Blog do Editor do Scream & Yell
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Posts from — Dezembro 2008

Wonkavision, Poléxia, Cérebro Eletrônico, Belo Horizonte e Morrissey

A Wonkavision já está disponibilizando a música de novembro (a penúltima música de 2008) para download gratuito em vários sites. É a superbacana “Superpoder” (hehe), música mais antiga da nova série de canções da Wonkavision, tendo sido ouvida em diversos shows durante 2007. A produção coletiva da faixa é do Sérgio Kalil e do Charles DiPinto e você pode baixa-la no link abaixo:

http://www.wonkavision.com.br/WordPress/?p=82

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Outra banda que está com material novo são os curitibanos da Poléxia. No My Space do grupo você poderá encontrar a ótima “Você Já Teve Mais Cabelo”, faixa produzida pelo grande John Ulhoa, do Pato Fu. Link abaixo:

http://www.myspace.com/thepolexia

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E já que estamos falando em download, o Tiago Agostini colocou já faz mais de um mês um link no blog dele para uma EP especial do Cérebro Eletrônico. Ele explica:

O Cérebro Eletrônico lança para download gratuito um EP especial, “Pareço Virtual”, com oito músicas: quatro do CD “Pareço Moderno”, uma versão ao vivo e os três remixes que estão na edição digipack do álbum. Só o remix do Guab para a faixa título já vale o download. Link abaixo:

http://baladadolouco.wordpress.com/2008/10/23/pareco-virtual/

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O pessoal do já lendário bar A Obra mais a turma de amigos do excelente Programa Alto-Falante anuncia a segunda edição do Festival Garimpo, e se eu tivesse um jatinho juro que dava às caras em Belo Horizonte nos próximos dias. Segue o serviço:

Quarta-feira, dia 10/12, 20h30 horas
Teatro Marília (Av. Alfredo Balena, 586 - Centro - Tel.: 3277-6319)
Show: Cinco Rios (MG) com participação de Gato Jair (Último Número)
Entrada Franca. Ingressos distribuídos a partir das 19 horas.
+ a partir de 22 horas, festa de abertura do festival n’A Obra

Quinta-feira, dia 11/12, 22 horas
A Obra (R. Rio Grande do Norte, 1168 - Savassi - Tel.: 3261-9431)
Shows: Elephas (MG), Churrus (MG) e Instiga (SP)
Entrada: R$ 12,00

Sexta-feira, dia 12/12, 22 horas
A Obra
Shows: Pequena Morte (MG), Jonas Sá (RJ) e Fusile (MG)
Entrada: R$ 12,00

Sábado, dia 13/12, 20 horas
Lapa Multishow (Av. Álvares Maciel, 312 - Santa Efigênia - Tel.: 3241-2074)
Shows a partir das 20h30: Transmissor (MG), Ricardo Koctus (MG), Estrume’ntal (MG), Do Amor (RJ), Dead Lovers Twisted Hearts (MG), Cérebro Eletrônico (SP) e Superguidis (RS)
Ingressos: R$ 12,00 (antecipados) e R$ 15,00 (no dia)

Informações: www.festivalgarimpo2008.com

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“Bill Graham Apresenta”: O trecho do livro que relata o primeiro show da The Band, produzido por Bill Graham, é simplesmente s-e-n-s-a-c-i-o-n-a-l.

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O chapa André Forastieri postou nesta semana dois textos antigos daqueles que são tão antológicos que chegam a arrepiar:

Sobre “Rocket To Rússia”, dos Ramones
“É duro ser um garoto de doze anos afundado até o queixo no lodoso tédio urbano. Todo mundo dá palpite na sua vida. O status em casa e na rua, a voz e até o corpo ainda são de criança – mas os instintos são de homem, e as garotas, todas ficando peitudas, não estão nem aí com você. Escrotas. Piranhas”. Leia mais no link abaixo:

http://andreforastieri.com.br/?p=114

Sobre um show da Angélica (e qualquer semelhança com a Mallu Magalhães é mera coincidência)
“Querida Angélica: Fui ver o show que você fez lá no Projeto SP. Tenho que confessar que nunca tinha visto um show seu, nem ouvi seus discos. Nem o Clube da Criança eu vejo, porque eu trabalho e não dá tempo e além disso eu não gosto nem dos desenhos que você passa e nem do Jaspion. Sabe por que eu fui ver o seu show? Porque eu sou jornalista”.  Leia mais no link abaixo:

http://andreforastieri.com.br/?p=106

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É a última, eu prometo: Já viu a capa do novo disco do sr. Stephen Patrick Morrissey? Você deixaria o seu bebê nas mãos deste cara? :)

Dezembro 2, 2008   5 Comments

Um dia de folga na vida

Acordei no mesmo horário de sempre (quase 8h) junto com Lili. Ela foi trabalhar e eu fui tomar um banho para, na seqüência, começar a escrever. Fiz um post sobre as fotos que tirei no domingo caminhando pela Paulista e, depois, uma 500 Toques sul-americana. Ouvi, ouvi e ouvi o Babasónicos ainda mais e fiquei lembrando do show de Jorge Drexler no Sesc Pinheiros, tempos atrás. Quando dei por mim já era 11 e tanto da manhã. Pretendia almoçar no Athenas, ao lado do Espaço Unibanco, ou no Uggis, em Higienópolis, mas acabei passando correndo no Sesc da Maria Antônia para um omelete misto com arroz, fritas e salada.

Subi para a Paulista e fui dar um pulo na Disconexus, loja bacana que, me disseram, estava com uma banca de CDs por “5 real”. Decepção. É a mesma banca de sempre dentro da loja em que já encontrei um Calexico (”Feast of Wire”) e um Jay Farrar (”Terroir Blues”) em outras oportunidades, mas que desta vez está fraquíssima. Sai de lá com sol à pino e dei um pulo no Pão de Açúcar da Teodoro Sampaio para comprar uma dúzia de Hoegaarden, três Leffe, couve para o caldo verde da noite e cerejas para a Lili. Voltei de ônibus pra casa, coloquei uma Hoegaarden no congelador e fui tomar o segundo banho do dia. Puta sol. Até coloquei água nas plantas.

Eram umas quatro da tarde quando comecei a escrever o Top Ten das Cervejas (com uma na taça). As oito eu ainda estava montando as imagens do texto e editando a capa do site ao mesmo tempo em que preparava um caldo verde caprichado e colocava roupas para lavar na máquina. Quando Lili chegou do atletismo quase às 22h, a sopa estava pronta, a roupa batida, e o Scream & Yell com a capa editada. “Você não quer ficar cuidando da casa enquanto eu trabalho?”, disse ela. “Claaaaaaro”, respondi. “É só me bancar”. (hehehe). Como os amigos do trabalho estavam conversando nesta terça no almoço, a mulherada queimou sutiã pedindo os seus direitos e somos a favor. Me deixa em casa com cerveja, dinheiro para umas viagens ao exterior e para comprar CDs que eu vou adorar. Cuido de tudo direitinho. :)

Mas não acaba por aí. Quando ela chegou eu já estava baixando e tentando instalar um segundo wordpress no Scream & Yell. Foi longe, viu. Enquanto o arquivo descompactava assisti na Tela Quente “E Se Fosse Verdade”, comédiazinha romântica bestinha com a Reese Witherspoon. E imaginar que “Lolita”, do Kubrick, estava no DVD player. Era só teclar o play. A possível instalação do wordpress foi até umas duas da manhã quando descobri que não é possível ter dois temas diferentes dentro do mesmo provedor. A idéia era ter um para a Calmantes e outro para os colaboradores, mas vou ter que pensar em outra coisa afinal fui dormir tarde, acordei cedo e esta terça-feira correu rápido pra caramba. Acho que preciso de uma outra folga…

Dezembro 2, 2008   12 Comments

Top Ten: Cervejas Européias

Entre julho e agosto passei 40 dias na Europa assistindo a shows, conhecendo alguns pontos turísticos do velho mundo e… bebendo cerveja. Era verão, o que não quer dizer muita coisa se você está na Escócia (e, às vezes, na Bélgica), mas faz toda diferença quando o assunto é Espanha, França ou Inglaterra (imagina: peguei uma semana inteira de sol em Londres!). Amigos ficaram decepcionados quando contei que não bebi uísque nacional na Escócia, mas meu lance era outro.

Assim que abri a primeira cerveja na Bélgica (na verdade, a primeira latinha foi aberta ainda sobre o Atlântico), um novo mundo se abriu com várias novidades. As cervejas belgas, sem dúvida, conquistaram o meu coração. As alemãs desceram bem – e a Beck’s, cerveja que me acompanhou no show do Radiohead em Berlim, está sendo vendida no Brasil – mas eu esperava mais. As escocesas foram uma completa decepção (a Tennents, que patrocina o T In The Festival é tão leve que parece água).

A Espanha, ao contrário, foi uma surpresa. E até a Heineken, que está entre as marcas que mais detesto no Brasil, se mostrou agradável em Benicassim. A Inglaterra também não surpreendeu (Newcasttle, John Smith’s), mas era de se esperar já que as cervejas preferidas dos ingleses são a irlandesa Guiness e a belga Stella Artois. No fim das contas foram umas 40 marcas de cerveja diferentes em 40 dias de viagem das quais selecionei 10 para este singelo Top Ten. Não tem nada de definitivo nem de especialista aqui. É apenas opinião de consumidor. Anote as dicas e experimente.

10) San Miguel (Espanha) 4,8%

Nos sites de especialistas ela não tem uma boa classificação, mas foi uma ótima companheira nas caminhadas pelo bairro gótico de Barcelona e também em alguns passeios em Madri. Sabor forte, metalizado, que você acostuma após a segunda latinha. Há, também, uma versão especial cuja receita segue a da primeira feita em um convento situado nas Filipinas.

09) Amstel (Holanda) 5,0%

Apesar de ter bebido algumas garrafas de um litro na beira da praia em Benicassim, na Espanha, essa cerveja é natural da Holanda e leva o nome do rio que corta Amsterdã, capital do país. Divide o mercado holandês com a Heineken, mas é um pouco mais forte (nem tanto assim) e mais amarga que a concorrente (que também faz sucesso na Espanha). Nasceu em 1883.

08) CruzCampo (Espanha) 4,8%

É uma cerveja pale lager suave que lembra muito as marcas brasileiras. È suave e refrescante e me acompanhou durante a estadia em Málaga, na Andaluzia, sob o sol de 40 graus que acariciava a praia banhada pelo Mediterrâneo. Segundo o rótulo, é fiel à receita original de 1904. Há, ainda, uma versão Especial bastante saborosa com 5,7% de grau alcoólico. Extra: é a cerveja que patrocina a seleção espanhola.

07) Orval (Bélgica) 6,2%

Orval é um mosteiro belga fundado em 1070 que fica perto da fronteira com a França. É de lá que sai uma das cervejas trapistas (produzida em abadia católica) mais famosas do mundo. A cerveja começou a ser produzida apenas em 1931 como forma de angariar fundos para a reconstrução da abadia destruída na Revolução Francesa. Sua produção ainda é feita na abadia sob a supervisão de 11 monges, e sua receita é um segredo absoluto. Bebi na praça central de Leuven. É uma cerveja forte, densa, que sobe que é uma beleza. Para tomar devagar, com cuidado e sonhar com anjos.

06) Köstritzer (Alemanha) 4,9%

Primeira cerveja escura e alemã da lista, a Köstritzer é a cerveja preta mais famosa da Alemanha. Fabricada pela cervejaria de mesmo nome desde 1593 (seguindo o acordo da Lei da Pureza Alemã de 1516), a Köstritzer é moderadamente amarga e muito leve. Deverá surpreender os fãs da docinha Malzbier nacional. Conta a história que Goethe, quando estava doente e impossibilitado de comer, se alimentava desta cerveja. Sabor forte e encorpado. Bebi caminhando pela ex-Berlim Oriental.

05) Mahou (Espanha) 5,5%

Pronuncia-se Mau, e se você for de Ibéria para a Europa não pense duas vezes: peça Mahou no almoço/jantar, no café da manhã ou antes de dormir e, se possível, faça amizade com os comissários de bordo para o caso da sede bater em algum horário diferente. É levíssima, de grau alcoólico elevado (para os nossos padrões, não para os belgas) e é uma ótima maneira de entrar no mundo das cervejas européias, já que lembra bastante as nacionais, mas é mais saborosa. Existe uma versão clássica, mais fraca. Deixe de lado e vá atrás da versão 5 Estrellas datada de 1969. Bebi em vários lugares da Espanha.

04) Voll-Damm (Espanha) 7,2%

Eu tinha certeza de que essa cerveja era alemã quando a peguei em uma lojinha de Madri, mas descobri depois que ela era de Barcelona. Cerveja quase escura cuja marca patrocina o festival de jazz da cidade. O rótulo ainda informa que ela ganhou o prêmio de melhor cerveza strong lager do mundo em 2007 no World Beer Awards. Extremamente saborosa. Uma delicia. Recomenda-se, porém, ir devagar. Seu alto teor alcoólico (para brasileiros, belgas e espanhóis) sobe rapidinho. A mesma cervejaria fabrica a Estrella Damm, clara, que poderia ter conseguido um lugarzinho nessa lista e serviu de consolo para a perda do show de Tom Waits, em Barcelona.

03) Hoegaarden (Bélgica) 4,9%

Produzida na pequena vila de Hoegaarden, no norte da Bélgica, desde 1441, a Hoegaarden, também conhecida como White Beer, possui um processo de fabricação único e complexo: a primeira etapa é um processo de alta fermentação. Depois, a cerveja é engarrafada sem pasteurização e permanece em repouso por mais três semanas para que aconteça a re-fermentação dentro da garrafa. A aparência final é de uma cor amarelo ouro e opaco típico das cervejas de trigo belgas. Além de seu processo de produção diferenciado, ela contem ingredientes especiais como sementes de coriandro e raspas de casca de laranja, ingrediente que lhe confere alta refrescância e um gosto entre o frutado e o cítrico. É uma cerveja bastante leve e deliciosa que deixa um azedinho no paladar após ingerida. Bebi várias em… Londres.

02) Leffe (Bélgica) 6,5%

Fui recebido em Leuven, cidade da Stela Artois, por uma belga, a Odile (que abrigou a mim e a um amigo, Carlos, durante os nossos dias de Rock Werchter). Ela preparou um jantar e, a certa altura, perguntou se gostávamos de cerveja. Resposta assertiva e, na seqüência, uma Leffe Blonde (que, segundo ela, era guardada para as visitas). Foi paixão ao primeiro gole que, em seguida, tive que dividir com a versão Brune, mais saborosa ainda. Segundo os fabricantes, ela mantém a mesma receita desde 1240, quando surgiu feita pelos monges da antiga abadia de Leffe. A clara tem um sabor forte e é levemente adocicada no final. A escura é mais encorpada. A paixão foi tanta que a bebi, ainda, em Glasgow, em Paris e em Londres. E mantenho sempre umas cinco (tanto dela quanto da Hoegaarden) na geladeira para o caso da saudade bater mais forte.

01) Duvel (Bélgica) 8,5%

Tirem as crianças da sala. O negócio aqui é sério. Quer sentir o clima: o nome desta excelência em cerveja, traduzido, quer dizer “Diabo”. Eita cervejinha danada. Eu e o Carlos a encontramos por acaso, no almoço de despedida em Leuven. Íamos pedir outra Orval, mas acabamos buscando uma novidade no cardápio, e nos deparamos com ela. Bebemos duas e saímos felizes da vida. Deixei o amigo na estação de trem, virei as costas e encontrei mais três comparsas recifenses e tive que mostrar para eles a descoberta. Bebemos mais três, pedimos a garrafa para descobrir a graduação alcoólica, e caímos pra trás com os 8,5% estampados no papel. Uma delicia com jeitinho inocente: uma garrafinha gordinha, fofa, que quer testar sua confiança. Cuidado: nunca (NUNCA) beba mais do que três garrafinhas. Diz a lenda que esta é a cerveja escura que se transformou em ouro. Criada em 1918 para comemorar a vitória dos Aliados na 1ª Guerra Mundial, é até hoje o carro chefe da pequena cervejaria independente Moortgat. Eleita a melhor cerveja disponível nas prateleiras brasileiras pela Revista Prazeres da Mesa. Faço coro, brindo e vou além: Duvel é uma das melhores cervejas do mundo.

Serviço:
As marcas espanholas ainda são difíceis de serem encontradas no Brasil. As belgas Leffe e Hoegaarden, no entanto, estão sendo importadas pela Ambev e podem ser encontradas em bons supermercados (em São Paulo, na rede Pão de Açúcar) por menos de R$ 4 a long neck. A alemã Köstritzer pode ser encomendada em importadoras, e a garrafa de 500 ml está saindo por volta de R$ 8. Já a espanhola Voll-Damm começa a pesar no bolso: R$ 12,90. A Duvel, no entanto, vai além e honra a qualidade custando mais caro que algumas boas vodkas: R$ 17 a long neck e R$ 47 a garrafa de 750 ml nas importadoras.

Leia também:
- As oito melhores cervejas belgas, por Gustavo Brunoro (aqui)
- Diário de Viagem Europa 2008, por Marcelo Costa (aqui)

Dezembro 1, 2008   21 Comments

500 Toques: Babasónicos, Fito Paez e Jorge Drexler

“Mucho”, Babasónicos (Universal)
Já faz mais de cinco anos que eles são a grande banda argentina – quiçá sul-americana, exatamente quando deixaram o experimentalismo de lado e abraçaram o pop perfeito com “Jessico” (2001), “Infame” (2003) e o excelente “Anoche” (2005). Este “Mucho” começa bem com “Yo Anuncio”, o single “Pijamas”, a ótima “Cuello Rojo” e a balada psicodélica “Como Eran Las Cosas”, mas o lado B não mantém o pique, apesar do esforço de “Estoy Rabioso” e “El Idolo”. Não ameaça a perda do posto, mas decepciona um tiquinho.
Nota: 7
Preço em média: R$ 50 (importado)

Leia mais: “Anoche” faixa a faixa por Leonardo Vinhas (aqui)

“Grandes Canciones”, Fito Paez (Sony&BMG)
Ele já vendeu mais de três milhões de discos, mas permanece desconhecido no Brasil apesar de Caetano (que regravou a bela “Um Vestido Y Um Amor” em “Fina Estampa”), Herbert Vianna (que regravou “Trac Trac” – ausente nesta coletânea – com os Paralamas), Rita Lee e Djavan terem tentado apóia-lo. Esta é mais uma tentativa de apresentar o grande músico argentino ao público brasileiro e traz duetos com Charly Garcia (”Natureza Sangre”) e Andrés Calamaro (”La Rueda Mágica”). Preste atenção nas baladas.
Nota: 8
Preço em média: R$ 24,90

“Cara B, Cara C – En Concierto”, Jorge Drexler (Warner)
Registrado nos arredores de Barcelona, este CD duplo mostra duas caras do músico uruguaio. No primeiro CD um show completo com sucessos como “La Vida Es Más Completa De Lo Que Parece” e “Guitarra Y Vos”. No segundo, ousadias em italiano, português e inglês e covers como “Dance Me To The End Of Love”, de Leonard Cohen e “Dom de Iludir”, de Caetano. No total, 32 canções delicadas cuja base é o violão, mas que abrem espaço para barulhinhos de sinos, trens e outros sons que pedem a atenção do ouvinte.
Nota: 9
Preço em média: R$ 42,90

Dezembro 1, 2008   6 Comments

Caminhando na Paulista

Foto: Marcelo Costa

Domingo de café da manhã na Bela Paulista, caminhada na Paulsta, cinema no Espaço Unibanco e sono no fim de tarde. Bati umas fotos, nada tanto assim, aqui.

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A Rachael fez uma listinha do que seis meses de São Paulo ensinaram para ela. Gostei bastante. Leia aqui.

Dezembro 1, 2008   No Comments