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	<title>Comentários sobre: E por que o synth pop é bom?</title>
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	<description>Maio de 2012 - Ano XII - Cultura Pop</description>
	<pubDate>Tue, 22 May 2012 18:53:50 +0000</pubDate>
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		<title>Por: edsf</title>
		<link>http://screamyell.com.br/site/2009/05/07/e-por-que-o-synth-pop-e-bom/#comment-5540</link>
		<dc:creator>edsf</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Oct 2009 03:12:46 +0000</pubDate>
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		<description>Caracas! o hansen conhece banda demais! dava pra lançar um guia!
Eita. o modem tambem é influenciado por dance italiano e disco music.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caracas! o hansen conhece banda demais! dava pra lançar um guia!<br />
Eita. o modem tambem é influenciado por dance italiano e disco music.</p>
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		<title>Por: Daniel Dias</title>
		<link>http://screamyell.com.br/site/2009/05/07/e-por-que-o-synth-pop-e-bom/#comment-4863</link>
		<dc:creator>Daniel Dias</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2009 17:52:40 +0000</pubDate>
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		<description>Lembrei do Suicide quando li esse texto. O Suicide fazia synth pop doentio! O primeiro disco deles, de 1977, eh muito bom!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Lembrei do Suicide quando li esse texto. O Suicide fazia synth pop doentio! O primeiro disco deles, de 1977, eh muito bom!</p>
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		<title>Por: SCREAM &#38; YELL 2.0 &#187; A volta do Harry ou H.A.R.R.Y.</title>
		<link>http://screamyell.com.br/site/2009/05/07/e-por-que-o-synth-pop-e-bom/#comment-4804</link>
		<dc:creator>SCREAM &#38; YELL 2.0 &#187; A volta do Harry ou H.A.R.R.Y.</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2009 18:17:09 +0000</pubDate>
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		<description>[...] também: - &#8220;E por que o synth pop é bom?&#8221;, por Danilo Corci (aqui)   This entry was posted on Segunda-feira, Maio 11th, 2009 and is filed under Música. You can [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] também: - &#8220;E por que o synth pop é bom?&#8221;, por Danilo Corci (aqui)   This entry was posted on Segunda-feira, Maio 11th, 2009 and is filed under Música. You can [...]</p>
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		<title>Por: gilvas</title>
		<link>http://screamyell.com.br/site/2009/05/07/e-por-que-o-synth-pop-e-bom/#comment-4802</link>
		<dc:creator>gilvas</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2009 16:52:06 +0000</pubDate>
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		<description>eu acho engraçado como todo mundo põe uma pecha de cafona no synthpop. deve ter gente com vergonha deste estilo. a ironia continua quando tu falas que o new order era synthpop, "mas bem pouco, tá?". o new order, em 82/83, era tão cafona quanto o depeche mode, por exemplo. o barney sumner estava numa viagem de se influenciado por disco italiana, o que refletiu em algumas coisas bem datadas do NO. outro ponto interessante é a ressaca do pós-punk, onde as bandas adotaram guinadas em suas carreiras: o depeche mode mergulhou num ideário socialista ingênuo, o cure gelou ao extremo sua já melancólia estréia, e o new order se lançou ao hedonismo sem culpas em oposição às pregações de seu defunto líder.

e synthpop tinha tudo a ver com moda, inclusive o nome da banda de martin gore. fico me perguntou se a temática gay era real, ou apenas uma demonstração como a que temos no placebo atualmente. levando em conta os paizões de família do atual depeche mode, parece fake.

ashbury heights rules, e tem o gentle waves, um dos prediletos da casa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>eu acho engraçado como todo mundo põe uma pecha de cafona no synthpop. deve ter gente com vergonha deste estilo. a ironia continua quando tu falas que o new order era synthpop, &#8220;mas bem pouco, tá?&#8221;. o new order, em 82/83, era tão cafona quanto o depeche mode, por exemplo. o barney sumner estava numa viagem de se influenciado por disco italiana, o que refletiu em algumas coisas bem datadas do NO. outro ponto interessante é a ressaca do pós-punk, onde as bandas adotaram guinadas em suas carreiras: o depeche mode mergulhou num ideário socialista ingênuo, o cure gelou ao extremo sua já melancólia estréia, e o new order se lançou ao hedonismo sem culpas em oposição às pregações de seu defunto líder.</p>
<p>e synthpop tinha tudo a ver com moda, inclusive o nome da banda de martin gore. fico me perguntou se a temática gay era real, ou apenas uma demonstração como a que temos no placebo atualmente. levando em conta os paizões de família do atual depeche mode, parece fake.</p>
<p>ashbury heights rules, e tem o gentle waves, um dos prediletos da casa.</p>
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	<item>
		<title>Por: Roseli</title>
		<link>http://screamyell.com.br/site/2009/05/07/e-por-que-o-synth-pop-e-bom/#comment-4801</link>
		<dc:creator>Roseli</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2009 03:25:43 +0000</pubDate>
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		<description>Também não acho que o synth morreu.
Afinal porcarias como Metric e o Yeah Yeah Yeahs atual estão ai para confirmar que sempre vão ter picaretas que põe gostosas em bandas ruins e apenas chupam a sonoridade já kitsch do synth dos 80's.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Também não acho que o synth morreu.<br />
Afinal porcarias como Metric e o Yeah Yeah Yeahs atual estão ai para confirmar que sempre vão ter picaretas que põe gostosas em bandas ruins e apenas chupam a sonoridade já kitsch do synth dos 80&#8217;s.</p>
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	<item>
		<title>Por: hansenharryebm</title>
		<link>http://screamyell.com.br/site/2009/05/07/e-por-que-o-synth-pop-e-bom/#comment-4795</link>
		<dc:creator>hansenharryebm</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2009 23:59:52 +0000</pubDate>
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		<description>Hmm, bom texto, exceto pelo 5o parágrafo e pelo último. Não houve a morte do synth pop. Ele apenas deixou, em parte, de frequentar o mainstream e o NME (impressionante como o que já foi uma boa fonte de consulta, hj se transformou no "inimigo"), e mesmo essa suposta morte não poderia jamais ter ocorrido em 84, já que em 85 foram lançadas duas provas de vitalidade do genero: Hunting high and low, do A-ha, e a magnum opus Forever young, do Alphaville, não por acaso até hoje um standard das fm´s um pouco menos jabazeiras, e um ítem obrigatório em qualquer coleção de bom gosto que não seja guiada pelo senso comum.
É preciso tem cuidado para não cair nesse tipo de armadilha. O Arthur Couto escreveu um artigo sobre goths na Bizz recente, onde citava os cliches a la Sisters, Mission, Cure,Siouxsie para em seguida desembocar no Cruxshadows que então vinha se apresentar aqui, como se não tivesse havido Moon, House of Usher, Lycia, Freyburger Spielleyt, Thanatos, This Ascension, Kirlian Camera, Collection D´Arnel Andrea ou Judgement of Paris no meio tempo.
O synthpop tem seus classicos subterraneos que nunca cessaram de existir, e se nos 90s, a maioria das bandas (Blind Passengers, Good Courage, Kiethevez, Necrophilistic Anodyne, Second Decay, Cain Principle, Bazooka Joe, Laudanun, Anne Clark, Anything Box, Cause and Effect, Book of Love, Axodry, Covenant, Cetu Javu, Pluuto, S.P.O.C.K., Camouflage e tantos outros) ainda buscava uma identidade para si ou para o estilo, na atual década, a coisa fervilha quase tanto como nos 80s, Apoptygma Berzerk, Fairlight Children, ambos do deus Stephan Groth, óbviamente o maior musico vivo, L´avant Garde, Sweep, Ultima Bleep, Universal Poplab, Celluloide, Thermostatic, Z-Prochek, VNV Nation, Absurd Minds, Fraction, Angels &#38; Agony, A Blue Ocean Dream, Bobby, Care Company, Chinese Theatre, China Touch, A Covenant of Thorns, Fiction 8, Nan Nan Bulu e Frozen Plasma, do genio Vasi Asalis, Imatem, Iris, The Echoing Green, Distain, Intuition, Lowe, Marsheaux, Leiahdorus, Lemon Joy, Neuroticfish, Mobile Homes, Noyce, Ostrich, Spleen United, Ostrich, Sound Tesselated, Sista Mannen Pä Jorden, Seabound, Necessary Response, Ashbury Heights, Provision, The Dignity of Labor, Sadman, Omnibox e tantos outros que não caberiam aqui se citados, estabeleceram o synthpop ( e vertentes como o Future pop) como algo sólido, apenas não muito visível ao mainstream, dependendo um pouco de garimpagem em So Sick, fóruns e blogs (aliás, o melhor blog do genero é daqui mesmo:
www.synthpopeletrozone.blogspot.com  , atualizado diariamente), isso é mais do que é preciso para provar que o genero se mantém mais vivo do que nunca</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Hmm, bom texto, exceto pelo 5o parágrafo e pelo último. Não houve a morte do synth pop. Ele apenas deixou, em parte, de frequentar o mainstream e o NME (impressionante como o que já foi uma boa fonte de consulta, hj se transformou no &#8220;inimigo&#8221;), e mesmo essa suposta morte não poderia jamais ter ocorrido em 84, já que em 85 foram lançadas duas provas de vitalidade do genero: Hunting high and low, do A-ha, e a magnum opus Forever young, do Alphaville, não por acaso até hoje um standard das fm´s um pouco menos jabazeiras, e um ítem obrigatório em qualquer coleção de bom gosto que não seja guiada pelo senso comum.<br />
É preciso tem cuidado para não cair nesse tipo de armadilha. O Arthur Couto escreveu um artigo sobre goths na Bizz recente, onde citava os cliches a la Sisters, Mission, Cure,Siouxsie para em seguida desembocar no Cruxshadows que então vinha se apresentar aqui, como se não tivesse havido Moon, House of Usher, Lycia, Freyburger Spielleyt, Thanatos, This Ascension, Kirlian Camera, Collection D´Arnel Andrea ou Judgement of Paris no meio tempo.<br />
O synthpop tem seus classicos subterraneos que nunca cessaram de existir, e se nos 90s, a maioria das bandas (Blind Passengers, Good Courage, Kiethevez, Necrophilistic Anodyne, Second Decay, Cain Principle, Bazooka Joe, Laudanun, Anne Clark, Anything Box, Cause and Effect, Book of Love, Axodry, Covenant, Cetu Javu, Pluuto, S.P.O.C.K., Camouflage e tantos outros) ainda buscava uma identidade para si ou para o estilo, na atual década, a coisa fervilha quase tanto como nos 80s, Apoptygma Berzerk, Fairlight Children, ambos do deus Stephan Groth, óbviamente o maior musico vivo, L´avant Garde, Sweep, Ultima Bleep, Universal Poplab, Celluloide, Thermostatic, Z-Prochek, VNV Nation, Absurd Minds, Fraction, Angels &amp; Agony, A Blue Ocean Dream, Bobby, Care Company, Chinese Theatre, China Touch, A Covenant of Thorns, Fiction 8, Nan Nan Bulu e Frozen Plasma, do genio Vasi Asalis, Imatem, Iris, The Echoing Green, Distain, Intuition, Lowe, Marsheaux, Leiahdorus, Lemon Joy, Neuroticfish, Mobile Homes, Noyce, Ostrich, Spleen United, Ostrich, Sound Tesselated, Sista Mannen Pä Jorden, Seabound, Necessary Response, Ashbury Heights, Provision, The Dignity of Labor, Sadman, Omnibox e tantos outros que não caberiam aqui se citados, estabeleceram o synthpop ( e vertentes como o Future pop) como algo sólido, apenas não muito visível ao mainstream, dependendo um pouco de garimpagem em So Sick, fóruns e blogs (aliás, o melhor blog do genero é daqui mesmo:<br />
<a href="http://www.synthpopeletrozone.blogspot.com" rel="nofollow">http://www.synthpopeletrozone.blogspot.com</a>  , atualizado diariamente), isso é mais do que é preciso para provar que o genero se mantém mais vivo do que nunca</p>
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