Random header image... Refresh for more!

Disco do dia: Ian McCulloch

Disco do dia: “Candleland”, de Ian McCulloch, lançado em 1989 logo após sua saída do Echo and The Bunnymen e com uma sonoridade que remete ao disco do Echo de 1987 (as lindas “The Game” e “Proud To Fall” são irmãs gêmeas). Elizabeth “Cocteau Twins” Frazer faz os backings líricos da faixa título e esta caprichada reedição dupla, lançada em 2012, traz 10 b-sides, duas versões da cover de “September Song” lançada por Ian em 1984, remixes e a linda versão de “The Circle Game”, canção de Joni Mitchell. O disco original, ainda em vinil, acalantou algumas centenas de noites perdidas…

julho 5, 2018   Encha o copo

Disco do dia: Aimee Mann

Disco do dia: “Lost in Space – Special Edition” é o quarto álbum de Aimee Mann, lançado de maneira independente por seu próprio selo, SuperEgo Records, em 2002, com essa luxuosa reedicão dupla numerada (a minha é a 613) lançada no ano seguinte. “Lost in Space” foi o disco imediatamente subsequente a “Bachelor n. 2” (2000), catapultado ao sucesso no embalo da trilha sonora (com oito músicas de Aimee Mann) do filme “Magnólia” (1999), de Paul Thomas Anderson, e flagra Aimee tentando se soltar das amarras folks, e conseguindo abrir uma fresta por onde ela seguiria carreira à frente. Dos meus discos favoritos dela!

julho 4, 2018   Encha o copo

Scream & Yell Vídeos: Programa 85

No Scream & Yell Vídeos número 85, mais um livro (“Carlos Viaja”, de China com arte de Tulipa Ruiz), um DVD (mais um box da série “O Cinema”, desta vez compilando seis filmes do gênio Luis Buñuel) e um CD (o segundo álbum da grande banda Maria Bacana!). Assista abaixo!

Mais Scream & Yell Videos

 

julho 3, 2018   Encha o copo

Disco do dia: Gui Amabis

Disco da noite: “Miopia”, quarto álbum de Gui Amabis, que surge acompanhado (novamente, assim como “Ruivo em Sangue”, o disco anterior de 2015) por Regis Damasceno (baixo), Dustan Gallas (guitarra), Samuel Fraga (bateria) e Richard Ribeiro (vibrafone). O disco ainda conta com participações especiais de Juçara Marçal, Thiago França, Rodrigo Campos e Tulipa Ruiz. São nove faixas, sete delas inéditas mais “Contravento” (parceria de Gui com Lucas Santtana que Céu registrou no álbum “Caravana Sereia Bloom”) e “O Inimigo Dorme”, música de Siba presente no álbum “De Baile Solto”.

julho 3, 2018   Encha o copo

Textos mais lidos: Junho de 2018

TOP 10 MAIO 2018
01) Três discos: Lobão, Humberto Gessinger, Titãs, por Mac (aqui)
02) News: Gorillaz, Suede, Albert Hammond Jr… (aqui)
03) A Banda Mais Bonita da Cidade e o poder da canção pop, por Ismael Machado (aqui)
04) Scream & Yell Vídeos: China & Tulipa, Bunuel e Godard (aqui)
05) Entrevista: Graveyard, por Guilherme Lage (aqui)
06) Kendrick Lamar em Nova York, por Bruno Capelas (aqui)
07) Entrevista: Duda Beat, por Renan Guerra (aqui)
08) Três livros: “Hippie”, “Os Beneditinos” e “Fechado Por Motivo de Futebol”, por Adriano Costa (aqui)
09) Três filmes: “Maradona by Kusturica”, “Dona Helena” e “O Processo”, por Marcelo Costa (aqui)
10) Entrevista: Juliano Gauche, por Thiago Sobrinho (aqui)

DOWNLOAD
01) Download: “Dois Lados”, tributo ao Skank -> 12º link (aqui)
02) Download: Tributo a Walter Franco -> 16º link (aqui)
03) Download: Milton Nascimento -> 44º link (aqui)

TAGS
01) Line-up de festivais -> 62º link direto mais clicado (aqui)
02) Bob Dylan com Café -> 64º link direto mais clicado (aqui)
03) 1001 cervejas -> 86º link direto mais clicado (aqui)

VIA GOOGLE
01) Original vs Versão: “The Passenger” (2014) (aqui)
02) Entrevista rimada: Fábio Brazza (2016) (aqui)
03) Três filmes: “Extraordinário”, “Assassinato no Expresso do Oriente” e “Os Meyerowitz” (2017) (aqui)

TOP 10 2018 – PARCIAL (SEIS MESES)
01) Melhores de 2017: Votação Scream & Yell (aqui)
02) Radiohead ao vivo em SP, por Mac (aqui)
03) Balanço: Festival Psicodália 2018, por Rafael Donadio (aqui)
04) Top 5: Discos produzidos por Carlos Eduardo Miranda (aqui)
05) Melhores Músicas do Radiohead, por Bruno Capelas (aqui)
06) Balanção Lollapalooza 2018, por Mac (aqui)
07) Download: “Dois Lados”, tributo ao Skank  (aqui)
08) Download: “Um Grito Que Se Espalha”, Tributo a Walter Franco (aqui)
09) Ouça RAINDOWN, tributo ao Radiohead (aqui)
10) 11 points de cerveja artesanal em Buenos Aires, por Mac (aqui)

O EDITOR RECOMENDA
01) Entrevista: Gregorio Gananian, por Carime Elmor (aqui)
02) Entrevista: Cordel do Fogo Encantado, por Gil Luiz Mendes (aqui)
03) Entrevista: Dingo Bells por Renan Guerra (aqui)

Confira os textos mais lidos no Scream & Yell nos meses anteriores

julho 2, 2018   Encha o copo

Dylan com café, dia 68: George Harrison

Bob Dylan com café, dia 68: No dia 01 de maio de 1970, Bob Dylan entrava no estúdio B da Columbia Records, em Nova York, para dar início ao processo de gravação de um novo disco, “New Morning”, que seria lançado em outubro do mesmo ano. Naquele dia, porém, Bob tinha um acompanhante especial no estúdio: George Harrison. “Let It Be”, o disco derradeiro dos Beatles, seria lançado uma semana depois, no dia 08 de maio, mas George – tanto quanto Paul e John – já estava dedicado a carreira solo, preparando o vindouro disco triplo “All Things Must Pass”, que sairia em novembro de 70. Bob e George estavam em pleno processo de pesquisa e construção de novos discos (George entraria no estúdio Abbey Road no dia 26 de maio para começar a gravar), mas o encontro de 01 de maio visava uma primeira grande aproximação, que aumentaria em “The Concert For Bangladesh” (1971, vídeo abaixo) e se concretizaria nos anos 80, com o Traveling Wilburys.

Em três horários de gravação (14h30 às 17h30; 18h30 às 21h30 e 22h30 às 01h30 do dia seguinte) somando 12 horas de estúdio, a dupla – escudada por Charlie Daniels (baixo) e Russ Kunkel (bateria) com Bob Johnston no teclado em três faixas – registrou 26 músicas em 37 execuções, com foco no trabalho em faixas como “Sign on the Window” e “If Not for You”, ambas com cinco takes, e “Time Passes Slowly”, tocada quatro vezes. A grande maioria do set, porém foi de relaxamento com Dylan na guitarra, piano e voz e George Harrison na guitarra e backing tocando canções de Carl Perkins (“Matchbox” e “Your True Love”), Everly Brothers (“All I Have to Do Is Dream”), Sam Cooke (“Cupid”) e Phil Spector (“Da Doo Ron Ron”) além de canções de Dylan (“Just Like Tom Thumb’s Blues”, “Gates of Eden”, “Rainy Day Women#12 & 35” e “One Too Many Mornings”, entre outras) e até “Yesterday”, de Lennon & McCartney, cantada por Bob. Era para ser uma sessão secreta, mas eis que a revista Rolling Stone que chegou às bancas no dia 28 de maio entregava o encontro dizendo que “Dylan e Harrison se deram bem, e passaram a maior parte do tempo com Dylan cantando canções dos Beatles e George cantando canções de Dylan”.

A reportagem ainda avisava que o destino do material era desconhecido, e pouco dessas sessões apareceram oficialmente nos últimos 50 anos: um dos takes de “If Not for You” marcou presença no primeiro volume (triplo) das Bootleg Series, do começo dos anos 90. Outros dois números, “Working on a Guru” e “Time Passes Slowly”, apareceram em “The Bootleg Series Vol. 10 – Another Self Portrait” (2010). E só (ainda que alguns acreditem que a versão de “Sign on the Window” usada em “New Morning” seja dessa sessão com George não creditado). Dylan continuaria trabalhando no material antes mesmo do polêmico “Self Portrait” chegar às lojas em junho enquanto George iria levar “If Not for You” e uma parceria com Dylan, “I’d Have You Anytime”, para o álbum “All Things Must Pass“. Se nunca circulou oficialmente, o conteúdo das sessões ganhou dezenas de versões em bootlegs (ainda que 14 das 37 gravações tenham sido liberadas) e é facilmente encontrável na web transformando-se num item bastante interessante para fãs (de Dylan e dos Beatles).

Especial Bob Dylan com Café

julho 1, 2018   Encha o copo

Papeando com Bruno Kayapy

Programa Passagem de Som, do SESC TV

Na companhia do guitarrista Bruno Kayapy e da chefe de cozinha Helena Rizzo, seguimos até o “Pico do Macaco”, base que sedia o grupo na cidade de São Paulo. É lá que o guitarrista nos aproxima da história da banda que foi fundada em 2004, em Cuiabá (MT), mas depois de algumas mudanças se estabeleceu em São Paulo com uma nova formação.

O Macaco Bong nasceu a partir de um coletivo chamado “Espaço Cubo”, no qual os integrantes trabalhavam. Fundado em 2002 por produtores culturais, o coletivo organizava festivais como o Calango e o Grito Rock. O álbum de estreia, “Artista Igual Pedreiro”, foi lançado em 2008 e ganhou o prêmio de melhor disco do ano pela revista Rolling Stone Brasil. Depois vieram “Verdão e Verdinho EP” (2011), “This is Rolê” (2012), “Macumba Afrocimética” (2014) e “Macaco Bong” (2016).

Já no bairro Consolação, no centro da cidade, conhecemos o espaço do curador musical Marcelo Costa. Com prateleiras de discos até o teto, Bruno Kayapy troca várias ideias com o criador do Scream and Yell, site de cultura pop dedicado a entrevistas, críticas de discos e divulgação de novas bandas. Mas é sobre o palco do Teatro Anchieta, no Sesc Consolação, que os músicos trazem um pouco mais da ideia de fazer a releitura e de interpretar o álbum “Nevermind”, do Nirvana.

junho 29, 2018   Encha o copo

Ouça o programa Ferozes FC Copa 2018

Quatro anos atrás, a equipe do programa de rádio Ferozes Futebol Clube me convidava para uma divertida participação especial em meia a Copa dos 7 a 1. E cá estou eu novamente em 2018 com (na foto abaixo pela ordem da esq para a dir) Almir Breviglieri Jr, Pedro Molina João Paulo Tozo e Márcio Viana em mais uma gravação divertida do Ferozes. O programa foi ao ar no dial virtual da Popload Radio, afinal Futebol é Pop, e agora está disponível logo abaixo. Ouça e confira com falhamos em nossos palpites sobre as oitavas da Copa Derruba Bolão (risos)! Na trilha do programa, escolhida por mim, tem Ana Bacalhau, Sotomayor, Elza, Yangos, Badi, Black Future e muito mais.

BG 1
Beto Só – Más o Menos Bien
Sotomayor – Rosa, Menina Rosa

Ana Bacalhau – Leve Como Uma Pena

BG 2
Otavio Bertolo & Andrés Correa – El Vampiro Bajo El Sol
Inglaterra – Yangos – The Trooper

Elza Soares & Edgar – Exú Nas Escolas

BG 3
Badi Assad – Royals
Black Future – No Nights

Craca e Dani Nega – Casa de James

junho 29, 2018   1 Brinde

Dylan com café, dia 67: Woodstock 94

Bob Dylan com café, dia 67: Não é segredo que os produtores do primeiro Woodstock, em 1969, desejavam ardentemente a participação de Bob Dylan no festival. Porém, Dylan vivia uma fase tranquila e familiar na época (representada pelo álbum “New Morning”) e, desde o acidente de moto de 1966 (e o final antecipado e turbulento daquela turnê), evitava grandes audiências. Já em 1994, o cenário era outro. Visando festejar 25 anos do primeiro Woodstock, os organizadores foram atrás de Bob, que havia recuperado o olhar carinhoso da crítica com o excelente “Oh Mercy” (1989), mas sentia suas novas canções próprias tão frágeis que decidiu embarcar em uma série de discos de covers de countrys rurais (“Good as I Been to You”, de 1992, e “World Gone Wrong”, de 1993), ainda que o establisment pop começasse uma série de homenagens (as “The Bootleg Series” se iniciam em 1991 e o grande show “The 30th Anniversary Concert Celebration” é de 1993). Porém, feliz surpresa, Bob aceitou o convite da produção do Woodstock 1994, deu uma pausa na Never Ending Tour e preparou um show especial, que, das 12 canções, traz apenas duas músicas “recentes”: a abertura com “Jokerman” (do álbum “Infidels”, de 1983) e “God Knows” (de “Under the Red Sky”, de 1990).

Entre as outras 10 faixas, apenas clássicos sessentistas do quilate de “Just Like a Woman”, “Masters of War”, (uma versão lenta de) “It’s All Over Now (Baby Blue)”, “Rainy Day Women” e “Don’t Think Twice”, entre outras. A execução é boa, ainda que Bob, como de praxe, não exiba tanta paixão na execução. Aliás, nas três primeiras faixas, ele canta apressado, como se tivesse prestes a perder o último trem para o paraíso, mas depois e o show flui bem e agradavelmente. Registrada em diversos álbuns ao vivo de Dylan (de “Before The Flood” a “Live at Budokan”, de “Real Live” a “MTV Unplugged”), “All Along the Watchtower” surge novamente hendrixiana (Bob sempre disse que a versão de Jimi Hendrix, lançada seis meses após sua gravação original, era sua predileta e desde então toca a música no arranjo do guitarrista) num bom DVD que faz uma ponte interessante entre os demais registros ao vivo de Dylan, e que, devido ao sucesso da apresentação, abriu as portas para o “Unplugged MTV” em 1995. O homem (que nunca foi embora) estava de volta.

Especial Bob Dylan com Café

junho 27, 2018   Encha o copo

Escolas cervejeiras, IBU e mais

Programa número 84 da série Scream & Yell Vídeos, e o segundo com foco em cerveja, este programase tornou em um dos vídeos mais longos gravados pela Casa Inflamável para o Scream & Yell (calma, são só quase 28 minutos), e não foi a toa: a ideia aqui era dar um breve histórico de algumas escolas cervejeiras clássicas em exemplos que podem ajudar você a entender para onde essa revolução cervejeira artesanal está indo. No meio do caminho conto algumas histórias minhas com a Duvel, falo de IBU e outras coisas. Assista!

Mais Scream & Yell Videos

junho 22, 2018   Encha o copo