Os treze (!) discos mais influentes de todos os tempos

por Marcelo Costa

A coluna da semana passada, sobre os dez discos mais influentes da história na ótica deste colunista (leia aqui), rendeu um recorde de comentários. Muitos leitores concordaram com a grande maioria dos discos citados na lista, mas mesmo assim houve muita cobrança. Algo importante, e que precisa ser dito novamente, é que esta lista não pretende reunir “os melhores discos de todos os tempos”, e sim aqueles que mais influenciaram outros artistas.

Partindo deste pressuposto, acho realmente complicado fazer uma lista dessas deixando de fora o Kraftwerk e o Led Zeppelin. O primeiro é pai da chamada música eletrônica e é impossível imaginar o mundo hoje em dia se não fossem esses caras fazerem programações eletrônicas nos anos 70. Já o Led, uma das bandas mais cobradas pelos leitores, é uma das bandas que mais vendeu discos em todos os tempos. Eles instituíram um padrão de rock barulhento que foi copiado através das décadas (Bon Jovi e Guns não nos deixam mentir).

O terceiro nome que aparece nesta quase coluna de retorno de ano novo são os Stones. Sinceramente, um sentimento de confusão paira sobre minha decisão de incluir um álbum deles na lista. Não vejo um disco deles que tenha batido violentamente em outras bandas, mas já escrevi, sobre o excelente “A Bigger Bang” certa vez:

É difícil pra caralho levar os Stones à sério nos dias de hoje. Sempre que penso neles, lembro de Mick Jagger fazendo biquinho e rebolando, as cópias dos Beatles seis meses depois, o álbum “Undercover”, a pose moribunda de Keith Richards (que já injetou na veia mais do que todo o novo rock), as brigas intermináveis via imprensa mundial e Luciana Gimenez. OK, desculpa, o último item é trabalho solo de Mick Jagger, mas como dissociar um Stone da banda se eles estão ai há 40 anos, e o rock tem 50? Leia mais.

No entanto, não há como culpar a banda por sobreviver tanto. Primeiro, porque enganar o público deve ser divertido. Segundo: vá descobrir alguma coisa útil nos integrantes da banda que não seja tocar nos Stones. Eu duvido que Keith Richards saiba fazer outra coisa além de tocar. Ok, Ron Wood pinta, e é um péssimo pintor, vamos combinar. E Jagger atua de vez em quando. Mas a força motriz dos quatro (incluindo o vovô Charlie Watts, 64 anos nas costas) é tocar em uma das maiores bandas de rock de todos os tempos.

Críticos maletas sempre olham com desdêm um novo disco do grupo enquanto dizem: “Quer conhecer os Stones? Ouça Exile on Main Street.” Bobagem, bobagem, bobagem. Primeiro, porque se você está lendo isto aqui, já deve ter ouvido não só o “Exile”, como também, no mínimo, “Sticky Fingers”, “Let It Bleed” e “Beggar’s Banquet”. Segundo, porque a música pop, tal qual a conhecemos hoje em dia, foi inventada por algum mané na década de 60 e desenvolvida pelos Stones nas cinco décadas seguintes (tudo que as bandinhas novas vivem fazendo – de prisões a micos até grandes canções – já foi feito por eles antes, e em épocas muito mais perigosas). (…) Dá até para achar riffs de Keith Richards em centenas de músicas lançadas todos os dias.

Então, vamos combinar o seguinte: vou colocar mais três discos na nossa lista Top Ten. Exato: a lista de dez discos mais influentes da história vai ter treze discos, ao invés de dez. Ou então, cada um pega estes treze discos, e faz a sua listinha própria Top Ten. Será um belo exercício de dificuldade. Todos felizes? Não. Ok, Stone Roses influenciou o britpop, mas existem bandas mais importantes que eles. Ponto final 🙂

Agora me diz: qual do Led?

Led Zeppelin, Led Zeppelin (1969)
O primeiro disco do Led Zeppelin, de janeiro de 1969, é o quinto álbum mais vendido dos anos 60, com um total de vendas de 10 milhões de cópias. Assustado? Então saiba que “Led Zeppelin 2”, lançado em outubro do mesmo ano, vendeu 12 milhões de cópias. Ou seja, em 1969, o Led Zeppelin vendeu 22 milhões de discos. Dos cinco primeiros álbuns mais vendidos dos anos 60, o primeiro, terceiro e quarto são dos Beatles, e só o Led revaliza em vendas com a banda de Paul e John. Isso significa muito. Ao colocar distorção no folk, e elevar o rock a níveis nunca antes imaginados, o Led estava criando uma linha evolutiva que encontra centenas de filhotes hoje em dia. Dos vocalistas de metal que tentam imitar o gogó de Plant até os virtuoses que tentam ser Jimmy Page (sem contar a demência do batera John Bonham e o estilo de John Paul Jones). E tudo isso é representado a perfeição logo no primeiro disco da banda, com clássicos como “Good Times, Bad Times”, “Dazed and Confuzed” e “Communication Breakdown”. Você já prestou atenção, via fone de ouvidos, em quantas guitarras Page sobrepõe no arranjo desta última? Ouça… e babe.

Autobahn, Kraftwerk (1974)
Os pais da música eletrônica conquistaram o mundo com seu quinto disco. Até então, a banda se resumia a Florian Schneider e Ralf Hütter, com colaborações de outros músicos (Karl Bartos entraria na banda após “Autobahn”, na turnê que se seguiu após o sucesso da versão editada da faixa título, e participou da trilogia clássica que se seguiu, formada por “Radio-Activity”, “Trans-Europe Express” e “The Man Machine”). “Autobahn” foi gravado por Hütter e Schneider, acompanhados do guitarrista Klaus Roeder e do percussionista Wolfgang Flür. A faixa título, de 22 minutos, ganhou uma versão mais curta, de 3 minutos, e se tornou um sucesso mundial. São apenas cinco faixas, mas causaram tanto impacto que a música pop nunca mais foi a mesma. Até Bowie foi influenciado. Impossível imaginar a existência de Chemical Brothers sem o Kraftwerk. O segundo single, “Kommenenmelodie 2”, não repetiu o sucesso da faixa título, mas é um monólito pop de causar inveja, um exemplar raro do quanto a arte pode ser visionária quando bem executada.

Sticky Fingers, Rolling Stones (1971)
Jagger e Richards passaram uma década inteira sob a sombra do brilho de Lennon & McCartney. John comentou, certa vez, que os Stones fazia seis meses depois o que os Beatles estavam fazendo hoje. Maldade, mas não mentira. É claro, os Stones eram mais crus, mais rockers, mais sujos, feios e malvados que os Beatles, só que isso começou a funcionar a favor da banda apenas a partir de “Beggars Banquet” (1968), ganhou força com o álbum do ano seguinte, “Let It Bleed” (1969), e se tornou clássico em “Sticky Fingers”, o primeiro dos grandes álbuns da carreira da banda. Os Beatles já não existiam mais, e o fim da banda de Liverpool funcionou a favor dos Stones. A banda passeia à vontade em um álbum denso, sinistro e drogado repleto de clássicos como “Brown Sugar”, “Bitch”, “Wild Horses” e “Sister Morphine”. A capa provocativa, assinada por Andy Warhol, trazia um zíper (a capa foi proibida na Espanha) de um jeans, procurando mostrar onde nascia o som dos Stones. Rock em som e imagem. Jagger, Richards e Cia iriam além no sensacional “Exile on Main Street” (1972), mas é em “Sticky Fingers” que o mundo se ajoelha em frente à banda.

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Se o Google trouxe você a este post, conheça os outros 10 discos mais influentes aqui

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Ainda cabe um 14º?? Diga que sim, por favor: “Kind of Blue”, do Miles Davis (leia aqui)

37 thoughts on “Os treze (!) discos mais influentes de todos os tempos

  1. Caro Marcelo,

    Listas são limitadas e sempre estarão incompletas, eu gostaria de sugerir três inclusões que na minha opinião são imprescindíveis na influência do rock dos anos 80 e 90 e 2000: Closer – do Joy Division, Psycho candy do Jesus & Mary Chain e The Queen is Dead dos Smiths, em relação ao segundo eu te pergunto, o que seria Pixies e Stone Roses sem Psycho Candy ???

  2. Bem, realmente quando enviei meu primeiro comentário pensei nos 10 melhores e não nos 10 mais influentes. Pensando agora por este prisma, continuo a estranhar a ausência do Pet Sounds, que é citado por muita gente boa na música como seu disco preferido. Também me pergunto: cadê os Byrds? Influência para Beatles, Big Star (vide September Gurls), REM? e o próprio Big Star como um dos pilares do chamado power pop? e o Radiohead e o seu OK Computer? Mas tudo bem, realmente listas são limitadas, não dá para agradar todo mundo. Mas continuo não aceitando o Black Sabbath….

  3. Parece que as pessoas esquecem a magnitude do que se pretende. Desculpem-me os fãs, mas Kraftwerk??!! Qual a grande importância deles que eu não vejo? É um tremendo exagero dizer que essa banda em qualquer momento de sua história conquistou o mundo. Ok, foram os pais da música eletrônica, é verdade. Mas, vamos falar sério, a música eletrônica teve um impacto bastante limitado no cenário mundial, principalmente se formos compará-la com outros estilos, como o rock, o jazz o blues, o country etc. Sempre ficou no meio do caminho entre o underground e o mainstream. Nos Estados Unidos, por exemplo, que de longe é o maior mercado de música do mundo, fez e faz muito pouco sucesso. Mesmo nos países onde faz sucesso, ainda permanece algo como um nicho musical, um movimento alternativo. Qual o legado que artistas como Chemical Bros. e Fatboy Slim deixarão? Que obra de grande relevância? Alguém algum dia vai compará-los a Beatles, Elvis, Stones? A resposta é, muito provavelmente, não. Não estou nem entrando na questão da qualidade. Estou falando apenas em termos de importância para a música mundial. Também mencionaram Stone Roses, Joy Division e Jesus & Mary Chain. São bandas boas, mas longe de serem grandes influências mundiais. Gente, acorda, o britpop não revolucionou a música. Nem a música eletrônica.

  4. Sua lista é muito boa e conta com discos realmente influentes dentro do rock. Mas, como listas serão sempre incompletas, vou acrescentar uma banda que, apesar de muito criticada, é , sem sombra de dúvida, muito influente: KISS.
    Ok, os caras nunca se caracterizaram por realizarem obras-primas, mas é indubitável que os mascarados colocaram muita gente em contato com o rock. Para citar somente algumas bandas cujos membros já se declararam kissmaníacos: Pearl Jam, Sepultura e Nirvana. Quanto ao disco, pode ser qualquer um da década de 70: Destroyer, Alive! ou Dressed to Kill, por exemplo.

  5. marcelo, vc e mais um bando de pregos ficam alimentando psicose de velha virgem como se fosse imunidade artística e depois vão ficar com remorso. tô avisando…

  6. olha, na primeira eu não dei pitaco porque achei muito, muito boa, mas já que você perguntou… se for pra colocar Led, tem que colocar o IV. Indubitavelmente o mais influente de todos, não só por Stairway ou Rock and roll. Por tudo – a começar pela capa, que não leva o nome dos caras, e tornou-se um símbolo deles. A mística toda da coisa, aliada à união perfeita do bucólico e do pesado nas melodias e nas letras, faz dele um grande clássico (apesar do meu preferido ser Houses of the Holy). Abraços!

  7. quem nao passa dos 40 anos hoje ,nao sabe o que e pedras que rolam nao criam limo,esses caras sao como o internacional so dao alegria!!!!!!!!!

  8. Nossa, questionar a importância da eletrônica, negar a influência do Kraftwerk… gente, vamos situar:
    Ano: 2007. Impossível você ligar o rádio, a TV, e não ter música eletrônica. Não se cogita hoje um festival de rock, sem a presença de no mínimo um DJ. Ouça as bases melódicas das músicas que você provavelmente assovia no dia a dia, e encontrará trechos de músicas do Kraftwerk. Claro, para isso você terá que primeiro conhecer o Kraftwerk. Repetindo, não é uma lista de gostos pessoais, mas de discos influentes.

  9. Boa lista; a principal crítica que tenho é que no lugar do London Calling deveria estar o debut do ramones, pela influência musical, comportamental e visual.Os sex pistols eram fãs, o clash, e todos da grande cena inglesa de 70 eram reverentes a essa obra.
    Perfeito a inclusão do Black Sabbath; talvez seja difícil enchergar a influência hoje, com o ouvido já saturado de distorção e riffs duros como um monolito.Mas por trás de todo o heavy metal, de todo o hard rock, do grunge, e de tudo que foi criado dentro do rock pesado, está o fantasma de tony iommi.

  10. Não estou criticando a inclusão do Kraftwerk por questões de gosto pessoal. Não importa se em cada festival de rock tem um DJ, ou se você houve eletrônica como música de fundo em comerciais, programas de TV e filmes (isso é influência para a história?). Repito: a música eletrônica não deixou obras significativas para a história da música. Para as pessoas que ouvem música eletrônica e vivem essa cultura, é claro que devem achar a coisa mais importante e influente do mundo. Mas, saindo desse mundinho, não é. Quem é o Led Zepelin, a Madonna, o Michael Jackson, o Nirvana da música eletrônica, que verdadeiramente alcançaram sucesso mundial e ficaram para a história? Não há ninguém. Por isso digo que a influência da música eletrônica é limitada. O Kraftwerk é uma banda underground que influenciou artistas que não ficarão para a história.

  11. Para vocês que gostam de listas, eu organizo um flog em que todo dia apresento uma banda e uma lista com 5 canções prediletas. É interessante analisar as diferenças e semelhanças dos gostos musicais de pessoas de todo o mundo. Visitem e deixem suas listas!
    Um abraço! 😉

  12. Eu não sou fã ardorosa dos Stones mas falar assim das pessoas porque viveram como se isso precisasse ser punido e não enquadram-se no modelo convencional de quem envelhece, beira à preconceito !!! Sorry!!
    Quem faz história merece ser respeitado. Imagino o quê vc diria dos últimos dias do REI I!!!!!!!!!!!!!!! A generosidade deveria ser cultivada pelos jovens. Espere a sua vez!

  13. O STICK FINGERS É UM CLÁSSICO; O EXILE TAMBEM, O BEGGARS TAMBEM; TODOS SÃO ÓTIMOS E INFLUENTES ALÉM D FUNDAMENTAIS, e esqueçam o UNDERCOVER e DIRTY WORK.

  14. puxa quer dizer que stick fingers é o primeiro bom disco dos stones? acho que vc esqueceu,aftermath,beggars b,leti bleed, quer dizer que os stones não influenciaram outro artistas com seus discos?? syd barret citava constamtemnte aftermath e between the buttons dos stones, exile on g. de liz phair foi totalmente influenciadao por exile dos stones , sem contar o stick f. que influenciou muitas bandas dos anos 70, gosto dos beatles mas acho os primeiros discos dos stones muito mais interessantes que aquele pop aguado que os beatles faziam ,compare o primeiro disco dos beatles com o primeiro dos stones!!!.

  15. respeito sua opinião mas não concordo! stones sempre foram stones principalmente nos anos 60, e acho que até os beatles sentiam isso,não é a toa que paul sugeriu a jagger , para eles lançarem discos em épocas diferentes pra não competirem entre si, e se os stones foram influenciados pelos beatles, os beatles tb foram pelos stones, o riff de day tripper nada mais é que uma variação do riff de satisfaction, between the buttons foi uma das influencias para sgt.peppers, aftermath foi uma das influencias para revolver, papprer back r. , têm muito a ver com 19 nervous b. dow, e se formos colocar a coisa de uma forma tão simples do tipo ” os stones só foram stones depois que os beatles pararam” podemos tb dizer que os beatles pararam com apenas sete anos , pq não aguentaram a concorrência com os stones, e quanto a relevancia musical, no começo da carreira os stones estavam levando a música dos negros americanos de volta pro seu quintal,muddy waters que estava pintando paredes , passou a ser estrela e ser reconhecido no seu país racista , enquanto isso os beatles estavam cantando coisinhas bonitinhas como , love me do, she loves you… e por ai vai!! acho que os stones mereciam um pouco mais de respeito ou não?? pra terminar vou colocar uma frase de pete t. do who que ele disse nos anos 60 ” nos do who somos muito influenciados pelos stones,foi de keith que eu roubei aquele meu jeito de tocar guitarra girando braço” já nos ano80 pete disse ” pra mim os stones representam o rock britânico e não importa oq digam”, os stones fizeram a música dos negros americanos serem reconhecidas no seu país de origem, o yarbirds ,animals, todos esses caras foram influenciados pelos stones, sem contar que stones era bom de estúdio e de palco a contrário dos beatles que passaram a ser bons de estúdio , principalmente a partir de revolver, mas que em cima de um palco se tornavam comuns.

  16. A banda “Kraftwerk” PAI da música eletrônica? Você nunca ouviu falar do United States of America, do Fifty Foot Hose, do Spoils of War ou mesmo do Silver Apples não? É, acho que não. Na dúvida, http://www.allmusic.com e tire suas próprias conclusões sobre quem foi o pai (ou mãe) da música eletrônica.

  17. Acho q no fundo esses tipos de lista de qual ou quais os melhores discos da historia melhores bandas e musicos, uma completa perda de tempo, alias acho sinceramente terrivel esses criticos q absorvem( inconscientemente ou por falta de criativiade e frustraçao artistica) essa logica de competicao q o mercado, q eh o grande mote de eterna sobrevivencia de uma sociedade vazia e de consumo. A arte , a musica deve servir sempre de inspiracao e quando se fala de trabalhos q foram feitos com alma com sinceridade, deve-se ter mais respeito, muito mais respeito, mas com certeza eh bem mais facil falar e falar mal do q evoluir como ser humano e buscar criar e transcender a mediocridade dessa vida moderna!!!! Dai penso porque ainda perco meu tempo lendo blogs de criticos-musicos-frustados e sem criatividade!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!Bla bla bla pra vc!!!!

  18. Fábio Arranha, quer artistas da música eletrônica que venderam e deixaram clássicos? (TODOS influenciados pelo Kraftwerk): Já ouviu falar de Depeche Mode, New Order, Pet Shop Boys, Erasure, Human League? Joy Division, David Bowie, The Cure, Radiohead….todo mundo reverencia (referencia) o Kraftwerk…Isso sem falar na IMENSA CENA de Synthpop na Europa em todas as suas ramificações…EBM…

  19. Bem interessante a lista. Na minha opinião, o Led merecia emplacar até dois discos; Além de terem feito o “rock barulhento” da fase inicial tiveram também outro grande marco que foi o “Houses of the holy” – Nessa fase começaram a usar estilos mais sofisticados de produção além de arranjos sobrepostos que fizeram verdadeira escola pra uma serie de bandas dos anos 80 e 90 (arrisco que gente até como Radiohead e o pessoal do post-rock tenha se inspirado nele).

  20. não acho nenhum disco led zeppelin, necessariamente, influente. são discos essenciais mas não os julgo influentes. aceito a ótica aplicada no sticky fingers por achar que foi o mesmo critério adotado para a inclusão do revolver e no autobahn. bela lista.

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