Três dias em casa

February 18th, 2008

Como o banco de horas no trabalho já estava batendo nas 2oo horas extras, “ganhei” três dias em casa nesta semana para tentar organizar o caos. Mas o caos aqui é maior do que eu pensava e o primeiro dia acaba de escorrer pelos dedos. Muita coisa pra fazer:

- terminar de ler o livro do Camus
- retirar o passaporte
- instalar quatro luminárias
- levar o monitor LCD de um dos computadores para a garantia
- ver alguns filmes (ao menos dois)
- ouvir alguns CDs
- aprender um prato (fácil e) novo

Não sei se vou conseguir…

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E-mail do Senhor F avisa e recomenda: Revista francesa lança coletânea com novo rock independente do Brasil

Olha o tracking list:

1. Los Porongas – Ao Cruzeiro (Senhor F Discos)
2. China – Jardim de inverno (Candeeiro)
3. Superguidis – Mais do que isso (Senhor F Discos)
4. Vanguart – Semáforo (Outra Coisa)
5. Ludov – Ciência (Mondo 77)
6. Beto Só – Meu Velho Escort (Senhor F Discos)
7. Violins – Manicômio (Monstro Discos)
8. Hurtmold – Sabo (Submarine Records)
9. O Quarto das Cinzas – Incontrolável (Independente)
10. Charme Chulo – Mazzaropi Incriminado (Volume 1)
11. Cravo Carbono – Café BR (Ná Records)
12. Móveis Coloniais de Acaju – Sem Palavras (Independente)
13. Pata de Elefante – Hey! (Monstro Discos)
14. Autoramas – Hotel Cervantes (Mondo 77)
15. Volver – Pra Deus Implorar (Senhor F Discos)
16. Lucy and The Popsonics – Chick Chick Boom (Monstro Discos)
17. Supercordas – 3.000 Folhas (Trombador)
18. Macaco Bong – Fuck You Lady (Fora do Eixo Discos/Monstro Discos)

Bônus:
19. Pio Lobato – Tecno da Saudade (Ná Records)

Baixe aqui

Wado e o “Terceiro Mundo Festivo”

February 11th, 2008

Meu primeiro contato com “Terceiro Mundo Festivo”, quarto álbum do cantor e compositor Wado, se deu no final de agosto de 2006. Ainda acompanhado pelo grupo Realismo Fantástico, Wado se apresentou ao vivo no Studio SP, em São Paulo, tocando algumas canções novas e, principalmente, entortando as velhas com alfinetas de eletrônica que marcavam seu retorno aos samplers e beats via mpc. Em um bate papo na época ele avisava: “‘Terceiro Mundo Festivo’ trata do uso da eletrônica pelo terceiro mundo, de como as adversidades formularam uns métodos e sonoridades específicas”.

Após um longo período de gestação, mudanças de capitais – Wado saiu de São Paulo, foi para o Rio, montou o Fino Coletivo com um galera estilosa, deixou o grupo após o lançamento do bom CD homônimo e voltou para Maceió, onde reside novamente – e experimentações sonoras, “Terceiro Mundo Festivo” finalmente chega em formato MP3 com download gratuito no site do artista. “O disco é independente e poderá ser downloadeado sem restrições. Fora isso prensei (uma tiragem) em SMD, mídia que tem o preço final pro consumidor a R$ 5″, contou em papo com Lucas Santtana, que lançou um álbum também livre para download.

O download livre é algo que Wado vem defendendo já faz um bom tempo. Seus três álbuns anteriores (”Manifesto da Arte Periférica”, “Cinema Auditivo” e “A Farsa do Samba Nublado”) já estão liberados faz mais de dois anos. “Terceiro Mundo Festivo” se junta à esta discografia particular acrescentando ainda mais flagrantes do modo totalmente peculiar do compositor enxergar a música composta longe demais das capitais, manifesto das periferias de um imenso Brasil sem nome, lenço e nem documento, mas que respira música que, antigamente, nascia de batidinhas em caixinhas de fósforo, e agora surge em estúdios caseiros, com microfones baratos e pouco conhecimento técnico, mas com muita urgência, energia e gana.

Para adentrar ao território deste “Terceiro Mundo Festivo” é preciso se desamarrar de expectativas. “A Farsa do Samba Nublado”, álbum anterior, arranhava a perfeição amparado em sambas tortos, violão encharcado de wah-wah e muita melancolia. Quase não há violões presentes em “Terceiro Mundo Festivo” (o instrumento está lá no fundo, distante, escondido na mixagem). A estética sonora que Wado começara a apresentar desde aquele no show no Studio SP, em agosto de 2006, e que foi se adaptando e fortalecendo durante um ano e meio, é centrada em uma nova formação de banda com baixo, bateria, programações e teclados, mais um cello aqui, uma flauta transversal ali, para dar um charme.

O disco abre com “Pendurado”, faixa que fala sobre liberdade, destino e morte: “Olha ali sou eu, pendurado no fio desencapado do poste de alta tensão”, canta Wado sobre uma base de bateria seca, vocalizações femininas (Cris Braun, Jan Aline e Mirian Abs) e clima ensolarado. A liberdade volta a ser citada no delicioso samba eletrônico “Fortalece Aí”, que se ampara em Martinho da Vila e Rui Monteiro enquanto o refrão pede de forma urgente: “Fortalece Aí, meu coração, daquela força, meu coração”. Um cello pontua o final da canção de forma comovente.

Duas canções já vinham se destacando nas apresentações ao vivo de Wado de dois anos pra cá: a pornográfica “Teta” e a politizada “Reforma Agrária do Ar”. A primeira – do irresistível refrão: “Está guardado pra você amor… aceite, aceite / Está guardado pra você amor… o leite” – permanece sinuosa e dançante, com um q de funk carioca. Já “Reforma Agrária do Ar”, que versa sobre a concessão das rádios públicas, abre com uma voz atolada em efeitos, recupera o vocoder, tem clima de reggaeton no refrão empolgante e crava: “Grita pra acontecer, urge de urgência, assim irá prevalecer a reforma agrária do ar / É contra o artista mudo / é contra o ouvinte surdo / é contra o latifúndio das ondas do rádio”.

O samba torto – com inflexões afoxé e reggaeton – ainda inspira o romantismo de “Leva” (diz o refrão: “Eu canto e peço a todo santo: me leva onde você espera”), da ótima “Recado” (que abre provocando: “Ela adora me fazer chorar / Que palavras eu devo usar? / Uma que encaixe em seu quadril”) e a empolgante “Faz Me Rir”, uma das canções do álbum que mais remetem a coisas que Wado já fez anteriormente (e que soa como um híbrido da urgência de “Manifesto da Arte Periférica” com pitadas da melancolia de “A Farsa do Samba Nublado”).

Duas canções saltam aos ouvidos e batem forte no lado esquerdo do peito. “Melhor” traz um violoncelo jogando confetes sobre um mantra eletrônico de baixo, bateria e teclado. Na letra, o personagem tenta formar um novo eu que agrade ao seu par. “Eu quis mudar pra você ver / Que nem sempre é tão difícil a gente perceber / Se estou melhor, quem vai saber? / Se o que eu fiz foi para agradar você”. O refrão é algo que gruda na primeira audição e vai te acompanhar por dias a fio: “Olha meu novo sapato / Estou de fato tentando me adequar / ao seu cabelo, ao seu modelo”. Uma pérola pop.

Já “Fita Bruta” é uma daquelas canções que já nascem clássicas. Versa sobre os mecanismos da indústria (como se fosse uma “Cadê Teu Suin?”, do Los Hermanos, vista por outro ângulo) e aprofunda a crítica – de forma genérica – ao próprio autor, que se censura na hora da criação. Não à toa, usa palavrões e explicita formas de sedução necessárias para se sobreviver no showbusiness: “Ficamos na fita bruta que algum filho da puta decupou / Não entramos na comédia e é preciso fazer média com o maldito diretor / (…) Não entramos na novela, nem precisa acender vela que o roteiro já fechou / Me disseram que é uma bosta, mas que todo mundo gosta do mocinho sofredor / E esta é a maior censura, essa que não tem cura, que nasce dentro do autor”.

Quem vem acompanhando a carreira deste catarinense (de nascimento, alagoano de coração) não irá ficar surpreso com a qualidade de “Terceiro Mundo Festivo”. O disco soa como uma continuação de “Manifesto da Arte Periférica” – sem negar olhares para “Cinema Auditivo” e “A Farsa do Samba Nublado”, este último, principalmente, nas letras – e abre muitas possibilidades para a música brasileira, desde sua sonoridade bem resolvida (o disco foi todo gravado em Maceió) até sua forma de distribuição gratuita. Neste momento de transição pelo qual a indústria da música está passando, Wado resume de forma perfeita a situação: “Perdemos os talheres e voltamos a comer com as mãos. Temos de nos educar, pois assim fica feio. Acho que todo trabalho deve ser remunerado, e acredito que aos poucos isso vai se restabelecer” (aspas do papo do compositor com Lucas Santtana).

“Terceiro Mundo Festivo” – assim como os três álbuns anteriores do compositor – está liberado para download no endereço oficial de Wado (www2.uol.com.br/wado) e surge com o primeiro grande lançamento da música nacional em 2008. A Internet apagou as fronteiras existentes em mapas entre as grandes capitais mundiais, está derrubando a toda poderosa indústria da música (a tendência é que mais e mais discos cheguem ao público sem passar por grandes conglomerados de entretenimento) e, apesar dos poucos recursos, as novas tecnologias estão permitindo o lançamento de álbuns de qualidade fora dos grandes centros. Periferia, você sabe, é periferia em qualquer lugar. “Terceiro Mundo Festivo” respira o sol de Maceió, namora os blocos africanos de Salvador, seduz São Paulo e Rio de Janeiro e faz festa no coração de todas as capitanias hereditárias para além (e avante) do meridiano de Tordesilhas. É um disco de inspiração terceiro-mundista e vocação cosmopolita, como são os de M.I.A., Timbaland, De Leve, Ali e Vieux Farka Toure, entre muitos outros. A inteligência a favor da arte derrubando fronteiras. Desde já, um dos grandes discos nacionais de 2008.

“Terceiro Mundo Festivo”, Wado (Independente)
Preço: R$ 5 (nacional)
Nota: 9
Download gratuito: www2.uol.com.br/wado

Violins libera novo álbum para download

February 9th, 2008

O grupo goiano Violins começou a liberar, a partir das 20h de sexta-feira (08/02), as faixas que vão compor o novo álbum “A Redenção dos Corpos”. A idéia é liberar uma faixa a cada 24 horas, então corre lá para pegar “A Busca”, primeira canção liberada na sexta-feira. Ainda hoje, sábado, será liberada “Exemplar do Fundo do Poço”. E no domingo, “Guerra Santa”. A sequência em que serão disponibilizadas as músicas é a mesma do disco:

Parte 1
1. A busca
2. Exemplar do Fundo do Poço
3. Guerra Santa
4. Padre Pedófilo
5. Rei Pornô
6. Corpo e Só
7. Manobrista de Homens

Parte 2
1. Entre o Céu e o Inferno
2. Festa Universal da Queda
3. Longo Karma
4. Problema Meu
5. O Pregador
6. Terrorista Justo
7. Fim da Música como Arte

http://www.violins.com.br/

Ficamos na fita bruta que algum filha da puta decupou…

February 7th, 2008

“Terceiro Mundo Festivo”, quarto álbum de Wado, já pode ser baixado gratuitamente no endereço oficial do músico. Eu tenho muito o que falar sobre esse disco, mas enquanto eu tento me desamarrar das loucuras do dia-a-dia e ficar livre para escrever, que tal você ir lá e pegar “Terceiro Mundo Festivo”, que necessitou de uma audição e meia para tornar-se querido por aqui. Faixas como “Melhor”, “Fortalece Aí”, “Reforma Agrária do Ar” e a sensacional “Fita Bruta” estão no repeat aqui. 

http://www2.uol.com.br/wado/

Coletâneas para dowload

January 7th, 2008

O ano nem bem começou e já estou numa correria danada. A correria é tanta que deixei de comentar duas compilações natalinas pra lá de bacanas que andaram pintando por aqui. A primeira é a “Papai Noel Chegou Vol. 2″, compilação organizada pela turma do ótimo site Urbanaque, que traz Superguidis, Jumbo Elektro, Macaco Bong, Trilobit e Gorpiava tocando canções de temática natalina. O download pode ser feito no link abaixo:

http://www.urbanaque.com.br/conteudo_natal2007.asp

O segundo presentinho de natal (atrasado) vem do pessoal do site da MTV, que preparou um compilação jóia com 14 faixas que dão uma pincelada no que de melhor rolou no rock nacional safra 2007. Veja o set list abaixo e baixe a coletânea:

01: Autoramas – A 300 Km/h
02: Banzé – Boca do Lixo
03: Cascadura – Se Alguém o Ver Parado
04: Forfun – Sigo o Som
05: Glória – Minha Paz
06: Granada – A Tempestade
07: Lipstick – Temporal
08: Ludov – Urbana
09: Nação Zumbi – Bossa Nostra
10: Pública – Long Plays
11: Rock Rocket – Cerveja Barata
12: Terminal Guadalupe – De Turim a Acapulco
13: Vanguart – Para Abrir os Olhos
14: Zefirina Bomba – O Que Eu Não Fiz

http://mtv.uol.com.br/drops/drops.php?id=30591

Enquanto o Natal não chega…

December 20th, 2007

…e eu me perco numa correria infinita, algumas coisinhas para distrair:

- 500 Toques na Revoluttion: esta semana, Jens Lekman, Suzanne Vega e Damon and Naomi. Aqui.
- David Byrne entrevistando Thom Yorke na Wired (você sabe que Radiohead é o nome de uma música do Talking Heads, né?) Aqui
- Diego Medina (ex-Video Hits) apresenta seu novo projeto, o pirado “Zombieoper”, um ensaio sobre o apodrecimento da humanidade em dois atos, assinado por Senador Medinha e Seridée Mondevac. Os dois álbuns estão disponiveis para download gratuito aqui
- Daniel Peixoto avisa: 11 músicas novas do Montage para baixar no Trama Virtual. Pega.
- Caiu na Internet as cinco faixas que compõe o single “Conquest”, do White Stripes, uma das cinco grandes músicas de 2007. O single traz Beck cantando e tocando piano em “It’s My Fault for Being Famous”, fazendo slide guitar em “Honey, We Can’t Afford to Look This Cheap” e produzindo “Cash Grab Complications on the Matter”. O single ainda traz uma versão “acoustic mariatchi” da faixa título. Tá no POTQ e no Nodatta.
- Por último, a Revista O Grito publicou seu Top 25 e ainda traz uma lista especial com os votos de jornalistas convidados, entre eles este que vos escreve. Aqui.

Cold War Kids free

December 18th, 2007

O quarteto norte-americano Cold War Kids está liberando seu primeiro (e sensacional) EP, de 2005, para download gratuito no site RCRD.LBL; Quem tem acompanhado este espaço nos últimos meses com certeza já viu imagens do “Mulberry Street EP” na parte “o que estou ouvindo”. O disquinho é fodaço. Abre com a poderosa “The Soloist In The Living Room”, segue com a matadora “Heavy Boots”, e quando você acha que eles não poderiam cravar outra grande canção eles jogam no teu colo “The Wedding”. Pra grudar no ouvido e ser levado no MP3 Player, tocado alto em casa e ser rolado em discotecagens. Download no link abaixo:

http://rcrdlbl.com/artists/Cold_War_Kids

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Já chegaram as dez primeiras cédulas da votação dos Melhores do Ano do Scream & Yell. Quer saber: a briga em disco internacional e nacional promete ser acirrada. Tivemos tantos filmes nacionais bons que decidi dividir a categoria em Nacional e Internacional, e a primeira está muito mais concorrida que a segunda, mostrando que 2007 foi um ano de grandes filmes brasileiros. Vou comentando conforme os votos forem chegando, ok. Se tudo der certo, dia 15 de janeiro publico o especial completo com (aqueles) 100 (amigos) votantes (de sempre).

Música do ano, banda do ano

December 14th, 2007

O Terminal Guadalupe (responsável pelo grande disco de 2007, “A Marcha dos Invisíveis”) está disponibilizando em seu My Space uma versão ao vivo de “Grupo de Extermínio De Aberrações” (música do ano), do Violins, a grande canção de 2007. Presente em shows recentes do TG pelo país, essa gravação foi registrada na noitada que reuniu Violins e TG em Curitiba, no mês passado, e que deveria ter contado com a presença deste DJ eventual, caso o trânsito de São Paulo não tivesse praticamente parado naquela sexta-feira. Essa versão do Terminal Guadalupe para “Grupo de Extermínio De Aberrações” conta com a participação de Beto Cupertino, letrista e vocalista do Violins, nos vocais. Download no link abaixo:

http://www.myspace.com/terminalguadalupe

“In Rainbows”, parte 2, a missão (atualizado)

December 3rd, 2007

Acaba de cair na web a segunda parte do melhor disco de 2007, e também dois clipes ao vivo em estúdio com a banda matando a pau em duas canções do novo álbum: “Jigsaw Falling Into Place (Thumbs Down Version)” e “Bodysnatchers (Thumbs Down Version)”.

Radiohead - In Rainbows [CD 2]

Tracklist:
Mk 1
Down Is The New Up
Go Slowly
Mk 2
Last Flowers
Up On The Ladder
Bangers And Mash
4 Minute Warning

No Part of The Queue para download

No Youtube do Radiohead os clipes

Ps: “Last Flowers” é foooooooooooooooooooodaça!

Ps: 1 - Escrevi um nota mais completinha pro Mistureba, no iG, que reproduzo abaixo:

O Radiohead surpreendeu o mundo ao avisar, dez dias antes, que iria lançar seu novo álbum por download em uma época que os discos vazam meses antes de chegarem às lojas. “In Rainbows” foi lançado virtualmente, a banda tomou pra si o Top Ten da parada da rádio on line Last FM (que nas últimas sete semanas estampa as dez músicas do álbum como as dez mais ouvidas por seus usuários cadastrados num total assustador de mais de 13 milhões de execuções) e, agora, é a vez da segunda parte do disco cair na web.

Segunda parte? Isso mesmo. “In Rainbows” é composto de dois discos. O primeiro lançado no mês passado, e o segundo faz parte da edição especial com discos em vinil e outros badulaques que o grupo está vendendo por 40 libras no site oficial. Esta edição especial apresenta, na teoria, oito faixas novas. Na prática são apenas seis, pois “MK 1″ e “MK 2″ são faixas instrumentais curtinhas (a primeira com pouco mais de um minuto, a segunda com apenas 40 segundos).

Porém, as outras seis faixas mantém a qualidade e o espírito do álbum, com o grande destaque ficando para a balada ao piano e violão “Last Flowers”. A segunda metade de “In Rainbows” é completada por “Down Is The New Up”, “Go Slowly”, “Up On The Ladder”, “Bangers And Mash” e “4 Minute Warning”. Junto com o álbum também caiu na rede os dois primeiros clipes (ao vivo em estúdio) do novo disco. Assista abaixo:

http://youtube.com/user/radiohead

Manics libera canção de natal para download gratuito

December 1st, 2007

http://www.manicstreetpreachers.com