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Opinião do Consumidor: Schmitt Barley Wine

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Finalmente, uma das gaúchas me conquistou. Após mostrar má vontade com a Schmitt Ale e desaprovar a Schmitt Sparkling, eis que a versão Barley Wine da cervejaria artesanal de Porto Alegre conseguiu um pontinho a favor com meu paladar cervejeiro – e agora é esperar que a La Brunnete Stout empate a peleja e a Magnum vire o jogo.

O segredo da Barley Wine é a dose tripla de malte que deixa a cerveja encorpada e agressiva não só no sabor, mas também na graduação alcoólica: 8,5% (contra 4,5% das nossas tradicionais de boteco) mesma graduação da Duvel, cerveja belga que se chama Demônio e reina absoluta aqui em casa.

O aguado e o azedo característico das versões Ale e Sparkling também batem ponto aqui, porém, logo cedem lugar para o amargor que deixa clara a valorização do álcool no ótimo conjunto. Nota-se ainda um pouco de frutado e cítrico no paladar, que ficam em segundo plano. À frente, brilhando, vem o álcool e o malte.

A top das Schmitt é uma cerveja que pode ser guardada por bastante tempo (essa da foto poderia ser consumida até novembro de 2014), e pede-se para bebê-la como se fosse conhaque. Recomenda-se, inclusive, envelheça-la (as Barley Wine inglesas, por exemplo, podem ser consumidas em até 25 anos). Pode ser encontrada em lojas e revendedores entre R$ 6 e R$ 8 a garrafa de 355 ml.

Teste de Qualidade: Schmitt Barley Wine
– Produto: Cerveja Ale
– Nacionalidade: Brasil
– Graduação alcoólica: 8,5%
– Nota: 3,5/5

Leia também:
– A Schmitt Ale se perde entre o azedo e o aguado (aqui)
– Sparkling Ale (sem bolhas) lembra demais a Schmitt Ale (aqui)

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