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Category — Arte

Download: 125 catálogos do CCBB

Responsável por diversas mostras bacanas, o Centro Cultural Banco do Brasil também produz excelentes catálogos para essas mostras, que muitas vezes vão além do material apresentado na instituição, e servem como guia para a obra do artista em questão, mesmo que você não tenha acompanhado a mostra. 125 destes catálogos estão disponíveis para download gratuito e trazem um vasto material imperdível de artes, cinema, arquitetura e muito mais.

Entre os volumes disponibilizados pelo CCBB estão catálogos sobre a mostra Alfred Hitchcock, um calhamaço de 416 páginas que pode funcionar como um excelente guia para neófitos na obra do mestre do suspense. O mesmo pode ser dito dos volumes sobre Quentin Tarantino (com textos e análises de cada filme do diretor), Escher, Kandinski, Jean Luc Godard, Ingmar Bergman, Jean Renoir, Ennio Morricone, Impressionismo, Iberê Camargo, Castelo Ra-Tim-Bum, Mondrian, Francis Ford Coppola, o movimento Dogama 95 e mais.

Divirta-se:

http://culturabancodobrasil.com.br/portal/categoria/catalogos

Fevereiro 16, 2018   No Comments

Egon Schiele, pornografia e moralismo

No bacana El País, uma reportagem conta sobre a censura que as pinturas de Egon Schiele estão sofrendo na Alemanha e na Inglaterra: “Não é arte, é pornografia“, diz a chamada da matéria. Quer dizer que estamos vivendo em um mundo em que Schiele virou pornografia…

Fui ao Belvedere, o famoso palácio museu em Viena que um dia foi a “casa” de Franz Ferdinand (o arquiduque), atrás de “O Beijo”, do Klimt, e sai virado do avesso com Schiele. Escrevi na época (quando tirei a foto que abre o post, um enorme outdoor no MuseumsQuartier, em Viena): “Gostei mais das paisagens do Schiele (“Crescent”, “House II”) do que de seus retratos nervosos”, esses que a galera tá tampando genitais como se estivéssemos em corredores do Vaticano durante o Concílio de Trento. Mais uma vitória do moralismo. Infelizmente.

Uma das definições de pornografia diz que ela “é definida como qualquer material que desperta pensamentos sexuais de forma vulgar e explícita. A raiz etimológica da palavra vem do grego pórne, “prostituta”.” Nesse contexto, sim, algumas pinturas de Schiele podem ser consideradas pornográficas, ainda que não vulgares (como está abaixo), mas a grande maioria de seus nus são nervosos, fortes, nem um pouco sedutores e muito menos vulgares. Em um tempo de falso moralismo, pornografia a um toque do mouse e perda constante de direitos, a censura a Schiele é mais um golpe no coração da liberdade.

Ps. No embalo da censura a Schiele chega a notícia de que tramita na Câmara em Brasília um “projeto que criminaliza exibição de órgão genital para fins artísticos“. Vem mais censura ai.

 

Fevereiro 9, 2018   No Comments

Vincent Van Gogh é levado ao futuro

Janeiro 30, 2018   No Comments

Cinco fotos: Toulouse-Lautrec no MASP

A exposição de Toulouse-Lautrec ficará no MASP até 01/10/2017. Às terças-feiras, a visitação é gratuita!

agosto 13, 2017   No Comments

Sete fotos: Casa de Vidro

Considerada ícone da arquitetura moderna no Brasil, a Casa de Vidro foi o primeiro projeto construído da arquiteta ítalo-brasileira Lina Bo Bardi. O loteamento da antiga Fazenda de Chá Muller Carioba, na região do Morumbi, em São Paulo foi o local escolhido para construção, iniciada entre 1950 e 1951.  Saiba mais sobre a casa e como visita-la no site do Instituto Lina Bo e P.M. Bardi.

Veja mais imagens de cidades no link “cinco fotos” (aqui)

julho 30, 2017   No Comments

Cinco fotos: Exposição Yoko Ono

Martelando, Martelando

O fim da guerra na Síria

Cacos

Fora Temer

Sim!

Fragmentos da exposição “O céu ainda é azul, você sabe

Veja mais imagens de cidades no link “cinco fotos” (aqui)

Abril 9, 2017   No Comments

Os finalistas do IamSP

iamsp

No começo desta semana, o grupo de curadores do “IamSP 2016 – A Rua é o Palco” (do qual faço parte) se reuniu virtualmente para debater os projetos inscritos e definir os cinco finalistas que irão concorrer a uma viagem para se apresentar em Amsterdã em 2017. O nível dos projetos estava excelente mostrando uma série incrível de iniciativas bacanas voltadas para valorizar e estimular a cultura de rua na cidade de São Paulo. Abaixo estão os cinco projetos finalistas – destes, três estão em plena atividade; um está em desenvolvimento e o outro ainda está no papel). O vencedor será anunciado brevemente. Conheça um pouco de cada um deles. Vale a pena!

– Aonde o Mura Mora (www.aondeomuramora.com.br)
– Bike Arte (https://www.facebook.com/bikearte)
– Entrelinhas Urbanas 96 bairros 96 artistas (Infos)
– Garoa – A Cidade como Museu
– StreetMusicMap  (http://www.streetmusicmap.com)

setembro 8, 2016   No Comments

The D in David, por Michelle Yi & Yaron

agosto 14, 2016   No Comments

Pablo Picasso no Instituto Tomie Ohtake

picasso

“Um passo à frente e você não está mais no mesmo lugar”, cantava Chico Science. Em uma cena de “Sociedade dos Poetas Mortos”, de Peter Weir, o professor inspira seus alunos a subirem na carteira e observarem ali de cima. “O mundo parece muito diferente visto daqui”, ele diz. Bem, eu já havia tido a sorte de ir duas vezes ao Museu Picasso, em Paris, e adorado as visitas, mas não saído deslumbrado (uma delas, inclusive, estava repleta de crianças entre 3 e 5 anos com professores e cuidadores – e foi a imagem que mais guardei dessa visita, mais do que qualquer quadro que eu tenha visto).

Andar por museus em viagens é especial e, ao mesmo tempo, um tiquinho estressante. Em Paris, o “stress” aumenta porque são tantos museus fodas que inúmeras vezes a alma não está pronta para passear por corredores olhando quadros dia após dia. É tanta coisa para se observar e se apaixonar em tão pouco espaço de tempo que o olhar fica inebriado, diria drogado. Numa das viagens, Lili brincou: “Deve ser a 20ª pintura da ‘Anunciação’ que vemos. Não aguento mais” (risos). Mas nada como tirar a obra de um lugar e passar para outro. Ou tirar as obras de Paris e traze-las para São Paulo.

Até o dia 14 de agosto, o Instituto Tomie Ohtake exibe a mostra “Picasso: Mão Erudita, Olho Selvagem”, com mais de 150 obras, entre quadros, esculturas, fotografias e desenhos, dos quais 90% inéditos no país, emprestados do Museu Picasso. Já visitei a exposição duas vezes e planejo mais duas visitas. Na primeira, inebriado e com olhos marejados, senti o coração acelerar descompassado na segunda sala, a respiração ofegante soar dificultosa e temi por cair sobre alguma obra de prima de milhões de dólares. Sai, sentei numa cadeira e me recompus, aos poucos, amando (assustado) a situação.

Essa exposição mexeu comigo de uma maneira mais intensa que as duas visitas anteriores ao Museu Picasso. Há dezenas de possibilidades (o cansaço de viagem e o olhar drogado em Paris; o momento pessoal de minh’alma em São Paulo), mas o que importa é que você precisa vê-la. Estão lá esboços de “Guernica”, o primeiro quadro que Picasso pintou quando tinha 14 anos, obras de várias de suas fases, desenhos que eu não lembrava de ter visto em Paris e as loucuras de um dos mágicos dessa arte chamada Pintura. De São Paulo essa exposição segue para o Rio e depois para Santiago. Não perca!

Abaixo, sete obras favoritas dessa exposição:

“O Homem de Gorro”, 1895


“Busto de Homem (Estudo para As Senhoritas de Avignon”), 1907

“Duas Mulheres Correndo Na Praia”, 1922

“Paul como Arlequim”, 1924

“O Beijo”, 1925


“Figuras a Beira-mar”, 1931

“A Grande Banhista Lendo Livro”, 1937

julho 11, 2016   No Comments

Download: 99 catálogos do CCBB

Responsável por diversas mostras bacanas, o Centro Cultural Banco do Brasil também produz excelentes catálogos para essas mostras, que muitas vezes vão além do material apresentado na instituição, e servem como guia para a obra do artista em questão, mesmo que você não tenha acompanhado a mostra. 99 destes catálogos estão disponíveis para download gratuito e trazem um vasto material imperdível de artes, cinema, arquitetura e muito mais.

Entre os volumes disponibilizados pelo CCBB estão catálogos sobre a mostra Alfred Hitchcock, um calhamaço de 416 páginas que pode funcionar como um excelente guia para neófitos na obra do mestre do suspense. O mesmo pode ser dito dos volumes sobre Quentin Tarantino (com textos e análises de cada filme do diretor), Escher, Kandinski, Jean Luc Godard, Ingmar Bergman, Impressionismo, Iberê Camargo, Castelo Ra-Tim-Bum, Francis Ford Coppola, o movimento Dogama 95 e muito mais. Divirta-se:

http://culturabancodobrasil.com.br/portal/categoria/catalogos

Abril 24, 2016   No Comments