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Category — Causos

Sid Vicious “encontra” o Pink Floyd em 2017

Essa Fender Black Strat acima foi de Sid Vicious (que usava uma camiseta escrita “I Hate Pink Floyd”). Nos anos 80, Joe Strummer comprou ela de presente para Zander Schloss, do Circle Jerks, que postou a foto ontem em seu Instagram, contando isso e explicando: “Eu emprestei ela para o meu amigo Gus Seyffert. Ele agora está em turnê com Roger Waters em direção a minha cidade natal, St Louis, que também é lar de Chuck Berry, o inventor do estilo de guitarra rock n roll”. Dai ele brinca: “Se você permanecer no rock n roll o suficiente, as coisas podem ficar estranhas… e muito legais”.

Outro detalhe: “The Black Strat is the nickname for a black Fender Stratocaster guitar played by David Gilmour of the progressive rock band Pink Floyd” (saiba mais)

Essas voltas do mundo deixam a gente meio tonto… risos

Grande dica do Marky Wildstone!

maio 30, 2017   No Comments

Meu único troféu…

Acho que nunca ganhei uma medalha na adolescência (fora aquelas tradicionais por chegar em 3673 numa corrida de 15 quilômetros aqui, outra ali), e fora futebol de salão (tomamos um chacoalho do Industrial num JUTA – eu era goleiro), disputei torneios de xadrez (eliminado nas oitavas no mesmo JUTA) e tênis de mesa (estadual interescolar, mas eu era reserva). Acho que participei de uns torneios de natação também… mas meu único troféu “esportivo” (não acho justas essas aspas, mas… risos) é esse de Dupla Campeã do Campeonato de Truco da Semana da Comunicação, na faculdade, 1996.

🙂

abril 19, 2017   No Comments

Numa sexta-feira santa no ano de 1973…

a música “Cálice” começava a ser composta por Gil e Chico Buarque.

abril 14, 2017   No Comments

Uma reflexão sobre sociedade e barbárie

“Quando rola uma morte como essa (do médico), é natural que muita gente reaja na base do olho por olho: ah, matou tem que morrer também. O raciocínio: o ‘lado ruim’ da humanidade matou um dos nossos, vamos lá vinga-lo, empatar em 1 X 1.

Só que a luta não é lado bom X lado ruim, ou eles X nós: é barbárie X sociedade. E quando alguém pensa nesse tipo de reação, o jogo não empata em barbárie 1 X 1 sociedade; o placar se amplia para barbárie 2 X 0 sociedade”, Marco Antonio Barbosa

maio 21, 2015   No Comments

Túnel do Tempo: Zero Hora 22/02/2001

maio 16, 2015   No Comments

Feliz Dia das Mães, mãe

maio 10, 2015   No Comments

Sobre o fim do Festival Casarão

Uma das coisas mais legais de se ir a festivais de música não é apenas ter a oportunidade de ver esta ou aquela banda, ainda que muita gente reduza um evento de música a isso. Para mim, estar em um ambiente musical é estar em meio a uma porção de pessoas que também escolheu viver aquela experiência, e a música, apesar de ser a grande atração, é apenas uma das peças de um todo que busca entreter e aproximar as pessoas (ainda que o capitalismo dos grandes festivais brasileiros esteja mais preocupado com os cifrões do que com seu bem estar). No sábado passado, o amigo Vinicius Lemos anunciou o fim do Festival Casarão, em Porto Velho, o que é uma grande perda para quem luta pela música independente no país. Tive o grande prazer de acompanhar três edições do festival (2012/2013/2014), e ainda que não tenha pegado a fase áurea do evento, no antigo Casarão que o batizou, sempre fiquei interessado em voltar porque era especial demais acompanhar a batalha de um grupo de pessoas para produzir algo relevante, marcante. Vi muitos shows excelentes nas três edições do Casarão em que estive, mas um festival não são só shows, e o Casarão era um bom exemplo disso: a vibe era das melhores, a turma envolvida era dedicada e, no fim das contas, fui assistir a um festival em Porto Velho, e fiz umas duas dezenas de amigos, gente que estava ali pelo mesmo motivo que eu: paixão pela música, ainda que em alguns dos momentos mais divertidos, não tivesse nenhuma banda tocando. Grande Vinicius, parabéns pelas 15 edições do Casarão! Obrigado por me apresentar um monte de gente bacana e um monte de bandas bacanas. Tenho certeza que alguma semente foi plantada, que alguém, no pique de seus 19 anos, vai olhar e falar: “se o Vinicius conseguiu, eu também consigo! Vou fazer um festival”. A vida segue! Um abraço imenso!

abril 29, 2015   No Comments

Uma mulher enfrentando o racismo

Mo Asumang, filha de pai ganense e mãe alemã, está fazendo um fantástico documentário no qual vai de cara limpa a redutos de neonazistas, na Alemanha, e Ku Klux Klan, na América, para perguntar o que eles tem contra os negros e quais seus planos.

julho 8, 2014   No Comments

Alguns segundos que se estendem

Nesta entrevista imperdível ao jornal português Público, o antropólogo brasileiro Eduardo Viveiros de Castro cita a filósofa belga Isabelle Stengers: “A palavra crise não é adequada porque supõe que você pode superá-la, quando o que estamos vivendo é uma situação que não tem um voltar atrás”. É lógico que Isabelle está falando sobre o contexto econômico e ambiental do planeta, mas num momento em que a melancolia se instala na casa, abre uma cerveja e assiste televisão com os pés no sofá, o temor por uma estada mais prolongada se instala. Tem que ter como voltar atrás.

Minhas crises são cíclicas e absolutamente rotineiras. Elas vem e vão. Alguns dias, acordo melancólico para no meio da rua rir da tolice de cantar sozinho uma canção – e alguém perceber. O bom da felicidade – ou da suavidade da vida, para não sermos tão otimistas – é que ela muitas vezes vem de lugar nenhum, e nos salva naquele exato momento em que estamos prestes a cometer uma grande bobagem. Ok, não sou do tipo de grandes bobagens, mas daqueles que se enfiam debaixo do edredom a espera de uma luz – que nunca vem – até descobrir que o senhor máximo da minha estupidez sou eu mesmo.

A entrevista do Eduardo Viveiros é daquelas que fazem a alma respirar aliviada, mesmo com todo o peso nas costas que o corpo carrega. Ainda assim, propõe escolhas não tão fáceis para nossas dúvidas simples. No fundo, a escolha (muitas vezes induzida) por viver em um mundo severamente capitalista é dolorida, e abdicar disso é talvez ainda mais doloroso. Acreditar que abdicar do capitalismo tal como a sociedade o reinventou (com espaço para gananciosos hipócritas) seja mais ou menos como nascer de novo – com a desvantagem de não termos uma borracha para apagar todos os vícios.

Claro que existem coisas úteis a serem feitas, existem maneiras de se viver dignamente e brechas para pagar as contas fazendo o que se ama. O mundo capitalista também permite certas liberdades, mas ando tão cansado do alto dos meus 43 anos que a vontade de esvaziar a cabeça e parar de esmurrar prego me conduz pelas mãos, joga um edredom sobre a alma, e pede para que eu fiquei quietinho observando o mundo. Eu, muito respeitoso, aceito o convite. Queria tanto fazer algo que vale a pena, mas esse conceito é tão complicado que desisto, por alguns segundos, de sonhar, viver e ser feliz.

São alguns segundos que se estendem, mas logo passa.
Espero, Isabelle, espero.

março 17, 2014   No Comments

Bora conhecer vinícolas na Argentina

O júri convidado pelo pessoal da Wines of Argentina anunciou ontem à noite (no vídeo acima) os vencedores do desafio de harmonizar vinho e música, e uma das minhas harmonizações foi escolhida. O prêmio será visitar vinícolas argentinas ainda este ano. As explicações do júri para as escolhas estão acima em vídeo. A minha harmonização está aqui. \o/

janeiro 17, 2014   No Comments