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Category — Jornalismo

Download: Scream & Yell 03 (Março 1999)

18 anos! O que eu me lembro dessa época? Hummm. Eu já havia me formado em Comunicação Social na Unitau e feito um novo concurso, que tinha permitido subir de cargo e sair da (minha amada) Biblioteca da Faculdade de Direito e ir para a Pró-Reitoria de Extensão, onde fui muito bem recebido e comecei a desenhar meu futuro: “Vou ficar aqui uns anos e na primeira oportunidade peço transferência para a Comunicação Social e vou dar aula”. Era esse o plano. Como diria Humberto Gessinger, “Se eu soubesse antes o que sei agora…”. A boa acolhida da segunda edição do fanzine Scream & Yell nos fez ter mais esmero nesse terceiro exemplar, que fui burilado em botecos e em casa. Eu adoro a capa – aliás, modéstia a parte, a gente acertou bem em quase todas as capas (eu só mexeria na do Kevin Smith hoje, se pudesse) – que traz Ian McCulloch, do Echo & The Bunnymen, falando sobre o disco novo da banda. Nesta edição há poema de Baudelaire, um grande amigo meu, o Carlos Adriano, começa a assinar textos polêmicos como Racer X, tem matéria antológica do Carlos Eduardo Miranda, eu falando sobre a Trilogia das Cores, do Krzysztof Kieslowski, e também escrevendo um faixa a faixa do baita disco “This Is My Truth, Tell Me Yours”, do Manic Street Preachers. Tem mais, tem mais: resenha curtinha do show do Deep Purple, outro amigo querido, o Dadá, escrevendo sobre o romantismo no futebol, o grande André Dias Ferrarezi (quem é do metal em Taubaté o conhece!) declarando que “o heavy metal está morto” e a queridíssima Flávia com seu “Bobalização” (que eu amo). O Alexandre defende que a música brasileira estava na UTI e fala da crise do Homem Aranha. Eu ainda pesco três álbuns nacionais que me amarro e que não tinham saído em CD na época (digital era um sonho). É nesse fanzine que o Balu estreia. Na seção “O que você está ouvindo no momento?”, nossas primeiras conexões: José Flávio Júnior (que na época assinava o ótimo fanzine Túnel 03), o parceiro Carlos Eduardo Lima (que, futuramente, teria coluna no Scream & Yell depois de me integrar ao time da revista Rock Press) e o casal Pato Fu, Fernanda e John, listando seus mais ouvidos naquele distante começo de 1999. Nessa edição 3 a gente pula das 12 páginas anteriores para 20 (mais gasto com xerox), e eu gosto bastante do resultado final. Fez um barulho bacana, foi citado nas curtinhas da coluna do Álvaro Pereira Júnior, no Folhateen, e replicado em diversos outros fanzines. No arquivo que você irá baixar há duas versões: uma em PDF para ser lida em desktop, celular e tablet, com o formato das páginas sequencial; e outra em JPG formatada para impressão (ou seja, com as páginas combinadas para serem montadas no formato revista. É simples: você imprime a 3_01 na frente e a 3_02 no verso do A4; a 3_03 na frente e a 3_04 no verso A4; e assim por diante. Depois junta tudo na sequencia (1, 2, 3, 4) e dobra, grampeia no meio e você tem um fanzine). Atenção: nessa edição, minhas brincadeiras bestas com o número das páginas dificulta a montagem, que continua sendo sequencial (ao invés da contagem inversa do número anterior), mas aqui as páginas 4, 8, 12, 16 e 20 são trocadas por… PIM (risos). Divirta-se.

BAIXE AQUI O SCREAM & YELL – FANZINE 03

abril 20, 2017   No Comments

Download: Scream & Yell 02 (Janeiro 1999)

A segunda edição do fanzine Scream & Yell foi burilada no segundo semestre de 1998, enquanto eu preparava meu projeto de conclusão de curso na Faculdade de Comunicação da Universidade de Taubaté. Eu trabalhava como auxiliar de biblioteca na Faculdade de Direito, e a primeira edição do fanzine havia caído nas mãos de um aluno do Direito, o Alexandre, que estava me pilhando para lançar o número 2, até que cedi e rapidamente fechamos as pautas: na capa, Chris Isaak (devemos ter sido a única publicação no mundo que colocou ele na capa – e me orgulho disso). Há “poesia” (um trecho do meu livro favorito de Aldous Huxley, que eu declamei no final da Semana da Comunicação de 1997 numa versão drum-bass sarava metal), Nick Hornby, textos sobre grandes discos (“Carnaval na Obra”, do Mundo Livre S/A e um apanhado da carreira do Belle and Sebastian, que ainda não existia na grande mídia nacional), a estreia da seção “Três” (que eu manteria no site e utilizo até hoje com três discos, três filmes, três livros e por ai vai) com bootlegs de U2, Oasis e Radiohead, a estreia da seção Matérias Antológicas (a gente pagando tributo aos jornalistas que nos fizeram ter vontade de escrever, estrelando nesta edição André Forastieri) e umas curtinhas que deixam perceber que a gente tinha vontade de soar como uma mini-revista, ou algo próximo disso. O Scream & Yell número 2 foi lançado em fevereiro de 1999 (com declarações de amor às musas do seriado Dawson’s Creek no expediente) e, se não estiver enganado pela passagem do tempo, acho que foram impressos cerca de 250 cópias, sendo que 100 dessas cópias voaram para nomes escolhidos a dedo (a grande maioria de jornalistas que a gente amava e queríamos, de alguma forma, retribuir com nossos fanzines, mas também músicos e VJs da MTv) e os outros 150 foram distribuídos uma pequena parte na cidade e outra, maior, atendendo aos pedidos que começaram a surgir via correio. Com reimpressões e tudo mais nesses anos todos acredito que deva ter chego a 400 exemplares, talvez um pouco mais. Assim como no número 1, não estranhe: a base original é toda colorida, editada em PageMaker, mas o fanzine era PB mesmo. No arquivo que você irá baixar há duas versões do fanzine: uma em PDF para ser lida em desktop, celular e tablet, com o formato das páginas sequencial; e outra em JPG formatada para impressão (ou seja, com as páginas combinadas para serem montadas no formato revista. É simples: você imprime a 1_1 na frente e a 1_2 no verso do A4; a 2_1 na frente e a 2_2 no verso A4; e assim por diante. Depois junta tudo na sequencia (1, 2, 3, 4) e dobra, grampeia no meio e você tem um fanzine). Atenção: nesse fanzine começo uma série de brincadeiras bestas com a numeração das páginas, por isso ele começa na página 12 (capa) e acaba na 1 (contra-capa). Divirta-se.

BAIXE AQUI O SCREAM & YELL – FANZINE 02

abril 13, 2017   No Comments

Download: Scream & Yell 01 (Janeiro 1997)

O Scream & Yell nasceu no dia 25 de dezembro de 1996 quando um amigo fã de Metallica, o João Marcelo, adentrou a minha casa com a proposta de fazermos um fanzine. Ali na hora rascunhamos o “boneco” e no dia seguinte já estávamos com mãos à obra. Em janeiro de 1997 circulou uma tiragem pequena (coisa de 20 exemplares, se muito) apenas para amigos enquanto a gente finalizava os últimos detalhes. Esses últimos detalhes, porém, demoraram semanas para se resolver, e acabaram nem se resolvendo, pois o João sofreu um acidente, partiu para junto de Cliff Burton e a ideia de fazer um fanzine foi engavetada. Quando no segundo semestre de 1998, nos meus últimos meses da Faculdade de Comunicação em Taubaté, o projeto Scream & Yell foi revivido, vindo a tona com uma segunda edição em janeiro de 1999 (e outras quatro edições – com a número 6 numa tiragem de 1000 exemplares prensados em gráfica – mais três informativos), eu pensei comigo que essa edição 01 tinha que vir a tona (ainda que aquela tiragem pequena inicial tenha se multiplicado, com amigos xerocando e mandando pra amigos), então peguei todos os rascunhos que havia discutido com o João, reeditei e distribui junto com o número 03 para aqueles que haviam gostado do 02 e perguntando do 01 (nas próximas semanas disponibilizo as demais edições). Não estranhe: a base original do fanzine Scream & Yell é toda colorida, editada em Adobe PageMaker, mas o fanzine era PB mesmo, afinal, pés rapados que éramos, a gente não tinha grana pra ficar pagando xerox colorida. No arquivo que você irá baixar há duas versões do fanzine: uma em PDF para ser lida em desktop, celular e tablet, com o formato das páginas sequencial; e outra em JPG formatada para impressão (ou seja, com as páginas combinadas para serem montadas no formato revista. É simples: você imprime a 1_1 na frente e a 1_2 no verso do A4; a 2_1 na frente e a 2_2 no verso A4; e assim por diante. Depois junta tudo na sequencia (1, 2, 3, 4) e dobra, grampeia no meio e você tem um fanzine). Divirta-se.

BAIXE AQUI O SCREAM & YELL – FANZINE 01

abril 6, 2017   No Comments

Thom Yorke, Radiohead e Talking Heads

“O nome do Radiohead vem de uma música obscura dos Talking Heads, e o (álbum) “Remain in Light” mudou a vida de Thom Yorke. Não apenas musicalmente, mas em termos de letra também. “Ouvi ele sem parar, mas nunca olhei as letras”, diz Thom Yorke. “Quando finalmente olhei, fiquei muito assustado. Quando fizeram “Remain in Light”, eles não tinham canções de verdade, foi tudo composto no caminho. David Byrne aparecia com páginas e páginas e simplesmente pegava coisas e acrescentava pedaços todo o tempo. E foi essa a minha abordagem com “Kid A”… Jerry Harrison, o tecladista dos Talking Heads, apareceu em um dos nossos shows, e ai foi parar no camarim. Coitado, depois que percebemos quem era, interrogamos ele por horas sobre “Remain in Light” – ‘usaram loops ou tocaram tudo?’ E eles tocaram tudo, apesar de soar como loops de fita de rolo. Você sabe a história sobre “Overload”? Eles tinham lido sobre o Joy Division pela primeira vez na NME, e pensaram “isso parece interessante” e decidiram fazer uma música baseada no que eles achavam que seria o Joy Division… sem nunca ter escutado a banda”.

Trecho da reportagem “Walking On Thin Ice”, de Simon Reynolds, publicada na revista Wire, em 2001, e, traduzido, presente na coletânea de textos “Beijar o Céu”, lançada pela Conrad. Leia o texto original na integra.

abril 5, 2017   No Comments

Em São Luís, debatendo o jornalismo


Coloca na agenda 🙂 Mais infos aqui

novembro 20, 2016   No Comments

A entrega de prêmios APCA 2013

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Uma das melhores cenas musicais do mundo
“Premiar os destaques de um ano inteiro não é uma tarefa das mais fáceis, mas o cenário brasileiro, cada vez mais prolífico em criar boa música – ainda que grande parte dela esteja distante dos veículos de mídia – ajuda. O trabalho de pesquisa e acompanhamento musical necessita, então, encontrar os focos de boa música em um país cada vez mais plural, e acreditamos ter conseguido pinçar um delicado painel em 2013 ao valorizar gerações que fazem da música brasileira uma das melhores do mundo – senão a melhor. Basta abrir os ouvidos”.

Marcelo Costa

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A APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) entregou os prêmios para os melhores de 2013 em 11 categorias, em cerimonia realizada no Sesc Pinheiros nesta terça-feira, 11 de março (conhecido com um dos raros dias em que uso paletó e gravata no ano). Com apresentação de Marcelo Tas e sua esposa, a atriz Bel Kowarick, a premiação, dirigida por Mika Lins, se mostrou uma das melhores dos últimos anos, com belas imagens no fundo do palco e alguns discursos emocionantes.

Marcelo Tas entrou em cena e logo pediu uma salva de palmas para o ator Paulo Autran, cujo nome batiza o teatro do Sesc Pinheiros. A noite estava apenas começando e muitos presentes se ajeitaram nas cadeiras para o início da premiação, que teria, no palco, nomes como Tomie Ohtake, Ewa Vilma, Mateus Solano (o Félix da novela “Amor à Vida”), Fernanda Lima, Alice Braga, Felipe Hirsch e Antunes Filho.

Na categoria Música Popular, da qual integro como votante, a ausência inexplicável da homenageada do ano pelo júri, Angela Maria, foi sentida – mas Tas se saiu bem com uma piada. Na sequencia, o grupo Essência subiu ao palco para receber o prêmio de Melhor Grupo Vocal MPB, e avisou: “Somos de Goiás e lá não tem só sertanejo não. Tem muita banda de rock boa. Prestem atenção no trabalho da Monstro Discos”.

Alexandre Kumpinski, da Apanhador Só, subiu ao palco logo depois acompanhado de Gustavo Lenza, produtor do álbum “Antes Que Tu Conte Outra” (que Marcelo Tas pareceu achar que fosse o nome da banda) para receber o Prêmio APCA de Disco do Ano, e disse: “É bom saber que a APCA está com os ouvidos abertos para o novo”.

O pessoal da Selton, eleito o Melhor Grupo de Rock por seu trabalho no disco “Saudade”, não pode comparecer (já que eles vivem em Milão, na Itália), mas mandou um representante, que brincou: “Pessoal da 89FM, o disco do Selton está ai. Vamos tocar! (a Rádio Rock ganhou o Grande Prêmio da Crítica na categoria Rádio)”.

Outro ausente foi Arnaldo Antunes, que enviou seu assessor, que observou na plateia alguns parceiros de Arnaldo em “Disco”, lançado em 2013: “A Luê e o Felipe Cordeiro estão ai. Esse prêmio é de vocês também”.

Premiados como Melhor Projeto Especial de 2013, o pessoal do Terruá Pará tomou o palco e, sob o comando do ex-secretário da comunicação do Pará, Ney Messias Jr., ressaltou a dificuldade de tornar realidade um grande projeto como o Terruá Pará, envolvendo tantos artistas, e elogiou o trabalho de Carlos Eduardo Miranda e Cyz Zamorano, responsáveis pela produção musical do projeto.

Anitta, eleita Revelação de 2013 e um dos nomes aguardados da noite, não pode ir, mas enviou a empresária, que leu um SMS enviado minutos antes: “Leia do jeito que estou escrevendo para eles saberem que sou eu mesma!”.

O grande momento ficou para Dona Jacira, que subiu ao palco para receber o prêmio de Melhor Interprete para o filho Emicida, que está no Texas participando do South by Southwest. Bastante aplaudida assim que foi anunciada, Dona Jacira dividiu o prêmio com o pessoal do selo Laboratório Fantasma e, com a taça da APCA em mãos, entoou o bordão: “A rua é nóis”, aplaudidíssima.

Dois anos integrando o júri na categoria Música Popular da APCA, posso dizer que me sinto bastante feliz em fazer parte desse prêmio que reconhece e valoriza artistas tão especiais, e grandes trabalhos.

Sinto que é pouco, e que mesmo o Scream & Yell, entrincheirado em seu gueto independente, não dá conta de uma cena tão produtiva e de alta qualidade, mas acredito que é de imensa importância reconhecer e valorizar o trabalho de pessoas que não estão de braços cruzados observando o tempo passar, mas criando, recriando, propondo o novo, instigando.

É fácil reclamar. É fácil criticar sem fundamento. Difícil é criar. A arte precisa ser debatida. A música brasileira, em seus mais diversos nichos, precisa ser ouvida e discutida, porque eles estão fazendo a parte deles, que é criar. E muito bem. O resto depende de nós…

março 12, 2014   No Comments

Bate papo: Crítica musical em discussão

Eis a integra do bate papo sobre Crítica Musical que participei ao lado de Carlos Calado e Marcus Preto com mediação de Benjamim Taubkin, promovido pelo Ciclo Uia + Casa do Núcleo. É um debate informativo, polêmico, repleto de dúvidas e questões interessantes não só sobre crítica, mas também sobre jornalismo e cenário musical. Divirta-se.

Assista também:
– O Editor e as Possíveis Narrativas: Debate no III Seminário Internacional Rumos de Jornalismo Cultural com Marcelo Costa (Scream & Yell), Jan Feld (UOL) e Alex Needham (Guardian) (aqui)

agosto 30, 2013   No Comments

Bidê ou Balde na Rolling Stone #76

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Rolling Stone Brasil nova nas bancas com Led Zeppelin na capa em entrevista com jeitão de imperdível de Jimmy Page para David Fricke. A revista ainda traz um longo bate papo de Pablo Miyazawa com Quentin Tarantino e mais Jair Naves, Roberto Carlos, Érika Martins, Moveis Coloniais de Acaju e o especial de 25 Melhores Discos e Músicas do Ano que traz “Abraçaço”, de Caetano Veloso, como Melhor Disco Nacional (seguido de Tulipa Ruiz e B Negão) e “Blunderbuss”, de Jack White, ostentando o cinturão de Melhor Disco Internacional (seguido por Frank Ocean e Bruce Springsteen). Marco presença nesta edição escrevendo sobre “Eles São Assim. E Assim Por Diante”, novo disco da Bidê ou Balde.

Abaixo, os votos que enviei para a revista:

NACIONAIS – 10 DISCOS
Bonde do Role – Tropical/Bacanal
Céu – Caravana Sereia Bloom
Felipe Cordeiro – Kitsch Pop Cult
Gaby Amarantos – Treme
Jair Naves – E Você Se Sente Numa Cela Escura
Siba – Avante
Thiago Pethit – Estrela Decadente
Tom Zé – Tropicália Lixo Lógico
Transmissor – Nacional
Tulipa Ruiz – Tudo Tanto

INTERNACIONAIS – 10 Discos
Alabama Shakes – Boys & Girls
Bob Mould – Silver Age
Bruce Springsteen – Wrecking Ball
Fiona Apple – The Idler Wheel…
Jack White – Blunderbuss
Leonard Cohen – Old Ideas
Neil Young & Crazy Horse – Psychedelic Pill
Patti Smith – Banga
Titus Andronicus – Local Business
The xx – Coexist

janeiro 9, 2013   No Comments

Os Melhores de 2012 do Guia da Folha

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A tradicional votação de melhores do ano do Guia da Folha, com várias categorias bacanas, está circulando nesta sexta-feira junto ao jornal Folha de São Paulo. No ano passado fui convidado para opinar sobre os melhores shows nacionais. Neste ano, palpitei sobre shows internacionais (num júri que ainda trouxe Pablo Miyazawa, Thales de Menezes, Ivan Finotti e Ronaldo Evangelista), e achei o resultado bem bacana.

Interessante é a votação para show nacional: cinco jornalistas votaram (entre eles o chapa Alexandre Matias), cada um em três shows, e os 15 shows votados foram diferentes! (empate triplo no 1º, no 2º e no 3º lugar). Já na categoria Festival a briga ficou entre Lollapalooza (que recebeu quatro votos) e Planeta Terra (que recebeu votos dos cinco convidados, e não venceu!) com o Sónar SP correndo por fora. Confira os resultados aqui

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dezembro 28, 2012   No Comments

Na Oi FM e no Collectors Room

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Ontem foi ao ar minha coluna de estreia no site da Oi FM. Leia “Entre Shakespeare, Buñuel e Paulinho da Viola” aqui. E também marco presença nos melhores do ano do Collectors Room, do grande Ricardo Seelig. Confira minha listinha aqui

dezembro 20, 2012   No Comments