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	<title>Comentários sobre: &#8220;Country Mouse, City House&#8221;, de Josh Rouse</title>
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	<description>Maio de 2012 - Ano XII - Cultura Pop</description>
	<pubDate>Tue, 22 May 2012 17:20:35 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Adriano Mello</title>
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		<dc:creator>Adriano Mello</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Sep 2007 15:27:32 +0000</pubDate>
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		<description>Rouse é gênio, ja falei isso outras vezes, mesmo quando lanca um disco apenas bom ele é acima da media..e la vai mais algumas canções para deixar a alma mais feliz...</description>
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		<title>Por: Daniel Purgailis</title>
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		<dc:creator>Daniel Purgailis</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Sep 2007 10:51:40 +0000</pubDate>
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		<description>Josh Rouse é destes artistas que sabem o que querem. Não propaga revolução musical, nem tampouco requer em suas obras, um exercício delicado de familiaridade em suas músicas, na sua primeira audição. Isto pra ele, não importa.
Talvez a palavra que mais sintetize as obras de Josh Rouse, seja mesmo: a alma. A alma de um trovador solitário que evoca em suas músicas, a sinceridade que falta em mundo mesquinho.
Pontualmente, a cada ano, Rouse, solta um disco. Sua vasta discografia permeia entre o delicado, o belo, a suavidade para com os arranjos orquestrais e sopros, violões acústicos, slide guitars, melodias simplórias, mas líricas, emoção à flor da pele e o diferencial em suas obras, a sinceridade.
Sinceridade vista e sentida também, em filmes de Clint Eastwood, Tim Burton, e do sempre genial, Neil Young.
Enfim, "Country Mouse, City House" é tudo isso escrito aí em cima, com uma pitada a mais de doçura, calmaria e sutileza, do que os discos anteriores. Um disco com a marca e identidade Josh Rouse. (Pouco para alguns, mas muito, para quem acredita que as respostas para problemas complexos podem estar nas coisas mais simples. Como é o som e a proposta de Josh Rouse).
Afinado com o seu tempo, Rouse, deixa claro através das palavras verbalizadas como melodias, o reflexo da existência do ser humano, neste mundo atual: isolamento, morte, solidão, natureza, religião, sonhos, desapegos, etc. Afinado?
Um álbum para se apreciar deitado em um confortável sofá ou poltrona, enquanto lá fora, o mundo corre com os seus dissabores e poucas alegrias.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Josh Rouse é destes artistas que sabem o que querem. Não propaga revolução musical, nem tampouco requer em suas obras, um exercício delicado de familiaridade em suas músicas, na sua primeira audição. Isto pra ele, não importa.<br />
Talvez a palavra que mais sintetize as obras de Josh Rouse, seja mesmo: a alma. A alma de um trovador solitário que evoca em suas músicas, a sinceridade que falta em mundo mesquinho.<br />
Pontualmente, a cada ano, Rouse, solta um disco. Sua vasta discografia permeia entre o delicado, o belo, a suavidade para com os arranjos orquestrais e sopros, violões acústicos, slide guitars, melodias simplórias, mas líricas, emoção à flor da pele e o diferencial em suas obras, a sinceridade.<br />
Sinceridade vista e sentida também, em filmes de Clint Eastwood, Tim Burton, e do sempre genial, Neil Young.<br />
Enfim, &#8220;Country Mouse, City House&#8221; é tudo isso escrito aí em cima, com uma pitada a mais de doçura, calmaria e sutileza, do que os discos anteriores. Um disco com a marca e identidade Josh Rouse. (Pouco para alguns, mas muito, para quem acredita que as respostas para problemas complexos podem estar nas coisas mais simples. Como é o som e a proposta de Josh Rouse).<br />
Afinado com o seu tempo, Rouse, deixa claro através das palavras verbalizadas como melodias, o reflexo da existência do ser humano, neste mundo atual: isolamento, morte, solidão, natureza, religião, sonhos, desapegos, etc. Afinado?<br />
Um álbum para se apreciar deitado em um confortável sofá ou poltrona, enquanto lá fora, o mundo corre com os seus dissabores e poucas alegrias.</p>
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