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Se você não é muito familiarizado com o pop poderoso, a história é simples: riffs de guitarra escancaradamente melodiosos, sem abdicar do peso, e canções singelas que raramente (mas muito raramente mesmo) ultrapassam os três minutos de duração. Gente como Big Star, Badfinger e os escoceses do Teenage Fanclub causaram estragos clássicos com a formulazinha acima. Rubin - acompanhado dos Los Subtitulados - se junta a eles (e a muitos outros) com este belíssimo “Esperando El Fin Del Mundo”, acrescentando pitadas do som de Elvis Costello na coisa toda. O resultado é um disco para se ouvir por dias a fio.
“Ódio El Amor”, que você pode ouvir no player ai embaixo, abre o disco e é perfeita para apresentar o álbum. Acompanhado apenas do riff de guitarra escancaradamente pop, a voz de Rubin destila uma lista de coisas que o interprete está odiando, incluindo o amor, a primavera, o sol, a lua, o calor e as canções de Paul. Tudo isso por causa da saudade. “No es tan dificil dejarme llevar pero me pierdo se no estas”, canta Rubin, apaixonadamente. Em pouco mais de 33 minutos, o álbum reúne onze canções, incluindo uma versão de “Living with Victoria Grey”, dos Cleaners from Vênus, banda oitentista que também praticava o pop poderoso. “Esperando El Fin Del Mundo” foi lançado na Argentina no meio de 2006, pelo selo independente Scatter Records, e está sendo distribuído no Brasil pelo selo Senhor F Discos.
Site Oficial de Sebastian Rubin
Esperando El Fin Del Mundo, Sebastian Rubin (Scatterr/Senhor F)
Preço em média: R$25
Março 27th, 2007 at 10:43 am
curti bastante o som do sebastian…
valeu pela dica!…
valeu tbem por citar o ACIDOGROOVE no seu blog!!…
a banda ficou muito feliz!
abs Marcelo!
Março 28th, 2007 at 4:30 pm
qdo fui a buenos mês passado, a syl me deu esse disco e ele se tornou indispensável… ótima a dica, o disco é lindo mesmo. bjim.
Março 28th, 2007 at 7:04 pm
Opa…vamos atras de conhecer
Março 29th, 2007 at 12:49 pm
caraca, adorei!
Abril 2nd, 2007 at 1:00 pm
oooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooogggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggoooooooooooooooooooooouiuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm
Abril 2nd, 2007 at 1:01 pm
muito bom ver o cd do Rubin num blog como o seu. Sou fã do cara desde antes que comecei a morar em Buenos Aires. Ontem mesmo fui num show dele aqui, muito bom por sinal… fez uma cover do Ben Kweller. Uma pérola! abraço