Posts from — Outubro 2011
Top 5 - Conexão Vivo Belém 2011

Felipe Cordeiro / Foto: Thaiana Laiun
Bruno Dias (Urbanaque)
1 - Felipe Cordeiro
2 - Gaby Amarantos
3 - Dona Onete
4 - Fernanda Takai
5 - Juliana Sinimbú e Pinduca
Kamille Viola (jornal O Dia)
1 - Felipe Cordeiro
2 - Gaby Amarantos
3 - Dona Onete
4 - Sebastião Tapajós e Sérgio Ábalos
5 - Juliana Sinimbú e Pinduca / Metaleiras da Amazônia
Stefanie Gaspar (+Soma)
1 - Gaby Amarantos
2 - Lucas Santtana
3 - Metaleiras da Amazonia
4 - Juliana Sinimbu convida Pinduca
5 - Marco André convida Pepeu Gomes
Tathianna Nunes (Coquetel Molotov)
1 - Gaby Amarantos
2 - Felipe Cordeiro
3 - Juliana Sinimbú convida Pinduca
4 - Fernanda Takai
5 - Dona Onete
Tiago Agostini (Scream & Yell)
1 - Felipe Cordeiro
2 - Gaby Amarantos
3 - Vendo 147
4 - Lucas Santtana
5 - Juliana Sinimbú convida Pinduca

Gaby Amarantos / Foto: Mowapress
Leia também:
- Tudo sobre o Conexão Vivo Belém 2011, por Tiago Agostini (aqui)
- Tudo sobre o Conexão Vivo Salvador 2011, por Marcelo Costa (aqui)
- Top 5: jornalistas elegem os melhores do Conexão Vivo Salvador (aqui)
Outubro 31, 2011 7 Comments
Três vídeos: Lulina, Lucy, Edgard e Juliana
Lançamento do novo clipe do Lucy and The Popsonics
“Por que Você Não Morre?”, dirigido, filmado e editado por Dellani Lima
Trailer da segunda temporada do Compacto Petrobras (saiba mais)
Lulina fala sobre o interessante projeto Minimecenas
http://www.minimecenas.com.br/
Outubro 31, 2011 No Comments
Download: De Verdade, Nevilton

“De Verdade”, primeiro álbum do trio Nevilton
Download gratuito: http://albumvirtual.trama.uol.com.br/lancamentos
Outubro 31, 2011 3 Comments
Opinião do Consumidor: Brooklyn (parte 3)

Para comemorar datas especiais, muitas cervejarias criaram rótulos únicos para atender ao consumo do público em determinado período do ano. Como exemplo, duas “october’s seasonals” (como avisa o marketing aqui) da Brooklyn chegam ao Brasil para ampliar a paixão por esta cervejaria altamente personal de Nova York: a Brooklyn Oktoberfest (com rótulo diferente do ano passado) e a Post Road Pumpkin Ale (outras duas sazonais – Black Chocolate Stout e Monster Ale – já foram lançadas aqui restando apenas as versões Summer e Winter Ale, ainda inéditas no Brasil).
A bela versão Oktoberfest da cervejaria novaiorquina paga tributo à Bavária usando dois tipos de lúpulos (um floral, outro amargo) e maltes alemães – de Munique e Bamberg. O resultado é uma Marzen Beer de cor alaranjada escura e forte presença de malte – mas nem tanto. No aroma, o malte ganha fácil deixando algo de caramelo e um leve cheiro de tempero. No paladar, o caramelo volta a entregar a boa presença de malte, mas o lúpulo marca o final com um leve e gostoso amargor. No entanto, falta ao conjunto algo – talvez adocicado ou de tempero – que marca as cervejas Brooklyn.
Já a Post Road Pumpkin Ale é, como o nome e o rótulo entregam, uma cerveja com abóbora. E não é pouca: centenas de quilos de abóbora são triturados e misturados durante o cozimento do malte – que busca extrair os açúcares necessários à fermentação da cerveja. Ou seja, doce a Pumpkin Ale não é. Os maltes são norte-americanos, belgas (aromáticos) e ingleses. O lúpulo, também nacional (ou seja, Garrincha, norte-americano). Há, ainda, o acréscimo de especiarias tornando a Pumpkin Ale uma cerveja bastante particular.
O aroma, assim que a garrafa é aberta, é puro abóbora. Sabe o doce que a vovó fazia? Aquilo. Há, ainda, a presença de malte e algo que remete a nóz moscada. O paladar, numa confusão de sabores, é um duelo entre o malte e a abóbora, e quem sai vencedor é o conjunto, que honra a marca Brooklyn. A nóz moscada retorna acompanhada de cravo (bem distinguível) e canela (será a lembrança da infância?) e mesmo o amargor do lúpulo é bastante suave frente a um leve sabor picante que toca o céu da boca deixando no final um rastro de cravo e abóbora. Sensacional.
A versão Oktoberfest surgiu da tradição alemã. Quando Ludwig, herdeiro da coroa da Bavária, quis celebrar seu noivado em 1810, fez um festival de cervejas, e tanto o festival quanto as cervejas ficaram conhecidos como Oktoberfest. Já a Post Road Pumpkin Ale remete aos primeiros colonizadores que chegaram ao Novo Mundo, e frente a fartura de abóbora, decidiram introduzir o novo ingrediente na fórmula da cerveja que traziam da Europa. Nascia assim uma cerveja extremamente particular, que a Brooklyn homenageia.
A Post Road Pumpkin Ale é produzida de agosto a novembro enquanto a Oktoberfest, honrando o nome, é fabricada apenas durante o mês de outubro. Os dois rótulos, lançados no Brasil no festival Wikibier, em Curitiba (22/10), e ainda podem ser encontradas em bons empórios e distribuidores ao preço de R$ 14,50 a garrafa de 330 ml (mais cara que as Brooklyn tradicionais, entre R$ 7 e R$ 10, e mais em conta que as versões Black Chocolate Stout e Monster Ale, em torno de R$ 21). São cervejas curiosas para momentos especiais. Agora só falta chegar ao Brasil a excelente Brooklyn Pennant Ale, uma delícia.
Teste de Qualidade: Brooklyn Oktoberfestl
- Produto: Marzen
- Nacionalidade: Estados Unidos
- Graduação alcoólica: 5,5%
- Nota: 3,07/5
Teste de Qualidade: Post Road Pumpkin Ale
- Produto: Pumpkin Ale
- Nacionalidade: Estados Unidos
- Graduação alcoólica: 5,5%
- Nota: 3,29/5
Leia também
- Cinco pubs de cervejarias nos EUA, por Mac (aqui)
- Brooklyn Monster Ale e Black Chocolat Stout (aqui)
- Brooklyn Lager, Brown Ale e India Pale Ale (aqui)
- Top 100 Cervejas, por Marcelo Costa (aqui)
Outubro 30, 2011 No Comments
Os sons da cidade do Rio

O negócio é literal. Em um projeto do whisky J&B, alguns músicos foram convidados para captar os sons do Rio de Janeiro. Charles Gavin gravou os sons bucólicos do Jardim Botânico. A cantora Nina Becker (na foto) escolheu subir a Ladeira Filinto de Almeida pra gravar a melodia do bondinho.
DJ Nepal foi para a Feira do Glicério e Chico Dub registrou o ruído dos liquidificadores da Poli Sucos. A dupla do Letuce captou o som da galera que anda de skate no Aterro do Flamengo e o músico Qinho registrou o mar quebrando no Arpoador e o samba no Cantagalo.
Todos estes sons, pelo que entendi, vão ser mixados pelo DJ João Brasil, e você também pode participar enviando alguns sons do Rio de Janeiro via aplicativo do J&B Start a Party, na fanpage da marca (aqui). A ideia de tudo isso é criar uma música com a cara do Rio.
Será que eles conseguem? Será possível fazer uma música mais com a cara do Rio do que “Garota de Ipanema”, por exemplo? Ou “Aquele Abraço”? Nem sei dizer bem qual música melhor representa o Rio de Janeiro hoje em dia. Algo a se pensar.
Outubro 29, 2011 2 Comments
Uma pequena pausa
para acalmar o coração…
Dores no peito, stress, noites mal dormidas. Cansaço. Muita coisa acontecendo ao mesmo tempo e atropelando tudo. No fim, fazemos um punhado de coisas por instinto, mas é bom pisar no freio, olhar a paisagem, e respirar o mundo. A vida segue.
Outubro 29, 2011 2 Comments
iPod Shuffle: de casa ao trabalho #01
28/10/2011
“Under Your Thumb”, The Vaccines
<”Rambling, Gambling Willie” (Demo), Bob Dylan
“A Fuga de Joana Para Guiratinga”, Narciso Nada
“Lola Rastaquouere”, Serge Gainsbourg
“Sonata”, Arcade Fire
“Change Your Name”, Ash
“Shadows Keeper” (Live), BRMC
“Burn The Witch”, Queens of The Stone Age
“My Times Up”, The Raveonettes
“Tempos de Maracujá”, Nevilton
“Garota Estereótipo”, Cérebro Eletrônico e Hélio Flanders
“Gather of The Day”, Roddy Womble
Outubro 28, 2011 No Comments
SWU define escalação e horários
Sábado, dia 12/11
Palcos principais
15h - Emicida
15h50 - Michael Franti & Spearhead
16h55 – SOJA
18h – Marcelo D2
19h20 - Damian ‘Jr. Gong’ Marley
20h25 – Snoop Dogg
21h30 – Kanye West
23h35 – Black Eyed Peas
New Stage
14h30 - Atração a ser anunciuda
15h15 - Copacabana Club
16h15 – Miranda Kassin & Andre Frateschi
17h15 – Matt & Kim
18h30 – OFWGKTA
19h45 – Ghostland Observatory
Heineken Greenspace
13h15 - DJ a ser convidado
14h - Datrabase
15h - Ask to Quit
16h - AVICII
17h30 - DJ Marky & S.P.Y present GALAXY
19h - Who Made Who (Tomas Baford)
20h30 - James Murphy
22h - Frankie Knuckles
00h - Tiga
Domingo, dia 13/11
Palcos principais
15h - Zé Ramalho
16h05 – Ultraje a Rigor
17h10 – Tedeschi Trucks Band
18h30 - Chris Cornell
19h35 - Duran Duran
20h55 - Peter Gabriel & The New Blood Orchestra
22h45 – Lynyrd Skynyrd
New Stage
14h30 – Apolonio
15h15 – Sabonetes
16h - Is Tropical
17h – !!!
18h - Playing For Change
19h30 – Modest Mouse
20h45 – Hole
Heineken Greenspace
13h - DJ a ser convidado
14h - Raul Boesel
15h30 - Meme
16h30 - Gareth Emery
18h - Paulo Boghosian
19h30 - Booka Shade
20h30 - John Digweed
22h - Afrojack
00h - Fedde Le Grand
Segunda, dia 14/11
Palcos principais
14h10 – Raimundos
15h - Duff McKagan’s Loaded
16h – Black Rebel Motorcycle Club
17h10 – Down
18h15 – 311
19h20 - Sonic Youth
20h25 - Primus
21h30 – Megadeth
22h35 – Stone Temple Pilots
23h55 – Alice In Chains
1:30 Faith No More
New Stage
14h30 – Medulla
15h30 – Ash
16h30 – Pepper
17h45 – The Black Angels
19h - Bag Raiders
20h15 – Miyavi
21h30 – CrystalCastles
22h45 – Simple Plan
Heineken Greenspace
13h15 - DJ a ser convidado
14h - Dubshape
15h - Damian Lazarus
16h - M.A.N.D.Y.
17h30 - Jooris Vorn + Nic Fancciulli
19h - Gui Boratto
20h30 - Layo & Bushwacka
22h - Loco Dice
00h - Sven Vath

Outubro 27, 2011 5 Comments
Autoramas lança Música Crocante. Ouça

Ouça abaixo as músicas do quinto álbum do Autoramas
Outubro 26, 2011 1 Comment
Scream & Yell no Conexão Vivo Belém
Nesta quinta (27/10) começa o Conexão Vivo Belém 2011, no bairro da Cidade Velha, quatro noites com mais de 40 atrações divididas em dois palcos, entre elas nomes como os de Lenine, Fernanda Takai, Pepeu Gomes, Gaby Amarantos, Felipe Cordeiro e Lucas Santanna. A grade de shows conta com artistas da rede do programa (selecionados por edital nacional), convidados e shows exclusivos. A entrada é gratuita.
Após acompanhar a passagem do Conexão Vivo por Salvador (leia a cobertura aqui), a etapa paraense terá a presença de Tiago Agostini em nome do Scream & Yell (e Bruno Dias pelo site irmão Urbanaque) presenciando vários shows imperdíveis. Pessoalmente, eu estava muito a fim de ver a gata Juliana Sinimbú com o mestre Pinduca, Felipe Cordeiro com Felix Robatto e Pio Lobato, a sensacional Gaby Amarantos com Marcelo Mira e Gang do Eletro, e, claro, Fernanda Takai.
As apresentações terão início às 19h na Praça Dom Pedro II - em frente à Prefeitura. O Scream & Yell acompanhará o festival dia-a-dia.
Quinta (27/10)
Deco Sampaio & Os Penetras (PR)
Ivan Cardoso (PA)
Trio Manari (PA)
Suíte para os Orixás (MG)
Camarones Orquestra Guitarrística (RN)
Marku Ribas (MG)
Lenine (PE)
Sexta-Feira (28/10)
Ultraleve e o Clássico Popular (PA)
Sebastião Tapajós (PA) convida Sergio Ábalos (Argentina)
Aíla (PA)
Vendo 147 (BA)
Lucas Santtana (BA)
Marco André convida (PA) Pepeu Gomes (BA)
Gaby Amarantos (PA) convida Marcelo Mira (RJ) e Gang do Eletro (PA)
Sábado (29/10)
Orquestra de Violoncelistas da Amazônia (PA)
Dayse Addario e Zarabatana Jazz (PA)
Família de Rua na Estrada apresenta Duelo de MCs (MG)
Celso Moretti (MG)
Dona Onete convida Marco André (PA)
Lia Sophia - (PA)
Juliana Sinimbú convida Pinduca (PA)
Metaleiras da Amazônia (PA)
Domingo (30/10)
Catibiribão (MG)
Aldan (MG)
Zé Brown (PE)
Iva Rothe (PA) convida Manoel Cordeiro (PA)
Gloom (GO)
Soatá (DF)
Felipe Cordeiro convida Felix Robatto e Pio Lobato (PA)
Fernanda Takai (MG)
http://www.conexaovivo.com.br/
Leia também:
- Top 5 do Conexão Vivo Salvador por cinco jornalistas (aqui)
Outubro 26, 2011 No Comments
Os primeiros discos de João Gilberto

Em 1993, a gravadora EMI decidiu juntar os três primeiros álbuns de João Gilberto em um único CD (acrescidos do EP “Orfeu da Conceição”) e lançou esse disco acima, “O Mito”, cortando o final de algumas canções e bagunçando o tracking list original. Resultado: João, revoltado, processou a gravadora (a qual havia deixado em 1963 e rompido definitivamente em 1988), e desde então os discos “Chega de Saudade” (1959), “O Amor, O Sorriso e A Flor” (1960) e “João Gilberto” (1961) estão fora de catálogo no mundo inteiro.
Na verdade, mais ou menos. Em 2010, a gravadora britânica Cherry Red Records relançou os dois primeiros álbuns sem consultar o músico – ou seja, sem pagar direitos autorais. O catálogo da Cherry (facilmente encontrado na Amazon) ainda apresenta outros títulos brasileiros: “Nara 67”, Nara Leão; “Build Up”, Rita Lee; “Os Afrosambas”, Vinicius Moraes e Baden Powell; “The Voice of Love”, Sylvia Telles; “A Banda Tropicalista”, Rogério Duprat; “The Voice of Brazil”, Elis Regina; “The World Of”, Walter Wanderley, entre outros.
Além das canções originais, as reedições de “Chega de Saudade” (1959), “O Amor, O Sorriso e A Flor” (1960) são preenchidas com dezenas de faixas bonus. Ao tracking list original do primeiro disco são acrescentadas as três faixas do EP “Orfeu da Conceição” mais onze versões de canções do álbum na voz de Elizete Cardoso, Os Cariocas, Norman Bengell, Alaide Costa, Bene Nunes, Bola Sete e João Donato. Já “O Amor, O Sorriso e A Flor” pula das 12 faixas originais para 35 na reedição que destaca versões de Sylvia Telles, Agostinho dos Santos e Carlos Lyra, entre outros.
Veja abaixo o tracking list de cada álbum:

01. Chega De Saudade (No More Blues)
02. Lobo Bobo (Foolish Wolf)
03. Brigas Nunca Mais (Fights, Never More)
04. Hô-bá-lá-lá
05. Saudade Fez Um Samba (Saudade Made A Samba)
06. Maria Ninguém (Maria Nobody)
07. Desafinado (Off-Key)
08. Rosa Morena (Brunette Rose)
09. Morena Boca De Ouro (Brunette With A Mouth Of Gold)
10. Bim Bom
11. Aos Pés Da Cruz (At The Foot Of The Cross)
12. É Luxo Só (It’s Just A Luxury)
13. A Felicidade [Bonus - From Orfeo Do Carnaval]
14. Manhã De Carnaval [Bonus - From Orfeo Do Carnaval]
15. O Nosso Amor [Bonus - From Orfeo Do Carnaval]
16. Chega De Saudade [By Elizete Cardoso]
17. Chega De Saudade [By Os Cariocas]
18. Lobo Bobo [By Alaide Costa]
19. Lobo Bobo [By Walter Wanderley]
20. Hô-bá-lá-lá [By Walter Wanderley]
21. Hô-bá-lá-lá [By Norma Bengell)
22. Hô-bá-lá-lá [By Bene Nunes]
23. Maria Ninguém [By Bola Sete]
24. Minha Saudade [By Bola Sete]
25. Minha Saudade [By Alaide Costa]
26. Minha Saudade [By João Donato]

1. Samba de Uma Nota Só [One-Note Samba]
2. Doralice
3. Só Em Teus Braços [Only in Your Arms]
4. Trevo de Quatro Folhas [I’m Looking Over a Four-Leaf Clover]
5. Se e Tarde Me Perdoa [Forgive Me If It’s Too Late]
6. Um Abraço No Bonfá [A Hug for Bonfá]
7. Meditação [Meditation]
8. O Pato [The Duck]
9. Corcovado
10. Discussão [Discusssion]
11. Amor Certinho [Certain Love]
12. Outra Vez [One More Time]
13. Outra Vez [By Sergio Mendes]
14. Ho-Ba-La-La [By Sergio Mendes]
15. Corcovado [By Sylvia Telles]
16. Ho-Ba-La-La [By Sylvia Telles]
17. Samba de Uma Nota Só [One-Note Samba] [By Sylvia Telles]
18. O Pato [By Walter Wanderley]
19. Corcovado [By Isaura Garcia and Walter Wanderley]
20. Aos Pes da Cruz [By Walter Wanderley]
21. Samba de Uma Nota Só [By Agostinho dos Santos]
22. Desafinado [By Agostinho dos Santos]
23. Chega de Saudade [By Agostinho dos Santos]
24. Manhã de Carnaval [By Agostinho dos Santos]
25. A Felicidade [By Agostinho dos Santos]
26. A Felicidade [By Orquestra Rio de Janeiro]
27. Discussão [By Alaide Costa]
28. A Felicidade [By Alaide Costa]
29. Bim Bom [By Silvio Silveira]
30. É Luxo Só [By Silvio Silveira]
31. Maria Ninguém [By Carlos Lyra]
32. Maria Ninguém [By Heraldo do Monte]
33. Brigas Nunca Mais [By Orquestra Pan American With Os Cariocas]
34. Chega de Saudade [By Orquestra Pan American With Os Cariocas]
35. Meditação [Luiz Eça & Astor Silva]
Outubro 26, 2011 2 Comments
Ouça: Achtung Baby Covered

01) Nine Inch Nails - Zoo Station
02) U2 (Jacques Lu Cont Mix) - Even Better Than The Real Thing
03) Damien Rice - One
04) Patti Smith - Until The End Of The World
05) Garbage - Who’s Gonna Ride Your Wild Horses
06) Depeche Mode - So Cruel
07) Snow Patrol - Mysterious Ways
08) The Fray - Trying To Throw Your Arms Around The World
09) Gavin Friday - The Fly
10) The Killers - Ultraviolet (Light My Way)
11) Glasvegas - Acrobat
12) Jack White - Love Is Blindness
E qual é a sua versão preferida? A minha: Jack White
Nine Inch Nails - Zoo Station
U2 - Even Better Than The Real Thing (Jaques Lu Cont Remix)
Damien Rice - One
Patti Smith - Until The End Of The World
Garbage - Who’s Gonna Ride Your Wild Horses
Depeche Mode - So Cruel
Gavin Friday - The Fly
Snow Patrol - Mysterious Ways
The Fray - Tryin’ To Throw Your Arms Around The World
The Killers - Ultra Violet (Light My Way)
Glasvegas - Acrobat
Jack White - Love is Blindness
Saiba mais sobre o tributo lançado pelo revista Q aqui
Outubro 25, 2011 6 Comments
Alguém, por favor
Para o mundo que eu quero descer…
:/
Outubro 25, 2011 2 Comments
Três canções: Elvis Costello
Na verdade… quatro
“So Like Candy” / “I Want You”, MTV Unplugged 1991
“The Other Side of Summer”, MTV Unplugged 1991
“Veronica”, Late with Jools Holland 1995
Veja também:
- Três canções do R.E.M. (aqui)
- Três canções do Manic Street Preachers (aqui)
- Três canções do Echo and The Bunnymen (aqui)
- Três canções do Jon Spencer Blues Explosion (aqui)
Outubro 24, 2011 No Comments
Download: Jonátas Pires e Flávio Renegado

“Tudo é Vaidade”, Jonátas Pires
Download: http://wtrns.fr/W7y7QrMG18GAQn9
Ele é vocalista e guitarrista da grande banda portuguesa Os Pontos Negros e está lançando um álbum solo pelo selo FlorCaveira, um disco que integra o projeto de mesmo nome: http://www.facebook.com/tudoevaidade. Vale muito ler o texto abaixo, curtir a página deles no Facebook e indicar aos amigos.
“E se com um disco pudéssemos dar de comer a outra pessoa? O disco “Tudo É Vaidade” quer fazer isso mesmo. A compilação de canções inspiradas no livro de Eclesiastes e na mensagem que ele transmite, apresentadas no Acampamento de Jovens de Água de Madeiros, vai ser reunida em disco para que todos aqueles que lá estiveram possam recordar as palavras que lá ouviram, bem como outros que não puderam estar.
Contudo, o objectivo do disco não se prende a podermos apenas desfrutar da música. Na freguesia de Rabo de Peixe, ilha de S. Miguel, uma das mais pobres da Europa, existem crianças com acesso a apenas uma refeição diária. Contudo, um grupo de cristãos tem apoiado localmente estas crianças através da compra e distribuição de senhas do refeitório escolar, sendo financiado por ofertas de vários indivíduos que, como nós, estão sensibilizados para esta necessidade real que nos escapa aos olhos.
Por isso, a totalidade dos lucros da venda do disco irá para financiar a alimentação de crianças em Rabo de Peixe. Apesar de já termos mais de 55 financiadores, ainda precisamos do máximo de contribuições possível para financiar a gravação e produção do disco. Ao contribuírem com 5€ estão automaticamente a adquirir uma cópia e passam também a figurar na lista de generosos dadores que tornaram este sonho possível.
Nesta página vamos partilhar o desenrolar dos acontecimentos, as gravações, fotografias, notícias, textos, tudo para que possam ir seguindo este projecto tal como ele é: vosso.
UPDATE: O total de financiadores individuais está em 87. Duas entidades contribuíram também financeiramente” - www.facebook.com/tudoevaidade

“Minha Tribo é o Mundo”, Flavio Renegado
Download: http://www.flaviorenegado.com.br/ (pague com um tweet)
Outubro 23, 2011 2 Comments
Sempre as mesmas perguntas
Fernando Neumayer, responsável pelo blog Som Imaginário, me convidou para participar de uma seção do blog que prevê sempre as mesmas perguntas para todos os entrevistados. Consegui conter a curiosidade e não conferir as respostas dos amigos Sérgio Martins, Regis Tadeu, Arthur Dapieve, Ricardo Seelig, entre outros, que já participaram da seção, e fiquei bastante satisfeito com o resultado. Uma das primeiras perguntas segue abaixo. As demais você lê aqui
Neil Young: do rock ou do folk?
“Os dois. A essência do Neil Young está na genialidade com que ele consegue lidar com os dois extremos e ainda soar… Neil Young. Como que alguém pode escolher entre “Needle And The Damage Done” e “Powderfinger”?” (continua aqui)
Outubro 22, 2011 No Comments
Cinco fotos: Dublin
Clique na imagem se quiser vê-la maior
Leia também:
- Roteiros de uísque na GQ #6, por Marcelo Costa (aqui)
- Uma noite inesquecível na Irlanda, por Marcelo Costa (aqui)
Veja mais imagens de cidades no link “cinco fotos” (aqui)
Outubro 20, 2011 No Comments
Opinião do Consumidor: Duvel
A Duvel Moortgat Brewery é uma cervejaria que foi fundada na região flamenga da Bélgica em 1871, mais propriamente em Breendonk, meio do caminho entre a central Bruxelas e a portuária Antuérpia. O carro chefe da casa é a loira Duvel, uma cerveja absolutamente encantadora cujo nome tem origem no dialeto Brabant (pronuncia Dyvel), uma mistura de holandês, francês e alemão, cujo significado é… Diabo. Não pense em brincar com ela.
Lançada na década de 20 para comemorar o fim da Primeira Guerra Mundial, a Duvel no início se chamava Victory Ale, mas a família Moortgat decidiu mudar o nome quando um bebedor a descreveu como um diabo real. A garrafa, baixinha e gordinha, lhe dá um aspecto fofo, mas é bom levar muito à sério essa que é considerada por muitos a versão definitiva do estilo Belgian Strong Golden Ale, versão turbinada e altamente saborosa das ales tradicionais.
O aroma complexo e viciante destaca uvas verdes, maçã e frutas cítricas, e também algo picante que se aproxima de cravo e pimenta do reino (mas mantendo o adocicado). Há, ainda, mel (provavelmente derivado da mistura do malte belga com açúcar branco) e, claro, álcool, afinal são 8,5% de graduação alcoólica distribuídos de forma exemplar no conjunto (que ainda recebe lúpulo da Bohemia com leveduras de origem escocesa).
Já o paladar não fica atrás em complexidade. Lúpulo e malte travam um duelo interessante que consegue aconchegar o paladar distanciando a presença do álcool – que não aparece, mas está ali, inserido de forma tão caprichada que você só sentirá o efeito após duas ou três garrafinhas. Ainda assim, o malte consegue se sobressair marcando o céu da boca e deixando apenas o trecho final – e seco – para o lúpulo, que não chega a marcar de amargor o conjunto. Simplesmente fantástica.
Exportada para mais de 40 países, a Duvel é facilmente encontrada no Brasil em qualquer bom empório, embora o preço não seja nada convidativo: entre R$ 18 e R$ 24 a garrafa de 330 ml (na Europa custa até 4 euros, cerca de R$ 10). Vale cada centavo. Além da Duvel, a Moortgat Brewery é dona da Maredsous (fabricada sob licença dos monges da abadia de mesmo nome desde 1963) e, desde de 2006, da excelente Brasserie d’Achouffe.
Teste de Qualidade: Duvel
- Produto: Belgian Strong Golden Ale
- Nacionalidade: Bélgica
- Graduação alcoólica: 8,5%
- Nota: 5/5
Leia também:
- Top 100 Cervejas, por Marcelo Costa (leia aqui)
- Top 10 Cervejas Européias Tour 2008, por Mac (aqui)
- Do capítulo “cerveja também é cultura”: La Achouffe (aqui)
Ps. O copo tradicional é presente do amigo Carlos Soares, ganho em uma feira de cervejas, a Gentse Feesten 2009, em Gent. Valeu, amigo!
Outubro 19, 2011 8 Comments
Download: Lirinha, Wado e Junio Barreto

“Samba 808″, Wado
http://www.wado.com.br/download/discos/wado-samba808-2011.zip

“Setembro”, Junio Setembro
http://www.juniobarreto.com

“Lira”, José Paes de Lira
http://www.josepaesdelira.net/
Outubro 19, 2011 No Comments
Jornalismo: Como você pauta matérias?

Pedro Ferreira (@_Klef) é estudante de jornalismo da Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop) e colaborador dos sites irmãos musicoteca e Rock’n'Beats. Ele estava fazendo um trabalho da disciplina “Técnicas de Reportagem e Entrevista”, no qual a atividade propõe ao aluno escolher um profissional para entrevistá-lo. Ele me escolheu, mandou as perguntas e, após o trabalho entregue, liberou as respostas para que eu publicasse aqui na Calmantes. Valeu, Pedro.
Como você pauta suas matérias? Por exemplo, você acorda, entra na internet e procura pelo quê?
Eu respiro cultura. Esse é o primeiro ponto. Neste momento estou lendo o “O Resto é Ruído”, do Alex Ross, por exemplo. Coisas que leio no livro acabam influenciando as ideias e me aproximando analiticamente do tempo real. E, disso, surgem coisas para se falar, pesquisar, pautar. Já na internet leio todo o noticiário (principalmente via Guardian, New York Times e The New Yorker) e recebo muita coisa das pessoas que sigo no Twitter (ou mesmo de amigos que sabem que determinado assunto me interessa). Além disso, convivo com muitos jornalistas e as ideias vão e vem. Não diria que procuramos pautas, mas que elas nos procuram.
Para você a pauta é um instrumento de auxílio ou limitação do repórter?
Ela auxilia ao mesmo tempo em que limita porque boa parte é pauta factual, que todo mundo faz e nós também temos que fazer. Ou seja: Caetano lança um disco, e todo mundo fala. “Nevermind” faz 20 anos, e todo mundo fala. E a gente precisa falar dessas coisas, mas o ideal é que o viés acrescente algo ao obrigatório da informação. E que não nos rendamos a apenas pautas factuais. Buscar o diferente ou algo que ninguém está falando, mas que possa soar interessante. Em linhas gerais, pensar o mundo.
Como é a sua preparação para entrevistas? Poderia citar uma marcante? Quem você, ainda, deseja entrevistar?
Tento conhecer o melhor possível o universo do entrevistado. Saber o que ele pensa, o que ele já disse que já não interessa mais, e coisas que ele nunca disse, e que podem ser interessantes. Fugir do óbvio. Muitas vezes temos que fazer o feijão com arroz, porque é necessário, mas precisamos buscar algo novo. Foi bacana entrevistar Ian McCulloch (aqui), do Echo and The Bunnymen, por exemplo. Ele estava inseguro, mas no meio da entrevista já tinha se soltado e rendeu um ótimo material. Fernanda Young (aqui) também. Na época, fui entrevista-la para a Reuters, e acabamos conversando por mais de duas horas. Em certo ponto da entrevista ela diz: “Eu nunca falei tanto como eu estou falando agora e eu nem queria dar entrevista”. Outra marcante foi com Cesar Camargo Mariano (aqui, aqui e aqui) relembrando “Elis e Tom”.
Quem acompanha o seu trabalho sabe que você consegue vários “furos”. Como isso acontece? Você tem fontes por todo mundo?
Não são tantos assim (risos), mas os poucos que consigo surgem ou por pesquisa ou por conhecer as pessoas certas.
Como é a sua relação com essas fontes?
Quase sempre de amizade. E muitas das informações que recebo são fruto de confiança e da percepção de que o Scream & Yell e eu temos uma postura ética correta, que faz com que algo ligado a nós tenha uma visibilidade interessante, agregando certo valor.
Temos na história bandas como The Clash, Sex Pistols e Nirvana, que influenciaram uma geração não só pela sonoridade, mas pela política e atitude. Na sua opinião, a música perdeu essa ferramenta de formação crítica de seus ouvintes?
É outra época, muito mais emocional que política (a popularização do emo e dos livros de autoajuda refletem isso). A música apenas reflete esse momento que estamos vivendo. Ou seja, ela é adaptável. Se acontecer algo muito sério com sua cidade, seu país, o planeta, isso pode refletir na música, pois é importante lembrar que uma música é composta por uma pessoa como eu e você, que vive, sente e está, na grande maioria das vezes, sendo influenciada pelo ambiente. A música é um retrato da época que vivemos.
No presente há muita informação chegando ao mesmo tempo (dezenas de bandas novas). Não é muito mais do mesmo? Existe hoje uma ansiedade até associada a algum status em se conhecer tudo, ter baixado tudo, estar por dentro de tudo. Esta ansiedade vinda dos consumidores não estaria influenciando a indústria cultural a produzir mais e mais, mesmo que seja tudo uma fórmula-base do sucesso?
Sempre existiram milhares de bandas, mas a gente não tinha acesso. A diferença agora é que é muito fácil produzir um disco, e mostrá-lo para todo mundo. Talvez a ansiedade seja fruto da fé de que algo maravilhoso pode estar sendo feito por alguma pessoa que a gente não conheça. Uma das coisas que mais questiono na ideia defendida pelo Simon Reynolds no livro Retromania (e em artigos) é que ele defende que o aumento da oferta diminuiu o valor da música. Será? Será que gostávamos de música porque era difícil de encontrá-la? O valor, então, não era da música, mas da dificuldade que tínhamos? Não acredito nisso. Acredito sim que estamos em uma fase complicada do pós-modernismo. O que fazer de novo? Para onde ir? O formato pop que conhecemos (nascido com Elvis e Beatles) já tem 50 anos. O fonógrafo, mais de 100 anos. O cinema também está vivendo uma crise. Ainda assim, o consumidor vem consumindo cada vez mais, e não menos
O que você escutava na adolescência?
Beatles e rock nacional foram onde comecei tudo. Depois, ao mesmo tempo, punk rock e Led Zeppelin. E, com o tempo, comecei a abrir o ouvido para música brasileira, jazz e erudito.
Pra finalizar, o que você indica para os futuros jornalistas que desejam seguir no ramo da música/cultura pop?
Ler muito. Criar um blog e escrever muito. E ouvir de tudo. Beethoven, Bob Dylan, Miles Davis e Jorge Ben são gênios. Existe música boa ou ruim. Apenas isso.
Leia também:
- 2011: Entrevista a Bárbara Bom Angelo, Verdades Particulares (aqui)
- 2010: Entrevista para Vinicius Felix, Blog do Bracin (aqui)
- 2006: Entrevista para Carlos William Leite, Revista Bula (aqui)
Outubro 17, 2011 1 Comment











