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Category — Jornalismo

Em São Luís, debatendo o jornalismo


Coloca na agenda 🙂 Mais infos aqui

novembro 20, 2016   No Comments

A entrega de prêmios APCA 2013

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Uma das melhores cenas musicais do mundo
“Premiar os destaques de um ano inteiro não é uma tarefa das mais fáceis, mas o cenário brasileiro, cada vez mais prolífico em criar boa música – ainda que grande parte dela esteja distante dos veículos de mídia – ajuda. O trabalho de pesquisa e acompanhamento musical necessita, então, encontrar os focos de boa música em um país cada vez mais plural, e acreditamos ter conseguido pinçar um delicado painel em 2013 ao valorizar gerações que fazem da música brasileira uma das melhores do mundo – senão a melhor. Basta abrir os ouvidos”.

Marcelo Costa

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A APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) entregou os prêmios para os melhores de 2013 em 11 categorias, em cerimonia realizada no Sesc Pinheiros nesta terça-feira, 11 de março (conhecido com um dos raros dias em que uso paletó e gravata no ano). Com apresentação de Marcelo Tas e sua esposa, a atriz Bel Kowarick, a premiação, dirigida por Mika Lins, se mostrou uma das melhores dos últimos anos, com belas imagens no fundo do palco e alguns discursos emocionantes.

Marcelo Tas entrou em cena e logo pediu uma salva de palmas para o ator Paulo Autran, cujo nome batiza o teatro do Sesc Pinheiros. A noite estava apenas começando e muitos presentes se ajeitaram nas cadeiras para o início da premiação, que teria, no palco, nomes como Tomie Ohtake, Ewa Vilma, Mateus Solano (o Félix da novela “Amor à Vida”), Fernanda Lima, Alice Braga, Felipe Hirsch e Antunes Filho.

Na categoria Música Popular, da qual integro como votante, a ausência inexplicável da homenageada do ano pelo júri, Angela Maria, foi sentida – mas Tas se saiu bem com uma piada. Na sequencia, o grupo Essência subiu ao palco para receber o prêmio de Melhor Grupo Vocal MPB, e avisou: “Somos de Goiás e lá não tem só sertanejo não. Tem muita banda de rock boa. Prestem atenção no trabalho da Monstro Discos”.

Alexandre Kumpinski, da Apanhador Só, subiu ao palco logo depois acompanhado de Gustavo Lenza, produtor do álbum “Antes Que Tu Conte Outra” (que Marcelo Tas pareceu achar que fosse o nome da banda) para receber o Prêmio APCA de Disco do Ano, e disse: “É bom saber que a APCA está com os ouvidos abertos para o novo”.

O pessoal da Selton, eleito o Melhor Grupo de Rock por seu trabalho no disco “Saudade”, não pode comparecer (já que eles vivem em Milão, na Itália), mas mandou um representante, que brincou: “Pessoal da 89FM, o disco do Selton está ai. Vamos tocar! (a Rádio Rock ganhou o Grande Prêmio da Crítica na categoria Rádio)”.

Outro ausente foi Arnaldo Antunes, que enviou seu assessor, que observou na plateia alguns parceiros de Arnaldo em “Disco”, lançado em 2013: “A Luê e o Felipe Cordeiro estão ai. Esse prêmio é de vocês também”.

Premiados como Melhor Projeto Especial de 2013, o pessoal do Terruá Pará tomou o palco e, sob o comando do ex-secretário da comunicação do Pará, Ney Messias Jr., ressaltou a dificuldade de tornar realidade um grande projeto como o Terruá Pará, envolvendo tantos artistas, e elogiou o trabalho de Carlos Eduardo Miranda e Cyz Zamorano, responsáveis pela produção musical do projeto.

Anitta, eleita Revelação de 2013 e um dos nomes aguardados da noite, não pode ir, mas enviou a empresária, que leu um SMS enviado minutos antes: “Leia do jeito que estou escrevendo para eles saberem que sou eu mesma!”.

O grande momento ficou para Dona Jacira, que subiu ao palco para receber o prêmio de Melhor Interprete para o filho Emicida, que está no Texas participando do South by Southwest. Bastante aplaudida assim que foi anunciada, Dona Jacira dividiu o prêmio com o pessoal do selo Laboratório Fantasma e, com a taça da APCA em mãos, entoou o bordão: “A rua é nóis”, aplaudidíssima.

Dois anos integrando o júri na categoria Música Popular da APCA, posso dizer que me sinto bastante feliz em fazer parte desse prêmio que reconhece e valoriza artistas tão especiais, e grandes trabalhos.

Sinto que é pouco, e que mesmo o Scream & Yell, entrincheirado em seu gueto independente, não dá conta de uma cena tão produtiva e de alta qualidade, mas acredito que é de imensa importância reconhecer e valorizar o trabalho de pessoas que não estão de braços cruzados observando o tempo passar, mas criando, recriando, propondo o novo, instigando.

É fácil reclamar. É fácil criticar sem fundamento. Difícil é criar. A arte precisa ser debatida. A música brasileira, em seus mais diversos nichos, precisa ser ouvida e discutida, porque eles estão fazendo a parte deles, que é criar. E muito bem. O resto depende de nós…

março 12, 2014   No Comments

Bate papo: Crítica musical em discussão

Eis a integra do bate papo sobre Crítica Musical que participei ao lado de Carlos Calado e Marcus Preto com mediação de Benjamim Taubkin, promovido pelo Ciclo Uia + Casa do Núcleo. É um debate informativo, polêmico, repleto de dúvidas e questões interessantes não só sobre crítica, mas também sobre jornalismo e cenário musical. Divirta-se.

Assista também:
– O Editor e as Possíveis Narrativas: Debate no III Seminário Internacional Rumos de Jornalismo Cultural com Marcelo Costa (Scream & Yell), Jan Feld (UOL) e Alex Needham (Guardian) (aqui)

agosto 30, 2013   No Comments

Bidê ou Balde na Rolling Stone #76

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Rolling Stone Brasil nova nas bancas com Led Zeppelin na capa em entrevista com jeitão de imperdível de Jimmy Page para David Fricke. A revista ainda traz um longo bate papo de Pablo Miyazawa com Quentin Tarantino e mais Jair Naves, Roberto Carlos, Érika Martins, Moveis Coloniais de Acaju e o especial de 25 Melhores Discos e Músicas do Ano que traz “Abraçaço”, de Caetano Veloso, como Melhor Disco Nacional (seguido de Tulipa Ruiz e B Negão) e “Blunderbuss”, de Jack White, ostentando o cinturão de Melhor Disco Internacional (seguido por Frank Ocean e Bruce Springsteen). Marco presença nesta edição escrevendo sobre “Eles São Assim. E Assim Por Diante”, novo disco da Bidê ou Balde.

Abaixo, os votos que enviei para a revista:

NACIONAIS – 10 DISCOS
Bonde do Role – Tropical/Bacanal
Céu – Caravana Sereia Bloom
Felipe Cordeiro – Kitsch Pop Cult
Gaby Amarantos – Treme
Jair Naves – E Você Se Sente Numa Cela Escura
Siba – Avante
Thiago Pethit – Estrela Decadente
Tom Zé – Tropicália Lixo Lógico
Transmissor – Nacional
Tulipa Ruiz – Tudo Tanto

INTERNACIONAIS – 10 Discos
Alabama Shakes – Boys & Girls
Bob Mould – Silver Age
Bruce Springsteen – Wrecking Ball
Fiona Apple – The Idler Wheel…
Jack White – Blunderbuss
Leonard Cohen – Old Ideas
Neil Young & Crazy Horse – Psychedelic Pill
Patti Smith – Banga
Titus Andronicus – Local Business
The xx – Coexist

janeiro 9, 2013   No Comments

Os Melhores de 2012 do Guia da Folha

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A tradicional votação de melhores do ano do Guia da Folha, com várias categorias bacanas, está circulando nesta sexta-feira junto ao jornal Folha de São Paulo. No ano passado fui convidado para opinar sobre os melhores shows nacionais. Neste ano, palpitei sobre shows internacionais (num júri que ainda trouxe Pablo Miyazawa, Thales de Menezes, Ivan Finotti e Ronaldo Evangelista), e achei o resultado bem bacana.

Interessante é a votação para show nacional: cinco jornalistas votaram (entre eles o chapa Alexandre Matias), cada um em três shows, e os 15 shows votados foram diferentes! (empate triplo no 1º, no 2º e no 3º lugar). Já na categoria Festival a briga ficou entre Lollapalooza (que recebeu quatro votos) e Planeta Terra (que recebeu votos dos cinco convidados, e não venceu!) com o Sónar SP correndo por fora. Confira os resultados aqui

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Clique na imagem para ler em melhor resolução

dezembro 28, 2012   No Comments

Na Oi FM e no Collectors Room

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Ontem foi ao ar minha coluna de estreia no site da Oi FM. Leia “Entre Shakespeare, Buñuel e Paulinho da Viola” aqui. E também marco presença nos melhores do ano do Collectors Room, do grande Ricardo Seelig. Confira minha listinha aqui

dezembro 20, 2012   No Comments

Sobre Santa Irini na Revista Curinga 3

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Tem textinho meu na revista Curinga, feita pelos estudantes de Jornalismo da Universidade Federal de Ouro Preto. Falo sobre minha paixão pela ilha de Santa Irini ali na página 28. É só clicar na imagem…

dezembro 14, 2012   No Comments

No júri do Prêmio Bravo 2012

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Após integrar o Júri Especial do Prêmio Multishow e a o Júri da Academia do VMB, participei do Júri do Prêmio Bravo nas categorias “Show” e “Melhor Disco” em uma mesa que ainda trouxe o músico Max de Castro e o jornalista José Flávio Júnior. Abaixo, os finalistas escolhidos pelo Júri:

MELHOR DISCO DE 2012
– “Arrocha”, de Curumin
– “Treme”, de Gaby Amarantos
– “Tudo Tanto”, de Tulipa Ruiz

MELHOR SHOW DE 2012
– “Longe de Onde”, de Karina Buhr
– “Recanto”, de Gal Costa
– “Verdade, uma Ilusão”, de Marisa Monte

Os vencedores você pode conferir aqui no dia 30/10

outubro 10, 2012   No Comments

Entrevista para o Portal Imprensa

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Bati um papo por telefone com a Jéssica Oliveira, do Portal Imprensa, sobre o cenário de shows no Brasil: “O Brasil tem 30 anos como rota de shows. Não é novidade”. Leia abaixo:

A agenda dos brasileiros fanáticos por um bom show anda disputada. Todos os meses, com poucas exceções, o país recebe algum artista estrangeiro ou grande festival com vários de uma vez só. Mas isso está longe de ser uma realidade “nova”. “Somos rota de shows, sim. Mas desde os anos 80”, diz Marcelo Costa, curador do Sonora, realizado pelo Terra e editor do site Scream & Yell.

Costa passou em jornalismo e publicidade, mas se formou no segundo, porque o jornalismo só tinha “noturno” na Universidade de Taubaté (Unitau). Chegou em São Paulo e entrou no iG quando o portal montava sua primeira equipe. Na capital, passou pelo Notícias Populares, e mais de uma vez pelo UOL, iG e Terra, onde está hoje. Nessas mudanças, já trabalhou com cidades, esportes e celebridades, mas a música sempre esteve com ele.

O jornalista já colaborou com revistas como a Billboard e com a GQ, e atualmente colabora com a Rolling Stone, além de editar o Scream & Yell há 12 anos. Apesar da paixão pela música, alerta em tom de brincadeira. “Se ama musica, não escreva sobre”, diz. Segundo ele, a relação com discos e shows muda completamente. “Você não pode mais só gostar, mas tem que entender o que aquilo representa e perceber que já não é mais um ouvinte comum”, explica.

Costa entende de música como poucos. Em sua casa, parte da parede da sala é ocupada por nada mais nada menos que cerca de oito mil CDs, 800 vinis, fora os cassetes doados. Passa a maior parte de seu tempo ouvindo músicas e escrevendo sobre – sua forma de entender o mundo. À IMPRENSA, ele comenta os desafios e condições do atual mercado de shows no país, as mudanças e características do público, e a cobertura da imprensa.
IMPRENSA – É certo falar que o Brasil virou rota obrigatória de shows? Por quê?
Marcelo Costa – Somos, sim, rota de shows. Isso acontece desde os anos 80, não é novidade. Não é um ‘ah, descobriram o Brasil.’ A novidade é o país estar com uma economia segura, em um momento que o mundo passa por uma crise séria. A Alanis Morrisette, por exemplo, fará oito shows no Brasil, mas saindo do eixo Rio-São Paulo, acreditando que em outros lugares também terá um bom público. No começo dos anos 80 ainda tivemos alguns probleminhas de sumir equipamentos de artistas, e não era tanto pelo valor em dinheiro, mas mais por ser uma coisa muito pessoal. Hoje em dia não existe isso. São 30 anos de mercado. Estamos prontos.

IMPRENSA – Mas e os desafios, como os preços altos do nosso mercado?
Os preços ainda são ditados por quem está dentro dele [mercado], e é um problema que precisa ser acertado. O mercado está ativo, as pessoas estão querendo ver shows, mas não conseguimos ver tudo, o que por um lado é positivo. Antes você tinha um show e todo mundo tinha que ir nesse. Hoje, não. Você tem muitos shows. O que se desenha para o futuro é uma competição grande. A tendência é que os ingressos barateiem e todas as casas tenham um público bacana, mas não lotem. A opção de escolher, dispersa o público. Mas temos público para tudo. Precisamos chegar nesse consenso. Mas ainda somos conhecidos como um mercado que paga muito alto.

IMPRENSA – O publicou mudou muito? Por exemplo, hoje quem vai a um show de rock, vai em shows de outros estilos. E sobre quem vai ao show, mas assiste pela telinha de celulares ou câmeras porque quer registrar tudo o tempo todo?
Acredito que seja uma mudança comportamental, mais do que do próprio conceito de shows. Fomos caminhando em nível mundial para uma pluralidade, é normal que uma pessoa vá em shows diferentes. Talvez até a MTV tenha contribuído com isso também. E acho que as ferramentas foram mudando. Sou de uma geração anterior. O que me incomoda mais são as pessoas falando no meio do show. Antigamente quando você tinha um ou dois shows e todo mundo ia lá, eventualmente tinha músicas que o cara não conhecia e ele ficava conversando durante essas, mas quando sabia, prestava atenção e tal. Ainda carecemos de uma cultura de respeitar o artista, e respeitar o momento que se está vivendo. Além disso, outro ponto é dissociar o show de balada. Até acho muito legal, mas tem show e show. Tem show que funciona muito em balada. Tem show que não.

IMPRENSA – Se o país vai receber cada vez mais shows e se tem público para isso, por que muitos lugares que recebem esses eventos ainda pecam na estrutura?
A gente não soube trabalhar com isso de shows em locais abertos ainda, um exemplo que deu certo foi o Lollapalooza [Jockey Club, abril-2012], mas foi estrutura de fora, um modelo de fora. No Anhembi, você muitas vezes não ouve o show. E o público acaba aceitando. Isso é um problema sério. O contratante, geralmente, é quem aprova o lugar e quer saber se o público vai ouvir tudo. Alguns artistas realmente se preocupam com isso, outros não.

IMPRENSA – Por que o público aceita pagar caro nessa situação? O que podem fazer?
Uma das formas que o consumidor tem de pressionar a mudar isso, é não ir aos shows. Mas isso é difícil, porque se você ama o artista, é a chance que tem de vê-lo. Aí acaba aceitando e começa a torcer muito para dar tudo certo. Também tem os meios para se cobrar posteriormente, como no show do Radiohead que teve vários problemas e muita gente foi ao Procon reclamar. Infelizmente, empresários só sentem quando dói no bolso. Mas não é só em relação a estrutura do show em si. Falta um pouco também da prefeitura se preocupar com o público. Não dá para fazer um evento como o Lollapalooza e fechar as catracas do metrô como fizeram. Por exemplo, no Hyde park, em Londres, quando acaba o show, as pessoas vão até o metrô e conseguem chegar em casa. A prefeitura local se preocupa em garantir a segurança do seu pessoal. Aqui a gente não tem essa preocupação. Falta no Brasil um estudo de estrutura. Por exemplo: tenho isso aqui, o show será para tantas mil pessoas, que precisam tanto de alimentação, transporte… Claro que não da para resolver tudo, em nenhum lugar do mundo. Como a gente vai melhorar tudo isso? Com mais shows. Entendendo como as coisas funcionam.

IMPRENSA – Com tantas bandas vindas de fora, como fica o mercado para nossos artistas? Em relação ao espaço e valorização do público.
Há mercado para todos. Claro que isso reflete no mercado independente. Mas o pessoal tem que aprender a mudar isso de alguma forma, não dá para ficar olhando tudo e reclamando. É até bom, porque acabam tomando contato com uma cultura de festivais, e percebem que são capazes de fazer a mesma coisa, além de ver que todos tem os mesmo problemas e desafios. O palco é o mesmo. Sobre o público, acho que ainda há um problema de não valorizar a cultura brasileira. Nos line-ups de festivais, por exemplo, muitos artistas brasileiros poderiam estar em horários melhores, e tinham todo para isso. O cara que vai comprar o ingresso vai ver o show, desde que você consiga arrumar o cardápio sem ser de uma forma agressiva, todo mundo vai curtir. Você não faz um festival para fãs de uma banda, mas para um público que vai receber talvez 20 bandas diferentes.

IMPRENSA – Como você avalia a cobertura da imprensa sobre o assunto? Falta mais profundidade? Diversidade?
Temos a Rolling Stone e a Billboard, que não são de grande tiragem (se comparadas com a Veja e /ou Playboy), mas cumprem seu papel muito bem. Mas ainda não temos um jornalismo cultural aprofundado ou cobertura aprofundada. Há o costume de replicar o que sai ‘na gringa’. Ao mesmo tempo, você tem grandes blogueiros que acompanham seus cenários e cobrem bem. Temos que ver que nossa cena do mercado independente, e não falo só de rock, mas de samba e outros, é muito melhor que a cena americana ou inglesa. Talvez esteja na hora da imprensa valorizar a cena nacional e começar a vender isso. E não só, muitas notícias sobre músicos são repercussão de bobagens. Cada um tem seu público, claro, mas às vezes o jornalista fica tentado com o clique, com a audiência, e esquece de fazer jornalismo. Mas de modo geral acho que a gente ainda tem uma boa imprensa, critica e independente. Estamos bem de crítica, mas precisa renovar um pouco até para não afastar a molecada. E o público precisa entender também que cada pessoa [jornalista] vai ter uma visão diferente. É um mal do leitor, sério e cultural até de achar que só porque está na no jornal ou na TV, virou verdade. Não é verdade, é uma pessoa comum que escreveu aquilo. Ela tem esse direito, de gostar ou não, e de falar se gostou ou não e argumentar sobre isso. O brasileiro não tem o costume de discutir.

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setembro 5, 2012   No Comments

Alta Fidelidade

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maio 10, 2012   No Comments