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Posts from — outubro 2016

A relevância da música de Belchior

Há 70 anos nascia Belchior. Há 40, ele lançava seu álbum mais importante, “Alucinação” (que ganhou um tributo independente lançado pelo Scream & Yell em 2014 – baixe aqui). E há uma década não se sabe exatamente onde ele está. A música do cantor de “A Palo Seco” e “Velha Roupa Colorida” permanece viva e relevante até hoje. O podcast do Nexo, coordenado por Camilo Rocha, conversou sobre a poética de Belchior com os jornalistas Renato Vieira, Jotabê Medeiros e eu mais os músicos Assucena Assucena (As Bahias e a Cozinha Mineira) e Helio Flandres (Vanguart).

outubro 31, 2016   No Comments

A programação do MECAInhotim

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No fim de semana dos dias 05 e 06 de novembro, o sensacional Instituto Inhotim, em Brumadinho, Minas Gerais, mmaior museu de arte contemporânea a céu aberto do mundo, recebe o evento multicultural MECAInhotim, que mistura shows, palestras, workshops, exposições, entre outras atividades e experiências. No quesito shows, a escalação traz no sábado, Caetano Veloso (que se apresenta à meia noite), Mahmundi, Dônica e Lei Di Dai. No domingo sobem ao palco Liniker, Jaloo, Serge Erege e Opala.

Na área das conferências haverá diversos painéis e palestras. Estarão lá os cineastas Vincent Moon e Priscilla Telmon, as publicitárias do Mamilos Cris Bartis e Ju Wallauer, além de Marcos Piangers, Eduardo Schenberg, Marko Brajovic, Valentine Giraud-Robben e o fundador de Inhotim Bernardo Paz. Um dos destaques das conferências será André Midani, que irá falar sobre as letras dos artistas da nova geração, e expor sua tese de que o futuro da MPB está na sensibilidade e na visão de mundo das mulheres compositoras.

Haverá mais de 45 workshops gratuitos espalhados pelo parque. O visitante poderá aprender a fazer cerâmica, tricô, identificar plantas selvagens, construir um projetor caseiro e muito mais. O evento ainda contará com performances, mercado, mostra de filmes e oito atrações gastronômicas. Tudo isso dentro do maior museu a céu aberto do mundo, entre 700 obras de arte de 265 artistas espalhadas por um espaço de 140 hectares com 23 pavilhões, sete jardins temáticos e mais de cinco mil espécies de plantas.

O passaporte com a programação completa do final de semana (sábado 05/11 das 09h30 às 01h; domingo 06/11), das 09h30 às 19h) e acesso a todos os shows, palestras, workshops e acesso à área restrita do evento nos dois dias além de acesso aos pavilhões, jardins e obras de arte do Inhotim no horário regular de funcionamento do parque custa R$ 490 (R$ 245 meia entrada). O ingresso para o sábado custa R$ 350 (R$ 175 meia entrada) e para o domingo R$ 250 (R$ 125).

http://meca.love/meca-inhotim

outubro 30, 2016   No Comments

Cervejando em Nova York

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Em setembro estive em Nova York durante uma semana, e decidi fazer um pequeno tour por micro cervejarias artesanais e pubs legais (e ver um ou outro show). A ideia inicial era beber o máximo de Hill Farmstead que eu conseguisse encontrar na cidade (e eu encontrei cinco – obrigado, Beer Menu), visitar o maravilhoso templo New Beer Distributor e rodar algumas micros cervejarias em Long Island, uma dica esperta do amigo cervejeiro Marcio Kovacs. Fiquei devendo uma visita a Other Half Brewing, no Brooklyn, queridinha atual dos cervejeiros locais, e lamentei não conseguir seguir o conselho do Fabio Andrade e ir até a Peekskill Brewery de trem margeando o rio Hudson, mas acerto as contas com ambas na minha próxima visita a Nova York. O importante agora é falar de…

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1) BEER MENU (https://www.beermenus.com/)
Foi de uma grande ajuda! Você bate o nome da cerveja /cervejaria que está atrás e a cidade em que está e o BEER MENU lista todos os pubs que trazem a tal cerveja engatada. O serviço não é tão atualizado, o que recomenda pegar a dica ali e ir atrás do site oficial do pub e bater com o que eles realmente tem no momento. Ainda assim funcionou bem demais porque pude encontrar Hill Farmstead no excelente The Jeffrey Craft Beer and Bites (dá uma olhada nisso: cinco queijos enrolados em bacon acompanhados de mostarda da casa), em Manhattan, e no The Well, no Brooklyn, absolutamente vazio numa segunda à noite, mas com uma carta de cervejas incrível e uma trilha sonora que eu teria feito (Bruce Springsteen, Neutral Milk Hotel, Sparklehorse). Dei uma passada no Torst, o pub número 1 da cidade segundo o Ratebeer, e curti, mas era 13h e pouco e a coisa toda estava meio parada. Acho que a noite a coisa deve funcionar melhor. A carta, por sua vez, estava bem básica, sem novidades incríveis. Também visitei a Mugs Alehouse, mas como não fiz a conferência antes, eles não tinham Hill Farmstead (havia acabado dois dias antes), mas valeu pela Stone Ruination 2.0 with American Oak.

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2) BOTTLES
O New Beer Distributor continua imbatível com quase uma centena de rótulos entre 2 e 4 dolares (muitas Dogfish Head). É o templo na cidade para se comprar garrafas. A passada no Eataly valeu a pena assim como a tradicional visita ao Whole Foods Beer Room do Bowery, sempre sensacional (foi o segundo lugar em que comprei mais coisas). Eu queria encontrar uma Parábola, e o site oficial da Firestone me indicou alguns lugares próximos ao hotel. Escolhi o Urban Barley, com bom acervo, mas apenas se você estiver interessado em algumas coisas que não vai encontrar no New Beer Distributors (como a Parábola, US$ 22, ou a Bourbon County, US$ 18) e quiser gastar dinheiro.

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3) As cervejarias em LONG ISLAND
Eu comecei o dia no Brooklyn passando na Rough Trade e depois na Brooklyn Brewery, apenas para desejar comprar algumas dezenas de vinis e beber uma ótima Brooklyn Bel Air Sour. Consultando o Maps encontrei um ônibus que em menos de 15 minutos já tinha me deixado próximo a primeira das três micro cervejarias abaixo. Importante: confira os horários nos sites de cada uma delas. A preferência pelo fim de semana é evidente, já que todas elas estendem o horário, abrindo mais cedo e indo até um pouco mais tarde, então é ideia é pegar um sábado ou domingo se você quiser conhecer as três – ou ir sossegado num dia de semana degustando uma delas de cada vez.

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TRANSMITTER (http://www.transmitterbrew.com)
Para mim, a melhor das três, ainda que o serviço seja o mais complicado. A cervejaria fica numa bocadinha bem interessante (e aparentemente sossegada – ao menos nesse sábado de sol), mas assim que você chega lhe é oferecido doses de algumas das cervejas malucas da casa (Sour, Gose, Saisons condimentadas), e ou você leva a garrafa de 750 ml (US$ 15) ou senta para beber na hora ali em meio aos barris. É bacana, mas quem pretende fazer as três num dia e estiver só já começa tendo que entornar 750 ml de uma única cerveja. Eu preferiria 250 ml de três (ou quatro, ou cinco). Ainda bem que o Fábio me ajudou nessa (ok, bebemos duas garrafas e eu acabei tomando 750 ml do mesmo jeito). Gostamos muito da PH1, uma Dry Hopped Sour Ale.

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ROCKWAY (http://rockawaybrewco.com)
Da Transmiter fui a pé para a cervejaria mais família das três. Fiz esse vídeo lá que mostra o clima (um pai com seu filho bebê, alguém com um cachorro, gente no balcão e uma carta interessante de cervejas tradicionais). O prédio em que a cervejaria está localizada é bem legal e fica exatamente em frente a um estacionamento que, aos sábados, recebe uma feirinha com food trucks. Dai já fica a dica para tentar aproveitar o sábado, já que o horário das três ajuda e há boas opções de comida na feirinha. Na Rockway eu bebi uma boa Nitro Black Gold Stout e uma IPA (e comi uma excelente empanada na feirinha, que forrou o estômago para a próxima), mas me arrependi de não ter ido mais a fundo no cardápio de cervejas da casa.

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BIG ALICE (http://bigalicebrewing.com)
Do Rockway vim a pé para a mais “profissional” das três. Fica escondida numa rua meio estranha (e totalmente vazia). Percebe-se a casa por essa bandeira na porta fechada (e ainda assim eu passei batido na rua lateral). Assim que a gente abre encontra um espaço fofíssimo e um atendimento de primeira (neste vídeo dá pra sacar o ambiente). Das três era a única que tinha tasting, e escolhi seis da casa para experimentar. Minha sensação é de que a Big Alice é uma prima distante da paulistana Urbana, pois ambas utilizam o fermento praticamente da mesma forma, saltando na boca do bebedor. Acho que funciona em algumas receitas, mas não me agrada no geral. Mas, ainda assim, foi bem bacana experimentar a Lemongrass Kölsch e a favorita, Peach Gose (a Queensbridge IPA também colocou um sorriso no fim de tarde).

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Pra ficar sabendo de assuntos cervejeiros na cidade vale acompanhar:
https://www.facebook.com/brewyorknewyork

outubro 26, 2016   3 Comments

The Smiths e as mulheres nas capas

outubro 20, 2016   No Comments

O line-up do Porão do Rock 2016

No último sábado de outubro, Brasília celebra mais um Porão do Rock, festival que alcança sua 19ª edição, abrigado novamente no estacionamento do Estádio Mané Garrincha, no Eixo Monumental da capital federal. O Scream & Yell já esteve no festival nas edições de 2014 (leia aqui) e 2015 (leia aqui), e a edição deste ano traz um dos line-ups mais caprichados do Porão nos últimos anos, celebrando clássicos como Planet Hemp, Nação Zumbi e Ira! ao lado de nomes importantes do momento atual da música brasileira tal qual Emicida, Boogarins e Far From Alaska. No território candango, Joe Silhueta e Almirante Shiva prometem se destacar. Confira os horários:

PALCO CHILLI BEANS
15h30 – My Last Bike (DF)
16h30 – Joe Silhueta (DF)
17h30 – Zamaster (DF)
18h55 – Emicida (SP)
20h35 – Far From Alaska (RN)
22h30 – Trampa (DF)
23h55 – Ira! (SP)
1h35 – Almirante Shiva (DF)

PALCO BUDWEISER
16h – Os Gatunos (DF)
17h – Nafandus (CE)
18h05 – Supla (SP)
20h – Passo Largo (DF)
21h25 – Nação Zumbi (PE)
23h05 – Boogarins (GO)
1h – Darshan (DF)
2h10 – Planet Hemp (RJ)

PALCO PESADO
15h40 – Peso Morto (DF)
16h20 – Quilombo (DF)
17h – As Verdades de Anabela (DF)
17h40 – Zumbis do Espaço (SP)
18h40 – Os Til (DF)
19h30 – Vodoopriest (SP)
20h30 – Miasthenia (DF)
21h20 – Hibria (RS)
22h25 – Oitão (SP)
23h30 – Worst (SP)
0h30 – Lost in Hate (DF)
1h20 – Project 46 (SP)

SERVIÇO
19º Porão do Rock
Data: 29/10/2016
Estacionamento do estádio Mané Garrincha
Informações sobre ingressos aqui

outubro 19, 2016   No Comments

Nós queremos uma vida boa

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Em 2012, sob comando do Luiz Espinelly, algumas pessoas se reuniram em torno de “Yankee Hotel Foxtrot”, do Wilco, para um tributo. Além das canções (eu participei do coro em “Reservations” com vários amigos especiais – obrigado Giancarlo pelo convite ♥), colaborei no encarte, que traz vários textos de amigos sobre cada uma das canções do álbum. A mim coube “Ashes of American Flags”, e saiu isso ai logo em seguida (aproveita e baixa disco).

“Quando você chega aqui já passou por um emaranhado de emoções e sentimentos que fazem o coração apertar e a alma levitar. “Ashes of American Flags” é o meio de Yankee Hotel Foxtrot, e tanto Jeff Tweedy quanto Jay Bennet devem ter pensado na canção como um respiro. A bateria é lenta e seca. A guitarra cheia de efeitos é distante. E a letra é simples e bela buscando poesia em coisas simples como caixas de banco e máquinas automáticas que nos abastecem de coca-cola diet e cigarros por 3 dólares e 63 centavos. Tweedy mostra que sente o peso do mundo em suas costas quando percebe que as pessoas não prestam atenção no que realmente importa, ou se prestam, não dão a mínima. Uma professora minha do colegial, que todos temiam, em sua primeira aula definiu: “Vocês precisam aprender a olhar, não apenas ver; a falar, não apenas dizer; a ouvir, não apenas escutar”. Tweedy lamenta: “Me pergunto por que ouvimos os poetas quando ninguém dá a mínima”. Porém, o grande momento de “Ashes of American Flags” surge no refrão, quando o interlocutor defende as mentiras sinceras (que interessam a muita gente) e diz: “Eu devia morrer… se eu pudesse renascer novamente”. Quem nunca? Woody Allen diz, em “Annie Hall”, que a vida é um fardo que infelizmente passa rápido demais. Outro diz que “viver é acumular tristezas”. Tweedy não disfarça o desejo de boa parte dos vivos: “Nós queremos uma vida boa”. Mas ele sabe que esse desejo é apenas uma forma de amaciar o sofrimento, porque o sofrimento faz parte de nós tanto quanto os glóbulos brancos, as plaquetas e os leucócitos. O que precisamos para levar a vida adiante são pequenas amostras de felicidade, passatempos como uma brisa fresca, um céu brilhante, um cachorro dormindo ao sol, uma criança sorrindo, uma canção. Somos seres imperfeitos, e como escreveu Salman Rushdie certa vez, “a música nos mostra um mundo que merece os nossos anseios, ela nos mostra como deveriam ser os nossos eus, se fôssemos dignos do mundo”. Assim como na poesia, a música nos permite morrer e renascer. Algumas pessoas não dão a mínima pra isso, mas eu, Jeff Tweedy e, acredito, você precisamos de música como ar para respirar. Seguimos (a vida e o disco) cantando”.

Baixe aqui o tributo e os textos: https://goo.gl/UImNQz

outubro 14, 2016   No Comments

Elliott Smith por J. Mascis e Tanya Donelly

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Com lançamento previsto para 14 de outubro de 2016 via selo American Laundromat Records (que já lançou tributos ao The Cure, Neil Young – só por mulheres – Smiths, Pixies e Kim Deal), ouça seis versões de “Say Yes! A Tribute to Elliott Smith”: “Ballad Of Big Nothing”, do álbum “Either/Or” (1997), surge em versão da cantora Julien Baker; “Needle in the Hay”, que abre o álbum “Elliott Smith” (1995), ganha uma versão pungente de Juliana Hatfield; o Yuck resgatou “Bled White”, do álbum “XO” (1998) enquanto “Miss Misery”, da trilha sonora do filme “Gênio Indomável” (1997)”, ganhou interpretação de Tomo Nakayama; Tanya Donnely gravou “Between The Bars”, outra do álbum “Either/Or”; enquanto J. Mascis apresenta sua versão para “Waltz #2”. Ouça abaixo!

“Say Yes! A Tribute to Elliott Smith” já está em pré-venda em cassete, CD, vinil transparente azul e o tradicional vinil preto. Saiba mais aqui. Abaixo o tracking list do álbum.

01) Between The Bars – Tanya Donelly
02) Ballad Of Big Nothing – Julien Baker
03) Pictures Of Me – Amanda Palmer
04) Waltz #2 – J Mascis
05) Needle In The Hay – Juliana Hatfield
06) Bled White – Yuck
07) Say Yes – William Fitzsimmons
08) Miss Misery – Tomo Nakayama
09) Waltz #1 – Escondido
10) Oh Well, Okay – Adam Franklin
11) Condor Ave – Jesu/Sun Kil Moon
12) Angeles – Waxahatchee
13) Division Day – Lou Barlow
14) No Name #3 – Caroline Says
15) Easy Way Out – Wild Sun

Leia também:
– Retratos de Elliott Smith (aqui)
– Elliott Smith: Ghost In Every Town (aqui)
– “Heaven Adores You”, documentário de Nickolas Rossi (aqui)

outubro 5, 2016   No Comments

Dose dupla de raridades de Bob Dylan

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O documentário de Martin Scorsese sobre Bob Dylan lançado em 2005, “No Direction Home: Bob Dylan, the Deluxe 10th Anniversary Edition”, completa 10 anos e ganha uma reedição em DVD, digital e, pela primeira vez, em Blu-Ray)com 2 horas e meia de bônus incluindo uma nova entrevista com Scorsese sobre o making of do filme e uma cacetada de extra totalizando nada menos que 5 horas e 59 minutos de material sobre o bardo. O lançamento oficial é 28 de outubro na gringa (ainda sem informação de edição nacional). Abaixo o trailer e aqui meu texto de 2005 sobre esse documentário sensacional: https://goo.gl/aa2Hx3

Não bastasse a reedição do documentário “No Direction Home” com seis horas no total, no começo de novembro também será lançado um box com nada menos do que 36 shows de Bob Dylan na mítica turnê de 1966 com a The Band que passou pelos Estados Unidos, Europa (incluindo aquele em que ele foi chamado de Judas em Londres) e Austrália. Dos 36 shows, 5 são bootlegs registrados por pessoas no meio do público, 21 são gravações direto da mesa de som, 2 são gravações da TV australiana (um terceiro registro saiu de uma rádio da Austrália) e seis são gravações feitas pela gravadora CBS na época (uma delas até registrando a passagem de som). O pacote já está em pré-venda por 150 doletas. Aqui: https://goo.gl/NIYc1W

Leia também: Discografia comentada de Bob Dylan (aqui)

outubro 4, 2016   No Comments

Textos mais lidos: Setembro 2016

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TOP 10
01) Entrevista: Pixies, por Daniel Tavares (aqui)
02) Três filmes: “Esperando Acordada”, “Café Society” e “Mãe Só Há Uma”, por Mac (aqui)
03) Séries: “Roadies”, de Cameron Crowe, por Mac (aqui)
04) Assista: “Nas Paredes da Pedra Encantada” (aqui)
05) Três perguntas: Teto Preto, por Renan Guerra (aqui)
06) Entrevista: Rodrigo de Andrade (Selo 180), por Mac (aqui)
07) Filmes: O sexo no cinema brasileiro, por Renan Guerra (aqui)
08 ) Entrevista: Eric Assmar Trio, por João Paulo Barreto (aqui)
09) Balanço: Coala Festival 2016, por Marcelo Costa (aqui)
10) Três CDs: Hanoi Hanoi, Marisa Monte, Metrô, por Mac (aqui)

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DOWNLOAD
01) Agosto: 21 discos para download gratuito -> 10º link (aqui)
02) “Ainda Há Coração”, tributo a Alceu Valença -> 11º link (aqui)
03) “Caleidoscópio”, Tributo aos Paralamas do Sucesso -> 19º (aqui)

VIA GOOGLE
01) Sete fotos: “Genesis”, de Sebastião Salgado (aqui)
02) “Nevermind” ainda é um disco sensacional (aqui)
03) Demanda reprimida por Oasis (aqui)

O EDITOR RECOMENDA
01) Entrevista: Projeto Ccoma, por Leonardo Vinhas (aqui)
02) Entrevista: Lê Almeida, por Bruno Lisboa (aqui)
03) Angel Olsen ao vivo em Nova York, por Marcelo Costa (aqui)

– Os textos mais lidos na história do Scream & Yell (aqui)

outubro 4, 2016   No Comments