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Posts from — setembro 2012

Três cervejas: Espanha, Brasil, Argentina

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A companhia de Cervezas Alhambra foi fundada em 1925 na província de Granada, na Andaluzia, Espanha, e logo se tornou uma das cervejarias mais conhecidas de toda a região, com o carro chefe sendo desde o começo a Reserva 1925, mas que durante os anos viu o cardápio se estender para mais outros sete rótulos, incluindo uma de abadia chamada Mezquita, e uma Shandy, cerveja sabor limão. Em 2006, o grupo Mahou-San Miguel comprou a cervejaria, mas continua seguindo a receita original do mestre D. Miguel Hernainz.

Rótulo mais famoso da Andaluzia, a Alhambra Reserva 1925 merece a fama. Eleve as cervejas de balcão brasileiras uns sete degraus de qualidade, e talvez cheguemos perto da Reserva 1925. O aroma é maltado e remete de cara às tradicionais pilsens tchecas. No paladar, o lúpulo herbal surge de forma intensa encobrindo o malte e os 6,4% de álcool num belo conjunto. Quem curte cerveja “tradicional” pode se apaixonar perdidamente por esta excelente Premium American Lager.

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A paranaense Way vem se firmando como uma das cervejarias mais interessantes do Brasil – junto com a mineira Wäls. Existem muitas outras ótimas cervejarias (algumas, como Coruja e a Colorado, ainda nem comentei neste espaço), mas, para mim, as Way e Wäls começaram a trilhar o caminho das fórmulas mágicas de cerveja. No caso da curitibana, a premiada Pale Ale da casa abriu a porta, e essa Eight Secrets foi o segundo passo, que no final resultou na sensacional Way Double American Pale Ale, uma das melhores cervejas do país na atualidade.

A Way 8S (como é conhecida a Eight Secrets) foi uma experiência de cerveja colaborativa. Os mestres cervejeiros da Wäls, Bodebrown, Coruja e BrewDog se juntaram em Curitiba a Joseph Tucker, do RateBeer, e o cervejeiro caseiro belga Jacques Bourdouxhe para criar uma versão turbinada da Way American Pale Ale, eleita pelo júri do 1º Prêmio Maxim de Cervejas como a melhor Pale Ale brasileira. O resultado foi a Way 8S, uma Double APA que usa uma variedade de lúpulos bastante nova, chamados de Falconer’s Flight.

O aroma toma conta do ambiente assim que a tampa da 8S é retirada. Inicialmente, notas de cítrico (lima e maracujá) pulam para fora da garrafa, e depois o floral começa a surgir. Como era de se esperar, a Way 8S é uma cacetada de lúpulo, mas há no paladar notas de melaço que equilibram perfeitamente com o amargor, resultando em uma cerveja absolutamente particular e excelente – mas que só foi feita uma vez. Se você cruzar com ela, compre. É uma experiência (de certa forma, melhorada com a Double APA) que vale a pena ser provada.

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Fundada pelo imigrante alemão Otto Bemberg em 1888 em Quilmes, uma cidade próxima a Buenos Aires com quase 600 mil habitantes, a Cervecería Quilmes (hoje, QUINZA: Quilmes Industrial S.A, empresa que pertence ao grupo belga brasileiro Anheuser-Busch InBev) transformou-se na principal cervejaria do país, detendo hoje 75% do mercado argentino de cerveja, boa parte com a famosa Quilmes Cristal (e suas variações). Com mais personalidade que a linha tradicional da Quilmes, a QUINZA lançou a Patagonia, uma linha com maltes especiais e lúpulo patagônico em três rótulos: Amber Lager, Bohemina Pilsener e Weisse.

A morena Amber Lager usa três tipos de malte (Melanoidina, Carared e Carapils) e aposta no lúpulo regional Pellet (que segue a linha Cascade). No aroma, a junção dos três maltes levemente tostados pede passagem, mas não espere

setembro 29, 2012   No Comments

Três especiais: Paralamas, Legião, Titãs, Barão


“Os Paralamas do Sucesso em Close-Up” (1998)


“Paralamas e Legião Juntos” (1988)


“Barão Vermelho e Titãs Juntos” (1989)

setembro 27, 2012   No Comments

A impagável Cat Power

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Entrevista divertida e surreal de Chan Marshall para Xavi Sancho, publicada no El País (leia na integra aqui), jornal que mantém um dos melhores cadernos de cultura do mundo na atualidade: Cat Power assusta um outro jornalista dizendo que ele pegou a cópia errada de “Sun”, o novo disco; encana com os sapatos dos jornalistas; reclama que sua transparência incomoda as pessoas e avisa: “Sun” não é um disco de separação, mas um disco que propiciou uma separação”. Ao fim do álbum ela terminou o relacionamento com o ator Giovanni Ribisi (o irmão da Phoebe, lembra?). E cortou o cabelo curtinho (ficou guapa, vai). Alguns momentos impagáveis da entrevista…

O jornalista, o assessor e Chan
“Ela está de humor excelente. Todas as entrevistas estão ficando muito boas… E o disco… Ouviu o disco? É magnífico, belíssimo…”. Enquanto subimos as escadas do Conservatorium Hotel de Amsterdam em direção ao quarto de Chan Marshall, o jovem assessor não consegue reprimir a emoção. “Trabalhar com ela é um sonho… Merda! Não me fode!”. O garoto acaba de abrir a porta do quarto e o cheiro de cigarro impregna todo o ambiente. “Vão-nos multar…”, informa resignado. Sugerimos-lhe que abra a porta do chuveiro e deixe correr a água quente da ducha. O vapor deve fundir-se com o cheiro da nicotina. Surpreendentemente, ela decide seguir nossas instruções. A indústria do disco não é mais o que era.

O jornalista apaixonado
De pé, em frente ao sofá, Chan Marshall, de negro, com jeans rasgado, novo corte de cabelo, cigarro entre os dedos e botas de Isabel Marant. Está guapísima.

A cantora devedora e deprimente
“Não tinha um tostão. Não tinha pago impostos durante dois anos e me despejaram. Tinha que fazer um disco. Pedi um adiantamento (para a gravadora). Disseram-me que a indústria não está para adiantamentos, de modo que tive que utilizar meu fundo de pensões. Inteiro. Mudei-me para Los Angeles e comecei a escrever. Já sabes, o típico: Cat Power com um piano e uma guitarra. Muito depressivo. Até que fiquei farta. Não podia fazer outro disco deprimente.”

O disco
A gravadora sugeriu um produtor. Se tivessem sugerido uma lipo não seria tão ruim. Quando ouviu o último álbum do Beastie Boys, sacou o que queria. Voou para Paris atrás do produtor. Ficou plantada na frente da casa dele. Confessou que não tinha dinheiro para paga-lo, e entrou em seu estúdio. Que mais: “Separei-me e cortei o cabelo”.

O assessor, o jornalista e a barriga
O assessor está nervoso porque 10 minutos atrás ela deveria ter atendido a uma entrevista por telefone, mas ela continua falando (comigo). “Quero ir a um coffee shop fumar um pouquinho de erva, só um pouquinho. E talvez beber algumas cervejas. Não posso comer batatas e nem beber uísque. Fico mau e me engorda. E é curioso porque tenho sangue irlandês. O problema é que não consigo deixar (de comer batatas e beber uísque)… Olha”. Ela levanta a camiseta e mostra a barriga. “Toca, toca, foda-se”. Ela leva a minha mão até o seu estomago. “Aperta. Tá sentindo? Isso são batatas e uísque”.

Leia mais -> “As sete vidas de Cat Power”, por Xavi Sancho (aqui)

setembro 23, 2012   No Comments

Três perguntas: Apanhador Só

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Eis uma banda que me surpreendeu, e, em constante crescimento, continua surpreendendo. Um dos grandes destaques da votação dos melhores do ano Scream & Yell de 2010, (“Apanhador Só”, o álbum de estreia, apareceu em terceiro lugar entre os discos do ano), os gaúchos trabalharam o álbum com calma e apreço, tocaram muito, lançaram um projeto “sucateiro-acústico” que ganhou versão em fita cassete e shows intimistas em locais inusitados, e lançou um compacto de sete polegadas produzido por Curumin (que você pode ouvir abaixo). Agora chegou a vez de pensar no segundo álbum, e a opção escolhida foi o financiamento coletivo. “A meta do projeto foi atingida e chegou a ser ultrapassada em mais de 30%”, comemora Alexandre Kumpinski (voz e guitarra).

O sucesso da empreitada prevê um novo álbum para março de 2013 (a pré-produção começa em outubro), mas o quarteto já começou a “pagar” alguns fãs: 39 pessoas adquiriram um pacote de apoio que dava direito a um show acústico na sala da casa do comprador. “A gente chega com o violão e as sucatas, se familiariza com as pessoas e com o ambiente, se instala em quatro cadeiras e manda brasa”, explica Alexandre, que se anima em estender a brincadeira. Quem sabe? A certeza, porém, é que em 2013 teremos álbum novo do Apanhador Só. Mais um pra lista de melhores do ano? Esperamos que sim… Abaixo, Alexandre fala um pouco mais dos planos do banda e você pode ouvir trechos de três canções que podem aparecer neste novo álbum.


Parabéns pelo sucesso do financiamento coletivo. Vocês tinham certeza de que ia rolar, ou bateu um receio?
Aeee, valeu!! :)Certeza nunca! Desde o início sabíamos que seria uma briga suada, já que o valor que definimos foi um valor alto, englobando custos de quase todas as etapas de produção de um disco. Daí, durante a caminhada do projeto, receio de que não dê certo é algo incontrolável e totalmente natural. Felizmente a meta do projeto foi atingida e chegou a ser ultrapassada em mais de 30%,o que foi surpreendente inclusive pra nós. Ficamos muito felizes de saber que tem tanta gente junto, disposta a fazer as coisas acontecerem.

Como vão ser esses shows acústicos na sala de casa dos 39 fãs? Já pensaram em algo especial?
Eles já vêm acontecendo mesmo antes do encerramento do projeto e têm sido experiências incríveis. A gente chega com o violão e as sucatas, se familiariza com as pessoas e com o ambiente, se instala em quatro cadeiras e manda brasa. A proximidade das pessoas que tão ali nos assistindo cria uma lógica diferente de show, uma liga mais forte entre o público e a banda do que normalmente acontece em shows normais. Cada show sai à sua maneira, de acordo com os elementos e com as pessoas envolvidas na ocasião. Já fizemos uns 10 até agora, ainda temos uns 30 pela frente, e já existe a sensação de que essa experiência pode ser levada adiante de alguma maneira, de tão legal que tem sido.

O álbum está previsto para março de 2013, com 11 músicas. Vocês pretendem começar o processo do zero, só com músicas novas, ou alguma do baú pode aparecer?
A princípio vão ser todas músicas novas, mas nada pode ser afirmado com certeza antes da pré-produção, que vamos fazer em outubro. De qualquer maneira, temos 18 composições novas listadas, de onde pinçaremos 11 pra gravar no disco. Acho difícil que alguma música guardada no baú seja trazida à luz diante desse quadro, mas tudo pode acontecer.

setembro 23, 2012   No Comments

Cinco fotos: Foz do Iguaçu

Clique na imagem se quiser vê-la maior

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Linha 103

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Árvores

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Cafuné

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Arco-Iris

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Catarata

Veja mais imagens de cidades no link “cinco fotos” (aqui)

setembro 22, 2012   No Comments

Sobre cidades e cervejas

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Eis uma pauta que curti muito fazer para a One Health Mag: como juntar turismo cervejeiro com cidades legais.

por Marcelo Costa

Férias e cerveja formam uma combinação perfeita, não importa a época do ano. Quando se trata de cervejas especiais – que vêm se popularizando no Brasil recentemente, apesar de algumas terem quase mil anos de tradição –, é possível sair da rotina e buscar roteiros que unem história, gastronomia, belas paisagens e sabores surpreendentes.

Quer exemplos? Que tal visitar uma abadia na Bélgica atrás de uma cerveja rara e passar por Bruges, a cidade que tem um dos centros históricos mais bem preservados de toda a Europa (além de várias casas com pratos especiais cozidos na bebida)? Ou conhecer São Francisco e desfrutar cervejas que você só irá encontrar ali, junto a um interessante brownie de chocolate com… bacon!

As dicas de roteiro abaixo ainda incluem desde as ruazinhas da belíssima cidade de Praga, na República Tcheca, até a tradicional Oktoberfest, em Munique, cidade onde foi criada a cerveja mais antiga do mundo, passando ainda por Dublin, que abriga a Storehouse da Guinness, e por Belo Horizonte, da novata (e já cheia de prêmios) Wäls. É só convidar os amigos, pegar o mapa e colocar a mochila nas costas.

(continue lendo aqui)

setembro 21, 2012   No Comments

Las Majas, Goya e Erwitt

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La maja vestida, 1800 – 1807

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La maja desnuda, 1795 – 1800

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Elliott Erwitt, 1995

Leia também:
– Um jarro de sangria e as pinturas negras, por Mac (aqui)
– Plaza Mayor, Palacio Real e Museu do Prado, por Mac (aqui)
– Top 15 Museus, por Marcelo Costa (aqui)

setembro 20, 2012   No Comments

Dez links e dois vídeos


Momento clássico de Friends: “Sexo e Pink Floyd”

– Dez discos fundamentais de 1972, por RS AR (aqui)
– O Diário de Classe de Isadora Faber, 13 anos (aqui)
– Goya ganha espaço especial no site do Prado (aqui)
– Norman Foster irá finalizar obra em Havana (aqui)
– Descubra como ‘adotar’ uma praça em São Paulo (aqui)
– As 9 melhores frases de Bob Dylan (aqui)
– De pai para filha: 50 discos para Cecilia (aqui)
– Um guia básico de reggae e dancehall jamaicano (aqui)
– Dez discos de jazz na integra para ouvir online (aqui)
– As músicas mais marcantes de comédias românticas (aqui)


Segundo Bruno Capelas, “o refrão de “Call Me Maybe” é a coisa mais pegajosa com arranjo de cordas desde “Bittersweet Symphony” e “A Thousand Miles”. #pitaco”. Gostei da comparação…

setembro 19, 2012   No Comments

Três cervejas: Way, Basement e Wäls

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A Way Beer, de Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, já tem em seu estoque a melhor Pale Ale do país (a Way American Pale Ale, eleita pelo júri do 1º Prêmio Maxim de Cervejas), e decidiu turbinar sua pepita de ouro (com base na receita do projeto da Way 8S, feita por cervejeiros da Wäls, Bodebrown, Coruja e BrewDog mais Joseph Tucker, do RateBeer, e o cervejeiro caseiro belga Jacques Bourdouxhe – mas com lúpulos diferentes: aqui uma junção de Cascade, Citra e Amarillo).

O resultado é uma APA sensacional de aroma fantástico (obtido pelo duplo processo de dry hopping, procedimento em que se adiciona lúpulo já na fase de fermentação e/ou maturação para incrementar o aroma sem aumentar seu amargor) que remete a cítrico – notadamente raspas de limão, maracujá e abacaxi. No paladar, o malte marca presença colocando doses de mel ao lado do cítrico, mas o lúpulo acompanha até o final. Sensacional. Uma das melhores cervejas nacionais.

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A Basement Cervejas Especiais, de Videiras, em Santa Catarina, gosta de provocar o paladar cervejeiro do consumidor. Se a Sweet Stout da casa (Port Royal) remete a vinho, a American Pale Ale dos catarinenses (California Golden Ale) é uma americana bastante exótica. O aroma é uma competição entre frutado, floral e cítrico com o malte também presente (além de algumas notas de mel). O paladar, por sua vez, é bastante maltado com o cítrico remetendo a abacaxi, lima e maracujá, e amargor pronunciado dando as caras desde o primeiro toque na língua e seguindo intenso até o final, marcado por um azedinho cujo rastro é duradouro. Uma cerveja difícil e arisca, mas bem interessante, que tem como grande mérito insistir em uma personalidade que fuja das cópias fiéis que povoam as prateleiras. Eles conseguiram.

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De Curitiba e Santa Catarina para Belo Horizonte, mais precisamente para a cervejaria preferida deste espaço, a Wäls, que em abril deste ano lançou mais um rótulo inspirado nos belgas: a Wäls Witte, uma witbier levíssima que segue a tradição da cerveja de trigo criada por Pierre Celis, responsável pela receita da (nada mais, nada menos que a) Hoegaarden.

Os mineiros seguiram a risca a tradição. O aroma é floral e bastante cítrico, com notas de lima, limão, uva, banana e especiarias condimentadas – a própria Wäls cita pimenta da Jamaica. No paladar, as notas sugeridas pelo aroma se unem em um cítrico intenso, que abre espaço para o lúpulo (mais presente aqui do que em outras do estilo), mas não prejudica a leveza, que surpreende em um conjunto equilibrado que fica no meio do caminho entre o adocicado e o amargo, que deixa um azedinho como rastro no final de média duração. Difícil bater a Hoegaarden, mas a Wäls aparece novamente como uma bela cerveja.

As três cervejas acima podem ser encontradas com facilidade em bons empórios. A Way Double American Pale Ale foi comprada no site curitibano Clube do Malte, por R$ 14,90 (garrafa de 310 ml). Já a California Golden Ale e a Wäls Witte foram adquiridas em uma visita ao Empório Alto de Pinheiros, em São Paulo, a primeira por R$ 19 (garrafa rolhada de 375 ml), e a segunda por R$ 14 (garrafa de 600 ml)

Way Double American Pale Ale
– Produto: American Pale Ale
– Nacionalidade: Brasil
– Graduação alcoólica: 8,8%
– Nota: 4,27/5

California Golden Ale
– Produto: American Pale Ale
– Nacionalidade: Brasil
– Graduação alcoólica: 5,5%
– Nota: 2,93/5

Wäls Witte
– Produto: Witbier
– Nacionalidade: Brasil
– Graduação alcoólica: 5%
– Nota: 2,77/5

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Leia também:
– Wäls Petroleum: uma verdadeira experiência alcoólica (aqui)
– Port Royal Sweet Stout parece seguir tradição vinícola (aqui)
– Cinco cervejas da curitibana Way Beer (aqui)
– Uma manhã na cervejaria Wäls, por Marcelo Costa (aqui)
– Wäls Quadruppel, uma cerveja excepcional, por Mac (aqui)
– Ranking Pessoal -> Top 100 Cervejas, por Marcelo Costa (aqui)

setembro 16, 2012   No Comments

Na integra: Exit Through the Gift Shop

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Um dos filmes mais importantes do novo século, senão “o” filme mais importante, “Exit Through the Gift Shop”, dirigido por Banksy, foi lançado em 2010, indicado para o Oscar de Melhor Documentário, e pode ser assistido (com legendas em francês) no vídeo abaixo:

setembro 15, 2012   No Comments