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Scream & Yell Discos: Jorge Mautner

O tema de nosso programa número 22 é Jorge Mautner, que teve sua carreira nos anos 80 reunida em um box imperdível do selo Discobertas!

agosto 7, 2017   Encha o copo

Cinco fotos: Jardim Botânico SP

Para visitação, informações aqui

Veja mais imagens no link “cinco fotos” (aqui)

agosto 7, 2017   Encha o copo

Scream & Yell Discos: Sete vinis

Para o Scream & Yell Discos 21 optei por selecionar sete vinis (na verdade, oito) que eu queria falar há muito tempo, e não conseguia encaixar uma pauta, material de gente bacana que acredita na cena independente, no vinil e, sobretudo, no poder da música. Assista acima!

agosto 5, 2017   Encha o copo

Cervejas de San Diego chegam ao Brasil

Cervejas badaladas de três fábricas renomadas de San Diego, nos Estados Unidos, chegaram ao Brasil nesta semana em container importado pela distribuidora Buena Beer: a Alpine Beer Co, a Green Flash Brewing e a Stone Brewing que, juntas, somam mais de 25 rótulos diferentes entre garrafas, latas e chope chegando ao Brasil agora, sendo que destes cerca de 15 são completamente inéditos no país.

A Alpine Beer Co, que produz suas cervejas desde 2013 na fábrica da Green Flash Brewing, já havia estreado no Brasil em janeiro deste ano, e agora retorna com quatro rótulos diferentes: Hoppy Birthday (uma Session IPA leve e refrescante produzida com seis lúpulos), Duet (uma West Coast IPA com Simcoe e Amarillo) e as inéditas Windows Up (uma American IPA com Citra e Mosaic) e, minha favorita, Willy Vanilly, uma Wheat Ale com baunilha! No Empório Alto de Pinheiros, todas estão na casa dos R$ 34.

A Green Flash já é conhecida dos brasileiros – a primeira vez que a Buena Beer os trouxe foi em 2013! Nesse container vieram quatro rótulos de reposição: Jibe (Session IPA leve produzida com os lúpulos Warrior, Chinook e Cascade), Soul Style IPA (mais pegada com 7.5% de álcool, 75 IBUs e os lúpulos Cascade, Simcoe e Citra), a minha favorita Tangerine Soul Style (Citra e Cascade mais raspas de tangerina) e uma das estrelas da casa, a potente West Coast Double IPA (com Simcoe, Columbus, Centennial, Citra e Cascade).

Já a Stone é responsável pelas maiores novidades do container: Stone IPA, Stone Go To IPA e a incrível Arrogant Bastard Ale chegam agora em lata (a Arrogant em latão de 473 ml por R$ 36 no EAP). Em lata também surgem as novidades, como a Ripper (R$ 27), uma APA com os lúpulos Galaxy e Cascade, e a Ghost Hammer (R$ 32), uma IPA deliciosa que me surpreendeu por utilizar um novo lúpulo, o Loral, que agora aparece denominado (até o ano passado ele era conhecido pelo código HBC 291, que, inclusive, foi usado na Duvel Tripel Hop 2016).

Em garrafa de 355 ml houve reposição da Delicious IPA e duas novidades incríveis: a chegada da Mocha IPA (R$ 47), uma Double IPA com adição de café e cacau, e da Ruination Double IPA 2.0 (R$ 38), tão sensacional que eu já havia trazido uma na mala de Nova York ano passado – na mesma viagem que a provei numa versão envelhecida em barris de carvalho americano. Duas chegam em chope pela primeira vez: Stone Arrogant Bastard Aged in Bourbon Barrels e Stone Tangerine Express (feita com laranja e abacaxi).

Da linha premium da Stone, uma série de novidades poderosas (todas na quantia de 60 garrafas para todo o país): Stone Double Arrogant Bastard In The Rye (R$ 305 a garrafa de 500 ml), de 13.5% de álcool envelhecida em velhos barris de Templeton Rye Whiskey (uísque de centeio) além de duas versões da Stone Double Arrogant Bastard Southern Charred, a 2014 e a 2015 (R$ 305 também), envelhecidas em velhos barris de Kentucky Bourbon. Há, ainda, seis edições safradas da Double Bastard (2011, 2012, 2013, 2014, 2015 e 2016), que no EAP só é vendida num kit com as seis garrafas (650 ml cada) ao preço de R$ 800.

De todo o pacote me surpreenderam bastante (e recomendo) a Alpine Willy Vanilly (baunilha bem presente) e a Green Flash Tangerine Soul Style. Da Stone, até brinquei no Instagram: a Mocha IPA é tão gostosa que pode parar “um caminhão pipa na porta de casa, please”. O mesmo digo para a Ghost Hammer (quero ir atrás de mais cervejas com Loral, me trouxe algo de anis) e para a Ruination Double IPA 2.0 (até já havia escrito sobre ela aqui). As Double Arrogant Bastard são espetaculares, e indicadas pra confraria (melhor dividir a pancada de álcool e grana).

Leia também
– Top 1001 Cervejas, por Marcelo Costa (aqui)
– Leia sobre outras cervejas (aqui)

 

agosto 4, 2017   Encha o copo

Visitando a Goose Island São Paulo

Maior brewpub da capital, aberta no final de 2016 no Largo da Batata, em São Paulo, a Goose Island Brewhouse inaugurou alguns meses depois a parte superior da casa, com uma vista belíssima do largo, e segue firmando-se como uma alternativa interessante tanto para novatos no assunto cerveja artesanal quanto para conhecedores do assunto, e ainda tem o acréscimo de ter um cardápio interessante de petiscos, sobremesas e lanches.

Fundada em 1998 em Chicago, a Goose se tornou famosa entre os cervejeiros por um dos mais maravilhosos líquidos engarrafados, a Bourbon County Brand Stout (Top 5 no ranking pessoal de 1001 cervejas deste que vos escreve), mas eles tem outras belezinhas como a linha Saison (a Sofie é uma delícia) e as sensacionais Sours Sisters (Halia, Juliet, Gillian e Lolita), todas disponíveis em garrafas no brewpub.

Porém, o que chama a atenção são as 30 torneiras disponíveis nos dois andares do prédio, e a liberdade que o mestre cervejeiro da casa, Guilherme Hoffmann, tem para criar e abastecer o brewpub. Todas as cervejas oferecidas nas torneiras da casa são produzidas no próprio local, incluindo as receitas originais da Goose Island tanto quanto as criações do mestre cervejeiro, como a APA Yellow Line (em homenagem a linha amarela do metrô, que passa ali ao lado).

Nesta semana, a Goose São Paulo convidou jornalistas para conhecerem o novo lançamento da série Limited Release da casa, uma Sour Sister que teve como base a Yellow Line APA, mas foi maturada em quatro velhos barris que antes haviam maturado cachaça. Cada um destes barris recebeu adição de uma fruta diferente (maracujá, manga, caqui e laranja), e o resultado, posteriormente blendado, levou o nome de Feather In the Foot.

Essa série se chama Limited Release porque são cervejas realmente limitadas, e no caso da Feather In The Foot, Guilherme produziu apenas 600 litros, e quando acabar, acabou. Vendida ao preço de R$ 24 (280 ml), a Goose Island Feather In The Foot é uma Sour deliciosa e bastante refrescante, com as quatro frutas acrescentando leveza ao estilo arisco da cerveja. Para harmonizar, a Brewhouse sugeriu o hambúrguer de pato (R$ 36), e combinou muito bem.

Para fechar a noite, sobremesa: bolo de pão de mel feito com cerveja Honkers Ale e coberto com calda de chocolate e sorvete de baunilha (R$ 20) mais torta de maças com massa crocante e sorvete sabor cerveja (R$ 14). Os dois pratos surgiram harmonizados com a sensacional Lolita, uma sour que recebe adição de framboesas frescas e é envelhecida em barris que antes maturaram vinho (qualquer uma das Sour Sisters: R$ 95 a garrafa de 750m ml).

Uma dica bacana para quem não conhece o processo de produção de cervejas é que a Goose Island Brewhouse São Paulo está promovendo dois tours noturnos (um às 20h, outro às 22h) para que o público tenha uma pequena noção do processo. Geralmente, o gerente pergunta de mesa em mesa quem quer fazer o tour, mas, caso você tenha interesse, vale avisar a atendente assim que você chegar ao pub, ok. E também não esquece de pegar o seu Brews (está no número 2, jornal sobre a região do Largo da Batata produzido em parceria com o pub.

Goose Island Brewhouse
R. Baltazar Carrasco, 191, Pinheiros.
Horário de funcionamento: 18h/1h (sáb., 12h/1h; dom., 12h/22h; fecha seg.)

agosto 3, 2017   Encha o copo

Textos mais lidos: Julho de 2017

TOP 10
01) Download: “Dois Lados”, tributo ao Skank (aqui)
02) “Vem”, de Mallu Magalhães: entrevista e crítica (aqui)
03) Entrevista: Rodrigo Salem, um jornalista em LA (aqui)
04) Cinema: “De Canção a Canção”, de Terrence Malick (aqui)
05) APCA: 25 discos do primeiro semestre 2017 (aqui)
06) Tributo ao Skank: A seleção dos convidados (aqui)
07) Música: “Letrux em Noite de Climão” por Renan Guerra (aqui)
08) Cinema: “Homem Aranha De Volta ao Lar”, por Capelas (aqui)
09) Três discos: Nelly Furtado, Sheryl Crow e Aimee Mann (aqui)
10) Máquinas ao vivo no Breve SP, por Cainan Willy (aqui)

DOWNLOAD
01) Download: Tributo a Milton Nascimento -> 31º link (aqui)
02) Download: Tributo a Alceu Valença -> 37º link (aqui)
03) Download: Tributo a Belchior -> 44º link (aqui)

VIA GOOGLE
01) Três filmes: O sexo no cinema brasileiro (aqui)
02) O Punk que sobreviveu à segregação, de Guilherme Olhier (aqui)
03) Quatro documentários na integra: Sui Generis, Nick Cave, Mark Sandman e Nick Drake (aqui)

O EDITOR RECOMENDA
01) Entrevista: Mulamba, por Leo Vinhas (aqui)
02) Entrevista: Marcelo Viegas, por Bruno Lisboa (aqui)
03) Festival no interior de SP mostra podreira underground com qualidade, por Andye Iore (aqui)

agosto 1, 2017   Encha o copo

Dicas Scream & Yell: Beautiful Girls

O Afghan Whigs é uma das bandas prediletas aqui em casa. Essa trilha sonora, produzida em conjunto por Greg Dulli (vocalista do Afghan Whigs) com o diretor Ted Demme, é uma pérola, tal qual o filme, que acompanha um grupo de losers perdidos numa cidadezinha canadense. Belo filme, bela trilha.

agosto 1, 2017   Encha o copo

A programação do Jazz na Fábrica 2017

Agosto é o mês do já tradicional festival Jazz na Fábrica, que acontece no Sesc Pompeia. Neste ano, a sétima edição do festival reúne 17 atrações nacionais e internacionais de oito países: África do Sul, Alemanha, Brasil, Espanha, Estados Unidos, Gana, Israel e Moçambique. Confira abaixo a programação completa e fique atento a abertura das vendas de ingressos:

  • Venda online a partir de 03/08, quinta-feira, às 15h. Aqui!
  • Venda presencial nas unidades do Sesc SP a partir de 04/08, sexta-feira, às 17h.

Eddie Allen (Estados Unidos)
21h30 dos dias 10, 11 e 12/08 (quinta, sexta e sábado)
O trompetista de Milwaukee, Winsconsin, foi influenciado fortemente pelo estilo da conhecida Associação para o Avanço de Músicos Criativos de Chicago (AACM), que se destaca por seu comprometimento a formar novos músicos para a cena moderna. Em 1981, Allen se mudou para Nova York e, nesse período, buscou aprimorar suas habilidades de improvisação. Foi também na década de oitenta que começou sua produção ao lado de nomes já consagrados da cena jazzística, como Art Blakey, Dizzy Gillespie, Randy Weston e Max Roach. Além das improvisações do free jazz, o trompetista traz em suas composições segmentos do blues, também trabalhando com o R&B e o rock. Para o Jazz na Fábrica, Allen traz um repertório baseado em seu álbum “Push” (2014) e é acompanhado de um septeto.

Local: Comedoria. Não recomendado para menores de 18 anos.
R$60,00. R$30,00. R$18,00
Capacidade: 500 pessoas

Nenê Trio (Brasil) + Itamar Borochov (Israel)
21h do dia 11 de agosto (sexta)
Realcino Lima Filho, o Nenê, nasceu em Porto Alegre, mas viveu na França por 12 anos. Em sua estadia na Europa, apresentou seu projeto Ritmos do Brasil em quatro países: França, Dinamarca, Alemanha e Suíça. Tocou ao lado de nomes como Hermeto Pascoal, Pau Brasil, Paulo Moura, Egberto Gismonti e Stan Getz; além de ter acompanhado artistas como Milton Nascimento, Elis, Gal, Caetano, Bethânia, Gil e Ângela Maria. Nenê lança, no Jazz na Fábrica, seu álbum “Verão”.

Itamar Borochov mescla em suas composições elementos rítmicos de diversos locais, porém mantém suas raízes pessoais iraquianas, resultando em afinidade pela sensibilidade musical árabe e pan-africana. Depois de trabalhar ao lado de artistas como Curtis Fuller e Candido Camero, lançou dois discos, “Outset” (2014) e “Boomerang” (2016), que terão seus repertórios apresentados no Jazz na Fábrica.

Local: Teatro. Não recomendado para menores de 12 anos.
R$40,00. R$20,00. R$12,00.
Capacidade: 356 pessoas

Hermeto Pascoal e Grupo (Brasil)
12/08, 21h (sábado)
13/08, 18h (domingo)
O show no Jazz na Fábrica marca o lançamento do álbum “No Mundo dos Sons”, pelo Selo Sesc. O multi-instrumentista conta com mais de 20 CDs lançados e é um dos maiores nomes da música instrumental do Brasil, sendo reconhecido por sua musicalidade tanto nacional como internacionalmente.

Local: Teatro. Não recomendado para menores de 12 anos.
R$40,00. R$20,00. R$12,00.
Capacidade: 700 pessoas

Jazzmin’s (Brasil)
Às 16h do dia 13/08 (domingo)
A big band é formada por Paula Valente (sax e flauta), Lis de Carvalho (piano), Lilian Carmona (bateria), Gê Cortes (baixo), Marta Ozzetti (flauta), Renata Montanari (guitarra), Laís Marina Francischinelli e Fabrícia Medeiros (clarinete), Beatriz Pacheco, Taís Cavalcanti e Mayara Almeida (saxofone), Estefane Santos e Grazi Pizani (trompete), Kelly Vasconcelos (trompa), Joyce Peixoto Pasti e Sheila Batista (trombone), Glaucia Vidal (vibrafone). Elas apresentam um repertório totalmente dedicado à música popular, porém com arranjos de jazz.

Local: Deck. Livre.
Gratuito!

Globe Unity Orchestra (Alemanha)
Às 21h dos dias 17 e 18/08 (quinta e sexta)
O conjunto de free jazz fez sua estreia no Festival de Jazz de Berlim, em 1966. A apresentação combinou o quarteto do multi-instrumentista Gunter Hampel com o quinteto do trompetista Manfred Schoof e o trio do clarinetista e saxofonista Peter Brötzmann.

Local: Teatro. Não recomendado para menores de 12 anos.
R$50,00. R$25,00. R$15,00. Capacidade: 700 pessoas

Thundercat (Estados Unidos)
Às 21h30 dos dias 17 e 18/08 (quinta e sexta)
Stephen “Thundercat” Bruner exibe a fusão do jazz, soul, funk e hip-hop, aspectos que se destacaram e formaram uma identidade própria na cena musical contemporânea jazzística. De 2002 a 2011, foi baixista da banda Suicidal Tendencies. Trabalhou com a cantora texana Erykah Badu nos álbuns “New Amerykah Part One (4th World War)”, de 2008, e “New Amerykah Part Two (Return of the Ankh)”, de 2010. Está em carreira solo desde 2015 e lançou em fevereiro deste ano seu terceiro álbum, “Drunk”, com 23 faixas autorais.

Local: Comedoria. Não recomendado para menores de 18 anos.
R$60,00. R$30,00. R$18,00.
Capacidade: 800 pessoas

Abdullah Ibrahim (África do Sul)
19/08, às 21h (sábado)
20/08, às 18h (domingo)
Nascido em 1934 como Adolphus Brand, o pioneiro da cena jazzística sul-africana se converteu ao islamismo em 1968, mudando seu nome para o qual é conhecido hoje, Abdullah Ibrahim. O compositor, pianista e saxofonista mudou-se para a Suíça nos anos 1960 para fugir do apartheid. Lá, conheceu o pianista e compositor americano Duke Ellington, que tornou-se uma das grandes influência do sul-africano e foi o responsável por leva-lo aos Estados Unidos. Em 1965, participaram juntos do famoso Newport Jazz Festival. Foi em 1976 que lançou seu primeiro álbum, “Banyana”, e de lá para cá se consagrou como um dos grandes nomes do jazz contemporâneo.

Local: Teatro. Não recomendado para menores de 12 anos.
R$60,00. R$30,00. R$18,00.
Capacidade: 700 pessoas

Jimmy Dludlu (Moçambique)
Às 21h30 do dia 19 de agosto (sábado)
Nascido na cidade de Maputo, em Moçambique, Jimmy Dludlu começou a tocar guitarra aos 13 anos, sendo influenciado pelo jazz e pela música africana. Nos anos 1980, começou sua carreira profissional tocando com músicos de países como Suazilândia, Gana e Bostwana. Foi na década de 1990 que se tornou um músico de estúdio e se tornou líder da banda Loading Zone, que realizou turnês com ícones da música sul-africana, como Miriam Makeba e Papa Wemba. Dludlu traz nove álbuns em sua discografia, incluindo seu mais recente trabalho, “In The Groove” (2016), que terá seu repertório apresentado no Jazz na Fábrica.

Local: Comedoria. Não recomendado para menores de 18 anos.
R$40,00. R$20,00. R$12,00.
Capacidade: 800 pessoas

Emiliano Sampaio e Soundscape Big Band (Brasil)
Às 16h do dia 20/08
Emiliano e Junior Galante, líder da Soundscape Big Band, são colegas de longa data, já tocaram juntos em outros projetos e têm uma relação próxima com a Europa. Sampaio se mudou para a Áustria em 2012 e, neste período, lançou quatro discos dedicados à música instrumental.
A Soundscape Big Band une a linguagem da música contemporânea ao jazz, à música brasileira e à música clássica. É reverenciada como uma das mais relevantes bandas brasileiras do gênero. Para o Jazz na Fábrica, Emiliano rege, pela primeira vez, a Soundscape Big Band.

Local: Deck. Livre.
Gratuito!

Amaro Freitas (Brasil) + Hadar Noiberg (Israel)
Às 21h do dia 24 de agosto (quinta)
O pianista e compositor Amaro Freitas apresenta, acompanhado de seu trio, o concerto “Sangue Negro” – título de seu álbum de estreia, lançado em 2016, que conta com músicas de sua autoria e obras de compositores já consagrados da MPB, como Dominguinhos, Tom Jobim e Pixinguinha.

Hadar Noiberg, neste show, é acompanhada por Tal Mashiach no baixo e Daniel Dor na bateria. Seu repertório conta com canções de seu álbum “From the Ground Up” (2015), seu segundo álbum. O disco marca a carreira de Noiberg como líder de banda e apresenta suas composições para seu trio.

Local: Teatro. Não recomendado para menores de 12 anos.
R$40,00. R$20,00. R$12,00.
Capacidade: 700 pessoas

Roy Hargrove (Estados Unidos)
Às 21h30 dos dias 24 e 25 de agosto (Quinta e Sexta)
Além de seu projeto solo, o trompetista texano lidera três grupos: RH Factor, Roy Hargrove Quintet e Roy Hargrove Big Band. Além do protagonista, a sonoridade da banda é formada por piano, baixo, bateria e sax. No Jazz na Fábrica, Roy recebe a participação especial da cantora italiana Roberta Gambarini, com quem mantém parceria há uma década.

Local: Comedoria. Não recomendado para menores de 18 anos.
R$60,00. R$30,00. R$18,00.
Capacidade: 500 pessoas

Chicuelo-Mezquida (Espanha)
Às 21h do dia 25 de agosto (Sexta-feira)
Juan “Chicuelo” Gómez é ganhador de um prêmio Goya e, além de sua carreira como solista, faz parcerias em trio com os cantores flamencos Miguel Poveda e Duquende. É considerado como um dos poucos guitarristas a conseguir ampliar o flamenco de forma influente. Marco Mezquida traz um pianismo que se enriquece com a diversidade musical. Sua sonoridade é marcada pela autenticidade e sua dedicação à música.

Local: Teatro. Não recomendado para menores de 12 anos.
R$50,00. R$25,00. R$15,00.
Capacidade: 700 pessoas

Annette Peacock (Estados Unidos)
26/08, 21h, sábado
27/08, 18h, domingo
Além de uma das cantoras americanas de jazz de maior destaque, a nova-iorquina é compositora, arranjadora, musicista e escritora. Nascida em 1941 no Brooklyn, Peacock já lançou 12 álbuns e apresenta-se no formato piano e voz, focando seu repertório em seus principais discos, como “I’m The One” (1972), “X Dreams” (1978) e “The Perfect Release” (1979).

Local: Teatro. Não recomendado para menores de 12 anos.
R$50,00. R$25,00. R$15,00.
Capacidade: 700 pessoas

Debo Band (Estados Unidos)
26/08, às 21h30 (sábado)
27/08, às 19h30 (domingo)
O grupo está na ativa desde 2006 e traz uma mistura de ritmos tradicionais, jazz e soul com uma pegada mais funky. A big band concebida em Boston (EUA) é liderada pelo saxofonista e etnomusicólogo Danny Mekonnen, artista de origem etíope nascido no Sudão e criado nos Estados Unidos, e pelo franco-etíope Bruck Tesfaye, cujo vocal em amharic (uma das línguas faladas na Etiópia) faz um contraponto psicodélico hipnótico com os metais estridentes da seção de sopros e a guitarra, numa sonoridade que atualiza as influências de seus conterrâneos.

Local: Comedoria. Não recomendado para menores de 18 anos.
R$50,00. R$25,00. R$15,00. C
Capacidade: 800 pessoas

Pat Thomas (Gana)
Às 17h do dia 27/08
Pat Thomas nasceu em 1951 em uma família de músicos, o que o fez ter um contato com a música desde sempre. Ao longo de sua carreira, fez parte de diversas bandas de funk, afrobeat e afropop, como a Satellites, em 1973, e Sweet Beans, em 1974. Ganhou o prêmio Voz de Ouro da África oito anos depois da formação da segunda banda, tornando-se um grande percursor do estilo highlife. Em 2015, lançou o álbum “Pat Thomas & Kwashibu Area Band” junto de um sexteto liderado pelo multi-instrumentista Kwame Yeboah. O trabalho ganhou atenção mundial em sua apresentação na conferência Womex, em Budapeste, no ano passado.

Local: Deck. Livre.
Gratuito!

Serviço: Jazz na Fábrica
De 10 a 27 de agosto de 2017, quinta a domingo
Locais: Comedoria, Teatro e Deck

Venda online a partir de 3 de agosto, quinta-feira, às 15h (aqui)
Venda presencial nas unidades a partir de 4, sexta-feira, às 17h.

 

julho 31, 2017   Encha o copo

Respeitem (e celebrem) Ringo Starr

julho 31, 2017   Encha o copo

Scream & Yell Discos: Manics

O programa número 20 da série Scream & Yell Discos lança luz sobre uma das bandas do coração aqui em casa, a galesa Manic Street Preachers. Assista acima!

julho 30, 2017   Encha o copo