Blog do Editor do Scream & Yell
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Posts from — Julho 2010

Woody Allen para completar a coleção

Três filmes do Woody Allen até então inéditos em DVD no Brasil chegam ao país via 2001 (veja aqui). Os três frequentam o terceiro escalão de obras do diretor (ok, “Setembro” é segundo escalão), mas se é WoodyAllen vale ver mesmo quando o filme é fraquinho…

“Simplesmente Alice”: Após ter feito um de seus melhores filmes, o denso “Crimes e Pecados” (1989), Woody partiu para uma comédia de costumes leve com Mia Farrow interpretando uma ricaça que gasta fortunas em bichos de pelúcia para seus filhos enquanto vive um casamento sem amor com o marido (William Hurt). Ela acaba se apaixonando por um saxofonista no mesmo momento em que começa a se consultar com um médico especializado em poções mágicas. (continue lendo aqui)

“Setembro”: Um dos filmes mais polêmicos do diretor, “Setembro” fracassou nos cinemas e não foi entendido em sua época, de forma até clara. Woody vinha de três comédias de muito sucesso (“A Rosa Púrpura do Cairo”, “Hannah” – indicado a sete Oscars, do qual levou três – e “A Era do Rádio”), e rompe o ciclo com um drama inspiradíssimo em Bergman. Quem foi ao cinema esperando piadas encontrou uma longa trama de desencontros dramáticos, e deve ter odiado. (continue lendo aqui)

“Neblinas e Sombras”: Eis uma ótima comparação cinematográfica para aquele clichê da pessoa linda e burra. “Neblinas e Sombras” é um pastiche filmado em branco e preto que valoriza a fotografia belíssima de Carlo di Palma (fotografo de “Blow-Up”, de Antonioni, e todos os Woody Allen entre “Hannah e Suas Irmãs” e “Desconstruindo Harry”) em detrimento do roteiro. Woody Allen encavala dezenas de citações literárias sem nenhum foco e desperdiça um elenco estelar. (continue lendo aqui)

Paralelamente chega às lojas a caixa Coleção Woody Allen, com 20 filmes:

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Bananas (1971)
Tudo o que Você Sempre Quis Saber Sobre Sexo Mas Tinha Medo de Perguntar (1972)
O Dorminhoco (1973)
A Última Noite de Boris Grushenko (1975)
Noivo Neurótico, Noiva Nervosa (1977)
Interiores (1978)
Manhattan (1979)
Memórias (1980)
Sonhos Eróticos de uma Noite de Verão (1982)
Zelig (1983)
Broadway Danny Rose (1984)
A Rosa Púrpura do Cairo (1985)
Hannah e suas Irmãs (1986)
A Era do Rádio (1987)
Setembro (1987)
A Outra (1988)
Crimes e Pecados (1989)
Simplesmente Alice (1990)
Neblina e Sombras (1991)
Melinda e Melinda (2004)

A caixa está saindo ao preço de R$ 249,90

Leia também: “Woody Allen de 0 a 10″, por Marcelo Costa (aqui)

Julho 28, 2010   6 Comments

Smashing Pumpkins no Planeta Terra

O contrato já estava assinado fazia uns dez dias, mas só hoje aparece a confirmação oficial: Billy Corgan baixa no Planeta Terra.

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Os ingressos para o festival, que irá acontecer novamente no Playcenter, já estão à venda pelo site da Tickets for Fun ou pelo fone 4003-6464. estavam à venda, mas a produção retirou o link do ar, e as vendas vão ser retomadas dia 01 de agosto. O preço dos ingressos do primeiro lote é R$ 160, com possibilidade de meia-entrada. No segundo lote, o ingresso vai custar R$ 180. No terceiro, R$ 200, e no último, R$ 220. Além dos Pumpkins estão confirmados Hot Chip e Phoenix.

Julho 28, 2010   7 Comments

Download: Scream & Yell on The Radio #2

Já está disponível para download o segundo programa Scream & Yell na Rádio Levis, que foi ao ar na sexta-feira passada (23/07). Desta vez, eu e Tiago Agostini falamos dos 15 anos do disco “Calango”, o álbum mais importante da história do Skank (que retorna às lojas em uma versão com oito bônus tracks), tocamos Cigarettes, The New Pornographers, Sparklehorse featuring Dangermouse e chocamos a versão demo de “O Bebado de Ulysses”, do Terminal Guadalupe, com a versão oficial lançada no disco “Vc vai Perder o Chão”.

Na segunda metade do programa, Tiago conta como foi conhecer a rotina do casal Pato Fu, John e Fernanda, em Belo Horizonte, uma extensão do belo perfil da banda mineira que ele publicou na revista Rolling Stone deste mês. Há ainda espaço para Steve Albini, Tulipa Ruiz e o momento Bob Dylan. O primeiro programa lidera a lista de podcasts mais baixados da Rádio Levis. E os dois estão disponíveis para download aqui. Divirta-se. Sexta, às 15h, vai ao ar o terceiro programa

1) A Cerca, Skank 3:29
2) Addictions, Cigarretes 3:03
3) Crash Years, The New Pornographers 4:07
4) Just War (feat. Gruff Rhys), Sparklehorse featuring Dangermouse 3:44
5) O Bêbado de Ullysses (Demo), Terminal Guadalupe 2:42
6) O Bêbado de Ullysses, Terminal Guadalupe 2:25
7) Primavera, Pato Fu 2:15
8 ) Rape Me, Nirvana 2:50
9) Broken Face, Pixies, 1:30
10) Pedrinho, Tulipa Ruiz, 4:02
11) The Times They Are A-Changin’, Bob Dylan 3:15

Baixe: http://radiolevis.com.br/#/podcasts

Julho 27, 2010   1 Comment

Novo ap, SWU, BRMC e Rodrigo Lemos

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Vazou o disco do Arcade Fire (que é bem bom), Rodrigo Lemos (ex-Poléxia) colocou seu primeiro EP solo para download, Mano Menezes foi para a seleção, BRMC fez um cover de um cover do Pogues, Roger Rocha Moreira me entrevistou, tomei uma baita porre de cervejas gringas na sexta-feira e eu e Lili finalmente assinamos o contrato do nosso novo apartamento (aos 45 minutos do segundo tempo).

Do fim para o começo: saímos da Bela Cintra para subir uns setecentos metrôs para morar na Fernando de Albuquerque, quase na esquina da Bela Cintra. Esse apartamento sempre foi uma de nossas primeiras opções por estar reformado, ser grande e bem, localizado. O dono é um economista argentino que pareceu ser bem gente boa.

Temos que entregar esse apartamento no próximo fim de semana, ou seja, temos cinco dias para encaixar coisas. Já assinamos a papelada, mas devemos pegar às chaves na próxima quarta, mais tarde quinta-feira. Na sexta já pedi folga para acelerar o processo de desmontagem das coisas no velho ap, e lá vamos nós: apartamento novo, vida nova.

A semana promete ser corrida. Tem uma pauta boa pela frente, programa da rádio Levis a ser gravado na segunda-feira, caixas a serem fechadas para mudança e o provável anúncio do próximo passo do Scream & Yell. E no próximo fim de semana ainda vai rolar discotecagem no lançamento do novo clipe do Charme Chulo (veja o flyer e coloca na agenda). Haja pique.

O lance do Roger foi bem divertido. Ele me entrevistou pruma parada ae sobre o espírito do rock and roll, e 20 anos atrás eu nunca poderia ter imaginado isso acontecer. Tirando o fato dele me sarrear dizendo que sou uma mistura do Leoni com o João Barone, o papo fluiu bem e assim que tiver algo coloco por aqui.

Outras idéias minhas foram publicadas no ótimo Rock’n’Beats, numa pauta sobre sustentatibilidade e o polêmico SWU Festival (leia aqui). Tenho uma série de reservas ao festival até o momento. Acho que o planejamento foi feito de forma errada (isso se existiu planejamento) e o line-up apresentado até agora mostra que o festival está atirando para todos os lados. Mas ainda vale dar um voto de confiança. Vamos ver onde isso vai dar.

O BRMC decidiu regravar em estúdio o clássico “Dirty Old Town”, canção de 1949 que ganhou uma versão poderosa dos Pogues, em 1985, produzida por Elvis Costello. Eles tocaram essa versão no show que vi deles em Viena, dois meses atrás, e aqui ela aparece em versão despojada em comemoração dos 50 anos das botas Dr. Martens. Você pode assistir ao clipe e baixar a canção em MP3 de graça aqui. O projeto da Dr. Martens ainda terá o Raveonettes regravando “I Wanna Be Adored”, do Stone Roses. Tudo aqui.

Quem também está voltando com material novo é Rodrigo Lemos, ex-Poléxia, que libera seu primeiro EP solo de forma gratuita. “Lemos, EP” traz cinco faixas (gostei de “Alice” e “Menina Laranja”) com participações de Alexandre Rogoski (Baque Solto), Diego Perin (Banda Gentileza) e Vinícius Nisi, Luís Bourscheidt e Thiago Chave, os três da Banda Mais Bonita da Cidade. Você pode baixar o EP aqui e ler uma entrevista com o Lemos aqui.

Por fim, ainda quero ouvir um pouco mais “The Suburbs”, o novo e intenso disco do Arcade Fire, que vazou na sexta-feira. Os caras já lançaram dois discos matadores (falei do “Funeral” aqui e do “Neon Bible” aqui) e fazia muito, mas muito tempo, que uma banda não chacoalhava o cenário pop deixando todo mundo na expectativa. Se diz algo, a primeira audição de “We Used To Wait” causou arrepios. Fodona, massssss… aguarde.

Julho 25, 2010   12 Comments

Agenda: Charme Chulo lança novo clipe

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 E eu, Tiago Agostini e os Dias Brothers discotecamos. Coloca na agenda!

Julho 22, 2010   No Comments

Download: Scream & Yell On The Radio #1

O Scream & Yell estreou na semana passada seu programa semanal na Rádio Levis comandado por mim e por Tiago Agostini. O resultado ficou ok. Temos muito a melhorar, mas acho que ficou divertido e vale o seu download. O programa está disponível para download (aqui) em MP3 no site da rádio junto aos programas dos amigos do Urbanaque, Move That Jukebox!, My Cool e From The Big SMoke (do chapa Afonso Cappelaro) além de entrevistas comandadas pelo capo da rádio, Edu Parez, com Ludov, Emicida, Black Drawing Chalks, Pata de Elefante e Copacabana Club.

Neste primeiro programa criamos uma pequena estrutura de seções que vamos tentar seguir nos próximos. Dentre as seções fixas temos a Download (sempre recomendando algum lançamento com download gratuito), os Lançamentos Internacionais, a Batalha de Bandas (inspirada no “Pequeno Livro do Rock”, do Herve Bouris) ou de Músicas, o Lançamento Nacional (nesta primeira edição destacamos o primeiro single do Dasvelas, grupo formado por 3/4 do Terminal Guadalupe – Allan, Fabiano e Marano – mais Igor Ribeiro) e o momento Bob Dylan, que irá encerrar todos os Scream & Yell On The Radio.

O set list do programa #1 foi este e foi pode baixar gratuitamente aqui.

01 Paz e Amores, Nevilton - 3:41
02 Prédio, Apanhador Só - 2:59
03 Drunk Girls, LCD Soundsystem - 3:54
04 When I Still Have Thee, Teenage Fanclub - 3:31
05 Search and Destroy - Stooges (mix David Bowie) - 3:29
06 Search and Destroy - Stooges (mix Iggy Pop) - 3:29
07 Cowboy, Comunidade Nin Jitsu - 3:25
08 Barcelona, Giulia y Los Tellarini - 2:23
09 Eu Acredito em Você, Dasvelas - 4:14
10 Simple Twist Of Fate, Jeff Tweedy - 3:44

http://www.radiolevis.com.br/#/podcasts

Julho 22, 2010   4 Comments

Flashrock, Scream On The Radio e Nevilton

O Bruno, de Londrina, foi o sorteado na promoção Converse / Scream & Yell, e vai ganhar um Converse customizado pelo pessoal do Bicicleta Sem Freio. Já os relatos do Flashrock em Belo Horizonte confirmam sucesso de público (ficou gente de fora inclusive), que foi conferir as apresentações de Black Drawing Chalks, Macaco Bong, Chuck Hypolytho, Dead Lover’s Twisted Heart, Fusile, Proa e Hell’s Kitchen Project. O Conversation conta mais sobre o evento aqui.

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Gravamos ontem a segunda edição do Scream & Yell On The Radio, na Rádio Levis, que vai ao ar na próxima sexta-feira, 15h. O primeiro programa deve entrar para download hoje, máximo amanhã. Já conseguiu passar lá para sacar os novos programas especiais? http://www.radiolevis.com.br/

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Um dos fortes concorrentes ao posto de disco nacional de 2010 caiu no twitter ontem. Viu? Aqui. Eu tenho uns dois discos na manga, mas esse dai deve balançar o cenário…

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Quer ter uma pequena idéia de como andam sendo as apresentações ensandecidas do Nevilton? Os sócios do Urbanaque colocaram no ar o bootleg “Festa Urbanaque Apresenta Nevilton na Funhouse” com o show que o trio fez na casa da Rua Bela Cintra no dia 03/07. Baixe aqui.

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Julho 20, 2010   2 Comments

O lançamento da Confraria Pop em SP

Bem, não vou me alongar muito para falar sobre a festa. Acho que nem precisa. As fotos falam por si. Mas deixa eu tentar resumir tudo em dois parágrafos. Em certo momento do show do Apanhador Só, Lili (que estava fotografando junto com a Mariana Lima) virou pra mim: “Que show foda!”. Foi tão natural e… verdadeiro. Acho que a Katchu ouviu. E ambos sorrimos por dentro. Já o show do Nevilton foi… sensacional. Fodão como os shows do trio tem sido com citação de uma constelação de gente legal.

Um bom (e bonito) público compareceu à Livraria da Esquina decorada de Festa Julina para tomar quentão, estourar biribinhas e dançar na festa que marcava a união do Scream & Yell, Urbanaque, Move That Jukebox! e da Agência Alavanca. Fiquei orgulhoso com a noite, com os shows, com as discotecagens, com as pessoas que conheci, com os amigos que foram. Até parecia uma criança… bêbada (risos). Todas as fotos da noite estão no flickr da Confraria Pop (aqui), mas selecionei essas cinco abaixo para animar você a ir lá ver as outras…

Ps. Um obrigado especial ao pessoal da Livraria e, claro, aos agora parceiros Kátia Abreu, Pamela Leme, Bruno, Cirilo e Leonardo Dias, Alex Correa, Neto Rodrigues, Tiago Agostini mais as queridas Katia Melo, Lili Callegari, Mariana Lima e Paula Sato. Estamos apenas começando…

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http://www.flickr.com/photos/confrariapop/

Julho 19, 2010   4 Comments

Dias cinzas

Não sei o motivo, mas dias cinzas me lembram poesia. Não escrevo uma poesia já faz uns… seis anos. Mesmo assim, uma amiga me mandou um e-mail na sexta-feira:

- O site está lindo e sempre muito interessante. Ai lembrei-me de uma coisa: a muuuuuito tempo você tinha postado uns poemas seus lá e hoje tentei relê-los, sem sucesso. Inclusive estava procurando um em especial, lembro somente de um trecho e de certa forma me sinto envergonhada por não me lembrar do título. Era algo sobre a solidão freqüentar tanto a casa que já estava pegando cerveja na geladeira.

Fui olhar os poemas (eles estão aqui) e deu tanta saudade de escrever. Nisso colocamos na minha conta o fato de eu já estar bastante tenso com a mudança de apartamento (tenso leia-se: gastrite), não ter tido o melhor dos fins de semana dos últimos tempos, e ainda ter assistido a cinebiografia do John Keats, “Bright Star”. Tuitei assim que sai da sessão:

“Bright Star: um senhor chorava de soluçar ao meu lado numa cena mais bonita que o filme”.

E conclui:

“É uma pena não poder morrer tão facilmente hoje em dia. Nos resta… chorar.”

Uma amiga, espertamente, comentou:

“Saiu tuberculoso de Bright Star? =) // A ed. Hedra tem um pocket bilingue do “Ode sobre a Melancolia” do Keats. Fino”.

Não sei se sai tuberculoso do filme, mas vou comprar o livro (apesar de preferir muito mais os franceses aos ingleses) e ver se rabisco algum poema. Um dos motivos de não escrever tanto tempo é estar feliz (e a felicidade é brega em 99% dos casos). Porém, ando triste, os dias estão cinzas e não estou conseguindo dar conta do mundo. Se você acompanha esse blog há algum tempo sabe que não existe motivo de preocupação. Afinal é melhor morrer de vodka do que de tristeza, certo.

Julho 19, 2010   2 Comments

Dormir às 3h30 da madrugada

…e acordar às 7h na sexta-feira para trabalhar. Foda. Mas estou orgulhoso por ter ficado até tarde para editar e publicar uma entrevista tão bacana quanto essa que o chapa Elson fez com o Steve Albini, no estúdio do cara em Chicago. Vale muito ler. Está aqui.

Julho 16, 2010   No Comments

Confraria Pop convida…

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O Scream & Yell entrou no ar em outubro de 2000, mas eu já estava virando madrugada ali por agosto de 2000, quando me mudei de mala, CDs e cuia de Taubaté para São Paulo para tentar a vida na cidade grande (que eu nasci). Virei várias madrugadas na redação acertando detalhes do que viria a ser a primeira capa do site, ainda usando os serviços do HPG (pouca gente deve lembrar).

Dez anos se passaram, e me surpreendo por ainda estar aqui escrevendo e pelo site ainda continuar relevante. Este segundo semestre promete bastante, e duas novidades você vai poder conferir essa semana: o Scream & Yell On The Radio, na Rádio Levis, e o Confraria Pop, megafusão independente do Scream & Yell, Urbanaque, Move That Jukebox! e Alavanca.

O Scream & Yell On The Rádio irá ao ar todas as sextas, às 15h, na Rádio Levis. Eu e Tiago Agostini comandamos o falatório. A gente ainda está aprendendo a mexer com os botões, mas ficou divertido e interessante. Nessa sexta vamos falar de Stooges, Teenage Fanclub e apresentar em primeira mão a estréia do Dasvelas, grupo formado por Allan, Marano e Fabiano, os três ex-Terminal Guadalupe (mais Igor, do Iris).

E na própria sexta-feira realizamos a primeira festa conjunta da Confraria Pop (siga a gente no twitter aqui) com direito a quentão, pipoca e músicas juninas mais shows de Apanhador Só e Nevilton na Livraria da Esquina. E você deve estar se perguntando: que porra é essa Confraria Pop? A resposta é simples: é a união de um monte de gente que pensa música da mesma forma, e que acredita que, juntos, pode fazer as coisas melhor.

A Confraria Pop nasceu entre copos de cerveja em diversas baladas paulistanas nos últimos meses. Eu e Tiago tocando a Festa Scream & Yell na Casa Dissenso, e Leonardo, Cirilo e Bruno Dias sempre apareciam para prestigiar os shows, a discotecagem, e papear sobre música. Nós todos íamos às festas que a Kátia e Pamela, da Alavanca, organizam, e sempre (mas sempre mesmo) acabávamos discutindo a cena. E o Alex e o Neto baixaram em São Paulo, o que os aproximou desse burburinho pop.

Há uma admiração e respeito mútuo entre nós, que vai muito além do pensamento cego de querer se isolar. O Move That Jukebox! indica textos do Scream & Yell. O Scream retuita as pautas do Urbanaque e do Move. O Urbanaque troca figurinhas com o pessoal do Move e com a Alavanca e todo mundo bebe cerveja e vê shows juntos. Há um pouco de cada um de nós no trabalho do outro, o que torna natural uma união.

A idéia é aglomerar. Fazer coisas juntos. Apresentar para você, que vem aqui ler as coisas do Scream & Yell, as coisas bacanas que o pessoal do Urbanaque, do Move That Jukebox! e da Alavanca estão fazendo também. Para isso vamos ter um portal que irá unir os conteúdos. Cada um dos sites continuará mantendo a sua personalidade, seu endereço, mas o conteúdo dos quatro poderá ser encontrado em apenas um único lugar.

E tem as festas. A primeira acontece nessa sexta com duas bandas admiradas por todos nós. Então, mais do que uma explicação do que é a Confraria Pop, esse texto é um convite de peito aberto para que você venha beber um quentão com a gente na sexta-feira porque, mais do que qualquer coisa, estamos fazendo isso para aglomerar pessoas. Acreditamos que há uma cena musical maravilhosa nesse país, e queremos dividir isso com os nossos amigos. O convite está feito. Sinta-se em casa.

Confraria Pop apresenta Apanhador Só e Nevilton
Discotecagem: Alex Corrêa (Move That Jukebox!), Pamela Leme (Agência Alavanca), Irmãos Dias (Urbanaque) e Marcelo Costa e Tiago Agostini (Scream & Yell)
Quando: Sexta, 16 de julho, a partir das 23h
Onde: Livraria da Esquina “A” – Rua do Bosque, 1254, Barra Funda – SP
Quanto: R$15 (porta) ou R$10 na lista (confrariapop@gmail.com)
Censura: 18 anos
Capacidade: 180 lugares
Estacionamento: Conveniado (R$10)
Telefone: (11) 3392-3089
Site: www.livrariadaesquina.com.br

Julho 15, 2010   7 Comments

Download: Cigarettes e Harmada

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A primeira tem mais de 15 anos de estrada. A segunda está lançando suas primeiras canções agora. Em comum o fato de que você pode baixar as músicas destas duas bandas cariocas gratuitamente.

O Cigarettes antecipa o disco novo com o EP “Happiness, Glory and Calmness”, que você pode pegar gratuitamente no site da Midsummer Madness (aqui). Além das quatro canções - “The Bore”, “Pothead”, “We are Alone” e “Addictions”- estão disponiveis alguns itens raros em se tratando de Cigarettes, como as fitas demo “Foolish Things and Blah Blah Blah / Felícia” (1994) e o disco “Bingo” (1997).

http://mmrecords.com.br/200611/cigarettes/

Já o Harmada é o novo projeto do chapa Manoel Magalhães, que em 2005 deu as caras com o Polar, que lançou um EP bastante elogiado (”A Mesma Pessoa No Mesmo Lugar”), fez shows em São Paulo e até bateu comigo (leia aqui). O Harmada está lançando o EP “Música Vulgar para Corações Surdos”, disponível para download no site Oi Novo Som (aqui). Lá você pode baixar as canções “Luz Fria”, “Avenida Dropsie” (que fala em deja vu de rock inglês e as portas do metrô Consolação fechadas), “Sirene e Alarmes” e “Faça Por Mim”.

http://www.oinovosom.com.br/harmada

Julho 13, 2010   No Comments

Nevilton lança o clipe de “O Morno”

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Uma das canções do ano… assista aqui

Julho 13, 2010   No Comments

Revista Noize #35 para download

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Fiquei meio inseguro com a minha coluna desse mês na revista Noize, mas o Fernando, editor, disse (sem eu perguntar!) que o pessoal tinha gostado muito. Ganhei o dia. A coluna se chama “Você já sentiu saudade de algo que nunca teve?”. Leia online ou baixe o PDF aqui.

Julho 12, 2010   1 Comment

Opinião do Consumidor: Baltijos Dark Red

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A Lituânia é uma das três Repúblicas Bálticas (a saber, as outras duas são a Letônia e a Estônia) cuja história destaca invasões russas e prussianas, união com a Polônia, ocupação nazista, outra invasão russa após a segunda guerra mundial até se conseguir se firmar independente em 1990. Atualmente soma aproximadamente 4 milhões de habitantes e é desse país pouco conhecido pelos brasileiros que vem a Baltijos Dark Red, uma Dunkel avermelhada extremamente maltada e interessante.

A Baltijos é a mais antiga da família de cervejas Švyturys, uma cervejaria que abriu as portas em 1784 (a mais antiga da Lituânia) e que chega ao Brasil com site especial em português (veja aqui) e mais seis rótulos. O surgimento da cervejaria (número 1 de seu país) é bastante particular: um comerciante deixou de exportar cerveja alemã para a cidade e, na falta, os moradores decidiram fazer sua própria cerveja, nascendo assim a Švyturys em Klaipeda (na costa Lituana, Mar Báltico).

A Baltijos é uma boa pedida para quem gosta de cervejas adocicadas. O caramelo do malte se sobrepõe ao conjunto e se destaca, marcando não só o aroma, mas também o sabor, sem chegar a enjoar (na primeira garrafa). Há notas florais no paladar, mas o conjunto fica no meio do caminho entre uma Pale Ale (mais forte e encorpada) e uma Dunkel tradicional (mais leve e não tão adocicada). Interessante para variar o cardápio, mas não para ser consumida com regularidade.

Teste de Qualidade: Baltijos Dark Red
- Produto: Cerveja Munich Dunkel
- Nacionalidade: Lituânia
- Graduação alcoólica: 5,8%
- Nota: 2,5/5

Leia também:
- Tour Europa 2010: 68 cervejas em 30 dias (aqui)
- Schmitt Barley Wine, Tucher, Edelweiss e outras (aqui)

Julho 10, 2010   2 Comments

Que tal ganhar um Converse customizado?

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Que tal ganhar um Converse customizado pela galera do Bicicleta Sem Freio? O Scream & Yell, em parceria com a Converse, sorteia um modelo da série Assim Caminha o Rock para os leitores do site. Para participar, basta deixar um comentário abaixo (com nome completo e email correto para contato) dizendo qual a sua banda preferida do novo rock brasileiro explicando o motivo da sua escolha. O sorteio acontecerá no Dia Mundial do Rock.

Para comemorar a data, a Converse baixa em Belo Horizonte no dia 13 de julho para tomar a Praça da Savassi com o Flashrock 2010, que contará com Black Drawing Chalks, Macaco Bong, Chuck Hypolytho, Dead Lover’s Twisted Heart, Fusile, Proa e Hell’s Kitchen Project. Os ingressos serão distribuídos em promoções durante a semana em Belo Horizonte e na Praça da Savassi no dia 13 a partir das 18h.

O ganhador do Converse será conhecido na terça-feira, dia 13/07, via sorteio da Quina número 2344. Vale o primeiro número da ordem de sorteio.

E o sorteado foi… nº 74, Bruno, que escreveu sobre a Lulina.

Mais informações: http://www.comemoreorock.com.br/

Julho 7, 2010   92 Comments

Você conhece Roma? E a Roma de Fellini?

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Na primeira cena, a morte (uma garota segurando uma foice) caminha em uma estrada devastada. Close na placa: Roma, 340 quilômetros. A declaração de amor do cineasta Federico Fellini à cidade eterna é simplesmente devastadora e emocionante. O cineasta caçoa da cidade que o abrigou ao mesmo tempo em que faz belíssimas declarações de amor. “Devemos ser leais a nossa natureza”. A frase justificativa é do próprio Fellini no meio do filme, após ser pressionado por alguns estudantes que não querem a Roma de todos os filmes: “simpática, confusa e maternal”. Eles querem ver nas telas os problemas dos trabalhadores, da educação.

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Um produtor, no entanto, se preocupa: “Este filme será exibido no estrangeiro. O que vão pensar da nossa querida Roma? Que Roma é essa cheia de vadios, drogados, hippies nojentos, travestis e estudantes que não querem estudar? As pessoas são más”, diz o senhor grisalho com olhos de quem já viu dias melhores na cidade eterna. A saída de Fellini é voltar ao passado, direto para um velho teatro pré-guerra, em que artistas desafiam o público em números de comédia, música e dança.

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No entanto, o alarme soa e todos são levados para um abrigo antiaéreo. Bombas caem sobra cidade do Papa enquanto geringonças perfuram o subterrâneo tentando expandir as linhas de metrô da cidade. “A cada 100 metros encontramos uma obra histórica”, diz em tom de pesar o dono da companhia. “Chamamos os arqueólogos e as obras param por quase um ano. Sabe desde quando existem planos de metrô em Roma? 1880. Sempre paramos na burocracia e nas obras históricas”, diz o senhor.

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Fellini, no entanto, não desiste de ser leal a Roma que ele vê. Ele destrói a cidade, e a acaricia. Dezenas de pessoas almoçam no meio da rua, ao lado dos trilhos dos bondes. Uma criança grita palavrões. O pai ri. A câmera então leva o espectador para um pedágio de carros, e uma voz em off diz: “Que impressão a Roma dos dias de hoje pode dar aos turistas? Vamos entrar pela cidade de carro pela auto-estrada”. O cenário que se vê é de caos completo. Prostitutas e travestis acenam dos acostamentos, animais invadem a estrada, acidentes param o trânsito, buracos aparecem por todos os lados, a chuva alaga as ruas e o congestionamento é assustador parando no…  Coliseu. Isso é Roma. Ao menos é a Roma de Fellini. Quer mais lealdade do que expor a cidade que você ama com todos os defeitos e qualidades de forma tão… visceral?

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Porém, o diretor não para por ai. Ele desanca o papado em um sensacional e corrosivo desfile de moda eclesiástica. Há muito mais. A câmera passeia pelo bairro do Trastevere e flagra um escritor norte-americano que vive em Roma. Assim que vê a câmera, ele começa o monólogo arrasador: “Você quer saber por que vivo em Roma? Eu poderia dizer que vivo em Roma porque é uma cidade central, mas na verdade Roma é a cidade das ilusões. É uma cidade, antes de tudo, da Igreja, do governo e do cinema. Todos fabricantes de ilusões. Eu também fabrico ilusões, assim como você. E quer lugar melhor do que esta cidade, que já morreu tantas vezes, e ressuscitou outras tantas, para ver o verdadeiro final da humanidade através da superpopulação e da poluição? Me parece o local perfeito para ver se acabamos de vez ou não”.

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A cena termina com um brinde ao final da humanidade. E de Roma. Os restos da cidade, que também podem ser chamados de fontes, são iluminados em um passeio de moto na madrugada que é pura poesia cinematográfica. Simplesmente sensacional. Sensacional. Sensacional.

Julho 7, 2010   4 Comments

Tenso

Esse lance de procurar apartamento é tenso. Ainda mais quando se lida com burocracia… pqp.

Julho 5, 2010   3 Comments

Coluna de Segunda: Blog, o novo fanzine

Primeiro dos dois textos escritos especialmente para o blog Novos Jornalistas. O outro texto, “O crítico na era digital”, você pode ler lá. O link direto é esse aqui.

O fanzine, uma revista (magazine) feita por um fã, surgiu no começou do século 20 tratando primeiramente de quadrinhos e ficção cientifica, mas sua popularização se deu no auge do movimento punk, época em que alguns jovens encontraram na folha de papel em branco um espaço importante para conversar com o mundo. E começou assim: fanzines mimeografados sobre música, que usavam a colagem como ferramenta e a criatividade como forma de arte. Eram distribuídos em shows, em locais de interesse comum (lojas, feiras, praças) ou mesmo enviados por correio criando uma rede de contato que se fortaleceu com o passar dos anos devido à divulgação boca a boca. Porém, apesar de ainda hoje existirem vários fanzines de papel, o modelo viu seu espaço amplificado com o surgimento da internet, no geral, e dos blogs, em particular. No começo do século 21, dezenas de webzines (fanzines de internet) tomaram a rede difundindo informação. Eram revistas eletrônicas tentando abraçar várias áreas da cultura. O cenário agora parece mudado. A quantidade de webzines diminuiu, e a de blogs temáticos aumentou. Os blogs, que começaram sua história como um diário pessoal de cada pessoa (que usava a página em branco do Word para falar de acontecimentos do dia-a-dia), passaram a ter um direcionamento, e assim como um fanzineiro, os blogueiros passaram a usar as novas ferramentas de blogs para se dedicar a um assunto especifico. A pessoa deixa de escrever de acontecimentos do dia-a-dia (ou até escreve, mas em menores fluxos) e se dedica a refletir alguma paixão sua – exercendo a função de fã. Assim surgem os blogs temáticos que, num olhar mais profundo, começam a ocupar o espaço que era do fanzine, ou melhor, passam a ser o novo fanzine. A pessoa usa aquele espaço para falar de algo que é fã, que admira. E na página em branco do Word começam a ser discutidas novas idéias, que podem abarcar o triunvirato da cultura jornalística (cinema, música, literatura), e se expandir para lugares sem nenhum controle. Uma pesquisa pelo Google pode nos dar uma pequena idéia da amplitude do alcance dos blogs: existem blogs dedicados à boneca Barbie, a moedas mundiais, a poesia parnasiana e a novelas mexicanas. Dezenas de blogueiros analisam corridas de automobilismo (com a Fórmula 1 sendo o tema da maioria, mas ainda há espaço para motos e outras categorias), quadrinhos, séries de TV, política (interessantíssimos em período de eleição), gastronomia (que além de receitas de pratos traz análises de restaurantes com boas dicas) e arquitetura. Três dos temas do momento parecem ser Moda, Cerveja e Viagens. A pessoa abre uma conta em um blog, por exemplo, para relatar suas experiências na Europa. É a folha em branco sendo usada como veiculo de comunicação com o mundo. Antes era uma folha em papel. Agora é uma folha numa tela de computador que assim que transposta para o blog coloca a pessoa em contato com o mundo. O correio foi e ainda é fundamental na divulgação do fanzine em papel, na comunicação entre leitor e fanzineiro. O blog, por sua vez, aproxima ainda mais o leitor do blogueiro (o novo fanzineiro) através da caixa de comentários, um espaço democrático usado tanto para críticas como para perguntas e/ou complementos ao assunto discutido. É uma nova realidade, uma nova forma de se comunicar. Ou, como diria uma antiga propaganda: o mundo a um toque do mouse. Mesmo.

Julho 5, 2010   2 Comments

Los Pirata, Superguidis e Terminal Guadalupe

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Após três semanas percorrendo cidades nos EUA dentro da van “Ballena Branca”, o trio Los Pirata entrou em um estúdio em Nova York para registrar músicas novas que vão estar em “Les Show”, terceiro disco que chega às lojas em agosto. Antecipando o lançamento, a banda liberou no Reverbenation o “Les Show EP”, com quatro faixas inéditas: “Les Show”, “Amor y Libertad”, “Glory Days” e “Pirata Corazon”. Baixe aqui.

http://www.reverbnation.com/lospirata

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Os gaúchos do Superguidis estão disponibilizando todos os seus discos e raridades para audição e download na Trama Virtual, incluindo o último disco, “Superguidis 3”. O lote inclui “A Caixinha do Tio César” e “Guri de Apartamento”, sobras do disco “A Amarga Sinfonia do Superstar”, de 2007, e o disco integral do pré-Superguidis, Os Dissidentes, gravado em 2000 e inédito em edição “oficial”. Trata-se da “fase grunge” dos futuros Superguidis, então com idades em torno de 17 anos. Baixe aqui.

http://tramavirtual.uol.com.br/superguidis

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O Terminal Guadalupe anunciou que encerra suas atividades no final deste ano. Como balanço, o vocalista e letrista Dary Jr. colocou toda discografia da banda e dezenas de raridades para audição e download na Trama Virtual. Estão disponíveis os discos “Burocracia Romântica” (2003”, “Vc Vai Perder o Chão” (2005), “A Marcha dos Invisíveis” (2007) e o ao vivo “Como Despontar para o Anonimato” (2008) além dos EPs “Delação Premiada” (2005), “O Tempo Vai Me Perdoar” (2009) e “O Explorador de Telhados” (2010) além de registros ao vivo, ensaios e demos. Tudo aqui.

http://tramavirtual.uol.com.br/terminal_guadalupe

Julho 4, 2010   2 Comments