Um domingo em Londres
Dica do Daniel: subimos a pé a Holland Park Avenue (vindos do Shepherds Bush Green) até a Notting Hill Gate, e foi bem gostoso. Uma caminhada de pouco mais de dez minutos em uma área bacana da cidade. Demos uma passadinha em Portobello Road (que pra minha surpresa não estava tão agitada para um domingo de sol - será que todos os ingleses foram pegar “uma praia” em Brighton?), e depois seguimos para a City, mais precisamente para a St. Pauls Cathedral.
A catedral pertence a nação e a Londres, e estava aberta no domingo apenas para as missas. Entramos, ouvimos o coro e o orgão, mas Lili não pode subir até a galeria dos sussuros, que fica para terça ou quarta. Atravessamos a Ponte do Milênio, sobre o Tamisa, para irmos fazer um lanche na Tate Modern, e na única sala que entramos, Lili deu de cara com as bailarinas do Giacometti, e quase teve um ataque de emoção (Giacometti é um dos artistas prediletos dela).
Deixamos para olhar as exposições em outro dia (de chuva, de preferencia), e saimos a bater perna pela City caminhando até a prefeitura (onde Lili tirou um cochilo), de Sir Norman Foster, atravessando a Tower Bridge, passando pela Torre de Londres (os corvos estavam lá, o que quer dizer que a monarquia está segura) chegando até o Swiss Re, outro marco de Norman Foster no centro Londrino (ele está em “Match Point”, de Woody Allen).
Chegamos detonados em casa, mas deu para ver o jogo do Brasil e sair para beber uma London Pride, interessante cerveja da cidade que é servida em temperatura ambiente, e caminhar por Sheperds Bush bebendo Castle Lager, uma cerveja sul-africana que gelada deve ser bem boa. Bem, dois minutos para acabar o tempo do netcafé. Conto sobre a casa do Aleister depois…















1 comentário
Viajando com Mac e Lili. Adorei!
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