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Posts from — Janeiro 2011

A volta da Escola de Escândalo

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Brasília, começo dos anos 80, tudo acontecendo ao mesmo tempo agora. A cidade que catapultou Legião Urbana, Capital Inicial e Plebe Rude também viu nascer – praticamente ao mesmo tempo – outras bandas promissoras, quatro delas cravadas no imaginário pop de muitos através da coletânea “Rumores”. Lançado em 1985, este disco marca a estreia dos grupos Escola de Escândalo, Finis Africae, Elite Sofisticada e Detrito Federal, com duas canções de cada um deles.

A Escola de Escândalo foi formada em 1983 por Bernardo Mueller (irmão de Andre Mueller, da Plebe Rude, na voz) e Geraldo “Geruza” Ribeiro (irmão de Loro Jones, ex-Capital Inicial, no baixo), que vinham da banda XXX. Entre 1984 e 1985 entraram na banda o lendário guitarrista Fejão (1965-1996), o baterista Alessandro “Itália” e Marielle Loyola, como apoio vocal para Bernardo, e participou da coletânea “Rumores” com as faixas “Complexos” e “Luzes” (a segunda regravada pela Plebe Rude).

Segundo “O Diário da Turma”, livro de Paulo Marchetti, a banda acabou em 1988 deixando mais de 20 canções inéditas, faixas que ainda circulam pela web em versões demo e ao vivo, mas nunca foram registradas oficialmente pela banda. Fejão foi para o Anjos Caídos (depois Dungeon) e Marielle partiu para o Arte no Escuro (que lançou um álbum produzido por Gutje, da Plebe Rude) e, depois, Volkana.

Corte para 2010. De conversas por e-mail entre Geraldo e Marielle surge a possibilidade de resgatar o repertório da Escola de Escândalo. Com apoio de Bernardo Mueller, que aprovou a idéia, mas decidiu ficar de fora do projeto, Geraldo e Marielle resolveram realizar um registro das muitas músicas da Escola de Escândalo, convocando o baterista Totoni (que tocou na banda em 1984) e o guitarrista Alexandre Parente, parceiro musical de Fejão no Fallen Angel, para as gravações.

Assim, a Escola de Escândalo iniciou a produção do disco em outubro de 2010 fechando o repertório em dez faixas: “Caneta Esferográfica”, “Luzes”, “Complexos”, “Grande Vazio”, “Popularidade”, “Lavagem Cerebral”, “Quatro Paredes”, “Más Línguas,” “Só Mais Uma Canção de Soldados e Guerras” e “Celebrações” (do Arte no Escuro). O álbum deverá estar à disposição em março. Abaixo, “Complexos” ao vivo em Brasília, 22/01/11. Giovanni Casanova não faria melhor.


“Complexos”

Janeiro 30, 2011   No Comments

Quatro vídeos do Los Porongas ao vivo em SP


“Silêncio”


“Não Há”


“O Lago”


“Come Together”

Prepare-se: os acreanos do Los Porongas retornam, quatro anos após um excelente álbum de estréia, com o primeiro grande álbum da música brasileira em 2011. “O Segundo Depois do Silêncio”, recém-lançado segundo disco do quarteto, já está rolando em alguns lugares (duas músicas, “Sangue Novo” e “Silêncio”, podem ser baixadas no site oficial gratuitamente) – e é excelente.

Após abrir o ano lançando o álbum com um show no Rio Branco, no Acre, o quarteto baixou em São Paulo, no Sesc Consolação, para mostrar diversas faixas do disco novo (entre elas “O Lago”, “Silêncio”, “Dois Lados” e “A Verdade”) ao lado de grandes números do álbum de estréia (“Espelho de Narciso”. “Nada Além”, “Enquanto Uns Dormem”, “Não Há”) além de uma cover poderosa de “Come Together”.

A banda continua matadora no palco. Diogo Soares (num visual meio Jim Morrison) continua cantando muito e interagindo muito com a platéia. A mão pesada de Jorge Anzol conduz a bateria com estilo na companhia do baixo de Márcio Magrão, sempre muito bem colocado dentro da canção. Já a fúria e o veneno dos ótimos riffs da guitarra de João Eduardo são um show à parte formando uma sonoridade coesa e encorpada.

Anote: “O Segundo Depois do Silêncio”, um dos grandes discos de 2011, desde já. E o ano nem começou…

losporongas.jpg

Leia também:
– Los Porongas, um choque entre o rock setentista e a MPB (aqui)

Janeiro 22, 2011   No Comments

Segundo rascunho: Estados Unidos 2011

Primeira coisa: meu visto foi aprovado. Segunda: não estou com vontade de visitar o Tio Sam. O line-up fracote do Coachella me deixou absurdamente desanimado. Não achou fracote? Perto do Isle of Wight, por exemplo, o Coachella é brincadeira de criança: Foo Fighters, Pulp, Manic Street Preachers, Iggy and The Stooges, Beady Eye, Joan Jett e Public Image Ltd coroam o grande line-up de 2011. E eles vão confirmar mais gente. Espere.

Mas, voltando a América, algumas coisas começam a sinalizar que devo mesmo investir meu sonho de shows no primeiro semestre no Primavera Sound. Por exemplo: eu deveria viajar no dia 02 de abril, mas eis que o senhor Elvis Costello baixa em São Paulo no dia 05/04. Estou pouco me importando com o U2, que toca alguns dias depois, mas por Elvis Costello eu adio tudo. Assim, se realmente manter-se o plano de viagem, EUA só a partir do dia 06/04. Era uma vez quatro dias.

E não é que o Arcade Fire confirmou dois shows solo para Chicago exatamente um dia depois de eu ter voltado? Isso mesmo. Preciso estar trabalhando (faça chuva ou faça sol) no dia 25/04, o mesmo dia que o Arcade Fire faz a sua primeira apresentação em Chicago. Preço do ingresso: 60 dólares. Mais barato do que ver o Vampire Weekend no Brasil. É pra eu ir mesmo?

O fato é que preciso decidir logo e correr atrás de passagens e hospedagens. As coisas encarecem muito conforme as datas se aproximam, e é preciso economizar. O Festival de Benicassim já foi devidamente riscado do meu calendário pessoal, mas as coisas ainda estão divididas entre Coachella (que vem perdendo terreno no meu coração desde que anunciou o line-up) e Primavera Sound, que não me traria nada de novo em termos turisticos, mas renderia bons shows.

Cara ou coroa?

02/04 São Paulo – ? (Memphis?)
03/04 – ?
04/04 – ?
05/04 – ?

06/04 – São Paulo – São Francisco
07/04 – São Francisco
08/04 – São Francisco
09/04 – São Francisco
10/04 – Los Angeles
11/04 – Los Angeles (Renato chega)
12/04 – Los Angeles
13/04 – Los Angeles
14/04 – Los Angeles – Índio
15/04 – Índio
16/04 – Índio
17/04 – Índio
18/04 – Índio / Nova York
19/04 – Nova York
20/04 – Nova York
21/04 – Nova York
22/04 – Nova York
23/04 – Nova York
24/04 – Nova York / São Paulo

Janeiro 21, 2011   No Comments

Tim Maia retorna ao mercado em 20 CDs

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Chega às bancas no dia 28/01 o primeiro volume da caixa Coleção Tim Maia, da Abril Coleções. Com 15 volumes, o grande atrativo do box são os três álbuns da fase Racional do cantor, o último, inclusive, inédito.

Reunião mais extensa de álbuns de Tim Maia já colocados no mercado, a Coleção Tim Maia perde a chance de se tornar completista ao deixar de fora os sensacionais álbuns de 1972 e de 1976 em favorecimento de álbuns de covers do fim da carreira do cantor (e dois discos ao vivo). Ainda assim vale muito investir no box (principalmente pelo acabamento em formato livreto).

O primeiro álbum que ficou de fora, de 1972, popularmente conhecido como “Volume 3”, traz os hits “Canário do Reino” e “O Que Me Importa” além da sensacional “Sofre” (tocamos no podcast 6. Baixe aqui). Já o “Volume 5”, de 1976, tem “Rodésia”. Outro bom título que ficou de fora foi “Tim Maia” de 1977 (volume 6).

A gravadora Universal, por sua vez, havia colocado um box de Tim nas lojas no fim do segundo semestre do ano passado (pelo jeito, a família resolveu o imbróglio de direitos autorais com todo mundo) com oito CDs e um DVD, sendo que ali estão presentes os “Volume 3” e “5” além de outros três títulos que não aparecem na coleção da Abril.

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“Tim Maia Racional Vol. 3” acaba sendo a grande vedete do box da Abril Coleções. Após se desiludir com a seita, Tim deixou as canções do que viria a ser o “Volume 3” da fase Racional inacabadas em estúdio, e as canções foram recuperadas e terminadas em 2010 por músicos que participaram das gravações anteriores – algumas destas versões já haviam caído na internet nos últimos anos (leia sobre aqui e aqui). O CD, porém, não será vendido em bancas, mas “dado” para aqueles que comprarem os 14 volumes da coleção.

A coleção da Abril (15 CDs) pode ser comprada semanalmente em bancas ao preço de R$ 14,90 (CD + Livreto), sendo que o primeiro disco, a clássica estreia de Tim, sai por R$ 7,90. O box inteiro custa R$ 201,60 em 5 parcelas de R$ 40,32 (14 volumes + Racional 3 grátis) ou R$ 216,50 (14 volumes + Racional 3 grátis + caixa com desconto). O box “Tim Maia Universal” (8 CDs e um DVD) está custando R$ 159.

Ao todo, as duas coleções juntas somam 20 CDs diferentes reeditados de Tim Maia (apenas três títulos se repetem nas duas caixas).  Compare abaixo as duas seleções e escolha a melhor (ou, quem sabe, as duas). Como diz um amigo, aproveita porque (tratando-se de Tim Maia) esses álbuns podem sumir de catálogo a qualquer momento.

Coleção Tim Maia (Abril)
http://www.colecaotim.com.br/
CD 1. Tim Maia 1970
CD 2. Tim Maia 1971
CD 3. Tim Maia 1973
CD 4. Racional 1
CD 5. Racional 2
CD 6. Tim Maia Disco Club | 1978
CD 7. Tim Maia 1978
CD 8. Nuvens – 1982
CD 9. Dance Bem – 1990
CD 10. Tim Maia interpreta clássicos da Bossa Nova – 1990
CD 11. Tim Maia ao vivo – 1992
CD 12. Só você – 1997
CD 13. What a wonderful world – 1997
CD 14. Tim Maia in Concert – 2007
CD 15. Racional 3

Tim Universal Maia (Universal)
CD 1: Tim Maia 1970
CD 2: Tim Maia 1971
CD 3: Tim Maia – 1972
CD 4: Tim Maia – 1973
CD 5: Tim Maia – 1976
CD 6: Tim Maia – 1980
CD 7: Descobridor dos Sete Mares (1983)
CD 8: Sufocante (1984)
DVD: Tim Maia ao vivo | 1992

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Janeiro 21, 2011   No Comments

Quatro vídeos do Lestics ao vivo em SP


“Dois de Paus”


“Gênio”


“Vazio”


“Tropeço”

Numa sala escura (e lotada) do terceiro andar do Sesc Consolação, em São Paulo, o pessoal do Lestics lançou o ótimo filme documentário sobre a banda produzido pelo pessoal da TV Cronópios (assista aqui), que lança luz sobre a formação dos músicos, o que cada um faz no Lestics além de apresentar números ao vivo e mais algumas curiosidades. Bem interessante (e divertido em várias partes).

Para celebrar o lançamento, o Lestics preparou um set especial (com as músicas que não tocaram no filme) que reverberou bem na sala pintada de negro, como várias letras do Olavo, que em certo momento da noite aproveitou para comentar: “Disseram que minhas letras são depressivas, mas acho que algumas delas tem uma certa dose de humor”. Na correria, na hora de optar por filmar em PB acabei também diminuindo o tamanho do imagem do vídeo sem querer. Uma pena porque as imagens estavam tão bonitas, mas o resultado ficou legal. O bom é que Lili fez fotos ótimas (aqui).

Senti a banda muito mais à vontade do que no show da Festa da Confraria Pop, e tudo (ao menos para mim) fluiu melhor. “Aos Abutres”, disco que o Lestics lançou em 2010, está no meu Top 5 do ano passado e pode ser baixado gratuitamente no site (aqui) dos caras (assim com os outros três ótimos CDs). Eles são uma das bandas que mais admiro na atualidade, e estão azeitando ao máximo essa formação em quinteto (que estreou no terceiro disco, “Hoje”, de 2009). Prestenção neles.

Bom som, boas letras e nenhuma pose. Like.

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Umberto no final do show do Lestics. Mais fotos aqui

Leia também:
– “Aos Abutres”, do Lestics, é pop da melhor qualidade, por Mac (aqui)

Janeiro 19, 2011   No Comments

Download: Para Além do Post:Rock

Com a palavra, Victor de Almeida:

“Este ano apresentei meu trabalho de conclusão de curso em Jornalismo (‘Para Além do Post-Rock: Cena, Mídia e a Nova Música Instrumental Brasileira’), uma pesquisa sobre a formação da nova cena de música instrumental brasileira. Procurei mostrar como a cena emergiu dentro do cenário da música independente nacional, como o surgimento de selos e festivais independentes foram importantes para a consolidação de um mercado segmentado da nova música instrumental. Bem como, mostrar que a cena é plural e não se limita à gêneros musicais específicos, como o caso do Post-Rock, e se mostra, hoje, como um dos movimentos mais originais da música contemporânea brasileira”.

Você pode ler “Para Além do Post-Rock: Cena, Mídia e a Nova Música Instrumental Brasileira” online aqui ou mesmo baixar o arquivo em PDF para seu computador e imprimir (é só dar um “salvar como” aqui). Vale.

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Janeiro 17, 2011   No Comments

Site do Última Hora chega a 100 mil fotos

mutantes.jpg

Entrou no ar esta semana mais 60 mil novas fotografias do acervo do jornal Última Hora, um dos mais importantes periódicos do jornalismo brasileiro, que circulou em diversas cidades brasileiras nas décadas de 1950 e 1960. Atualmente, 112 mil fotografias e 1.200 já foram digitalizadas e podem ser vistas pelo site. Entre as preciosidades, cliques como este abaixo, d’Os Mutantes ao vivo no III Festival Internacional da Canção Popular, 29/09/1968.

http://www.arquivoestado.sp.gov.br/uhdigital

A consulta às fotografias pode ser feita por período, autor ou palavra-chave. Toda a cobertura dada pelo jornal a temas como política, esporte, artes, teatro, cinema e literatura pode ser observada no seu arquivo fotográfico. Da posse de João Goulart no Senado (1956), a prisão do jornalista Carlos Lacerda (1952), a primeira Bienal de Arte Moderna (1951), Juan Manuel Fangio em Interlagos (1952), o surgimento do Cinema Novo nos anos 1950 ou o enterro do General Castelo Branco (1956). Vale muito olhar.

Janeiro 17, 2011   No Comments

Lili estreia blog de fotos

Demorou, mas eis que a senhora Costa decidiu blogar. Parece que foi ontem que ela começou a fotografar shows com essas máquinas digitais simplezinhas. O tempo passou, ela começou a ficar exigente, investiu em câmeras e lentes, fez cursos legais (um deles com o grande fotógrafo Carlos Moreira) e agora estreia um blog (que será parceiro do site que ela deve colocar no ar nos próximos dias). Sou suspeito para falar dela (e só ela sabe o quanto foi chato e crítico nesse tempo todo), mas as fotos estão lindas.

http://lilianecallegari.wordpress.com/

Janeiro 17, 2011   No Comments

Cinco fotos: Atacama

Clique na imagem se quiser vê-la maior

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Deserto de Sal

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Laguna

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Lhama

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Na Beira do Penhasco

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A Dona da Rua

Veja mais imagens de cidades no link “cinco fotos” (aqui)

Janeiro 11, 2011   No Comments

Holanda: La Trappe Dubbel

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No século 17, monges cistercienses fundaram a abadia francesa de Notre-Dame de la Trappe buscando uma vida simples na contramão do luxo vivido pelos monges na época. Meditação, isolamento e oração estavam entre as tarefas destes monges, que ficaram conhecidos como Trappistas, e que, para sustentar o monastério, produziam queijos, pães e vinhos.

Corta para 2010. Dos 171 mosteiros trapistas existentes no mundo, apenas sete produzem cerveja (seis na Bélgica e um na Holanda). Estes sete mosteiros são os únicos autorizados a marcar seus produtos com o selo de autenticidade trapista, garantindo a origem monástica de sua produção – sob a supervisão de monges da Ordem Trapista.

Produzida desde 1884 no monastério de Onze Lieve Vrouw van Koningshoeven, na província de North Brabant, na Holanda, a La Trappe é a única cervejaria Trapista que não é belga. Importada pela Bier & Wien, a La Trappe chega ao Brasil em várias versões (Blond, Dubbel, Tripel, Quadrupel, Witte e Bock – veja aqui).

A Dubbel tenta despistar o álcool (são 7,0%) através do malte de caramelo (torrado), que confere um leve adocicado ao conjunto – e que remete (bastante) a chocolate e, claro, café. No aroma, algo de banana e álcool (que acaba se sobressaindo). O paladar, no entanto, não sente tanto o álcool (proposto pelo aroma e pelo rótulo), mas sim banana, uvas passas, chocolate amargo e, bem menos, café. O final é inicialmente amargo, mas termina mesmo levemente adocicado (mas muito leve).

É só a versão Dubbel, mas das seis trapistas que conheço (Achel, Orval, Rochefort, Chimay, Westmalle e La Trappe – a Westvleteren é a única que falta riscar no calendário), a La Trappe Dubbel pareceu a menos equilibrada que provei (apesar de, inegavelmente, ser saborosa). As Chimay são perfeitas. As Achel vêm logo depois. Orval e Westmalle são ótimas. Já as Rochefort, cuidado, são para experientes.

A La Trappe Dubbel pode ser encontrada (em sua versão 750 ml com rolha) no Pão de Açúcar e em diversos empórios (incluindo sites como a Biervoxx, Submarino e Americanas.com) entre R$ 31 e R$ 36.

Teste de Qualidade: La Trappe Dubbel
– Produto: Belgian Dubbel
– Nacionalidade: Holanda
– Graduação alcoólica: 7%
– Nota: 3,86/5

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Faça o tour virtual pelo mosteiro. Clique na imagem

Leia também
– Top 400 Cervejas, por Marcelo Costa (aqui)
– Leia sobre outras cervejas (aqui)

Janeiro 7, 2011   No Comments