Blog do Editor do Scream & Yell
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A saga da procura do apartamento perfeito

Terça-feira chega um e-mail:

“Bom dia!

Estou tentando entrar em contato pelo telefone, porém não estou tendo nenhum sucesso. Foi enviado já há alguns meses atrás uma notificação para a desocupação do imóvel e até o momento ainda não tivemos nenhum retorno em relação a desocupação do mesmo. Por gentileza, entre em contato conosco o quanto antes, e nos forneça um telefone de contato atualizado.

Desde já agradeço.
Atenciosamente,
Imobiliária”

Não entendi bulhufas. Como assim enviaram meses atrás uma notificação para desocupação do imóvel, e ninguém fala mais nada? Estranhamente, o aluguel e o condôminio, que também são enviados pela imobiliária, chegam todos os meses. Será que eles perderam o endereço do apartamento? Desculpinha esfarrapada, hein.

Liguei lá, ela explicou que tinhámos que deixar o apartamento um mês após recebermos a nova notificação que eles estão nos enviando. Retruquei dizendo que, segundo a lei, tinhámos 90 dias. Ela confirmou, frisando: “Quanto mais rápido melhor”. Isso foi na terça, e a tal notificação ainda não chegou. História mal contada essa, mas não tem como fugir do recado, certo.

Desta forma, passei três horas da minha tarde de folga camelando atrás de um novo apartamento. É incrível como as coisas sempre são o contrário do que queremos. Quando eu era solteiro, e procurava aps de um dormitório, só encontrava aps de dois ou três para alugar. Agora que quero um ap de dois dormitórios achei vários de um ou três e até quatro para alugar. Ah Murphy. Hehe.

Nossa idéia é continuar morando próximo a avenida Paulista, ou no mínimo nessa região. Hoje subi a Peixoto Gomide, andei pelas ruas Antônio Carlos, Luis Coelho, pela Haddock Lobo e pela Matias Aires.  Estiquei até um pedacinho da Avenida Angélica e só fui entrar realmente em um apartamento (após ligar para várias imobiliárias) na Rua Antônia de Queiroz, com dois quartos, salão, mas R$ 2 mil de aluguel (tudo incluso, sem garagem) e terreo. É só o primeiro dia.

Fevereiro 4, 2010   3 Comments

Opinião do Consumidor: Eggenberg Urbock 23º

Eggenberg Urbock 23º

A austríaca Eggenberg Urbock 23º é uma cerveja duplo bock clara, com 23 graus de extrato primitivo (mais alto ainda que o dá Primator 16% Exkluziv – leia aqui – que é uma cerveja bastante forte) e 9,6% de teor alcoólico (o dobro de teor alcoólico da Pilsen que estamos acostumados a beber em bar), que se apresenta como “a cerveja mais forte do mundo”, o que justifica sua filiação double bock. Para os alemães, as bock são tão fortes quanto um coice de bode (bock). Ou seja, tirem as crianças de perto.

Medalha de prata em 2008 do Word Beer Cup na categoria duplo bock estilo alemão, a Eggenberg Urbock 23º é uma cerveja de baixa fermentação que amadurece em caves durante nove meses, até que esteja completamente fermentada e com sua bela e intensa cor dourada. O aroma é fortíssimo e bastante complexo, marcado por malte, álcool e um pouco de mel – e impressiona mais do que o teor alcoólico, que não chega a bater tanto apesar da forte presença de álcool.

O paladar no inicio é amargo, deixando transparecer malte e mel (que encobrem a presença do álcool). O lúpulo marca o final, que após alguns segundos de amargor passa a ser extremamente adocicado, o que dificulta sua ingestão em grandes quantidades – e confunde o paladar. É uma cerveja densa, bastante maltada, perfeita para acompanhar queijos e doces a base de chocolate. Não é a minha preferida, mas pode conquistar alguns.

Eggenberg Urbock 23º
- Produto: Double Bock
- Nacionalidade: Austriaca
- Graduação alcoólica: 9,6%
- Nota: 2/5

Fevereiro 4, 2010   No Comments