Podcast O Resto é Ruído #31

Em duas partes e imperdível: A edição #31 de “O Resto É Ruído” comemora um ano de programa e foi tão boa e tão especial, que tivemos que dividir em duas partes. O convidado é o ilustre José Júlio do Espírito Santo, com mais história no jornalismo e produção cultural do que a maioria dosContinue lendo

Na revista BeerArt #2

Criada especialmente para tablet, a BeerArt é uma revista que retrata a evolução da cerveja artesanal, em um mundo onde importante é saborear, e não exagerar. Neste segundo número, falo sobre minha cerveja preferida (veja aqui). A revista está disponível apenas para tablet, mas o pessoal colocou algumas páginas para degustação no site da publicação.Continue lendo

William Kentridge na Pinacoteca SP

Está imperdível a exposição “William Kentridge: fortuna”, a primeira grande exposição monográfica sobre Kentridge na América do Sul, que inclui 38 desenhos, 35 filmes e animações (todos muito bons), 184 gravuras, 31 esculturas e duas vídeo instalações, produzidas pelo renomado artista sul-africano entre 1989 e 2012, incluindo séries inéditas de trabalhos. Kentridge alcançou visibilidade internacionalContinue lendo

Feliz Dia das Crianças

“Superfantástico” – Vários (Som Livre) por Marcelo Costa Texto publicado no Scream & Yell em agosto de 2002 “Superfantástico – Quando eu era Pequeno” é, como diz o subtítulo, uma coletânea de artistas fazendo versões para “clássicos” do cancioneiro infantil via programas de televisão. Impossível ser imparcial quando o Capital Inicial enche de guitarras “AContinue lendo

Podcast O Resto é Ruído #30

Eu já havia participado de uma edição do podcast, e retorno agora neste episódio número #30 me tornando membro fixo ao lado de Elson Barbosa, Fernando Lopes, Amanda Mont’Alvão e Filipe Albuquerque. Nesta edição d’O Resto É Ruído falamos sobre o Rock In Rio e a polêmica Kiara Rocks versus jornalistas, sobre os últimos suspirosContinue lendo

A coisa mais frágil do mundo

“A alma não necessita ser particularmente elevada para entender que nesta vida não se pode alcançar a satisfação plena e real. Que os nossos prazeres, agitações e desastres são intermináveis. E que, por fim, a morte ameaça-nos de hora em hora, e inevitavelmente nos impinge a necessidade do horror ou da destruição eterna, ou daContinue lendo