Blog do Editor do Scream & Yell
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Posts from — Fevereiro 2010

Manifesto de apoio a Denise Bottmann

“Prezado mac:
 
quatro pesos-pesados da tradução literária no Brasil - Heloisa Jahn, Jorio Dauster, Ivone Benedetti e Ivo Barroso - numa generosa iniciativa de solidariedade juntaram esforços e redigiram um manifesto sobre o processo da landmark contra mim e o nãogostodeplágio.
 
encontra-se em
http://apoiodenise.wordpress.com/, e os dispostos a subscrevê-lo encontram o link do abaixo-assinado no próprio apoiodenise ou diretamente em:

http://www.petitiononline.com/Bottmann/petition.html
 
sua adesão a esta manifestação seria de grande importância, e agradeceria muito se vc pudesse publicar o texto ou os links do manifesto e divulgar entre seus contatos.
 
obrigada,
 
denise bottmann
http://naogostodeplagio.blogspot.com

Abaixo, reproduzo o texto e manifesto meu apóio a Denise.

“Causou comoção entre todos os profissionais ligados aos meios editoriais do País a notícia de mais um processo movido contra a tradutora Denise Bottmann, em decorrência de denúncias de plágio de tradução, por ela veiculadas em seu blogue Não Gosto de Plágio.

Diante do número de plágios desmascarados ao longo dos últimos anos por essa incansável profissional, ficou claro que a extensão de tal delito é muito maior do que qualquer um poderia imaginar quando das primeiras descobertas. Desta vez o processo é movido pela Editora Landmark, que apresentou em juízo as seguintes pretensões: vultosa indenização por pretensos danos morais e materiais; publicidade restrita (ou seja, andamento do processo sob sigilo de justiça);  remoção do blogue Não Gosto de Plágio da internet, invocando o “direito de esquecimento”;  antecipação dos efeitos da tutela de mérito (ou seja, determinação da remoção imediata do blog antes do exame do mérito da ação impetrada).

O fato é que, em pouco tempo, o referido blogue se tornou amplamente conhecido e converteu-se num ponto de referência certamente incômodo para os que, até seu advento, não eram molestados no tranquilo afã de copiar traduções esgotadas e lançá-las no mercado com nomes reais ou fictícios, nem de longe assemelhados aos dos verdadeiros tradutores. Assim, considerando a necessidade de que essas denúncias não só tenham prosseguimento, mas também se ampliem e aperfeiçoem, nós, abaixo assinados, nos mobilizamos a favor do desmascaramento de uma prática que:

1. fere a Lei de Direitos Autorais, que considera o tradutor como autor de obra derivada e salvaguarda seus direitos morais e patrimoniais;

2. configura concorrência desleal, pois as editoras de má-fé, não arcando com os custos dos direitos de tradução ou não pagando por uma retradução, põem em desvantagem as editoras que, pautando-se pela idoneidade, assumem tais custos;

3. atenta contra nosso patrimônio cultural, ao disseminar a cópia fraudulenta de obras muitas vezes assinadas originalmente por nomes reconhecidos e estimados de nossa literatura.

Pelos motivos acima, confiando que a justiça realmente será feita, publicamos esta manifestação de apoio aos esforços de Denise Bottmann, conclamando à adesão todas as pessoas interessadas no combate à prática delituosa do plágio e no enriquecimento das interações culturais neste país.

Heloisa Jahn
Jorio Dauster
Ivo Barroso
Ivone C Benedetti

IMPORTANTE: Se você quiser aderir a este manifesto, saiba que temos um abaixo-assinado em:

http://www.petitiononline.com/Bottmann/petition.html

Vá até lá e junte-se a nós!”

Ps. Afinal, do que Denise Bottmann está falando? Veja exemplos aqui

Fevereiro 28, 2010   No Comments

Vários vídeos: Lafayette e Do Amor

gabriel_lafayette.jpg

Em termos de shows, a agitada semana que passou se encerrou para mim na quinta, após Lafayette e os Tremendões chacoalharem a choperia do Sesc Pompéia com um repertório de clássicos da Jovem Guarda, e o Do Amor fazer todo mundo sacolejar na lotadaça festa Versão Brasileira, no CB.

Lançando o álbum “As 15 Mais Quentes” (falei dele aqui), Lafayette surgiu acompanhado do escrete indie Os Tremendões (Érika Martins , Renato Martins, Melvin, Nervosoe Gabriel Thomaz) e tocou quase o dobro de clássicos da Jovem Guarda. Filmei dois números, um aqui e outro aqui, e o Tiago Agostini completou com este.

lafa_erika.jpg

Já o Do Amor fez todo mundo dançar lambada, carimbó e axé. Bonito de se ver (bêbado). De brinde, Gabriel e Nervoso subiram ao palco para reviver momentos do Acabou La Tequila, com versões para “Flaming Moe” e “O Som da Moda” (assista aqui). Ainda tem “Meu Coração” (aqui), “Cachoeira” e “Perdizes” (aqui), as duas últimas filmadas pelo Agostini.

Acordei sem voz, de ressaca e gripadíssimo na sexta-feira. E feliz.

do_amor.jpg

Fevereiro 28, 2010   1 Comment

Eu até…

ia escrever algo hoje, mas a gripe está me detonando. Volto assim que melhorar. :/

Fevereiro 26, 2010   2 Comments

Uma frase

“Estou fazendo algo que odeio por você. É isso que significa estar apaixonado”

Alex em “Tudo Se Ilumina”, de Jonathan Safran Foer

Fevereiro 24, 2010   6 Comments

Dois vídeos: Lulina e Bruno Morais ao vivo

Lulina no Sesc Pompéia

Foto: Marcelo Costa (mais aqui)

Uma terça-feira absurdamente quente em São Paulo, perfeita para chopp gelado, ganhou dois bons shows gratuitos em duas unidades diferentes do Sesc: no Consolação, Bruno Morais; no Pompéia, Lulina.

Bruno Morais, acompanhado de uma ótima banda cujo destaque vai para Guizado (que arrepiava a alma com seu trumpete), tocou a integra do excelente “A Vontade Superstar” (que você pode baixar aqui) mais uma ótima versão para uma canção de Lulina, “Bichinho do Sono”, que você pode assistir aqui.

Na choperia do Sesc Pompéia, um ótimo público pode conferir mais uma boa apresentação de Lulina, que não se restringiu ás canções do álbum “Cristalina” (baixe aqui), mas os “hits independentes” marcaram presença: “Meu Príncipe”, “Margarida” e o hino hilário “Balada do Paulista”, em uma versão superior a de estúdio (assista aqui).

Agora é esperar a quinta-feira: Lafayette e os Tremendões prometem uma festa na choperia do Sesc Pompéia (às 21h), e depois, ali pela meia-noite, Do Amor mostra as músicas de seu primeiro disco na festa Versão Brasileira, no CB.

Fevereiro 24, 2010   1 Comment

Coisas para ler, ver e ouvir

Para ler

Como contratar um jornalista, por André Forastieri
“Conheço uma pá de estudantes e recém-formados em jornalismo. Tenho uma dó louca. Nossa profissão está acabando. Quer dizer, o tempo em que nossa profissão era fácil está acabando. Mais explicitamente: antes era mais fácil enrolar o leitor, o chefe, até os colegas“. Leia mais aqui.

“O império das bandas coxinhas”, por Sérgio Martins
“Chris Martin é um sujeito exemplar. Vocalista e líder do grupo Coldplay, que desembarca nesta semana no país para apresentações no Rio e em São Paulo, ele não perde a chance de ajudar os mais necessitados”. Leia mais aqui.

Editora processa blogueira, por Sérgio Rodrigues
“A tradutora e blogueira Denise Bottmann, do site Não Gosto de Plágio, precisa de ajuda. Caçadora mais ou menos solitária de picaretas editoriais, está sendo processada pela editora Landmark, que pede ao juiz indenização mais a retirada de seu blog do ar.” Leia mais aqui.

Para ver

Bruno Morais faz show gratuito no Sesc Consolação (Rua Dr. Vila Nova, 245) nesta terça-feira, às 19h30. Canções como “Hino dos Corações Partidos F.C.”, “A Vontade” e a novíssima “Cidade Baixa” (que toquei no meu set list da rádio Levis, e você pode baixar aqui) podem fazer o seu dia mais bonito.

Lulina, na sequência, apresenta as deliciosamente pegajosas “Balada do Paulista”, “Meu Príncipe” e outras no Sesc Pompéia, às 21h, também com entrada gratuita. Aliás, você já visitou a Lulilândia? Aqui.

Lafayette e os Tremendões (Gabriel, do Autoramas, Érika Martins, ex-Penelope, Renato Martins, do Canastra, Melvin, do Carbona, Nervoso, do Nervoso & os Calmantes, e Marcelo Callado, Do Amor e Banda Cê, de Caetano Veloso) tocam hits da Jovem Guarda na Choperia do Sesc Pompéia na quinta-feira, 21h. Para beber chopp escuro e cantar até ficar rouco.

Do Amor na festa Versão Brasileira, no CB (Rua Brigadeiro Galvão, 871), ali pela meia-noite de quinta-feira. E ainda tem Eisenbahn de Trigo (bebi quatro na primeira festa), Pale Ale (quatro na terceira festa) e outras que vou descobrir (e beber quatro).

Vanguart no Studio SP (Baixo Augusta), no meio da madrugada de sexta-feira para sábado. Já faz um tempo que não vejo o amigo Helio Flanders e seus comparsas ao vivo.

Para ouvir

Em mais uma de suas empreitadas malucas, João Brasil fez um mashup delicioso que junta a sensacional “O Que Que Nego Quer (Comer a Mulher)”, do rapper De Leve, com a não menos sensacional “Samba a Dois”, um dos últimos momentos de criatividade do Los Hermanos. Ouça (e baixe) o mashup aqui.

A banda Graveola e o Lixo Polifônico está liberando seu novo “meio” disco gratuitamente em seu site oficial. Gostei do primeiro (?) disco deles, que ainda não comentei por absoluta falta de tempo, e já baixei esse novo. Vale a pena o download. Aqui.

Você gosta de bootlegs? Se a resposta for positiva, divirta-se aqui.

********

Ps. Eu tinha que escrever sobre “Um Homem Sério”, novo filme chapado dos irmãos Coen, mas bateu um sono…

Fevereiro 22, 2010   5 Comments

Entrevistão do mês: Heitor e Nevilton

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Eu e Tiago Agostini convidamos Heitor (Banda Gentileza) e Nevilton para um bate papo acompanhado de cerveja e uns quitutes numa segunda-feira quente em São Paulo. Após dez litros de cerveja, uma entrevista que você pode ler aqui.

A idéia é fazer todo mês um entrevistão bacana, caprichado e extenso, abrindo espaço para que artistas bacanas contem suas histórias pessoais e analisem conosco algo que nos une tremendamente: a música.

No caso de Heitor e Nevilton, a entrevista é valiosa não só por mapear o caminho de dois jovens artistas, que com suas próprias canções estão conquistando um espaço importante no cenário nacional, mas por mostrar suas escolhas, conquistas e dúvidas, que se parecem, em maior e menor grau, com as de centenas de bandas que batalham por um espaço.

Fevereiro 22, 2010   6 Comments

Nick Hornby, o pensador do pop

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 Jerônimo Teixeira entrevista Nick Hornby

“Nick Hornby, 52 anos, é um dos principais nomes da ficção inglesa contemporânea. Com best-sellers como Alta Fidelidade e Um Grande Garoto no currículo (ambos transpostos com sucesso para o cinema), ele é às vezes descrito como alguém que se dedica a retratar um tipo muito específico: trintões e quarentões que se recusam a crescer. Seu tema, no entanto, é outro: a maneira como a cultura pop - e a música em especial - moldou a sua geração e as gerações seguintes.” Leia aqui

Fevereiro 19, 2010   4 Comments

Duas músicas novas de Romulo Fróes

Romulo Fróes, foto de Marcelo Costa

Romulo Fróes já começou a trabalhar em seu novo álbum. Na terceira edição da festa Versão Brasileira, no CB, Romulo apresentou cinco músicas novas, que mostram que o músico está voltando ao samba, com direito ao cavaquinho de Rodrigo Campos, novo parceiro de Romulo. Duas delas, “Onde Foi Que Nunca Vem” e “Jardineira”, você pode assistir/ouvir em primeira mão aqui.

A festa Versão Brasileira, projeto de Romulo Fróes e da Agência Alavanca, segue no CB às quintas-feiras. Após shows de Curumin, Numismata e Romulo, a próxima edição (26/02) terá o grupo carioca Do Amor. Para março, já estão confirmados o rapper paulista Emicida e a cantora pernambucana Isaar.

Fevereiro 19, 2010   2 Comments

Todo carnaval tem seu fim

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 Cordão Cecília / Fotos: Liliane Callegari

 Enfim, 2010 começa. Clichê, eu e você sabemos, mas inevitável. Apesar de janeiro ter voado, parece que o ano estava hibernado, esperando o momento certo para acordar, o que aqui pros nossos lados acontece invariavelmente após o carnaval. E olha que tem Copa do Mundo e Eleições Presidenciais pela frente. 2010 parece até ano sabático, mas nem deve ser tudo isso, ou devemos nos preocupar?

Particularmente, esse foi o primeiro carnaval que folguei em três anos. Dos últimos oito anos, trabalhei em seis carnavais, todos na redação, virando madrugada. Até pensei em viajar. Deu vontade de ir para o Rio, vi preços de vôos para Porto Alegre e de pousadas em Monte Verde, tudo proibitivo. No fim das contas, fiquei em São Paulo com Lili procurando blocos de rua para fotografar, vendo filmes e escrevendo.

No sábado de sol queimando a moleira fomos atrás de um trio não elétrico, na verdade, um cordão, o Cordão Cecília, um grupo pequeno, mas bastante animado (fotos minhas aqui e da Lili aqui) que diverte a Rua Vitorino Carmilo, na Barra Funda. Saímos dela a fim de pegar o Lira da Vila, na Vila Buarque, mas o pessoal ainda estava carburando no boteco para começar o agito, e acabamos desistindo (após um lanche no Bar do Zé).

Nos dias seguintes, muitos filmes. Revi os três primeiros da trilogia “Star Wars” em casa e aproveitei as pequenas filas para conferir “A Fita Branca” e “Guerra ao Terror” nos cinemas. Ainda rolaram alguns Seinfeld em casa, algumas boas cervejas (tome muito cuidado com a Baden Baden Red Ale, eita bichinho bão) e um bate papo com amigos no Filial, na Vila Madalena. E textos.

No meio do feriado, um leitor me mandou um email com uma pergunta direta: “No que você anda pensando? É só isso que eu queria saber”. A frase simples desencadeou uma porção de idéias e buscas e reflexões, que no fim não se revelou tão interessante quanto o leitor curioso deva ter imaginado. Eu penso muito. Eu penso o tempo todo. Faço planos, discuto rumos comigo mesmo. Argumento, discordo e concordo. Uma loucura.

Tenho pensado na viagem deste ano, mas bem pouco. Não quero me animar muito. Fiz o pedido pra chefia e, aguardo uma resposta. Se for aprovado, desembarco de laptop e digital em Barcelona no dia 27/05 para conferir o festival Primavera Sound. Dali para Antuérpia (ver o Pixies tocar o “Doolittle” em um lugar pequeno) e Amsterdã, Viena, Budapeste, Praga e Bratislava. Nada confirmado ainda, melhor não planejar nada.

Também tenho pensado no que quero ser quando crescer (hahaha). Ando com vontade de me arriscar na Publicidade, ou então abrir um bar, ou então ir morar em Tiradentes ou Barcelona (ok, esqueça essa última). Dez anos trabalhando com jornalismo na internet, tendo passado pelos três maiores portais do país (três anos no UOL, três anos no Terra e quatro no iG) é um bocado de tempo. Bate um cansaço, mas o aluguel precisa ser pago.

2010 é um ano de datas importantes… para mim. Em agosto completo 40 anos. Em novembro, o Scream & Yell completa 10 anos. Aliás, já dá para adiantar que São Paulo irá ganhar uma noite Noite Scream & Yell, festa (provavelmente) quinzenal com bandas escolhidas a dedo e discotecagem bacana numa casa aconchegante. Tenho boas idéias para isso, mas assim que baterem o martelo, explico tudo direitinho.

Tem mais coisas, mas é preciso calma ao cutucar o vespeiro de suas próprias idéias. Palavra pensada é uma coisa. Palavra escrita é outra. Palavra escrita é realidade. Ela salta do não lugar para se transformar em objeto palpável. E assim que ela passa do não existir para o existir, vira estaca cravada no peito clamando para ser retirada, um sonho que quer a todo custo transformar-se em realidade. Devagar com o andor, diz o ditado. E vamos em frente.

Ps1: Bora assistir mais um episódio de Lost

Ps2: Nesta quinta tem Romulo Fróes + Eisenbahn no CB. Saiba aqui

Ps3: Falta algum filme do Woody Allen para você ver? Olha aqui

Ps4: Em março, O Mundo Livre vai tocar três discos na integra no Sesc Pompéia. Veja mais aqui.

Ps5: Não paro de ouvir Dirty Projectors…

Ps6: Estou adorando “Uma Vida Iluminada”, do Jonathan Safran Foer

Ps7: Já baixou o EP do Nevilton? Aqui.  E a Loomer? Aqui. Vale.

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Fevereiro 17, 2010   8 Comments

Baixe a coletânea nº 3 do Loaded Zine

Coletânea nº 3 do Loaded Zine

Coletânea nº 3 do Loaded Zine

O pessoal do Loaded Zine caprichou em sua nova coletânea virtual. “Um Dia Isso Tudo Vai Fazer Sentido, Vol. 3″ junta Nevilton, Lê Almeida e Lestics, três nomes queridos deste espaço, com gente bacana como Caldo de Piaba, The Name, Bugs e os gaúchos da Loomer (entrevista com eles no Scream & Yell. Leia aqui). Baixe o disco aqui.

Fevereiro 16, 2010   No Comments

Estou aqui…

De verdade.

Só estou reorganizando os pensamentos.  Um leitor me escreveu perguntando apenas: “No que você anda pensando?”. Vou tentar contar amanhã…

Fevereiro 15, 2010   No Comments

Download: baixe o novo EP do trio Nevilton

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O power trio Nevilton lançou na quarta-feira seu mais novo EP, “Pressuposto”, liberado gratuitamente pelo projeto Compacto.Rec. Embalado pelas recentes excelentes apresentações ao vivo (assista “Paz e Amores” ao vivo no CCSP aqui), que colocaram a banda de Umuarama no segundo posto de melhor show nacional de 2009 do especial Scream & Yell (veja aqui), o trio lança o seu melhor registro em estúdio com faixas ótimas como a faixa título, as contagiantes “O Morno” e “Vitorioso Adormecido”, mais “Do Que Não Deu Certo” e “Singela”. Cinco canções que antecipam um grande álbum para o segundo semestre. Baixe aqui.

Fevereiro 12, 2010   1 Comment

Então…

estou sendo atropelado pelo tempo.

Fevereiro 10, 2010   1 Comment

Três vídeos de shows da semana passada

2010 começou bem…

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“Paz e Amores”, Nevilton ao vivo no CCSP

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“Artista é o Caralho”, Rubinho Jacobina e Jonas Sá no Studio SP

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“Cangote”, Curumin ao vivo no CB

Fevereiro 8, 2010   No Comments

Quando uma foto resume um grande show

Nevilton ao vivo no CCSP

Nevilton no CCSP por Marcelo Costa

Fevereiro 7, 2010   1 Comment

Desdobramentos sobre o lance do apartamento

Então, a imobiliária respondeu meu email em que eu perguntava se a dona queria vender o apartamento. Abaixo, o email:

“Bom dia Sr. Marcelo,

Já enviei pelo correio a notificação. A proprietária não tem interesse em vender, e sim atualizar o valor do aluguel conforme o mercado. O senhor teria interesse em permanecer no imóvel perante a atualização do valor de aluguel?

Aguardo seu retorno o quanto antes.
Desde já agradeço.
Atenciosamente”

Um pouco de histórico: nosso contrato venceu em julho de 2009, e uma clausula garantia que se nenhuma das partes se manifestasse, o contrato seria automaticamente renovado. Ninguém se manifestou, e o contrato foi renovado.

A questão toda é a seguinte. A imobiliária que aumentar em R$ 300 o aluguel agora, mas não pode atualizar segundo os índices do mercado (que são baixos). Então eles vão e quebram o contrato, e fazem essa nova proposta. Se quisermos ficar, teremos que fazer um novo contrato com o novo valor. Isso é permitido?

Fevereiro 5, 2010   10 Comments

A saga da procura do apartamento perfeito

Terça-feira chega um e-mail:

“Bom dia!

Estou tentando entrar em contato pelo telefone, porém não estou tendo nenhum sucesso. Foi enviado já há alguns meses atrás uma notificação para a desocupação do imóvel e até o momento ainda não tivemos nenhum retorno em relação a desocupação do mesmo. Por gentileza, entre em contato conosco o quanto antes, e nos forneça um telefone de contato atualizado.

Desde já agradeço.
Atenciosamente,
Imobiliária”

Não entendi bulhufas. Como assim enviaram meses atrás uma notificação para desocupação do imóvel, e ninguém fala mais nada? Estranhamente, o aluguel e o condôminio, que também são enviados pela imobiliária, chegam todos os meses. Será que eles perderam o endereço do apartamento? Desculpinha esfarrapada, hein.

Liguei lá, ela explicou que tinhámos que deixar o apartamento um mês após recebermos a nova notificação que eles estão nos enviando. Retruquei dizendo que, segundo a lei, tinhámos 90 dias. Ela confirmou, frisando: “Quanto mais rápido melhor”. Isso foi na terça, e a tal notificação ainda não chegou. História mal contada essa, mas não tem como fugir do recado, certo.

Desta forma, passei três horas da minha tarde de folga camelando atrás de um novo apartamento. É incrível como as coisas sempre são o contrário do que queremos. Quando eu era solteiro, e procurava aps de um dormitório, só encontrava aps de dois ou três para alugar. Agora que quero um ap de dois dormitórios achei vários de um ou três e até quatro para alugar. Ah Murphy. Hehe.

Nossa idéia é continuar morando próximo a avenida Paulista, ou no mínimo nessa região. Hoje subi a Peixoto Gomide, andei pelas ruas Antônio Carlos, Luis Coelho, pela Haddock Lobo e pela Matias Aires.  Estiquei até um pedacinho da Avenida Angélica e só fui entrar realmente em um apartamento (após ligar para várias imobiliárias) na Rua Antônia de Queiroz, com dois quartos, salão, mas R$ 2 mil de aluguel (tudo incluso, sem garagem) e terreo. É só o primeiro dia.

Fevereiro 4, 2010   3 Comments

Opinião do Consumidor: Eggenberg Urbock 23º

Eggenberg Urbock 23º

A austríaca Eggenberg Urbock 23º é uma cerveja duplo bock clara, com 23 graus de extrato primitivo (mais alto ainda que o dá Primator 16% Exkluziv – leia aqui – que é uma cerveja bastante forte) e 9,6% de teor alcoólico (o dobro de teor alcoólico da Pilsen que estamos acostumados a beber em bar). Para os alemães, as bock são tão fortes quanto um coice de bode (bock). E esse coice é double. Ou seja, tirem as crianças de perto.

Medalha de prata em 2008 do Word Beer Cup na categoria duplo bock estilo alemão, a Eggenberg Urbock 23º é uma cerveja de baixa fermentação que amadurece em caves durante nove meses, até que esteja completamente fermentada e com sua bela e intensa cor dourada. O aroma é fortíssimo e bastante complexo, marcado por malte, álcool e um pouco de mel – e impressiona mais do que o teor alcoólico, que não chega a bater tanto apesar da forte presença de álcool.

O paladar no inicio é amargo, deixando transparecer malte e mel (que encobrem a presença do álcool). O lúpulo marca o final, que após alguns segundos de amargor passa a ser extremamente adocicado, o que dificulta sua ingestão em grandes quantidades – e confunde o paladar. É uma cerveja densa, bastante maltada, perfeita para acompanhar queijos e doces a base de chocolate. Não é a minha preferida, mas pode conquistar alguns.

Eggenberg Urbock 23º
- Produto: Double Bock
- Nacionalidade: Austriaca
- Graduação alcoólica: 9,6%
- Nota: 2/5

Fevereiro 4, 2010   No Comments

Liev Schreiber, Stephen Frears e Mike Mills

“Uma Vida Iluminada”, Liev Schreiber

“Uma Vida Iluminada”, Liev Schreiber (2005)

Ainda não li o livro de Jonathan Safran Foer, mas acabei de terminar “Pergunte ao Pó”, do Fante, e ele é o próximo. A Lili leu, e pelo jeito curtiu bastante a adaptação (ela adorou o livro do Jonfen). O filme é excelente. Roteiro e fotografia espertos, frases ótimas e uma atuação impecável de Eugene Hutz, vocalista do Gogol Bordello, que rouba a atenção do espectador. Elijah Wood também está muito bem, e acho que resumo o filme em uma frase que Lili me falou ao tentar explicar o livro: tem partes cômicas, mas também é triste, muito triste. Tem umas três passagens ali no final que poderiam ser a tradução perfeita da palavra lirismo. Gostei tanto que vou rever qualquer dia. E ler o livro. Já.

“Ligações Perigosas”, Stephen Frears

“Ligações Perigosas”, Stephen Frears (1988)

Falando em rever filmes, aproveitei a inspiração de “Cheri”, o mais recente lançamento de Stephen Frears (e que traz Michelle Pfeiffer no elenco), e fui tirar a poeira do DVD de um dos meus filmes preferidos de todos os tempos. “Ligações Perigosas” me fascina desde a primeira vez que assisti. Há um cuidado nos mínimos detalhes da produção que são simplesmente arrebatadores. Do começo brilhante com John Malkovich e Glenn Close sendo arrumados pela criadagem até o final angustiante, “Ligações Perigosas” é um dos melhores filmes sobre vingança já feitos. Ganhou três Oscars (roteiro adaptado, figurino e arte), mas Michelle Pfeiffer merecia uma estatueta dourada. Ainda escrevo um textão sobre ele…

“Impulsividade”, Mike Mills

“Impulsividade”, Mike Mills (2005)

Esperava mais desse filme, mas não sei por qual motivo. Ok, sei. Confundi o diretor Mike Mills com Mike Figgis (“Despedida em Las Vegas”, “Por Uma Noite Apenas”) e, ao mesmo tempo, com o Mike Nichols (“Closer”, “A primeira noite de um homem”), quando devia ter pensando no baixista do R.E.M. A premissa de “Impulsividade” é interessante (jogando luz sobre a fase em que você começa a sair da infância para a adolescência), mas o resultado não comove. Prejudica ainda a atuação fanfarrona de Keanu Reeves (ele já teve alguma graaande atuação?). Lou Pucci, que interpreta o jovem que ainda não conseguiu deixar de chupar o dedo, se sai muito bem, mas o problema de “Impulsividade” é o roteiro extremamente previsível. Ahh, a trilha é assinada pelo pessoal do Polyphonic Spree e ainda traz coisas do Ellioth Smith. Ouça o CD…

Fevereiro 2, 2010   1 Comment