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Os anos 70 de Gilberto Gil ao vivo

Logo depois que voltou do exílio, Gilberto Gil já pegou seu violão e sua guitarra e foi fazer uma temporada no Teatro João Caetano, no Rio de Janeiro, com Tutty Moreno (bateria), Bruce Henry (baixo), Lanny Gordin (guitarra) e Antônio Perna Fróes (teclados), show bastante improvisado que é registrado no primeiro CD duplo (“Back in Bahia, 1972”) desse box imperdível lançado pelo selo Discobertas. No segundo semestre de 1972 ele voltou para a Europa para cumprir uma agenda de shows, e no começo de 1973 já estava de volta ao Brasil com banda nova (Tutty Moreno, Rubão Sabino, Aloísio Milanez e Chiquinho Azevedo) tocava no Teatro Opinião, no Rio, outro registro duplo em CD, “Umeboshi” (1973). O terceiro registro desse box é o show na USP que Gilberto Gil fez convidados por estudantes que queriam denunciar a perseguição da Ditadura. Apenas voz e violão, Gil faz um show magnifico que rendeu um livro, “Cale-se: a saga de Vannucchi Leme, a USP como aldeia gaulesa, o show proibido de Gilberto Gil” (2003), de Caio Túlio Costa. No vídeo abaixo eu tento pontuar um pouco sobre tudo isso 🙂

Mais Dicas Scream & Yell

dezembro 2, 2017   Encha o copo

Textos mais lidos: Novembro de 2017

TOP 10
01) PJ Harvey em SP e o velório do mundo, por Mac (aqui)
02) “Damage And Joy”, Jesus & Mary Chain, por Adriano (aqui)
03) Slow Brew São Paulo 2017, por Mac (aqui)
04) O berço do Green Day, por Rodrigo Alves (aqui)
05) U2 ao vivo em São Paulo, por Marcio Guariba (aqui)
06) Scream & Yell Vídeos – Novembro, por Mac (aqui)
07) Três discos: Terremotor, Macaco Bong e Yangos, por Leo (aqui)
08) Três perguntas: Editora Terreno Estranho, por Mac (aqui)
09) Aeromoças e Tenistas Russas na Colômbia, por ATL (aqui)
10) Entrevista: Neurosis, por Bruno Lisboa (aqui)

DOWNLOAD
01) Download: “Dois Lados”, tributo ao Skank -> 17º link (aqui)
02) Download: “Mojo Book – Pixies Doolittle” -> 37º link (aqui)
03) Download: Tributo a Milton Nascimento -> 41º link (aqui)

VIA GOOGLE
01) Três filmes: O sexo no cinema brasileiro (aqui)
02) Sete motivos para rir de Chris Martin (aqui)
03) Alemanha: Três cervejas da Kaiserdom (aqui)

O EDITOR RECOMENDA
01) Entrevista: Selton, por Bruno Capelas (aqui)
02) Música: “Campos Neutrais”, Vitor Ramil, por Renan (aqui)
03) Madeleine Peyroux ao vivo em SP, por Mac (aqui)

dezembro 1, 2017   Encha o copo

Les Deuxluxes no Brasil e no Chile

O duo canadense de rock and roll Les Deuxluxes baixa no Brasil a partir desta semana para uma turnê bem bacana que passará port oito cidades. Um dos destaques da SIM São Paulo 2017, o duo retorna ao Brasil ainda mais afiado para apresentar as canções do álbum “Springtime Devil“. Abaixo, falo um pouco mais sobre eles e recomendo: não perca esse show!

Mais Dicas Scream & Yell

novembro 27, 2017   Encha o copo

O segundo “Música de Brinquedo” do Pato Fu


O Pato Fu é das bandas mais inteligentes da música brasileira. Ponto. Por isso, assim que anunciaram a continuação do projeto “Música de Brinquedo”, a ideia de que eles estavam repetindo uma fórmula foi logo descartada porque com os Fus as coisas não são tão simples assim. Bastou uma olhada atenta no repertório deste novo disco para entender que esse é um dos discos mais provocantes e, para usar um adjetivo que uma querida amiga utiliza, crocantes da música brasileira nos últimos tempos. Falo sobre isso no vídeo abaixo. E ainda elenco um Top 3 dos mineiros.

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novembro 26, 2017   Encha o copo

59 minutos de Sigur Rós no Rio em 2001

Eu não estava pronto para o Sigur Rós em 2001. Preciso admitir. Nem eu, nem o Free Jazz Festival, que os encaixou erroneamente entre o folk eletrônico do Grandaddy e o folk fofo do Belle & Sebastian. Naquela época, o Sigur Rós fez um show no Rio (26/10) e outro em São Paulo (27/10), e escrevi sobre o show da edição paulista do Free Jazz Festival (sdds eternas): “O Sigur Rós faz sinfonias, não rocks. (…) E a música é demencialmente chata“. Ok, ok. Dai que sete anos depois esbarrei com eles “abrindo” para o Radiohead no Werchter, na Bélgica, e os islandeses deram um banho na turma de Thom Yorke com um show grandioso e espetacular. Eu não esperava isso, e sai apaixonado pela banda. Sobre esse show, escrevi: “No Werchter, ao vivo, o Sigur Rós me pareceu o meio termo, a ponte perfeita entre Arcade Fire e Mogwai. Os islandeses começam onde termina o som dos canadenses e terminam quando começa a usina de barulho dos escoceses“.

Na semana seguinte ao Werchter, já convertido, fui vê-los no Festival de Benicàssim, na Espanha, e o show foi ainda melhor (público espanhol < < < < público belga): “Na sequência, o Sigur Rós voltou a embalar sonhos roqueiros com uma apresentação tão irretocável que até a lua – absurdamente cheia – parou para assistir ao grupo“. E o meu quarto encontro com os islandeses foi em 2013 num safari de vida selvagem com mais de 1500 animais (sem cercas!) em Hilvareenbeek, na província do Brabante Norte da Holanda (quase divisa com a Bélgica), local que abriga o festival Best Kept Secret: “Para encerrar de forma inesquecível a primeira edição do Best Kept Secret 2013, uma apresentação épica do Sigur Rós, em sua melhor forma, com silêncio, melodia e barulho caminhando de mãos dadas numa noite azulada e de projeções encantadoras“. Nos dois vídeos abaixo retornamos para 2001…

O Sigur Rós toca em São Paulo no próximo dia 29/11, no Espaço das Américas (informações aqui) e tenho pra mim que este é mais um forte concorrente ao posto de show do ano. 

novembro 20, 2017   Encha o copo

Scream & Yell Discos 31: PJ Harvey

A vinda de Polly Jean Harvey ao Brasil inspirou esse programa, que relembra quatro shows de PJ que assisti em 2011, abrindo espaço, ainda, para um Top 3 da carreira da artista. Assista!

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novembro 14, 2017   Encha o copo

Wander Wildner na Sensorial Discos

“Em tempos assim
Você aprende a viver de novo
Em tempos assim
Você se entrega e se entrega de novo
Em tempos assim
Você aprende a amar de novo”

Wander Wildner abriu o show na Sensorial Discos voz e guitarra cantando uma simbólica versão de “Times Like These”, do Foo Fighters. E fez um baita show. Abaixo, pouco mais de uma hora em vídeo (de celular). A foto é de Bruno Capelas. 

novembro 13, 2017   Encha o copo

Bate papo no Trocas Elétricas

O pessoal do Jardim Elétrico convocou uma turma bacana de pessoas para bater papo sobre diversos assuntos referentes a música. Tive a honra de dividir o microfone com o grande Arnaldo Afonso, que mantém a coluna Sarau, Luau e o Escambau no Estadão. Antes teve um pocket especial da Indy Naíse e depois muito mais coisas legais que você pode assistir no Facebook do Jardim Elétrico

novembro 13, 2017   Encha o copo

Scream & Yell Discos 30: Fats Domino

Antoine Dominique Domino Jr. é uma lenda que influenciou Beatles e Elvis Presley, cravou no topo das paradas em 1959 um dos primeiros hinos do rock and roll e nos deixou algumas semanas atrás, aos 89 anos. No Scream & Yell Vídeos prestamos uma homenagem a Fats Domino falando sobre uma coletânea quadrupla que compila oito álbuns matadores de seu começo de carreira mais um tributo com gente como John Lennon, Paul McCartney, Robert Plant, Neil Young, Tom Petty, Norah Jones e muito mais. Assista abaixo.

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novembro 6, 2017   Encha o copo

A volta da Bear Republic ao Brasil

Após uma breve passagem em 2013, a cervejaria Bear Republic retorna ao Brasil agora com importação da On Trade, a mesma importadora responsável pela distribuição (desde sempre) da alemã Weihenstephaner no país. “Queríamos ter uma cervejaria norte-americana em nossa carta e acabamos escolhendo a Bear Republic pela qualidade incontestável de suas cervejas”, contou Gustavo Sanches, sócio proprietário da On Trade, em encontro com a imprensa. A importação é feita em containers refrigerados e promete muitas novidades para o mercado nacional.

Fundada em 1995 em Cloverdale, cidade californiana a menos de duas horas de São Francisco, a Bear Republic foi reconhecida pela Brewers Association como a 40ª cervejaria artesanal em produção nos Estados Unidos. O carro chefe da casa é a Racer 5, uma Old American IPA clássica em que brilham os lúpulos Chinook, Cascade, Columbus e Centennial além da maciez da textura conferida pela adição pequena de trigo. Além dela (que chegou em garrafa ao preço de R$ 25 e chope) também veio neste lote, apenas em barril, a Grand-Am, uma American Pale Ale que chegou bem fresca e aromática.

Favorita da mesa na apresentação para a imprensa, a Bear Republic Hop Shovel (R$ 32) é uma baita American IPA produzida com centeio e trigo e os lúpulos Mosaic, Denali e Meridain. Mais suave, com uma Session IPA deve ser, a Pace Car Racer (R$ 26) também surpreendeu. Bem mais encorpada, a Bear Republic Apex Special IPA é uma Imperial IPA com trigo espelta e trigo malteado mais 8.25% de álcool. Fechando o lote caprichado, uma versão especial da Hop Rod Rye, que já havia vindo ao Brasil em 2013, e retorna agora através da Legacy Series 2017, com 18% de malte de centeio na composição. Essa foi a única que veio em garrafa de 650 ml (R$ 64). As demais chegaram em garrafa de 355 ml.

novembro 4, 2017   Encha o copo