a maioria não está diretamente relacionada a nenhuma ditadura comunista.
Pro Paulo de Lima
Como eu já escrevi antes, tenho ELOGIOS e CRÍTICAS à Cuba pós 1959. Todavia, simplesmente fazer uma analogia entre Cuba e a ditadura militar brasileira num espaço tão curto quanto essas linhas, não é outra coisa a senão transformar uma discussão complexa  em simploriedade caipira. Caso queira debater o assunto, entre em contato comigo atráves do [www.dissolendo-no-ar.blogspot.com] e quem sabe, assim, possamos encontrar uma forma de dabatê-lo com mais tempo e espaço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pro Luis Pavão<br />
Aqui no Brasil não temos nenhuma ditadura comunista, no entanto, sempre nos deparamos com notícias de brasileiros mortos ao tentar a travessia da fronteira entre México e EEUU. Eles estão fugindo do que??? Eu pessoalmente conheço um sem número de pessoas que  emigraram do Brasil para os EEUU de forma ilegal. Poderia te dar muitos outros exemplos de emigração e imigração (inclusive dentro da Europa), a lhe garanto, a maioria não está diretamente relacionada a nenhuma ditadura comunista.<br />
Pro Paulo de Lima<br />
Como eu já escrevi antes, tenho ELOGIOS e CRÍTICAS à Cuba pós 1959. Todavia, simplesmente fazer uma analogia entre Cuba e a ditadura militar brasileira num espaço tão curto quanto essas linhas, não é outra coisa a senão transformar uma discussão complexa  em simploriedade caipira. Caso queira debater o assunto, entre em contato comigo atráves do [www.dissolendo-no-ar.blogspot.com] e quem sabe, assim, possamos encontrar uma forma de dabatê-lo com mais tempo e espaço.</p>
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	<item>
		<title>Por: Paulo de Lima</title>
		<link>http://screamyell.com.br/site/2009/05/19/simonal-ninguem-sabe-o-duro-que-dei/#comment-4923</link>
		<dc:creator>Paulo de Lima</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2009 00:04:53 +0000</pubDate>
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		<description>É, basta tocar o dedo na ferida que os pseudos esquerdistas se manifestam com os mesmos rotulos de sempre:  "defensores da ditadura". Mas qual a diferença entre a ditadura militar e o regime cubano quando se trata do cerceamento da liberdade?, do direito de ir e vir? torturas?, assassinatos (ou fuzilamento no paredão)? . É tudo farinha do mesmo saco.  A minha relação com Cuba começou na minha adolescencia, através de um amigo jornalista, bem mais velho do aque eu, INTELECTUAL COMUNISTA (maiuscula, de proposito). Amigo de Fidel Castro, esteve em Cuba logo após a revolução, o que o motivou a escrever um livro sobre aquele momento. Sobrou sómente um exemplar em seu poder, em castelhano, que eu tive o prazer de ler. Quanto conhecimento, quanta cultura, quanto respeito e entendimento das minhas posições, quando contrárias. O respeito era mutuo, sem patrulhas, sem rótulos. A partir dali aprendi a gostar e me interessar pela beleza do seu povo, por sua cultura  e por sua história. Só não dá para debater com esquerdistas "da hora" que o conhecimento sobre Che Guevara não vai além  de uma foto estampada em uma camiseta. Por isso vou ficando por aqui. Ah, só para encerrar: enterrar o Simonal valeu a pena,deu pra render uma bela de uma indenização e uma pensão vitalícia.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É, basta tocar o dedo na ferida que os pseudos esquerdistas se manifestam com os mesmos rotulos de sempre:  &#8220;defensores da ditadura&#8221;. Mas qual a diferença entre a ditadura militar e o regime cubano quando se trata do cerceamento da liberdade?, do direito de ir e vir? torturas?, assassinatos (ou fuzilamento no paredão)? . É tudo farinha do mesmo saco.  A minha relação com Cuba começou na minha adolescencia, através de um amigo jornalista, bem mais velho do aque eu, INTELECTUAL COMUNISTA (maiuscula, de proposito). Amigo de Fidel Castro, esteve em Cuba logo após a revolução, o que o motivou a escrever um livro sobre aquele momento. Sobrou sómente um exemplar em seu poder, em castelhano, que eu tive o prazer de ler. Quanto conhecimento, quanta cultura, quanto respeito e entendimento das minhas posições, quando contrárias. O respeito era mutuo, sem patrulhas, sem rótulos. A partir dali aprendi a gostar e me interessar pela beleza do seu povo, por sua cultura  e por sua história. Só não dá para debater com esquerdistas &#8220;da hora&#8221; que o conhecimento sobre Che Guevara não vai além  de uma foto estampada em uma camiseta. Por isso vou ficando por aqui. Ah, só para encerrar: enterrar o Simonal valeu a pena,deu pra render uma bela de uma indenização e uma pensão vitalícia.</p>
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	<item>
		<title>Por: Luis Pavão</title>
		<link>http://screamyell.com.br/site/2009/05/19/simonal-ninguem-sabe-o-duro-que-dei/#comment-4921</link>
		<dc:creator>Luis Pavão</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2009 22:53:49 +0000</pubDate>
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		<description>Realmente, acabar com a carreira (e indiretamente com a vida ) de alguém sem provas é péssimo... Uma real prova de irresponsabilidade da imprensa brasileira. Inclusive o Wilson Simonal assistia ao show do filho escondido para não "comprometer" a carreira dele.
Quanto a Cuba, pergunta pro pessoal que tenta fugir de lá a nado o quão divertido é uma ditadura comunista</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Realmente, acabar com a carreira (e indiretamente com a vida ) de alguém sem provas é péssimo&#8230; Uma real prova de irresponsabilidade da imprensa brasileira. Inclusive o Wilson Simonal assistia ao show do filho escondido para não &#8220;comprometer&#8221; a carreira dele.<br />
Quanto a Cuba, pergunta pro pessoal que tenta fugir de lá a nado o quão divertido é uma ditadura comunista</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Hudson Luiz Vilas Boas</title>
		<link>http://screamyell.com.br/site/2009/05/19/simonal-ninguem-sabe-o-duro-que-dei/#comment-4917</link>
		<dc:creator>Hudson Luiz Vilas Boas</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2009 14:51:52 +0000</pubDate>
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		<description>Paulo Lima, ou você deixa a máscara cair e defende com todas as letras a ditadura militar, ou então vá estudar um pouquinho antes de falar algo sobre Cuba. Onde você lê sobre a Ilha, na revista Veja, na Folha de São Paulo, ou você não sabe ler e apenas assiste a TV Globo. Eu particularmente tenho elogios e críticas a Cuba, e posso lhe garantir, mesmo não te conhecendo, que sou bem mais informado que você. Se souber ler, leia este link: [http://cartamaior.com.br/templates/colunaMostrar.cfm?coluna_id=4354]

Hudson Luiz
www.dissolvendo-no-ar.blogspot.com</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Paulo Lima, ou você deixa a máscara cair e defende com todas as letras a ditadura militar, ou então vá estudar um pouquinho antes de falar algo sobre Cuba. Onde você lê sobre a Ilha, na revista Veja, na Folha de São Paulo, ou você não sabe ler e apenas assiste a TV Globo. Eu particularmente tenho elogios e críticas a Cuba, e posso lhe garantir, mesmo não te conhecendo, que sou bem mais informado que você. Se souber ler, leia este link: [http://cartamaior.com.br/templates/colunaMostrar.cfm?coluna_id=4354]</p>
<p>Hudson Luiz<br />
<a href="http://www.dissolvendo-no-ar.blogspot.com" rel="nofollow">http://www.dissolvendo-no-ar.blogspot.com</a></p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Paulo de Lima</title>
		<link>http://screamyell.com.br/site/2009/05/19/simonal-ninguem-sabe-o-duro-que-dei/#comment-4915</link>
		<dc:creator>Paulo de Lima</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2009 03:59:25 +0000</pubDate>
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		<description>O DURO nessa historia toda é a reafirmação do patrulhismo ideológico que os pseudo intelectuais de esquerda praticavam covardemente. A incoerencia era o seu ponto forte. Defendiam as diretas já com a mesma intensidade que defendiam a ditadura cubana; se indignaram com as mortes e torturas nos quarteis brasileiros mas  idolatravam Fidel Castro que não só torturava mas fuzilava no famoso "paredon'; criticavam os militares mas apoiavam Fidel Castro que se travestia de militar; críticos ferrenhos da burguesia, mas sempre levaram vida de burguês e hoje mais ainda, as custas de indenizações milionárias e pensões vitalicias às custas do povo brasileiro,do qual se dizem defensores. Se justificam dizendo que foram perseguidos. Perseguidos é a grande massa trabalhadora  que dá DURO para sustentar essa mordomia.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O DURO nessa historia toda é a reafirmação do patrulhismo ideológico que os pseudo intelectuais de esquerda praticavam covardemente. A incoerencia era o seu ponto forte. Defendiam as diretas já com a mesma intensidade que defendiam a ditadura cubana; se indignaram com as mortes e torturas nos quarteis brasileiros mas  idolatravam Fidel Castro que não só torturava mas fuzilava no famoso &#8220;paredon&#8217;; criticavam os militares mas apoiavam Fidel Castro que se travestia de militar; críticos ferrenhos da burguesia, mas sempre levaram vida de burguês e hoje mais ainda, as custas de indenizações milionárias e pensões vitalicias às custas do povo brasileiro,do qual se dizem defensores. Se justificam dizendo que foram perseguidos. Perseguidos é a grande massa trabalhadora  que dá DURO para sustentar essa mordomia.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Hudson Luiz Vilas Boas</title>
		<link>http://screamyell.com.br/site/2009/05/19/simonal-ninguem-sabe-o-duro-que-dei/#comment-4911</link>
		<dc:creator>Hudson Luiz Vilas Boas</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2009 02:19:11 +0000</pubDate>
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		<description>Fiquei tranquilo ao saber, atarvés do Fabrizzio, que o Reinaldo Azevedo inocenta o Simonal. Assim as coisas ficam ainda mais claras. O Reinaldo Azevedo é ferrenho defensor de Guantanamo, do governo Bush, da invasão do Iraque, além de der sinônimo do que há de mais reacionário na mídia brasileira. Portanto, tem muita logica ele defender também esse cantor.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fiquei tranquilo ao saber, atarvés do Fabrizzio, que o Reinaldo Azevedo inocenta o Simonal. Assim as coisas ficam ainda mais claras. O Reinaldo Azevedo é ferrenho defensor de Guantanamo, do governo Bush, da invasão do Iraque, além de der sinônimo do que há de mais reacionário na mídia brasileira. Portanto, tem muita logica ele defender também esse cantor.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Hudson Luiz Vilas Boas</title>
		<link>http://screamyell.com.br/site/2009/05/19/simonal-ninguem-sabe-o-duro-que-dei/#comment-4908</link>
		<dc:creator>Hudson Luiz Vilas Boas</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 May 2009 15:11:41 +0000</pubDate>
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		<description>Esse documentário sobre o Simonal é apenas o primeiro de uma série. Os próximos serão sobre o cabo Anselmo e depois sobre o grande estadista Emílio Garrastazu Médici. Outro ainda está em fase de discussão, mas,  talvez até o final do ano também saia um sobre o delegado Sérgio Paranhos Fleury. O engraçado é que quem sempre defende o Simonal são as mesmas pessoas que bajulavam a ditadura e ainda acham que foi um dos melhores períodos de nossa história. Paulo Lopes, radialista e apresentador de TV, dedicou muito tempo o início dessa década tentando limpar a imagem do cantor.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Esse documentário sobre o Simonal é apenas o primeiro de uma série. Os próximos serão sobre o cabo Anselmo e depois sobre o grande estadista Emílio Garrastazu Médici. Outro ainda está em fase de discussão, mas,  talvez até o final do ano também saia um sobre o delegado Sérgio Paranhos Fleury. O engraçado é que quem sempre defende o Simonal são as mesmas pessoas que bajulavam a ditadura e ainda acham que foi um dos melhores períodos de nossa história. Paulo Lopes, radialista e apresentador de TV, dedicou muito tempo o início dessa década tentando limpar a imagem do cantor.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Daniel Schilklaper</title>
		<link>http://screamyell.com.br/site/2009/05/19/simonal-ninguem-sabe-o-duro-que-dei/#comment-4890</link>
		<dc:creator>Daniel Schilklaper</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2009 19:14:22 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://screamyell.com.br/site/?p=1482#comment-4890</guid>
		<description>Dando uma rápida lida nos comentários, vi que alguns citaram, com correção, Ziraldo e Jaguar como uns daqueles que dedicaram horas de "jornalismo" a demonizar Simonal sem qualquer prova de qualquer fato. Há de se lembrar também da figura escroque de Henfil. Este senhor racista travestido de jornalista vivia caricaturando Simonal através de seu pavoroso "Preto-que-ri": uma charge - de mau gosto a começar pelo título - que insistia em mostrar Simonal como um negro alienado e dedo-duro a serviço da ditadura.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Dando uma rápida lida nos comentários, vi que alguns citaram, com correção, Ziraldo e Jaguar como uns daqueles que dedicaram horas de &#8220;jornalismo&#8221; a demonizar Simonal sem qualquer prova de qualquer fato. Há de se lembrar também da figura escroque de Henfil. Este senhor racista travestido de jornalista vivia caricaturando Simonal através de seu pavoroso &#8220;Preto-que-ri&#8221;: uma charge - de mau gosto a começar pelo título - que insistia em mostrar Simonal como um negro alienado e dedo-duro a serviço da ditadura.</p>
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