Blog do Editor do Scream & Yell
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Posts from — Julho 2011

Cinco fotos: Barcelona

Clique na imagem se quiser vê-la maior

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O céu e as pedras

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O casal

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O caminho para o campanário

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Porta fechada

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No Violencia

Veja mais imagens de cidades no link “cinco fotos” (aqui)

Julho 29, 2011   No Comments

Domingo: Emicida no Creators Project

O negócio é meio maluco: em um experimento de Arte e Tecnologia, o cérebro de Emicida irá funcionar como um processador humano. Enquanto ele improvisa, seus impulsos cerebrais vão transformar os twiits enviados em uma animação de arte generativa (criada a partir de algoritmos).

Neste domingo, Emicida usará uma toca que vai conectar seus impulsos cerebrais a um computador. Cada palavra enviada pelo público via Twitter, com a hashtag #emicidaCreators, terá uma reação em seu cérebro. Todo esse movimento será transformado em animação projetada em real time.

O visual gerado vai dar a cara do novo videoclipe do artista, que registrará o experimento e o improviso ao vivo. A ação acontece durante o show de lançamento de seu novo álbum, “Doozicabraba Family”, na noite de encerramento do The Creators Project. Quem quiser desafia-lo é só enviar a palavra com a hashtag #emicidacreators.

Prepare-se.

Quando acontece o desafio: 31/07 no Pavilhão da Bienal
Transmissão ao vivo: http://www.facebook.com/terrasonorabrasil

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http://thecreatorsproject.terra.com.br/

Julho 29, 2011   No Comments

Opinião do Consumidor: Pauwel Kwak

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Uma das melhores cervejarias belgas (olha o nível), a Bosteels foi fundada em 1791 na cidade de Buggenhout, nos Flandres Orientais (40 minutos de Bruxelas), e continua nas mãos da família Everarist sete gerações depois (um feito em um mercado devorado pelos grandes conglomerados). Entre os destaques da Brewery Bosteels estão as indiscutíveis Tripel Karmeliet, a Pauwel Kwak e, claro, a épica DeuS.

Uma das primeiras curiosidades acerca da Pauwel Kwak é seu copo, que traz uma base de madeira que evita que você toque no vidro enquanto bebe (e, em um teatro de bonecos em Bruxelas, vi um norte-americano tentando tirar o copo de vidro da base: falhou miseravelmente e deixou o copo em pedacinhos), mas que foi criado originalmente para que os cocheiros pudessem beber enquanto “pilotavam” carruagens.

Politicamente incorreto? Isso foi na época de Napoleão. A Bosteels quis homenagear uma cervejaria famosa no período, a Hoorn’inn’, com a Pauwel Kwak, lançando essa delícia em 1980 (Hoorn’inn’ era a cerveja predileta dos cocheiros). A história da Bosteels ainda se envolve com arquitetura: a mansão sede da cervejaria foi desenhada pelo arquiteto Louis Minard em 1859 (ele também fez o teatro de Gent).

Quanto à cerveja, já no aroma a Pauwel Kwak se mostra personal: o álcool aparece timidamente sendo vencido por… caldo de cana (e também mel). No paladar, complexo, o álcool se faz mais presente (são 8,4% de graduação alcoólica), mas ainda assim surge ambientado no conjunto, não chegando a soar agressivo. O primeiro toque na língua é adocicado (mel e cana – e o dulçor retorna delicado após o fim da ingestão) e mesmo em grande quantidade, o álcool reitera um leve amargor que conquista o paladar.

A falta do copo original (foto abaixo) descaracteriza um pouco o conjunto, mas não diminui o prazer de se provar uma cerveja especialíssima, uma das melhores da Bélgica, a terra mãe das melhores cervejas do mundo. O preço (em terras brasileiras), no entanto, não é lá muito convidativo: entre R$ 16 e R$ 19 a garrafa de 330 ml. Porém vale muito a experiência. E você não irá precisar (ou conseguir) beber mais do que duas mesmo (ok, conseguir até consegue: o problema é levantar da mesa).

Teste de Qualidade: Pauwel Kwa
- Produto: Strong Belgian Ale
- Nacionalidade: Bélgica
- Graduação alcoólica: 8,4%
- Nota: 4,86/5

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Veja também:
- Top 100 Cervejas, por Marcelo Costa (aqui)
- Top 10 Cervejas Européias, Viagem 2008, por Marcelo Costa (aqui)

Julho 29, 2011   2 Comments

Uma noite inesquecível na Irlanda

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Semanas atrás estive na Irlanda. Engraçado, nunca pensei na Irlanda como um destino de viagem. Depois que fiz o básico (Londres, Paris, Berlim, Roma, Barcelona e Madri) com alguns bônus (Bruxelas, Bruges, Glasgow, Viena) troquei a Escandinávia (ainda vou) por parte do Leste Europeu (Budapeste, Praga, Bratislava) e acabei descendo para a Grécia (Atenas e Santorini) chegando até a Turquia (apenas Istambul) – cometendo sempre o pecado de deixar Lisboa de fora. Mas nunca tinha pensado em Dublin ou Cork…

Então, de repente, me encontro dentro de um pequeno pub e, em um dos cantos, sentados, um senhor com um banjo, outro com um contrabaixo, um rapaz mais novo com um violão e outro rapaz com outro banjo começam a tocar uma versão dilacerante de “Out on The Weekend”, de Neil Young, em ritmo de folk irlandês de boteco com todo mundo falando alto, erguendo pints de cerveja e cantando uma letra que fala sobre abandonar tudo e começar um novo dia. Olhei aquilo e parte de mim se quebrou em pedacinhos. Que coisa linda. Havia mais. o refrão forte de “Big River”, de Jimmy Nail, emocionante:

A sessão estava apenas começando e muita coisa boa viria pela frente. A ligação foi imediata. O country e o folk norte-americanos devem muito de sua formação aos imigrantes irlandeses que baixaram nos Estados Unidos no começo do século passado. Gangues de Nova York. Martin Scorsese entende. Bob Dylan, que aprendeu boa parte do que sabe ouvindo (e roubando e se inspirando n)a expressiva coletânea sextupla “Anthology of American Music”, também. “Anthology” é um importante fruto de uma ilegalidade. E é histórico (falei mais aqui).

O movimento cíclico: os irlandeses influenciaram os norte-americanos e hoje tocam músicas norte-americanas (com um pouco de sotaque irlandês) e chega a ser impressionante como os Estados Unidos conseguiram fazer essa inversão de valores com tanto êxito (através de guerras, manipulação de interesses e outras coisas, mas independente da “ferramenta”, conseguiram - o mérito é inegável). Porém, a Irlanda herdeira dos celtas e que fala gaélico ainda é o Velho Mundo pré-Cristovão Colombo, pré-América. Fui muito inocente: era óbvio que eu iria me apaixonar por essas cidades, por esse país…

Leia também: Diário Europa 2008 (aqui), 2009 (aqui) e 2010 (aqui)

Julho 29, 2011   4 Comments

Hoje é um daqueles dias em que a vontade de sumir, desaparecer ou algo assim chega bem próximo do limite de se concretizar. Deve ser o aniversário chegando… espero. Por enquanto, um remédio para dor de cabeça, um Dorflex e uma (talvez duas) cerveja(s) - não necessariamente nesta ordem. E um filme do Fellini.

Ps. nestes dias em que a tristeza parece invencível sinto uma dor tremenda na nuca. É como se o corpo não aguentasse carregar a cabeça, as ideias, os pensamentos,  os sonhos impossíveis. Parece que o cérebro causa mais sofrimento do que o coração - mais dor, mais insatisfação. Alguma bobagem assim…

Julho 28, 2011   4 Comments

Vídeos: Pearl Jam 20 anos e Tempo de Pipa

Trailer de arrepiar do doc do Pearl Jam. Saiba mais aqui

“Tempo de Pipa”, primeiro clipe do disco “Canções de Apartamento”, de Cícero Lins. Baixe o disco gratuitamente aqui e leia a entrevista com Cícero no Scream & Yell aqui

Julho 27, 2011   1 Comment

Popload Gig: Metronomy e Primal Scream

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O incansável Lúcio Ribeiro caprichou bastante no line-up do festival Popload Gig para as próximas três edições (e, olha, vem mais coisa boa por ai): Metronomy, Primal Scream e Warpaint baixam em São Paulo nos próximos meses.

Popload Gig 6 - O Metronomy faz show no dia 30/08 no Beco 203, na Rua Augusta, 609, em São Paulo. Quem abre a noite é o Me & The Plant, combo que reúne ao vivo o músico Vitor Patalano (o “Me” do nome) mais Kassin na guitarra, Rodrigo Barba na bateria, Gabriel Bubu no baixo e Marcos Lobato nos teclados.

Os ingressos para o Metronomy já estão à venda ainda em preços promocionais (o primeiro lote de 200 ingressos): R$ 45 (meia) e R$ 90 (inteira). Depois, R$ 110 (meia R$ 55). Locais: Loja Chilli Beans da Galeria Ouro Fino ou pelo site www.divirto.com.br

Popload Gig 7 – Bobby Gillespie baixa em São Paulo com o Primal Scream para apresentar o show do histórico “Screamadelica”. O Scream & Yell conferiu o show de Benicassim, duas semanas atrás, e afirma: tem que ver. Gillespie baixou os volumes do barulho e está fazendo um show para todo mundo dançar (veja a cobertura do Fib aqui).

O show do Primal Scream acontece no dia 24/09, no HSBC Brasil. Os ingressos estão à venda no site Ingresso Rápido (aqui) com os seguintes preços: Cadeira Alta R$ 100 (meia R$ 50), Camarote R$ 200 (meia R$ 100), Frisas R$ 150 (meia R$ 75) e Pista R$ 120 (meia R$ 60). Acima um vídeo que o Alexandre Dias, do Washing Machine, fez dos quase 15 minutos de “Higher That The Sun”, no FIB (o meu vídeo está aqui).

Popload Gig 8 – o quarteto feminino Warpaint toca no dia 08/10 em local a ser definido ainda (preços também). No Primavera Sound, as meninas tocavam em um dos palcos mais distantes do festival, mas uma multidão foi conferir a apresentação, que impressionou bastante (leia mais sobre o Primavera Sound aqui). Mais informações sobre os detalhes do show podem ser conferidos no site do Popload Gig:

http://www.poploadgig.com.br/


Foto: Marcelo Costa (veja outras aqui)

Julho 27, 2011   No Comments

Três canções: Jon Spencer Blues Explosion


Honey Bee (05/2011)


Rock Hard (05/2011)


Blues Explosion Man (05/2011)

Veja também:
- Três canções do R.E.M. (aqui)
- Três canções do Manic Street Preachers (aqui)
- Três canções do Echo and The Bunnymen (aqui)

Julho 27, 2011   No Comments

Download: Is This It e Monster Coyote

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Para celebrar o 10ª aniversário do álbum “Is This It”, dos Strokes, a Stereogum montou um tributo com Peter, Bjorn and John, The Morning Benderse mais nove bandas tocando o repertório do disco. Você pode ler um faixa a faixa no site da Stereogum (aqui) e baixar o disquinho diretamente aqui.

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Novo lançamento do selo Popfuzz Records, o Monster Coyote vem de Mossoró com um som direto, cru e pesado, “mais ou menos como se o Kyuss enfrentasse o Metallica e o High on Fire num ringue de lava caótico e cheio de poeira no meio de um deserto”, como explica o release. Baixe a cacetada aqui e saiba mais do catálogo da Popfuzz Records aqui.

Julho 26, 2011   No Comments

Primus, Michael Frant e 311 no SWU 2011

27/07 - Atualizando: a produção confirmou nesta quarta dois shows para o dia 14, a noite do barulho: a vinda do cantor japonês Miyavi (conheça ele aqui) e do Down, banda de southern rock/metal formada por Phil Anselmo (ex-vocalista do Pantera e do Superjoint Ritual), Pepper Keenan (guitarrista e vocalista de Corrosion of Conformity), Kirk Windstein (guitarrista e vocalista do Crowbar), Rex Brown (ex-baixista de Pantera) e Jimmy Bower (baterista de Crowbar e guitarrista de Superjoint Ritual e do Eyehategod). Agora faltam mais ou menos oito bandas…

26/07 - Aproveitando a manhã de confirmações de line-ups, o SWU Music & Arts Festival anunciou mais três atrações para sua edição 2011: Primus, Michael Frant e 311 juntam-se a Faith No More, Sonic Youth, James Murphy, Frankie Knuckes, Sven Vath, Megadeth, The Black Eyed Peas, Snoop Dogg, Damian Marley e Peter Gabriel. O SWU acontece em Paulínia nos dias 12, 13 e 14 de novembro.

Por enquanto, descontando os três DJs já anunciados (James Murphy, Frankie Knuckes, Sven Vath), o SWU contabiliza 10 12 atrações confirmadas - todas internacionais. Na primeira edição, em 2010, o line-up tinha 70 nomes confirmados (DJs inclusos), mas destes apenas 20 nomes internacionais se dividiram entre os três palcos do festival. O que deixa a expectativa para que o festival confirme ainda mais 10 8 nomes.

Na divisão dia-a-dia do line-up até agora (confira aqui), os dias 12 e 14 já somam onze nomes e estão encaminhados em um formato (o primeiro com rap e reggae, o terceiro com barulho) enquanto o dia 13 traz isolado Peter Gabriel e pode render algumas surpresas nas próximas confirmações. Os ingressos do SWU já estão à venda (compre aqui) ao preço de R$ 210 por dia (meia R$ 105) e R$ 535,50 o pacote para os três dias (R$ 267,75 a meia).

Julho 26, 2011   3 Comments

Broken Social Scene no Planeta Terra 2011

Segundo apurou o Scream & Yell, Broken Social Scene, Interpol, White Lies, Goldfrapp, The Name, Criolo e Garotas Suecas se juntam a Strokes, Toro Y Moi, Beady Eye e Peter Bjorn and John na edição 2011 do Planeta Terra. O festival, que já está com seus ingressos esgotados, acontece no dia 5 de novembro no Playcenter, em São Paulo.

No total são 11 atrações confirmadas até agora contra 15 da edição do Planeta Terra em 2010 e 14 das edições 2009/2008. A produção do festival continua conversando com algumas bandas, e pode até ser que algum novo nome apareça para engordar o line-up até novembro. Esperamos que nomes como Bombay Bicycle Club e Pulp apareçam entre o time final do festival.

O Scream & Yell conferiu o ótimo show do Broken Social Scene primeiro no Warfield, em São Francisco, e depois no Coachella e recomenda. Vale muito a pena. Vimos duas músicas boas e duas chatas do Interpol também no Coachella (o show todo é assim). Dos confirmados, Goldfrapp promete festa no Playcenter e Criolo periga ser o grande show do festival. Anote.

Julho 26, 2011   4 Comments

Guillemots no No Ar Coquetel Molotov 2011

Um dos festivais mais bacanas do País, o No Ar Coquetel Molotov chega a sua oitava edição no Recife e pelo segundo ano consecutivo baixa em Salvador. Selecionado pelo Edital de Festivais do Programa Petrobras Cultural, o No Ar traz em 2011 uma programação ampliada reunindo shows, workshops, seminários e a Mostra Play The Movie, que neste ano acontece no Cinema São Luiz, homenageando o cineasta Marcelo Gomes.

As primeiras atrações confirmadas para o No Ar 2011 são Rômulo Fróes (SP), Guillemots (Inglaterra) e HEALTH (EUA), sendo que estes dois grupos internacionais estão vindo pela primeira vez ao Brasil. No Recife, o festival começa com uma série de atividades em setembro e chega a seu ápice, com as principais atrações e shows internacionais nos dias 14 e 15 de outubro no Centro de Convenções da UFPE. Em Salvador, os shows acontecem na Concha Acústica do Teatro Castro Alves nos dias 11 e 12 de outubro.

Sobre o novo show de Rômulo Fróes, que lançou o ótimo “Um Labirinto em Cada Pé” (baixe gratuitamente aqui) você pode ler aqui. Já “Made Up Love Song #43″, balada climática do primeiro disco do Guillemots, “Through the Windowpane” (2006) é a quarta canção que mais ouvi nos últimos anos, segundo a minha Last.Fm. O HEALTH vem de Los Angeles e aposta no noise e na experimentação. O No Ar Coquetel Molotov vai apresentar ao todo mais de vinte shows com bandas e artistas nacionais e internacionais. Vem muita coisa boa pela frente.

www.coquetelmolotov.com.br

Julho 26, 2011   No Comments

#MTVPlayground: Fred Butler e a música

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Neste quinto vídeo do projeto Swatch MTV Playground exclusivo para o Scream & Yell, Fred Butler abre o coração para falar sobre música: “Creio que sou uma música frustrada porque adoro música, mas não consigo criá-la”, diz em certo momento a estilista responsável pelo chapéu de Lady Gaga no clipe “Telephone”.

Hoje em dia, Fred recebe tantos convites de trabalhos de moda quanto de música, e diz que se tem que escolher entre um e outro, opta pelo segundo. “A minha forma de intervir reside na criação de guarda-roupa para os músicos. Essa cultura é igualmente fascinante para mim, tal qual a arte e o design. É tudo uma única expressão”, diz.

Além de seu site oficial (http://www.fredbutlerstyle.com/) Fred Butler tem um blog movimentado (http://fredbutlerstyle.blogspot.com/) e no site do projeto #MTVPlayground já falou de suas influências (assista aqui), listou os pontos altos de sua carreira (assista aqui) e descreveu o dia a dia de um designer (assista aqui). E ainda entrevistou Beth Ditto em reportagem que será exibida pela MTV.

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 Leia também:
- A moda influencia a música? E o contrário acontece? Opine
- Um bate papo com o fotógrafo Rankin (aqui)
- Tendências segundo a estilista Fred Butler (aqui)
- Alex Noble e suas criações para Lady Gaga (aqui)
- Suba uma foto: http://www.swatchmtvplayground.com/pt

Julho 25, 2011   1 Comment

The Death Of You And Me e No Rancho Fundo

Primeira música da carreira solo de Noel Gallagher

Pélico interpreta “No Rancho Fundo” para a Popload Session (e também “O Menino”, canção do álbum “Que Isso Fique Entre Nós”. Assista aqui)

Julho 25, 2011   No Comments

Três filmes a 10 mil metros de altura

Viajar 12 horas dentro de um avião permite – dependendo da companhia aérea – uma seleção de filmes que muito provavelmente você não veria em casa (muito menos no cinema). Afinal, já que você está ali, vale arriscar um daqueles filmes que você nunca tinha pensado em ver ou então dormir…

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“Passe Livre” (“Hall Pass”, 2011)
Desde que estouraram com “Debi & Lóide” em 1994, os irmãos Farrely construíram uma carreira invejável de filmes idiotas. A direção dos irmãos funcionou perfeitamente em “Quem Vai Ficar Com Mary?” (1998) e “O Amor é Cego” (2001), quase acertou em “Amor em Jogo” (adaptação norte-americana de 2005 do livro “Febre de Bola”, de Nick Hornby) e tropeçou em “Ligado em Você” (2003) e “Antes Só do que Mal Casado” (2007). Este “Passe Livre” traz Owen Wilson (velho parceiro dos irmãos) e Jason Sudeikis como dois maridos que recebem um passe livre de suas esposas para sair por ai por uma semana atrás de mulheres, cerveja e bolo de maconha. É o velho embate Liberdade x Moralismo: sozinhos, os maridos percebem o quanto seus casamentos são perfeitos, dispensam as gostosas na beira da cama e voltam como cachorrinhos para as esposas (que, “abandonadas”, são desejadas pelos craques do time dos solteiros). O roteiro diploma o moralismo besta e permite aos diretores criarem situações idiotas para arrancar gargalhadas fáceis do público. Funciona, mas decepciona.

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“O Dilema” (“The Dilemma”, 2011)
Ron Howard já ganhou um Oscar de Melhor Diretor por “Uma Mente Brilhante” (2001) e foi indicado ao prêmio novamente em 2008 pelo excelente “Frost/Nixon” (além de ter no currículo os sucessos “O Código Da Vinci” e “Anjos e Demônios”), mas este belo currículo não salvou este “O Dilema” de ser uma grande porcaria. O nome do diretor atraiu um elenco de luxo: Ronny (Vince Vaughn) namora Beth (Jennifer Connelly) e é sócio de Nick (Kevin James), que é casado com Geneva (Winona Ryder). Tudo vai muito bem até que Ronny flagra a mulher do amigo beijando outro cara. Surge o dilema do título do filme: contar ou não ao amigo? E se decidir contar, como? Ron Howard tenta fazer comédia, mas se enrola em sua própria seriedade e é prejudicado também pelo roteiro confuso de Allan Loeb, que desenha Ronny como um panaca que se esquece de sua própria vida enquanto tenta resolver o problema do amigo (que aparentemente não quer ter seu problema resolvido). Os clichês do gênero marcam presença no filme, mas não funcionam frustrando mais do que fazendo rir.

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“As Coisas Impossíveis do Amor” (“The Other Woman”, 2009)
Don Roos tem uma carreira sólida de roteirista de TV e já cravou alguns sucessos em Hollywood (“Marley & Eu” como roteirista e o bom “Mais Que o Acaso”, que ele escreveu e dirigiu em 2000). Este “As Coisas Impossíveis do Amor” passou batido pelos cinemas em 2009, quando foi lançado como “The Other Woman”, e voltou aos cinemas em 2011 (já com o título “Love and Other Impossible Pursuits”) tentando aproveitar a fama de Natalie Portman pós-sucesso de “Cisne Negro”. Don Roos mostra cuidado exemplar com o roteiro, que constrói a história mesclando passado e presente sem diferenciar as ações de tempo (o que chega a confundir o espectador no começo da trama, mas se ajeita quando as peças começam a se encaixar na trama). Natalie vive a personagem Emilia, uma jovem advogada de temperamento forte que sofre a perda de sua primeira filha, morta com três dias de vida. O diretor foca com perfeição o drama da personagem e o desmoronamento de sua relação familiar, mas opta pela saída mais confortável no final. Não estraga o conjunto do filme, mas diminui seu brilho.

Julho 24, 2011   1 Comment

Download: Pélico e Tributo ao Nirvana

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As 16 músicas de “Que Isso Fique Entre Nós”, segundo grande álbum do compositor Pélico, estão para download gratuito no site do compositor. Baixe gratuitamente um dos discos que deve aparecer em várias listas de melhores de 2011:

http://pelico.com.br/

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A revista Spin relembra os 20 anos de “Nevermind”, do Nirvana, lançando um tributo com os Meat Puppets (“Smells Like a Teen Spirit”), Vaselines (“Lithium”) e Amanda Palmer (“Polly”). Veja o tracking list na página da Spin que redireciona para o Facebook da revista. Basta curtir e colocar o seu email que eles enviam um link para o download:

http://www.spin.com/articles/free-album-spin-tribute-nirvanas-nevermind

Julho 24, 2011   1 Comment

Amy Winehouse, 27 anos

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Os clichês estão ai para serem usados e vividos. Amy Winehouse sucumbiu à fama e foi encontrada morta sozinha em casa neste sábado. Ela tinha 27 anos (completaria 28 em setembro) e há suspeita de overdose de drogas. Não fui aos shows que ela fez no Brasil em janeiro deste ano. Tinha a visto no T In The Park, na Escócia, em 2008, e um sentimento de pena lutava contra a expectativa de ela dar a voltar por cima. Do tipo: “Você está com pena dela agora, mas ela vai passar por isso e vai viver muito mais que você”. Tentava acreditar nisso enquanto ela tropeçava em si mesma. Um teatro triste e desolador.

Na época do T In The Park escrevi aqui: “Com uma bandeira do Brasil tremulando frente ao palco, Amy Winehouse exibiu seu drama pessoal para o festival. Visivelmente bêbada, entornando copos e copos de sabe-se-lá-o-que, tropeçando no salto alto, e muito mais, a moça que um dia cantou que não iria mais voltar para a clinica de reabilitação é apenas uma pálida amostra do que já foi um dia. Ela desafina horrores, sai do tom, entra errado nos versos e não consegue tirar nem a blusa sozinha. Pena. Porém, a história da música pop esta cheia de exemplos de pessoas que sacudiram a poeira e deram a volta por cima. É torcer por ela”.

A torcida não adiantou e isso é verdadeiramente uma pena. Como quando Kurt Cobain morreu, e André Forastieri escreveu: “Isso não é romântico. Não é um momento fundamental da história do rock’n’roll. Não é charmoso, não é legal, não é engraçado e não vai mudar a vida de uma geração. É, pura e simplesmente, uma merda.” Acho que aquele texto do Forasta se adequa perfeitamente à Amy Winehouse (leia aqui). Ela deixou a vida para entrar para a História (no clube dos clichês frequentado por Jimi Hendrix, Jim Morrison, Janis Joplin, Brian Jones, Kurt Cobain). Eu preferia um bom disco novo…

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Fotos: Marcelo Costa

Leia também:
- “Back to Black”, Amy Winehouse: 11º melhor disco dos anos 00 (aqui)

Julho 23, 2011   1 Comment

Pensando na vida…

E a vida foi feita para ser pensada? Questão…

Julho 23, 2011   1 Comment

Devidamente diplomado

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Também sou diplomado em Stella Artois, mas no Campeonato de Tirador de Chopp (esse aqui) fiquei em nono lugar (de nove participantes)

Julho 20, 2011   5 Comments

Top 5 - Festival de Benicàssim

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 Top 5 - Bruno Dias (Urbanaque)
01) Arcade Fire
02) Arctic Monkeys
03) Primal Scream
04) Friendly Fires
05) Portishead

Top 5 - Lúcio Ribeiro (Popload)
01) Arctic Monkeys
02) Primal Scream
03) Friendly Fires
04) Portishead
05) Arcade Fire

Top 5 - Marcelo Costa (Scream & Yell)
01) Arcade Fire
02) Primal Scream
03) Portishead
04) Arctic Monkeys
05) Friendly Fires

Top 5 - Felipe Grecco (Família Scream & Yell)
01) Arctic Monkeys
02) Primal Scream
03) Arcade Fire
04) Friendly Fires
05) Art Brut

Top 5 - Alexandre Dias (Washing Machine)
01) Primal Scream
02) Arcade Fire
03) Portishead
04) Arctic Monkeys
05) Elbow

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 - Fotos: Marcelo Costa http://www.flickr.com/photos/maccosta
- Destaques dos quatro dias do FIB 2011, por Marcelo Costa (aqui)

Julho 18, 2011   1 Comment